domingo, 30 de agosto de 2026

A LEI VIBACIONAL


A LEI VIBACIONAL
Ann Albers
29 de agosto de 2026

Olá a todos,

Quando vemos eventos tristes no noticiário, como a recente devastação no Nepal, é fácil questionar por que tais coisas acontecem quando há tantas pessoas inocentes desalojadas — ou pior —, pelo menos de acordo com a nossa visão humana.

Certa vez, perguntei aos anjos por que uma pessoa deixaria a vida por meio de um desastre natural e logo aprendi que nunca pode haver uma resposta genérica:

"Não podemos generalizar aqui, pois cada pessoa tem uma vibração única e uma razão única para estar exatamente onde está. Algumas delas, antes de virem à Terra, queriam emoção em sua partida.

Algumas eram almas queridas que pretendiam ficar aqui por pouco tempo e partir de uma maneira que inspirasse compaixão. Algumas haviam vivido vidas longas e não tinham certeza se queriam continuar aqui. Algumas eram almas cujos padrões as levaram a ignorar uma orientação muito forte em um dia fatídico.

Algumas ansiavam pela aventura de uma vida e, em nível de alma, estavam abertas a uma jornada aventureira que as catapultasse através das dimensões. Algumas estavam insatisfeitas com a vida e apenas queriam que as coisas fossem mais fáceis.

Algumas eram guias, dispostas a deixar o planeta junto com outras almas para ajudá-las a alcançar a luz. Existem tantas razões quanto seres humanos vibrando de maneiras diferentes."  ~ Os Anjos


Muitas vezes, esse conceito de vibração, intenção e manifestação me deixou impressionada. Quando mais jovem, passei por uma fase de desilusão após cuidar de muitas pessoas e reclamava com os anjos: "Eu só quero que alguém cuide de mim!"

"Cuidado", responderam eles! "Seja mais intencional. Sintonize-se com uma realidade mais gentil. Você não vai querer sofrer um acidente que corresponda à sua vibração atual de vítima e acabar precisando que alguém cuide de você!"

Isso me tirou do papel de vítima num instante! Limpei essa energia o mais rápido possível! Mudei-a para algo mais amoroso: "Gostaria de atrair para minha vida pessoas com quem eu vivencie uma troca alegre e mútua." Comecei a deixar de lado a minha história de "coitadinha de mim".

Parei de reclamar: "Sou sempre eu a responsável. Sou sempre eu quem tem que cuidar dos outros!" (Consegue ouvir o som do violinozinho triste?) E comecei a sintonizar a sensação de como seriam os relacionamentos baseados na reciprocidade.

Logo, atraí os amigos que tenho até hoje. Passei a receber um ótimo atendimento quando contratava pessoas. As pessoas começaram a retribuir. Tudo isso era uma questão vibracional. Eu sempre fui uma boa pessoa; eu apenas tinha uma vibração triste que precisava de ajustes!

Os anjos gostam de usar a analogia do Velcro — aquela fita de fixação com ganchos e argolas que vemos em mangas de jaquetas e em trabalhos de costura. Precisamos ter essas "argolas" para que situações e pessoas se fixem em nós, energeticamente falando.

Se não nos importamos com a opinião alheia, as pessoas não conseguem nos prender com o que pensam a nosso respeito. Se amamos a vida, estamos abertos para que o amor, em todas as suas formas, se conecte a nós.

Se sentimos impaciência — que muitas vezes é o medo usando uma máscara: "ande logo e me mostre para que eu possa acreditar!" —, então abrimos espaço para sermos fisgados pela decepção.

Quando eu tinha pouco mais de trinta anos — pela enésima vez consecutiva —, atraí um relacionamento no qual eu dava tudo de mim, mas não recebia um tratamento gentil. Em uma reunião social, uma sensitiva olhou para mim, balançou a cabeça, ergueu as sobrancelhas e perguntou: "Então, como estão as coisas?"

"Bem, temos nossos desafios, como todo mundo", respondi, evitando gentilmente dizer a verdade.

O olhar que ela lançou sobre mim penetrou minha alma. "Coitadinha. Você está sempre dando, na esperança de receber algo em troca." Ela se afastou, deixando-me com uma verdade contundente que levei alguns anos para assimilar.

Ela tinha razão. Em vez de me afastar pacificamente daquilo que obviamente não estava funcionando, eu tentava dar mais, pagar mais e amar mais. Não era algo autêntico nem saudável. Eu mantinha as "argolas" abertas para ser fisgada por essa dinâmica nociva.

Com o tempo, à medida que fechei essas aberturas ao aprender a reconhecer meu próprio valor, deixei de ser suscetível a esse tipo de dinâmica.

Portanto, embora muitas vezes fiquemos bastante indignados ao ver coisas boas acontecerem com pessoas não tão boas e coisas ruins com pessoas boas, precisamos lembrar que o que a maioria de nós aprendeu sobre esse assunto baseava-se na noção humana de Deus, e não em uma compreensão verdadeira da natureza imparcial do universo vibracional e do imenso amor que nos concede a liberdade de criar como desejamos.

Aqui estão algumas orientações para ajudá-lo a aceitar a ideia de que a lei vibracional é imparcial, para confortá-lo ao ver coisas ruins acontecerem com pessoas boas e para capacitá-lo a manter sua própria vibração limpa, de modo que você — querida alma bondosa — possa vivenciar o bem!

1. Olhe Além da Superfície

Às vezes, é difícil entender por que coisas difíceis acontecem com pessoas boas e coisas boas acontecem com aquelas que agem mal. Se você precisar de respostas específicas, aguarde um momento de calma, deixe os julgamentos de lado temporariamente, feche os olhos e peça ao Criador que lhe mostre a dinâmica energética em ação.

Pergunte: "Por que essa pessoa passou por isso?" e ​​aguarde a compreensão chegar até você. Muitas vezes, há muito mais em jogo do que podemos ver com os olhos ou compreender apenas com a mente.

2. Seja o Amor que Você É

Quando vir algo difícil acontecendo com uma pessoa boa, em vez de se sentir impotente e perdido em sentimentos de injustiça, faça algo. Ore por ela. Imagine-a envolta em luz. Sussurre palavras de encorajamento, telepaticamente, para a alma dela. Se sentir inspiração e tiver recursos, envie ajuda.

O que nos salva de nos perdermos na angústia ou no desespero ao testemunharmos pessoas passando por momentos difíceis é trazer o nosso próprio amor à tona.

3. Seja Gentil Consigo Mesmo

Quando se sentir resmungão, chateado, irritado ou triste, simplesmente aceite-se. Acolha-se. Depois, busque algo que o faça sentir-se melhor.

Se precisar extravasar os sentimentos, converse com alguém — nem que sejam apenas os seus anjos. Escreva sobre o que sente e depois rasgue o papel. Encontre algo pelo qual ser grato. Qualquer coisa que ajude você a se sentir melhor é válida.

Um breve mergulho em vibrações mais baixas não lhe fará mal, mas você não deve permanecer nelas constantemente.

Ao olharmos para o mundo, é fácil julgar — com base em critérios antigos — o que acreditamos que deveria ou não acontecer com os outros. Mas, quanto mais você foca no que "deveria ser", menos foca no que "é". Quando você foca no que é, pode fazer algo a respeito.

Podemos orar pelas famílias daqueles que perderam a vida nas enchentes. Podemos enviar doações. Podemos mantê-las em nossa luz e em nossos corações. Podemos pedir àqueles que já estão na bem-aventurança celestial que consolem os que ficaram — embora muitos já o façam. E podemos agradecer a Deus por estarmos vivendo em realidades mais gentis.

A única coisa que podemos controlar é a nossa própria vibração, mas vale muito a pena fazê-lo. Uma vida de amor pelos outros, vivida em equilíbrio com um amor-próprio saudável, é aquela que nos trará uma sensação maravilhosa quando olharmos para trás, lá do céu.

Aqueles que se desviaram do amor — não importa o quanto tenham acumulado enquanto aqui estiveram — sentirão esse vazio no final. As boas almas sentirão satisfação com suas vidas. A justiça não se resume a crime e castigo, mas sim à satisfação da alma — ou à falta dela.

Falando nisso, muitos têm me perguntado como Dolly Parton está após sua transição. Dei uma olhada e vi que ela estava sendo recebida por milhares de almas no céu, gratas pela forma como ela as ajudou — ou ajudou seus entes queridos — enquanto estavam na Terra.

Ela está sentindo a imensa onda de amor e gratidão vinda de milhões de pessoas aqui embaixo; parecia profundamente comovida por tanto amor, com lágrimas de alegria nos olhos.

Ela irradiava esse sentimento de volta para todos, enviando-lhes seu amor — um exemplo brilhante de alguém que não deixou as circunstâncias definirem sua vibração, mas que, vez após vez, escolheu ser a alma amorosa que realmente é. E que amor ela está recebendo em troca!

Que todos nós também possamos sentir tamanha satisfação com nossos corações e nossas vidas quando, um dia, olharmos para trás.

Tenham uma semana abençoada,

Com amor,

~ Ann

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©2016 Ann Albers https://www.visionsofheaven.com/
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STELA


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