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sexta-feira, 22 de julho de 2022

EM UM PISCAR DE OLHOS, TODAS AS MUDANÇAS


EM UM PISCAR DE OLHOS, TODAS AS MUDANÇAS
Por Dana Mrkich
Julho de 2022

Esta mensagem mensal está sendo escrita mais tarde do que o normal e será mais curta devido a uma série de circunstâncias inesperadas, o que é bastante apropriado para as energias em questão. Minha sogra faleceu e estamos organizando um lindo culto para ela. Minha avó, que está em estágio avançado de Alzheimer, teve outra viagem ao hospital. Um membro da família perdeu a vida tragicamente. Uma avalanche de eventos emocionais e perda de entes queridos está sendo vivenciada por muitos ao nosso redor, e sei que o mesmo será verdade para muitos de vocês que estão lendo isso.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

A ERA DA TRANSPARÊNCIA


A ERA DA TRANSPARÊNCIA
Por Dana Mrkich
10 de Setembro de 2015


Há tantas coisas acontecendo agora que eu nem sei por onde começar.

Em primeiro lugar, há MUITA cura acontecendo dentro de nós e entre nós agora. Realmente, cura nem mesmo é a palavra certa. Melhor ainda, estamos recebendo “ajustes e correções de perspectivas” que nos permitem dizer “Ohhh” e “Ahhhh”, “Agora eu percebo” “Agora eu entendo”. “Agora eu compreendi!” E isto é cura, porque, de repente, o coração não parece tão apertado.

Nossa tensão ligada a algo ou a alguém é suavizada. Estamos sentindo amor, compaixão, perdão, ou mesmo um “viva e deixe viver” neutro, por situações que nos magoaram por anos ou eras. E isto parece... tão Libertador. Isto pode parecer muito sentimental, de modo que vocês possam querer chorar.

Podemos nem mesmo compreender, consciente ou mentalmente, por que, de repente, sentimo-nos “mais leves” ou “diferentes”. Nós apenas nos sentimos assim.
 

terça-feira, 31 de março de 2015

ECLIPSES - ACELERADORES DE CRESCIMENTO


ECLIPSES - ACELERADORES DE CRESCIMENTO
Por Dana Mrkich


O tempo entre Eclipses é, muitas vezes, desconfortável.

O Eclipse Solar traz um ímpeto de energia nova.
Podemos sentir-nos ilimitados com os sonhos, ideias, metas e expansão nos chamando.

O Eclipse Lunar é de desprendimento e desapego: velhos hábitos, comportamentos, crenças, padrões e às vezes as pessoas.

terça-feira, 1 de abril de 2014

LUA NOVA EM ÁRIES: O MÊS DA ENERGIA DO GUERREIRO


LUA NOVA EM ÁRIES: 
O MÊS DA ENERGIA DO GUERREIRO
Uma mensagem de Dana Mrkich
1º de Abril de 2014


Feliz Abril a todos!

Estou adorando a energia que a Lua Nova em Áries trouxe. É como a explosão solar no Domingo, que como um rojão caiu em nosso campo energético, explodindo tudo o que precisava de um pouco de agitação, despertar e liberação de cura – limpando o nosso campo, em preparação para este novo mês.

As pessoas frequentemente ficam cansadas e perguntam: “Quando irá terminar toda esta limpeza?” “Quem sabe?” é a resposta honesta, mas... Ao cortarmos a grama hoje, não significa que nunca teremos que a podarmos novamente.

A manutenção da energia é semelhante a todas aquelas coisas físicas que fazemos para manter o nosso corpo, o nosso carro, a nossa casa, a nossa mesa, etc., limpos e purificados. Ao invés de olharmos para isto como algo que vocês certamente deveriam ter feito até agora, olhem a partir da perspectiva que é como uma espiral. Damos voltas e mais voltas, mas não estamos andando em círculos.

Em nossa jornada em espiral, estamos sempre aumentando em consciência e compreensão, a partir da última vez que “podamos este determinado pedaço de grama.” Tornamo-nos melhores jardineiros da energia, mais eficientes nestas coisas da vida, às vezes cansativas, às vezes, emocionantes.

Pode parecer como se estivéssemos passando pela mesma coisa inúmeras vezes, mas se vocês observarem mais atentamente, verão que estão interagindo com as coisas, de forma um pouco diferente, superando os problemas com mais rapidez, sentindo-se mais íntegros e firmes em si mesmos, a cada grande mudança.

Quando um número suficiente de pessoas tiver subido a um determinado espaço na espiral, isto é quando experienciaremos os saltos quânticos da mudança em nossa comunidade e no cenário mundial.

Tenho fé de que “nós somos o povo”. Nosso salto não teve nada a ver com o que a “elite” está fazendo ou não. Sim, eles fizeram as coisas mais difíceis, mas eles não possuem as chaves para a nossa evolução.

A humanidade está evoluindo, estamos despedaçando os velhos muros da prisão, rompendo limites e nos atrevendo a olhar além do véu para vermos que a realidade maior é possível para nós.

A energia do guerreiro em Áries está realmente trazendo isto neste mês!

Por favor, respeite todos os créditos ao compartilhar. 
http://stelalecocq.blogspot.com/2014/04/lua-nova-em-aries-o-mes-da-energia-do.html
www.danamrkich.com
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
Grata Regina!

LUZ!
STELA

sábado, 30 de março de 2013

VENDO OS SEUS EMAILS DO SEU EU SUPERIOR


VENDO OS SEUS EMAILS DO SEU EU SUPERIOR
Mensagem de Dana Mrkich,
19 de março de 2013


Não seria ótimo se pudéssemos receber emails diários do nosso eu interior, alma, aspetos energéticos e eus de vidas passadas?

Imaginem se esses emails vos informassem do que se trata um certo assunto, sobre a razão pela qual um padrão particular continua a ocorrer, o que precisam de fazer para deixar alguma coisa entrar ou mudar algo na vossa vida?

Imaginem se pudessem receber emails diários das suas células físicas informando-vos porque é que um problema de saúde se manifestou ou se alguma das vossas crenças foi, na verdade, herdada através dos genes dos vossos pais, avós ou bisavós?

Bem, adivinhem?
Podem receber esses emails diários.

A única coisa é terem que aparecer e ser tipo a vossa própria “secretária a fazer ditado”. A nossa tecnologia espiritual não chegou ainda ao estágio em que podemos acordar, premir um botão e fazer sair o nosso relatório diário sobre onde está a nossa energia pessoal! Portanto, é aqui que um diário entra em ação.

Algumas pessoas pensam que escrever um diário é escrever sobre o que aconteceu hoje, como o género de diário que tinham em criança. E, se assim for para vós e se se divertirem com isso, ótimo! No entanto, escrever um diário pode ser muito mais. Para mim mesma tem sido uma das ferramentas mais eficazes que usei para descobrir a raiz dos problemas, curar velhas feridas, revelar insights úteis e adquirir clareza.

Soa como um cliché, mas é realmente verdade que guardamos todo o conhecimento e sabedoria dentro de nós de que necessitamos para encararmos a vida. Isto parece um conceito muito vago ou místico, mas começa a fazer sentido quando se percebe que somos compostos de várias camadas de campos energéticos.

Esses campos incluem os nossos pensamentos, crenças, células físicas, história ancestral, emoções, sentimentos, memórias, potencial da alma, experiencias passadas e uma miríade de aspetos da alma e centros de energia; a nossa criança interior, a energia masculina, a feminina, todos os chacras, para não falar na nossa ligação à consciência coletiva e à família da alma física e não física.

Tudo isto fornece uma riqueza de conhecimento, sabedoria e orientação para tirarmos partido, no entanto não fomos em absoluto ensinados na escola como entrar em contacto com isso – nem sequer que é possível fazê-lo. Todos possuímos a capacidade para o fazer, requer apenas prática tal como qualquer outra coisa na vida.

Quando escrevem com uma intenção superior, estão essencialmente a permitir-se saírem do vosso próprio caminho e a afastarem-se para que as respostas e a clareza de que necessitam possam vir ter convosco. O vosso subconsciente tem uma possibilidade de falar diretamente convosco, ao contrário de tentar chamar a vossa atenção de formas que estão potencialmente a sabotar as vossas relações, trabalho, saúde e outras áreas da vida.

Alguém me perguntou há pouco tempo se é como escrever automaticamente ou se devem manter-se no vosso foco! A primeira, definitivamente. Mais frequentemente do que não, a vossa escrita levá-los-á para algum sítio completamente inesperado.

Pensam que pensar numa determinada pessoa é o problema e acabam a escrever sobre alguma coisa que aconteceu quanto tinham 6 ou 16 anos. Podem mostrar procurar alívio e clareza para com uma emoção atual que seja desconfortável e acabam a ter uma conversa surpreendente com uma parte de vós que se sentiu ignorada e mal-amada. Por isso, pode ocorrer muita cura numa sessão de escrita diária.

Algumas vezes escondemos uma parte de nós mesmos tão bem que é preciso páginas de diário antes de conseguirmos finalmente começar a perceber a raiz de um problema. Muitos, senão a maioria dos nossos problemas, têm várias camadas por isso podemos escrever sobre algo que pensávamos já ter tratado dez ou vinte vezes. À medida que nos abrimos para mais de nós mesmos, também expandimos a nossa capacidade de ir mais fundo dentro de nós, adquirindo entendimentos mais profundos acerca das mesmas situações.

Como começam se forem novos nisto?

Se não souberem por onde começar, uma pergunta fácil para começarem é:
O que é que preciso de saber sobre…?

Se tiverem um problema específico podem fazer perguntas como:
Que parte de mim quer esta situação?

É desafiante perguntar isto porque a maioria das pessoas responderia:
“Parte nenhuma de mim quer isto!”

Certo, podem acreditar nisso e continuarem a sentir-se presos. No entanto, é muito mais capacitador considerar, “Humm, bem, se uma parte de mim quer isto então talvez eu deva ir procurar qual é essa parte de mim e porque que é que quer isto!”

É muito poderoso falar com os vossos vários aspetos e partes interiores que aparecem.

É útil, poderoso e divertido nomear questões e sentimentos que queiram abordar. De algum modo é muito mais fácil falar com A Tristeza Sammy ou o Fred Frustrado do que falar com o vosso Eu principal. Se têm estado imersos num sentimento durante algum tempo, vão em frente, falem com ele, perguntem-lhe o que vos quer dizer.

Não existe maneira certa ou errada de escrever um diário, não existe um livro de regras passo a passo para seguir. O principal é confiar no que surge. Não se deixem apanhar em “”Estou a inventar isto” ou “De onde é que isto vem?”

Por todos os meios, se desejarem ter e certeza de que não estão a receber informação de fontes que não sejam boas para vós, digam uma pequena oração ou afirmação previamente. Peçam para receber orientação das vossas fontes da verdade, amor e luz mais elevadas e que toda a informação esteja em sintonia com o vosso eu e realidade melhores.

A partir daí, deixem que a caneta vos leve onde vos quiser levar.


Direitos Autorais:
© Dana Mrkich 2010. É concedida permissão para partilhar este artigo de forma gratuita na condição de que o autor seja creditado, e o URL www.danamrkick.com incluído. Siga Dana no Facebook: www.facebook.com/danamrkichnews
Tradução: Ana Belo – anatbelo@hotmail.com
Fonte: Luz de Gaia

LUZ!
STELA

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

ENCAREM A VOSSA POEIRA – ESTA LIBERTAR-VOS-Á



ENCAREM A VOSSA POEIRA – ESTA LIBERTAR-VOS-Á
Mensagem de Dana Mrkich
22 de janeiro de 2013


É um facto energético da vida que sempre que nos comprometemos com uma nova intenção tudo o que dentro de nós não esteja em sintonia com essa nova intenção vem à superfície. E vem porque está a responder à nossa intenção.  

Vem para que o possamos reconhecer, tratar, aprender tudo o que ainda temos a aprender com isso e, por fim, transformar-se ou libertar-se. A nossa nova intenção pode, assim, manifestar-se sem qualquer autossabotagem ou bloqueios no caminho.

Portanto, este “vir à superfície” é uma coisa boa mas, à medida que emerge podemos sentir-nos sufocados pela poeira que está a levantar-se e isto parece-nos uma coisa “má”.

A um nível pessoal as nossas novas intenções de gratidão fizeram-nos confrontar com uma barragem de contas inesperadas e uma cabeça cheia de medos, pensamentos orientados para a carência. O nosso compromisso para com uma aceitação mais profunda cria uma abundância de raiva e de ressentimento que esteve latente sob a superfície durante anos.

A nossa decisão de procurarmos um trabalho pleno de significado é atendida pela oferta de uma promoção no nosso emprego atual e a nossa resolução de nos abrirmos para a nossa alma gémea muitas vezes convida a telefonemas de ex-namorados. O nosso desejo de mais criatividade e paixão ativa um ataque de insegurança e depressão.

Esta “poeira” que tem sido levantada é muitas vezes mal interpretada pelas pessoas como “As minhas intenções não estão a funcionar! Tudo está igualmente mau como sempre, se não pior!” Entretanto, a nossa energia deve sentir-se muito frustrada porque pensa que nos está a ajudar da melhor maneira possível e nós estamos a sentir-nos como se nos estivéssemos a sabotar ou a ignorar.

A nossa energia ajuda-nos fazendo brilhar um holofote em cada canto do nosso ser como resposta direta às nossas intenções. Ela realça e amplia cada crença, cada padrão de pensamento, cada experiência passada, cada memória celular e cada aspeto da personalidade que esteja ligado à nossa intenção, incluindo as maneiras pelas quais aquelas partes de nós estão a trabalhar contra a nossa nova intenção.

Este holofote está a mostrar-nos: Olha, é nisto que tu acreditas, é assim que pensas, esta é a tua parte que criou essa velha realidade, e aqui está a parte de ti que precisa de despertar se quiseres criar a diferença, uma nova realidade. 

A nossa energia segura os espelhos na nossa frente: Olha, é assim que te vês; é assim que te sentes contigo mesmo(a), isto é que achas que mereces, isto é o que atraíste e porquê.

Este processo acontece-nos individualmente, e está a acontecer neste momento muito intensamente a um nível coletivo. Como sociedade estamos a ser chamados para um nível de intenções mais elevado relativamente à forma como queremos que o nosso mundo pareça e o sintamos.

Portanto, estamos a ser confrontados com todas as muitas maneiras pelas quais os sistemas no nosso mundo estão a trabalhar contra essas intenções. Aparentemente, um período de grande transformação parece e sente-se como se estivéssemos no meio de um edifício que está a desabar à nossa volta, sufocando-nos com a poeira.

Quando olhamos e sentimos a partir de um espaço de maior consciência sabemos que esta “poeira” é uma coisa boa, um sinal positivo de que o velho está a partir e o novo a despertar e a subir.

Se criarem o que está dentro de vós, o que criarem salvar-vos-á. 
Se não criarem o que está dentro de vós, o que não criarem destruir-vos-á. 
– Gospel of Thomas

Viver de uma forma mais consciente como indivíduo e como sociedade, exige força e coragem. Exige força e coragem porque as verdades que são reveladas como parte do processo são muitas vezes mais fáceis de manter afastadas a curto prazo.

No entanto, a longo prazo, aquilo que optamos continuar a negar e ignorar tem a capacidade de nos fazer adoecer ou sentir-nos presos numa realidade de potencial não cumprido. Por outro lado, aquilo que, corajosamente, optamos por encarar detém a chave para nos ajudar a catapultar para uma nova forma de viver e de ser.

Prestem atenção neste momento ao que está a chamar a vossa atenção. 

Como as vossas intenções vêm de um lugar superior, tudo o que não estiver em sintonia irá parecer mais alto, mais pesado e mais difícil de suportar até ser confrontado. Podem estar certos de que seja o que for que esteja a parecer “alto” e “pesado” para vós neste momento é a “poeira” que precisam de ver, a poeira é uma resposta direta às intenções que colocaram, ou desempenharam uma parte ao colocá-las em conjunto com o coletivo.

Não descartem ou ignorem a poeira nem deixem que esta vos sufoque até os subjugar.
Perguntem-lhe o que ela vos está a querer dizer.

Que pensamentos está a pedir-vos para mudarem?
Que emoções vos está a pedir para sentirem?
Que medidas está a querer que tomem?
Que verdade está a pedir-vos para relembrarem e se voltarem a comprometer?

Abençoem a poeira, porque esta está a mostrar-vos a verdade e – sim, tenho que tocar nesse ponto – a verdade libertar-vos-á. 

A verdade libertar-nos-á a todos.


LUZ!
STELA

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

ATUALIZAÇÃO DAS NOSSAS IMAGENS SOBRE A TRANSFORMAÇÃO



ATUALIZAÇÃO DAS NOSSAS IMAGENS 
SOBRE A TRANSFORMAÇÃO
Mensagem de Dana Mrkich
13 de janeiro de 2013



Era uma vez em um tempo em que todos pensávamos que o momento do grandioso despertar, em comparação com a era que o precedia, iria ser um pouco como antes e depois da foto de uma história de perda de peso: duas imagens dramaticamente diferentes em que uma é pesada e triste, a outra luminosa e alegremente feliz.

Todos tínhamos alguma forma de “antes e depois” nas nossas mentes em relação à maneira como imaginávamos/sentíamos/intuíamos que a vida iria parecer em 2013 e para lá de 2013, no entanto, tal como a perda de peso da foto, podemos não ter quaisquer imagens que retratem a quantidade de tempo e de medidas ativas que foram necessárias para sair do “antes” para o “depois” – principalmente a quantidade de tempo e medidas que são necessárias para levar a humanidade do “antes” para o “depois”, para levar os sistemas todos do “antes” para o “depois”, incluindo a política, os média, o bem-estar social, a saúde, a educação, a preservação ambiental, a justiça, a habitação sustentável, corporações, finanças, etc.

É hora de receber essas imagens e fazer as pazes com a realidade das mesmas, para que nos possamos abrir para as muitas maneiras de podermos participar na criação de tudo a que estas conduzem. Se transportaram estas imagens durante muito tempo, mas desesperam em relação a quando, como ou mesmo se alguma vez se virão a passar, saibam que a energia do presente apoia uma rápida manifestação física destas imagens enquanto no passado a energia resistente às mesmas era a força mais influente.

Como seres despertos e conscientes temos a responsabilidade de estarmos abertos para a nossa orientação interior, ouvir os sinais à nossa volta e seguirmos com quaisquer que sejam as medidas ativas para que somos solicitados a tomar. Não posso salientar de forma suficientemente forte que esta é uma altura de assumir a responsabilidade pelo mundo que estamos a criar (pessoal e coletivo). 

Este é um momento de sair de quais sejam as baías de espera em que nos encontramos. É hora de viver as incorporações vivas de consciência e ação. A consciência por si só não irá criar o nosso novo mundo, nem o irá a ação sem consciência. Ambas são necessárias. Todos têm diferentes medidas a tomar. Para alguns irá ser uma coisa muito pessoal, envolvendo “fazer o que dizem” na forma que viverem em casa com a vossa família. Para outros alargar-se-á a áreas mais amplas como empreender esta ação consciente nos campos social, político e ambiental. Está tudo bem, tudo conta.

Podemos não ter tido nenhumas imagens a representar as muitas fases de transformação que algo ou alguém a passar antes de emergir para o período do “depois” da sua vida. Provavelmente, passaram por muitas, muitas fases de transformação, muitas camadas de despertar para obter o nível de consciência e sensibilização em que vivem agora, não é?

Da mesma maneira também, tudo e todos ao nosso redor vão agora passar pelos seus próprios estágios de transformação e pelas suas próprias camadas de despertar enquanto se deslocam para novos níveis de consciência e sensibilização. Não é uma coisa da noite para o dia – embora saibamos que está a acontecer agora de forma mais rápida e intensa para mais pessoas.

Podemos não ter tido nenhumas imagens descrevendo os estímulos muito difíceis que nós enquanto sociedade teríamos que observar ou passar como indivíduos para despertarmos, para estarmos suficientemente indignados ou entristecidos, para nos sentirmos completamente impelidos a falar, a tomar medidas, a exigir mudança onde antes não o fazíamos.

Sabemos que este é o processo pelo qual todos passamos a nível pessoal para facilitar a mudança nas nossas vidas pessoais, no entanto é importante perceber que este mesmo processo está agora a ser vivenciado a um nível maior por grandes números de pessoas e, à medida que isto ocorre com mais indivíduos, está a ocorrer da mesma maneira com as comunidades, empresas e organizações das quais os indivíduos fazem parte.

Algumas pessoas estão a observar a realidade externa, vendo um evento como a chocante violação de uma jovem num autocarro na Índia por um gangue, e estão a dizer “Nada está a mudar, parece que estamos a recuar. Estou desapontado, desanimado e desiludido. Já não quero continuar.”

Outras estão a testemunhar o transbordar de fúria e compaixão que se seguiu, estão a ser movidos pelos mais de 600 guitarristas masculinos homenageando a jovem com a canção “Imagine” e a encontrar esperança em apelos para uma mudança nas atitudes e leis relativas ao abuso e violência contra as mulheres.

Estas pessoas estão a dizer “Uau, tanta coisa está a mudar tão depressa por aí! Estou muito inspirado e entusiasmado com tudo o que está a mudar.” Alguns de nós estamos a sentir das duas formas, dependendo da hora do dia e daquilo em que nos estivermos a focar.

Quando vivemos a vida de forma consciente, temos conhecimento de que certos estímulos externos na nossa vida pessoal acontecem para nos despertar e ajudar-nos a fazer evoluir os nossos pensamentos, crenças, atitudes, padrões e as nossas maneiras de viver e de estar. 

Podemos andar à volta em círculos o dia todo com a questão da galinha e do ovo: os estímulos externos acontecem para nos despertar, ou apenas acontecem e é nossa opção usá-los de uma maneira positiva para despertar determinados aspetos de nós mesmos?

No final de contas, a questão é que os eventos exteriores, quando vivenciados de forma consciente, têm o potencial de facilitar um maior despertar. Isto é verdadeiro a um nível pessoal, e é verdadeiro a um nível coletivo. É verdadeiro para um grupo de pessoas que componham uma certa empresa, organização ou sistema.

À medida que entrarmos na era de uma maior consciência, o que estamos a fazer neste momento, vamos simultaneamente testemunhar mais pessoas a “ser despertas” por determinados eventos, seja nas suas vidas pessoais ou fora no mundo maior, e a escolherem usar esses eventos para despertarem mais aspetos delas mesmas, para uma maior verdade interior e exteriormente.

Podemos não ter tido imagens nenhumas descrevendo que este tempo de “revelações”, do véu a ser levantado, da verdade a emergir, seria por vezes feio e perturbador. Não podemos desviar as nossas cabeças disto porque é, muitas vezes a mais feia e perturbadora das verdades que leva à mudança mais dramática, quando a encaramos com coragem, força e as medidas adequadas.

As revelações da verdade são recebidas com grande resistência por parte dos que procuram manter a verdade oculta, mas também dos que não podem/conseguem encarar a verdade ainda devido ao que ela significa: uma análise completa da realidade tal como a conhecem.

Para os viciados na busca da verdade, a ideia de que iríamos um dia entrar numa época em que cada mais verdades fossem reveladas evoca imagens de pessoas a celebrar nas ruas e a olhar com admiração para tudo o que foi mantido oculto. Na realidade, quando ainda não estamos preparados para reconhecer uma certa verdade, vemo-la como loucura, delirante, esmagadora ou assustadora.

Assim, estamos a presenciar muitas pessoas que, no momento, podem achar que vocês são um pouco loucos pelo que pensam, enquanto vocês acham que elas são um pouco loucas pela forma como elas estão a pensar! Escreverei mais sobre esta experiência de diferentes campos de “realidades” que vão aparecer nas próximas semanas e meses.

Mesmo de entre aqueles de nós que sabem que certas coisas têm sido mantidas ocultas do conhecimento publico, que têm conhecimento de que estas coisas sombrias foram acontecendo nos bastidores de certos eventos e situações globais, a mente pode achar muito difícil absorver completamente a verdade do que realmente aconteceu e ainda estão a tentar que ocorra.

Pode-se encontrar alívio no conhecimento de que a verdade está a emergir, a um ritmo que todos possamos absorver adequadamente e que todas as verdades, não importa de que forma vão lutar pelo reconhecimento, são chaves essenciais e poderosas nas nossas vidas, destrancando a porta para uma maior liberdade, poder e autenticidade.

As coisas que vão contra o fluxo da energia do agora, a energia da consciência e, assim, da verdade, não será apoiada da mesma forma que era muito difícil a consciência e a verdade serem apoiadas na velha energia. 

Portanto, mesmo enquanto as velhas energias estão ainda a tentar reter aqui, não conseguem “agarrar-se” da maneira que faziam antes. A luz está a derramar-se através de todos os buracos nas histórias falsas, sejam as nossas próprias ou as coletivas. 

A grande afirmação agora é: deixo ir todas as minhas falsas histórias sobre mim mesma e sobre todas as coisas e abro-me para a verdade. Abro-me para o meu eu autêntico e para a verdade maior sobre mim, e sobre todas as coisas.

Cada um de nós tem um eu verdadeiro, autêntico que possui a chave para a nossa transformação pessoal e possui uma das mais de 7 mil milhões de chaves para a transformação coletiva. A energia da evolução está a chamar todos e cada um dos eus autênticos para despertarem, para aumentarem, para ativarem o nosso potencial completo. Tudo o que não estiver em sintonia com isso tornar-se-á menos tolerável e mais difícil de manter.

Agora mais do que nunca, ireis sentir-vos mais em casa dentro do centro do vosso próprio eu autêntico, um eu que está ele mesmo em constante mudança e alteração. Então, como se ancoram e aterram num centro que está em constante mudança e alteração? É uma coisa de momento a momento.

A nossa percepção da realidade de hoje pode não se aplicar na próxima semana. 
Portanto, a chave é estar presente no momento.

Se se estiverem a sentir fora do centro, perguntem-se:

Quais são os meus sentimentos neste momento?
Qual a minha verdade acerca disto neste momento?
Do que é que preciso neste momento?
O que é que quero mais neste momento?
Que parte de mim mesmo estou a negligenciar ou a ignorar neste momento?

Isto vai ajudá-los a reconhecerem o vosso eu autêntico, e a desligarem-se de influências exteriores que estejam a “turvar” as vossas águas juntamente com as influências interiores antigas que não servem. Na verdade, estas perguntas são boas para as fazerem regularmente, não apenas quando se sentiram fora do centro, como uma forma de ajudá-los a manter-se no vosso centro e permanecerem ligados com o vosso eu autêntico.

À medida que os ventos da mudança adquirirem dinâmica em volta de nós este ano, com as linhas entre o que é verdade e decepção e o que é a realidade e ilusão a tornarem-se mais claras, com pessoas distintas a responderem de maneiras distintas, enquanto os “campos da realidade” se tornam mais visíveis, será mais importante do que nunca encontrar um porto são num lugar protegido, seguro e tranquilo. Esse lugar está dentro de vós.


© Dana Mrkich 2010. É concedida permissão para partilhar este artigo de forma gratuita na condição de que o autor seja creditado, e o URL www.danamrkick.com incluído. Siga Dana no Facebook: www.facebook.com/danamrkichnews
Tradução (PT Portugal): Ana Belo – anatbelo@hotmail.com
Fonte: Luz de Gaia

LUZ!
STELA


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

ADEUS, 21 DE DEZEMBRO DE 2012


ADEUS, 21 DE DEZEMBRO DE 2012
Mensagem de Dana Mrkich
31 de dezembro de 2012




Como descrever o que todos estão a sentir neste momento?

Podíamos também arranjar uma daquelas taças redondas que se podem encontrar em muitas lojas de balcão metafisicas, cheia de cartas de forma retangular tendo cada uma o nome de um sentimento particular: Calma, Fúria, Excitação, Desapontamento, Gratidão, Frustração, Paz, Turbulência, Confiança, Depressão, Motivação, Abatimento, Comprometimento, Traição, Felicidade, Tristeza.

Alguns de vós podem estar a sentir mais das vibrações elevadoras, outros estão a sentir-se presos de um vórtice das mais pesadas, enquanto muitos olharam para a taça redonda, viraram tudo de cabeça para baixo, apontando para todas as cartas e dizendo. “Sim, tudo isso, é isso que estou a sentir.”

Logicamente e nos nossos corações sabemos que a “Mudança” não é um evento de um dia, mas uma janela de tempo durante a qual veremos enormes mudanças a cada nível, pessoal, social e global, como resultado de um aumento de consciência que está a influenciar a Terra e a Humanidade.

Sabemos que 21 de dezembro assinalou a data final do fim de um longo e significativo ciclo, mas que não anunciava necessariamente que algo de grande e óbvio iria acontecer nesse exato dia. 

(Mesmo em muitos, muitos ciclos astrológicos menores como, digamos, um retorno de Saturno pessoal de 28 anos, geralmente não se experimenta o grande evento que transforma a vossa vida no dia exato em que o trânsito incide no vosso grau planetário de nascimento. Nesse caso, trata-se de uma influência que abrange o ano inteiro ou assim. Assim, imaginem quando se trata de um ciclo de 5125! Ou de 26000 anos!)

Contudo, lá no fundo, muitos de nós esperávamos que algo, qualquer coisa iria acontecer nesta ou à volta desta data como uma espécie de big bang positivo de entrada no novo ciclo, algo que nos desse uma espécie de um sinal de que estamos a ir na direção certa, de que a Humanidade está a despertar, e de que todo o nosso trabalho interior e exterior tivesse servido para alguma coisa.

Podemos ainda não ter percebido o quanto estávamos à espera disso, até ao dia chegar e passar, e muitos de nós ficámos com uma sensação de anticlímax vazio. Talvez não imediatamente. Talvez não a 22 ou 23 de dezembro, mas tão lentamente quanto os dias foram passando é como se todos tivéssemos gritado 3, 2, 1, Feliz Ano Novo, e esperássemos por fogos-de-artifício, mas eles não viessem.

Então, esperámos um pouco mais, talvez houvesse um atraso.
Esperámos mais um pouco.
Passaram mais dias e noites.

As pessoas começaram a partir e a resmungar:  “Faz ideia de quanto esforço foi necessário para chegar até aqui e não há espetáculo nenhum?”, “Viemos tão cedo para arranjar um bom lugar, e agora nada!”, “Quero um reembolso!”, “Bem, é a última vez que eu acredito nesta empresa de novo. Eles podem levar os seus fogos-de-artifício e enfiá-los sabem onde!” 

Entretanto, outras pessoas, os crentes cheios de fé, estão debaixo dos cobertores a dizer “Não, não vão, esperam, os fogos-de-artifício estão ainda a chegar. Eles estão apenas atrasados, estão a dar-nos outra data.”

Outros ainda estão a sorrir e a dizer “Ei, olhem à vossa volta. Nunca teve a ver com fogos-de-artifício. Olhem onde estão! Quão maravilhoso é este planeta! Pensem em todas as coisas maravilhosas mudanças que estão a acontecer. Têm que fazer parte disso!”

Sentimos onda após onda de surtos de energia intensa o ano inteiro, abundância de erupções solares, que evolução!

Contudo, a 21 de dezembro… calma, tranquilidade, silêncio.

Muitos, incluindo eu mesma, vivemos isto como um dia muito suave, calmo. Muitos, incluindo eu mesma, experimentámos imensas e espantosas sincronicidades nos dias anteriores e recebemos respostas sobre questões pessoais de uma vida toda, das formas mais inesperadas e subtis.

Uma das minhas grandes questões que sempre me coloquei foi “Estou a fazer aquilo que vim aqui fazer, estou a ajudar tantas pessoas quanto é possível da melhor maneira possível?”, e um dos meus maiores medos costumava ser chegar ao outro lado apenas para descobrir que não tinha feito tudo o que podia/“devia” fazer!

Essa pergunta foi-me claramente respondida e esse medo totalmente desobstruído da forma mais inesperada, e não veio de um descarregamento cósmico selvagem ou de oito minutos de meditação. Veio através de um email de uma senhora que tinha ponderado terminar a sua vida nesse dia, e estava à procura de o fazer na Internet. Enquanto o fazia, uma das lições do meu curso acabara de chegar à sua caixa de entrada, por isso ela abriu-o e leu-o, e seja o que for que leu deu-lhe aquele momento de luz que ela mais precisava nesse momento para avançar com força. Nas suas palavras, ela estava agora a “descansar em paz, sem morrer realmente.

Assim que li o email chorei imenso, boas lágrimas, pensando nesta senhora, grata por ela ter encontrado seja o que for que precisasse para continuar. Chorei, sentindo como se alguém lá de cima me tivesse dado um cheque de um milhão de dólares com um certificado de graduação dizendo estás a fazer o suficiente, estás a ser exatamente aquilo que devias ser.

É curioso, digo muitas vezes às pessoas que nunca sabem quem estão a ajudar, nunca sabem quão enorme a ação mais pequena pode ser para outra pessoa. Partilho com frequência a história do homem que esbarrou com um antigo colega de escola muitos anos mais tarde e lhe agradeceu por ele lhe ter salvo a vida. Ele disse-lhe que um dia no seu caminho de casa para a escola mais uma vez as crianças intimidantes estavam a gozar com ele. O colega de escola defendeu-o. Ele disse ao seu colega “Estava a dirigir-me para casa para me matar nesse dia, mas não o fiz por causa do que fizeste naquele dia.”

Partilho esta história muitas vezes porque quero que as pessoas saibam que nós realmente nunca sabemos quando estamos a ajudar, nem sequer sabemos necessariamente quem estamos a ajudar.

Recebo imensos emails maravilhosos informando-me e AINDA não captara claramente a mensagem pois foi preciso este email emocionalmente honesto, gráfico, para me fazer vê-lo verdadeiramente… fundo no meu coração.

Assim, uma das coisas que quero realmente dizer acerca do começo deste novo ciclo é, podemos não ter tido os fogos-de-artifício que muitos esperavam ou mesmo secretamente estavam à espera, mas tenho esperança que, de algum modo, possam ter recebido algum sinal para continuarem, mesmo que seja pequeno ou subtil, e se não o receberam por favor considerem usar as experiências de outros como a vossa fonte de inspiração para vos ajudar a continuar, que recebam o vosso momento pessoal “é isso que precisava de ouvir/ver/saber”.

A 20 de dezembro experimentei três surpreendentes sincronicidades, (podem ler acerca das mesmas no meu Facebook ou no Twitter) e desde aí tenho vivenciado um aumento de coisas como encontros sincronizados, enviar mensagem para alguém no momento exato em que me estão a enviar uma mensagem, ou pensar em algo e receber quase uma manifestação instantânea a esse respeito (desde fazer uma pergunta e receber uma resposta de setores inesperados a resistir a algo e ter um sintoma físico imediato que espelha essa resistência!).

É hora de sermos superclaros, conscientes e estarmos atentos aos nossos pensamentos!

Muitas pessoas têm contado que também têm experimentado múltiplas ou espantosas sincronicidades neste período, por isso, mais uma, vez embora isto não seja propriamente uma explosão de luz visível do céu, temos que reconhecer que encaixa perfeitamente no que parece uma vida de vibração mais alta a um nível diário.

Somos tão claros nas nossas visões sobre como é que parece uma sociedade desperta (e pensem que a nossa atual realidade social parece bastante diferente!) que é fácil recusar o que Florence Scovel Shinn chamou de “os sinais de que a terra está adiante de nós, mesmo que não a possamos ver” – os galhos que flutuam na água e os pássaros que rondam o navio permitem-nos saber que estamos a ir na direção certa.

Não há dúvida de que estamos num período de “reinício”, com muitos ataques desde 21 de dezembro, com imensas pessoas a queixarem-se de dores de cabeça, constipações e gripes exigindo repouso na cama, cortes de energia, baterias esgotadas em casa ou no carro, telefones e Internet em baixo e, no geral, um sentimento de vazio ou de monotonia. Esta é uma versão mais extrema do limbo que muitos sentiram durante 2012.

Durante o ano foi como se estivéssemos à espera dos nossos novos “programas”, sendo que agora os novos programas chegaram e estamos neste momento a passar pelo processo de ativação.

Como sabem, com o vosso computador, quando instalam um sistema novo têm que encerrar o vosso computador e re-iniciar para ativar o novo software. Consequentemente, esta sensação que muitos estão a sentir de querer deixar o planeta ou de estar num grande buraco negro de vazio – irá passar.

A vossa velha identidade foi-se, e o vosso novo eu está a ser carregado e ativado e parte de vós não tem ideia nenhuma de como é a nova identidade. Os velhos contratos terminaram e as vossas novas páginas em branco aguardam-vos.

Para alguns o desconhecido é um mistério mágico e maravilhoso, estão entusiasmados para o abrir.

Para outros o desconhecido é um lugar avassaladoramente assustador, propício a trazer ansiedade e ataques de pânico ou depressão.

Se estiverem a olhar para a estrada à frente e virem apenas vazio, aconselho vivamente que agarrem numa pilha de revistas e arranquem as imagens que vos surjam. (Fiz isto inspirada por este empurrão criativo e, pessoalmente, achei muito útil).

Isto não se destina a ser um quadro de visão, apenas uma forma rápida de determinar de facto onde está a vossa própria energia pessoal, e o que é que o vosso novo/verdadeiro eu quer dizer-vos sobre o que realmente se passa no vosso centro, em vez de serem apanhados numa vaga de comoções de sentimentos e mensagens conflituantes que estejam a girar à vossa volta. Provavelmente, ficareis mais do que surpreendidos com as imagens que escolherem. Isto irá ajudar a vossa “cabeça” a captar onde está a vossa energia/coração.

À medida que avançamos com os nossos eus e vidas físicas para um plano de realidade de vibração superior, a velha realidade física mais densa ainda estará à nossa volta enquanto passa pelo processo transformativo pelo qual já passámos internamente.

As pessoas perguntam, se nós mudámos para uma nova dimensão como é que a antiga vibração pode estar ainda presente?

A realidade física do nosso dia de hoje é o resultado da realidade da nossa energia do nosso ontem. Enquanto a mudança vibratória coletiva irá começar a mostrar-se das maneiras mais óbvias no plano físico nos próximos meses e anos, por um tempo vamos estar a viver ainda com as manifestações físicas da nossa antiga vibração coletiva.

A nossa vida pessoal pode ser 70 ou 90% de “vibração nova”, mas mesmo assim podem ter ainda que interagir com pessoas e sistemas que estejam no seu estado de transição. A um nível energético aqueles foram chamados a mudar, mas a um nível físico, visível, estão ainda a agir a partir da antiga vibração.

O físico é como um sistema que tem sido alimentado com cargas de moedas etéreas para jogar. À medida que cada moeda cai, toca a música relevante. Novas moedas de vibração alta estão a fluir agora para todos os nossos sistemas mas, para algumas pessoas, existe uma acumulação de moedas da antiga vibração que estão na fila, a tocar ainda as mesmas músicas.

Essas músicas têm que ser retiradas do físico antes que as novas melodias possam começar a tocar para essas pessoas, e para certos sistemas, situações, países, etc.

Outros passaram um longo tempo a limpar as suas acumulações, e começaram a deixar cair moedas de nova vibração nos seus sistemas há algum tempo e, assim, essas pessoas estão a ver imensas músicas novas já a tocar na sua vida diária em várias áreas da vida.

É como quando introduzem uma nova moeda num novo sistema monetário – existe um período em que as novas versões e as antigas andam a circular, mas quanto mais novas entram, e mais das velhas são retiradas, acaba por ser muito raro ver uma moeda antiga e a nova torna-se o novo padrão.

A quantidade de tempo que passam na energia da antiga realidade será diferente de pessoa para pessoa e de dia para dia. Dependerá do quanto tiverem já mudado na vossa vida a nível físico e emocional e do quanto estão ainda a mudar, por exemplo, estão a trabalhar numa atividade com a qual estejam em harmonia ou numa que vos está a fazer ficarem doentes? 

Estão rodeados por amigos e família que vos apoiam, ou ainda andam com gente tóxica? 

Estão a ter pensamentos e a viver a vossa vida em sintonia com a vossa verdade e com o vosso coração, ou permitem-se cair em pensamentos e ações que vos enfraquecem? 

A disparidade de energia entre as duas situações irá tornar-se cada vez mais extrema e, portanto, qualquer “queda” na velha realidade será cada vez mais difícil, mais pesada e absolutamente sufocante.

Uma observação sobre isto – esta “queda” tem mais a ver com a vossa energia interior e menos com o vosso ambiente externo. Por exemplo, podem escolher estar num ambiente desafiador com energia harmoniosa e, dessa maneira, prestarem um grande serviço. Pelo contrário, podem também escolher estar num ambiente amoroso e acolhedor com pensamentos restritivos ou hostis e serem muito prejudiciais para vós mesmos dessa maneira.

Atravessar o limiar de 21 de dezembro despoletou sentimentos importantes em todos aqueles que há muito esperavam esta data. 

Existe uma sensação de libertação – libertação das antigas previsões e profecias baseadas no medo que estavam a manter muitos presos e libertação das energias velhas, arcaicas que dominaram longamente este planeta.

Há um sentimento ligado de liberdade e de libertação – liberdade para fazermos agora o que viemos aqui fazer, livres das antigas crenças (percebidas e reais), livres do antigo carma, livres do antigo paradigma que está a desmoronar-se mais rapidamente do que podemos ver a nova realidade.

Há sentimentos de desapontamento, raiva e confusão – Por que razões as coisas não estão a acontecer mais depressa, a ruir mais depressa! De uma forma mais visível. Porque é que muitas pessoas previram coisas que não aconteceram? (aterragens em massa, a passagem de Nibiru, os 3 dias de escuridão, etc).

Em relação ao primeiro: muitos associaram o 21 de dezembro com o tempo até ao qual todas as mudanças teriam ocorrido quando, na verdade, tinha mais a ver com o marcador do nosso ponto de viragem – a altura na qual tínhamos que fazer coletivamente a nossa escolha.

Continuaríamos a ir em linha reta e contra um muro de tijolos, ou faríamos a viragem e mudaríamos com a Terra, levando a cabo as mudanças de que necessitamos para viver nela de uma forma pacífica e sustentável?

Por mais frustrado que uma parte do meu eu humano esteja em relação a quanto ainda temos que percorrer, o meu eu interior continua a recordar-me de quão longe chegámos e de quanto mudou mesmo no ano passado e nos últimos 5 a 10 anos.

Por mais que eu assista à descrença nos principais meios de comunicação enquanto continuam a transmitir noticiários informativos, sou elevada pelas notícias dos média online e milhares de pessoas inspiradoras e sites com os quais milhões estão agora a sintonizar-se para reunir informação verdadeira, que promova as capacidades.

Por maiores que sejam os problemas que bilhões de seres ainda enfrentam, fico diariamente surpreendida pelo número de pessoas a despertar, à sua própria maneira, fazendo perguntas, ansiando por vidas com mais significado, desejando um mundo mais harmonioso, procurando e participando em soluções, exigindo mudança, estendendo as suas mãos aos outros da maneira que lhes é possível.

Apesar de a Mudança não ser uma transformação da noite para o dia, também não irá levar muitas gerações para se começar a manifestar de formas claras, visíveis e tangíveis. Obviamente, nem sequer iremos poder imaginar como vai ser o mundo dos nossos netos, para melhor, mas parte da mudança real pela qual tanto ansiamos será algo que iremos experienciar no nosso tempo de vida.

Como é que posso ter a certeza?
Por que é que acreditariam em alguma coisa depois do “não-acontecimento” de 21 de dezembro”?

Bem, por uma razão, já começou de facto para todos os que tenham os seus olhos realmente abertos para esse facto. Em segundo lugar, não faz sentido que tantos de nós encarnássemos com um foco tão claro, uma intenção tão clara, uma missão tão clara, uma visão tão clara e um apelo tão claro para criarmos uma nova realidade, apenas para termos a oportunidade de participar em nada menos nada mais do que outra mudança “normal” que acontece em cada década, em cada geração.

Esta é a hora de plantar as nossas sementes e nós somos as sementes estelares que cultivam a plantação. 

Sempre soubemos que estamos aqui para o fazer só que, no ciclo antigo, as nossas sementes tiveram muitas dificuldades para criar raízes nessa particular sujidade. O antigo ciclo “imundo” não era compatível com as nossas sementes que estavam programadas para a “sujidade” do novo ciclo. É como quando plantam um jardim vegetariano se o solo não for adequado, os vegetais não se irão desenvolver.

Estamos agora finalmente na altura do solo rico, luxuriante, perfeitamente adequado às nossas sementes e, portanto, neste momento não é definitivamente a altura de desistir ou de ter um acesso de raiva da qual já tiveram o suficiente!

No que respeita à última das previsões em particular, acho que devemos esperar alguns jokers, coisas que ninguém previu e que acontecerão nalguma terça-feira, ao acaso quando menos o esperarmos, e será transformador de uma forma positiva.

Esqueçam o apocalipse, esqueçam viver no subterrâneo durante três anos, esse navio de linha cronológica já navegou há muito tempo. 

Ao longo da nossa história temos tido um grande número de linhas cronológicas que vão no sentido de vários potenciais futuros e é bastante possível que essas pessoas que fizeram essas previsões de acontecimentos específicos estivessem sintonizadas com uma linha de tempo que, simplesmente, já não constituía uma opção na altura em que chegámos a esse momento temporal. 

As pessoas falaram sobre haver duas linhas cronológicas restantes que levavam a 21 de dezembro, uma de despertar e transformação globais, e outra de destruição. Isto não quer dizer que as duas coisas fossem acontecer nesse dia, em vez disso a Humanidade escolheria, em última instância, um ou outro desses caminhos temporais à medida que entrávamos no novo ciclo, não sendo já possível ter ambas como opção.

A minha opinião foi sempre a de que há muito tempo que sabíamos que linha do tempo iríamos escolher no final, a do despertar e da transformação globais, e fizemo-lo.

Não se deixem levar pelo que digo, olhem para as suas próprias evidências, entrem no vosso próprio coração e verdade, procurem a vossa própria orientação. Se as “falsas” previsões nos ensinaram alguma coisa foi a usar o nosso próprio discernimento, a conduzirmo-nos pela nossa própria intuição e instintos. O nosso próprio centro é o melhor lugar para um sentimento de segurança, clareza e orientação em qualquer momento.

A minha sensação sobre as “aterragens em massa” é a de que nenhuma raça benevolente iria aterrar aqui até ter a certeza de que:

a) não íamos correr a gritar de medo/tentar abatê-los a tiro e
b) não os iríamos reverenciar como os nossos deuses ou salvadores.

A mensagem que passou após 21 de dezembro foi a de, de certa forma, o “aterrar em massa” aconteceu, só que não totalmente da maneira que esperávamos.

Como estamos despertos (ativados) ainda mais sobre quem verdadeiramente somos, (incluindo o despertar/ativação de capacidades previamente adormecidas) despertamos para a memória de nós mesmos como seres estelares. 

A nave estelar cheia de Pleidianos pela qual têm esperado a vossa vida toda são, na verdade, aquelas pessoas amorosas que conheceram no festival no último fim de semana. Os Sírios com quem sempre quiseram falar são as pessoas entre as quais se sentaram no seminário ontem. Os Arturianos com as suas poderosas capacidades são os formadores e os profissionais de saúde por quem foram ajudados.

Eles não vão secretamente para casa despir os seus equipamentos humanos e descansar no sofá os seus corpos de luz. Não se reúnem em grupos conspirativos e não riem por os seres humanos ainda não terem percebido que eles se infiltraram nas fileiras humanas. Não são extraterrestres assustadores, não mais do que vocês são extraterrestres assustadores.

Se isto não ressoar convosco está certo mas, se ressoar, então vocês são uma dessas sementes estelares, desses seres estelares, que vieram para a Terra nesta vida encarnar como humanos para ajudar a criar o mundo novo com a vossa pegada vibratória especial, ou pegada de luz, por assim dizer.

Os Hopi (1) disseram-no: “Vós sois aqueles por quem têm esperado”

(1) Povo indígena nativo da América do Norte.

Já o perceberam? Sou a primeira a dizer que estou ansiosa pelo dia em que o mundo inteiro reconheça a realidade dos nossos vizinhos galácticos como uma realidade normal.

No entanto, esperar que o povo das estrelas de outro planeta venha ajudar-nos e salvar-nos é não reconhecermos a nossa própria capacidade e responsabilidade para nos ajudarmos e salvarmos a nós mesmos e nos mudarmos para uma realidade física no valor correspondente à realidade vibracional que sabemos que somos capazes e que já estamos, na verdade, a manter.

Primeiro, temos que tomar posse do nosso poder.

Temos que parar de esperar por uma data, pela “ascensão”, pela revelação. Temos que começar a fazer apenas aquilo para que nos sentirmos chamados e, agora mais do que nunca, temos uma oportunidade de tornar claras as razões pelas quais o estamos a fazer.

Desiludidos com o Universo?
Romperam com os vossos guias?
Fartos de canais e de promessas de uma realidade melhor?

Ótimo. 

Então, é o momento de se perguntarem:  “Estou a fazer o que estou a fazer porque o Universo/os meus guias/canais o estão a dizer ou estou a fazê-lo porque não o posso deixar de fazer? Estou a fazer isto porque olho para as pessoas e para a sociedade e o mundo e vejo que pode haver novas maneiras de fazer as coisas? Vou fazer o que vou fazer porque alguém me prometeu que haveria um despertar em massa, ou porque os meus filhos e netos irão perguntar um dia: “E o que fizeram para mudar as coisas? O que fizeram com as vossas “sementes” e o vosso eu desperto?”

Quando a minha mãe foi diagnosticada com cancro de mama de grau avançado e seis tumores cerebrais há 10 anos, aos 50 anos, uma curadora, uma artista, fiz uma grande birra com o Universo. Disse que iria desistir se algo lhe acontecesse e que nunca mais acreditaria em nada!

Bem, nos três meses dessa curta jornada antes de ela falecer aprendi algo que foi o maior ponto de viragem na minha vida. Aprendi que não podemos dizer que tudo acontece por uma razão e, depois, fazer uma birra quando, contudo, não compreendemos a razão. Aprendi que a cura vem de muitas maneiras e que a morte não é um fracasso ou um fim, e nem é um resultado inesperado.

Tenho-me lembrado dessa altura da minha vida porque sei que muitos de vós estão neste momento a gritar para o Universo dizendo que estão fartos e que vão desistir e que nunca mais acreditam em nada.

Esse período na minha vida foi quando evoluí espiritualmente e comecei a incorporar a minha verdade, a incorporar o que sabia e comecei, de facto, a vivê-la. É hora de olharmos bem para o que estamos a fazer e por que razão, e de sabermos por quem o estamos a fazer. É uma boa altura para começar de novo, pegando apenas no que verdadeiramente ressoa connosco enquanto avançamos para os nossos futuros.

Sim, merecemos que aconteça algo de grande e visível e maravilhoso.

Sim, todos nós queremos um banho cósmico de amor de despertar para espalhar por todos no planeta inteiro de uma forma que o possam realmente sentir e conhecer.

Mas, no final de contas, ainda nos restará a questão… e então?

Bem, chegámos agora ao momento em que temos que responder a essa pergunta, naves estelares ou sem naves estalares, onda de amor global ou sem onda de amor global.

A hora está aí, o povo das estrelas não vai realizá-lo no nosso lugar, a onda de amor pode já ter vindo e ido uma centena de vezes para todos mas, ainda assim, não vai fazê-lo por nós.

Temos que fazê-lo nós.
Nós somos aqueles por quem temos esperado.
É hora de o percebermos.


© Dana Mrkich 2010. É concedida permissão para partilhar este artigo de forma gratuita na condição de que o autor seja creditado, e o URL www.danamrkick.com incluído. Siga Dana no Facebook: www.facebook.com/danamrkichnews
Tradução: Ana Belo – anatbelo@hotmail.com
Fonte: Luz de Gaia

LUZZ!!
STELA


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

ONDE ESTÁ O NOSSO DESPERTAR EM MASSA?


ONDE ESTÁ O NOSSO DESPERTAR EM MASSA?
Mensagem de Dana Mrkich,
21 de dezembro de 2012




No outro dia alguém publicou num fórum que o tiroteio em Connecticut fê-lo(a) sentir como se não estivesse em curso nenhum despertar em massa e, na verdade, essas coisas pareceram pior do que nunca. Agora, com apenas alguns dias antes da data na qual muitos depositaram as suas esperanças e expetativas para um “despertar em massa”, é importante ficar esclarecido aquilo que definimos como um despertar em massa.

O nosso despertar em massa não significa que da noite para o dia passemos deste mundo que é como é agora, para um paraíso maravilhoso. Não pode ser. Tem que haver uma ponte. 

Despertar permite-nos ver essa ponte. Ajuda-nos a atravessá-la. Dá-nos mesmo uma miríade de ideias, sincronicidades, ferramentas, recursos, emoções e um número sem fim de outras coisas que asseguram que tenhamos tudo aquilo de que precisamos para criar algo de novo. 

Despertar fornece-nos os ingredientes – nós decidimos o que fazer com esse despertar.

Despertar permite que se veja e se sinta claramente, que se veja e sinta a partir de uma nova perspetiva, mais elevada. 

Despertar permite que a vida seja mais orientada pelo coração e menos pela mente. 

Despertar encoraja o eu a seguir as suas próprias intuições e verdade, em vez de ser negativamente influenciado pelos outros. 

Despertar oferece força, coragem e capacidade onde talvez anteriormente houvesse falta dessas coisas. 

Despertar, principalmente nas suas fases iniciais, pode desencadear muitas coisas: paz interior como nunca sentiram antes, tristeza como nunca sentiram antes, fúria como nunca sentiram antes, alegria como nunca sentiram antes… estão a perceber a ideia?

Existe um mal-entendido sobre o despertar ter a ver completamente com felicidade e perfeição e apenas felicidade e perfeição. Embora uma vida desperta vos abra para maiores quantidades de verdadeira felicidade, não há nada de desperto em negar aqueles aspetos da realidade – tanto dentro de nós como no mundo exterior – que são desconfortáveis de sentir e enfrentar. Estes são poderosos mensageiros.

Quando temos a coragem e a consciência de sentir e enfrentar verdadeiramente esses mensageiros, eles possuem o potencial de nos despertar mais e de nos agitarem na direção da ação consciente e da mudança transformadora.

Quando o véu é levantado dos olhos que estavam tapados, de um coração que estava escondido, de uma alma que estava nas sombras, a capacidade de amar aumenta e o transbordar de dor e mágoa após um evento trágico também é aumentado.

O apelo para serem tomadas medidas sobre o controlo de armas e a saúde mental não tem precedentes, tanto em termos de números de pessoas como da emoção que está a conduzir essas pessoas. Houve tantos acontecimentos este ano que tiveram respostas emocionais sem precedentes das massas das pessoas que estão, sim, a despertar!

Assim, vejo um despertar em massa em andamento, e a onda está a ficar mais forte, maior e mais intensa a cada dia. Embora estejamos a sentir grande tristeza devido a este evento e a muitos outros, repararam que estamos também a sentir um grande amor? Sabemo-lo porque tanta tristeza unida não seria possível a menos que os nossos corações estivessem abertos para níveis que não estavam antes, e conectados de maneiras que não estavam antes.

Há um despertar em massa em curso? Oh, sim, há. Este despertar em massa inclui lágrimas e petições e orações. Inclui amor e luto e choque. Assim, para todos aqueles à espera que uma onda de amor desça sobre eles que faça com que tudo se pareça com um paraíso… tivemos onda após onda desse amor o ano todo.

Mais ondas estão a chegar nos próximos dias, semanas, meses e anos. As ondas estão a ajudar-nos a criar o nosso Paraíso, mas não irão criar o nosso Paraíso por nós. Estão a acordar-nos do nosso sono, da nossa apatia e negação. Estão a ativar-nos para enfrentarmos a nossa verdade – pessoal e coletiva. Estão a incentivar-nos a assumirmos o nosso poder e fazer o que precisa de ser feito para criarmos o mundo que todos merecemos.

As ondas irão desenterrar cada última coisa que precisa de ser curada e mudada, até que a curemos e mudemos. Nem sempre será bonito. Nem sempre será fácil. Mas agora cada vez mais de nós sentiremos o Amor que nos está a preencher, a envolver, a apoiar e orientar, de formas maiores e mais profundas, não importa que eventos e experiências nos encontremos a viver ou a observar.

Iremos sentir o AMOR que É nós e sentir-nos impulsionados a agir de acordo com qualquer que seja a forma menor ou maior, em silêncio ou em voz alta, pessoal ou comunitariamente, que pareça mais certa para nós. Tudo contribui para o nosso mundo novo.



© Dana Mrkich 2010. É concedida permissão para partilhar este artigo de forma gratuita na condição de que o autor seja creditado, e o URL www.danamrkick.com incluído. Siga Dana no Facebook: www.facebook.com/danamrkichnews
Tradução (PT - Portugal) : Ana Belo – anatbelo@hotmail.com
Fonte: LUZ DE GAIA

LUZ!
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