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Mostrando postagens com marcador inveja. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 6 de março de 2013
O PREÇO DA GANÂNCIA
O PREÇO DA GANÂNCIA
Por Karen Berg
5 de março de 2013
Certa vez, alguém me fez a seguinte pergunta: se é verdade que neste Universo existe um sistema de causa e efeito, qual é o pagamento para a inveja e a ganância?
Essa é uma boa pergunta, porque certamente cada um de nós passa por momentos em que fica preso nesses estados negativos. De forma muito simples, o pagamento para esses sentimentos são os próprios sentimentos.
Vamos dizer, por exemplo, que sejamos invejosos. O “castigo” por assim dizer, é a própria inveja, porque através dela, nunca nos sentimos satisfeitos na vida. Quando sentimos inveja, não importa o que tenhamos – mesmo que seja muito – sempre há outra pessoa que possui alguma coisa que desejamos, e assim, não somos capazes de apreciar o que temos à nossa volta.
E quando estamos em estado de ganância? Neste estado, nos tornamos prisioneiros da nossa perseguição pela riqueza e não conseguimos mais apreciar nossa vida como ela é. Nossa ganância se torna nossa prisão. E nossa prisão se torna nosso castigo. Quando somos gananciosos, não vivemos felizes porque não conseguimos viver felizes. Permanecemos constantemente preocupados com “quem vai falar de mim” ou “quem vai dizer o que de mim” ou “quem serão as pessoas que vão me cercar”.
Porém, quando entendemos que existe uma estrutura que delineia o Universo e que tudo o que acontece na nossa vida ocorre para nos ensinar ou nos levar ao ponto de completar nossa correção, não caímos nesses estados de inveja e ganância, porque entendemos que Deus nos colocou nessa situação, nesse corpo e nesse ambiente para sermos a melhor versão de nós mesmos e para concluirmos nossa correção.
Dizem que a felicidade é como uma borboleta.
Se a caçarmos, ela voará para longe de nós.
Mas se nos ocuparmos em compartilhar e em realizar outras ações positivas, então a felicidade pousará com leveza sobre nossos ombros.
Nossas circunstâncias atuais não são um castigo, mas simplesmente uma ferramenta para ajudar a nos elevarmos para outro nível de consciência espiritual.
Quando realmente entendemos isso, não somos mais presas fáceis da ganância e da inveja.
Estamos onde estamos porque é onde temos que estar para passar para um estado melhor.
Karen Berg
LUZ!
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Karen Berg
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
OS ELOHIM - INVEJA E O EVENTO DO ASTERÓIDE
INVEJA E O EVENTO DO ASTERÓIDE
OS ELOHIM
Através de Vinicius Francis
18 de Fevereiro de 2013
Se pudéssemos dar a vocês uma definição do que somos, diríamos que nada se parece mais conosco do que uma gargalhada! Porque no momento em que vocês a desfrutam, eliminam todas as vossas resistências. Neste momento, vocês abandonam vossas buscas e apenas sentem o prazer de rir desenfreadamente sem nada mais vos importar.
Não poderíamos dizer aqui que somos mais parecidos com o Amor do que com uma gargalhada, pois no que vocês compreendem como Amor há inúmeras resistências! Portanto, somos como uma gargalhada que vocês permitem fluir. E mais, se disséssemos que somos como o Amor, então, uma gargalhada o traduziria melhor do que a definição que vocês possuem acerca dele.
Poderiam nos falar sobre Inveja?
Vamos falar de Inveja? Não. Nós não queremos falar de inveja porque assim como o Amor, vocês possuem uma definição bastante torpe sobre ela. Vamos falar aqui sobre “Separo-me de quem sou” ou “vejo no outro aquilo que sou”. Pronto, isso é o que vocês chamam de inveja.
E vocês podem, talvez, se escandalizar com o que vamos dizer, contudo, deve ser dito: Inveja é uma coisa positiva! Assim como o ódio, se visto com olhos positivos pode ser bom!
Sabiam que o ódio pode ser bom?
E vocês certamente questionariam: Como o ódio pode ser bom?
E nós responderíamos: O ódio é bom porque quando vocês o sentem e o alimentam se livram da tristeza! Na verdade, o ódio ou raiva vos confere força e se usarem esta força para então, se permitirem fluir, logo, ele será uma ferramenta do Bem.
O ódio vos diz interiormente que algo vos ocorreu no mundo físico que não coincide com o que Deus pensa sobre vocês. E esse ódio, na verdade, nada mais é do que a Fonte em vocês dizendo: Não! Isso não é meu! Eu não gosto assim! Eu mereço outra coisa! Valho mais do que isso! Mereço muito mais do que essa situação!
Ou então: Você disse algo sobre mim que é mentira!
Ou até mesmo: Você me feriu e a fonte diz em mim que eu, em minha jornada física, não preciso me ferir!
Perceberam como o que vocês chamam de ódio pode parecer bom?
Na verdade, ele, assim como a Inveja, que é o objetivo de nossa resposta, se torna ruim quando projetado ao externo, no sentido de responsabilizar o que está fora pelo que se sente do lado de dentro. Se descarregarem os “avisos” da fonte que chamam de ódio e inveja, no externo, estarão, realmente, criando o que chamam de “mal”.
E não vos falamos isso concernente apenas aos sentimentos e às coisas que denominam “ruins”, as boas também. Tudo o que está em vós e que é projetado para o lado de fora no sentido de procurar no exterior a causa ou responsabilidade de tal, gera conflitos!
E nisso, entramos em Inveja!
Vocês veem uma pessoa com tudo o que vocês queriam ter e neste momento, fazendo o que mostramos acima, projetando o sentimento interno no lado de fora, nasce o que nomeiam aí de Inveja, que na verdade seria: Eu desejo ter essas coisas e como eu não as vejo em mim, olho para o amigo lá fora que as tem e sinto algo ruim me dizendo que o que está nas mãos do outro, deveria estar nas minhas! Isso é Inveja!
E como dissemos, tudo o que é bom ou “ruim” que vocês sentem, uma vez projetado para fora, no outro, vai gerar resistências ou desculpas para não permitir o Bem.
Mas, vocês talvez questionassem: Elohim, vocês estão enganados, o Amor é algo que devemos projetar aos outros, não acham?
E nós responderíamos: Acaso pensam que quem está fora de vocês pode porventura sentir vosso amor?
Vosso amor serve apenas para despertar o Amor do outro e o fato de vocês saírem por aí distribuindo vosso Amor ao mundo é a causa de vossas desilusões e decepções! Certamente, não haveria tantas relações desgastadas e rompidas se vocês decidissem não mais dar o vosso Amor e sim, usá-lo para despertar no outro, o seu próprio Amor.
E nisso, vamos ensinar a vocês uma forma de se desviarem da Inveja, é bem simples!
Quando perceberem que estão cobiçando o que é do outro, parem , olhem para si e digam:
"Estou projetando no outro o que não consigo ver em mim. Estou desejando no externo o que não consigo ver que tenho em mim. Estou cobiçando o fruto do alinhamento do meu próximo porque não estou conseguindo encontrar uma maneira de me conectar ao meu EU superior e por isso, sinto essa falta, esse buraco! A inveja que eu sinto não é fruto de uma desigualdade social, não é fruto da injustiça financeira, econômica, nada disso! A inveja que sinto é fruto de minha desconexão com quem eu Sou e com o que eu tenho. Pois se eu me foco e sinto quem Sou e o que tenho, preencho-me de todos os vazios, logo, quando eu perceber que o outro possui em sua vida física, elementos que também desejo manifestar na minha, ao invés de inveja, sentirei o Bem estar me dizendo que da mesma forma que o outro manifestou, eu também manifestarei. Eu entenderei que o sucesso do outro nada mais é do que um indicativo de que o sucesso também é para mim! Eu aceitarei que quando o outro conquista, vibratoriamente, ele me diz: Veja! Eu posso e você também pode quando simplesmente cessar com suas desculpas e permitir-se fluir no Bem que está dentro de você e que há de gerar todo o bem externo que deseja."
Ocorreu um evento nesta semana e chamou muito a atenção de todos que foi a passagem do Asteroide. O que podem nos dizer sobre isso? Porventura tem alguma relação com os meteoritos que atingiram o planeta?
Esperamos que compreendam que: O Asteroide apenas quis dar a vocês um “Oi”! Ou melhor, ele veio para o Carnaval, porém se atrasou e acabou chegando alguns dias depois e quando percebeu que havia perdido a festa, resolveu seguir seu rumo.
(Obs: Neste momento, tive que rir, porque os Elohim simplesmente anularam toda expectativa negativa por detrás deste evento).
Quanto aos meteoritos, bem, o Universo precisa dar a vocês o que desejam!
Vocês tem uma Terra maravilhosa, não precisam se preocupar com o que está do lado de fora!
Se vosso foco é meteorito, então, é o que deverá ser entregue a vocês.
Precisam focar-se nas coisas que desejam desfrutar.
Quanto às tragédias e os dramas vividos pelos humanos, há muitos, que agora mesmo, já vibram por eles. E dizemos isso, não para que sintam que zombamos de vocês e da situação, não!
Estamos sim, zombando do que vocês chamam de “mal”, pois sabemos que esse “mal” de que tanto falam e temem é apenas uma conexão “mal feita” que precisa ser respondida a fim de fazê-los se conectar de forma mais positiva!
É sempre o Bem vos conduzindo ao Bem e nada mais.
Basta-nos!
Haja Luz!
Mensagem enviada por Vinicius Francis
Os Filhos da Alva
Grata Vinicius!
LUZ!
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Vinicius Francis
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
POR QUE ELES SÃO BEM SUCEDIDOS E EU NÃO SOU?
POR QUE ELES SÃO BEM SUCEDIDOS
E EU NÃO SOU?
Mensagem de Jennifer Hoffman
22 de Novembro de 2012.
Querida Jennifer: Estou julgando e tendo ciúmes das pessoas que eu vejo na Internet. Oprah as apóia, seus livros são publicados, eles têm muito dinheiro e tudo está indo bem para eles. Eles têm muitos fãs, eles reivindicam que são espiritualizados e, no entanto, eu não os considero espiritualizados, sob qualquer condição. Eu escolhi este caminho espiritual (ou ele me escolheu). Trabalho arduamente e ainda estou lutando. Por que eles estão tendo uma vida melhor do que a minha e como é que pessoas que não são espiritualizadas estão experimentando estas grandes vidas neste momento? Pensei que as pessoas que não tinham feito o seu trabalho de cura deveriam estar passando por experiências mais difíceis agora ou no futuro próximo para fazerem a transição.
Resposta de Jennifer:
Sua pergunta aborda três questões:
- Como é o comportamento espiritual.
- Como você pode misturar a espiritualidade, o dinheiro ou o ganho financeiro.
- Por que algumas pessoas lutam e outras não.
Você pode não compreender, mas o seu julgamento bloqueia o fluxo da abundância para você, o que decorre da sua crença de que há um suprimento limitado e que se alguns tiverem, então você não terá.
Você também está julgando o caminho dos outros, baseada no que considera que seja e não seja a espiritualidade, e não cabe a você tomar a sua decisão. E você acha realmente que o dinheiro e a espiritualidade são escolhas mutuamente exclusivas, que é por que você não tem qualquer dinheiro.
Mas, há uma solução e para criar a abundância, a alegria e o sucesso que você quer, terá que deixar de julgar o que os outros estão fazendo.
É impossível julgarmos os caminhos dos outros, porque isto é entre eles e a Fonte.
Ao julgar o que acha que está acontecendo na vida de outra pessoa, você está assumindo fatos sobre a sua jornada de vida, que podem não ser verdadeiros e que você pode ignorar. A abundância financeira destas pessoas pode ser uma recompensa por vidas de pobreza. Pode também ser uma lição, para aprender que o dinheiro não compra a felicidade, a alegria ou a paz.
Você também supõe que eles não são espiritualizados, mas isto não é possível, porque tudo é “do espírito”. O que você realmente quer dizer é que há um padrão de comportamento que é “espiritual” e não acha que eles o estejam seguindo. Isto não é verdade, também.
Cada mestre tem uma audiência e cada caminho tem um propósito.
O caminho deles não é tão óbvio para você, porque você não o está encarando desta forma. Você acha que você está fazendo algo errado (ou que eles estão errados). Você acha que está mais comprometida com o caminho espiritual e não sendo recompensada, embora o caminho deles seja menos espiritual e eles estejam se dando bem.
Mas todos fazem o que é certo para eles e o único sucesso e abundância que você pode criar é o que será melhor e certo para você.
Seu julgamento sobre o dinheiro inclui a crença de que o dinheiro não é espiritual, assim você acha que para ser espiritualizada tem que rejeitar o dinheiro.
Isto está funcionando para você?
É uma crença e uma escolha que você pode mudar, mas, primeiro, você tem que mudar as suas crenças sobre o dinheiro.
Ele é uma energia da terceira dimensão, um meio de valor e de troca. O ar é da terceira dimensão também, mas você irá deixar de respirar porque considera o ar como espiritual?
Assim, muitos dos curadores e mestres de hoje, lutam financeiramente, porque eles viram, nesta ou em outras vidas, como pode ser destrutivo o desequilíbrio do dinheiro. Assim, eles assumem votos de pobreza ou decidem que eles seguirão sem dinheiro. O que eles aprendem rapidamente é que o dinheiro é necessário para viver, em qualquer nível de conforto.
Se for esta a sua escolha, saiba que você pode mudar isto a qualquer momento, mas não pode fazer isto julgando outros e a sua disposição de aceitar e ter a energia do dinheiro em suas vidas.
Finalmente, o julgamento é o que está criando tantos problemas para você, porque está limitando o fluxo de qualquer coisa em sua vida, incluindo o dinheiro, a alegria, o amor e a paz.
Quando você deixar de julgar os outros pelo que eles têm, poderá redirecionar esta energia para a sua vida. Então, você poderá criar o sucesso e o dinheiro que quer, em qualquer quantidade.
Vivemos em um universo ilimitado e há o suficiente para todos: cada pessoa cria de acordo com as suas necessidades.
Assim, permita-se ter toda a abundância que quer e não tenha inveja de ninguém pelo que eles criam para si mesmos, porque eles estão vivendo a sua jornada e os seus contratos da sua própria maneira.
www.urielheals.com
Tradução: Regina Drumond
reginamadrumond@yahoo.com.br
Grata Regina!!
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sábado, 15 de setembro de 2012
UM NOVO COMEÇO
UM NOVO COMEÇO
Sintonia Semanal
Por Karen Berg
Quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Agora, mais do que nunca, as pessoas estão lutando por um propósito espiritual: o de serem seres humanos melhores. Mas para aqueles de nós que já estão num caminho espiritual em que se conectam, rezam e fazem boas ações pelos outros, é mais difícil encontrar exatamente o que precisa ser mudado e a forma de alcançar o próximo nível.
Algumas vezes, as pessoas já espiritualizadas dizem: "Eu não entendo. Como ainda não cheguei 'lá'?"
Ficamos frustrados.
Sentimos que estamos ficando para trás quando deveríamos estar dez passos à frente.
Mas quem foi que disse que deveríamos estar 'lá'?
Um dos aspectos que precisamos trabalhar, mesmo quando já nos tornamos espiritualizados, é não pensar em atalhos até os Céus. Um caminho espiritual nem sempre te levará diretamente para cima. Os testes espirituais que precisamos encontrar e superar para crescer podem ser muito mais difíceis e complicados.
Ninguém se torna um justo do dia para a noite. É um trabalho difícil, de fato, porque incluso no estudo da Kabbalah está também o trabalho de ser capaz de encarar a si mesmo. Muitas vezes, gostamos de apontar o dedo para o que há de errado com os nossos colegas, nossos cônjuges ou o próximo. Porém, o que realmente devemos lembrar é de que enquanto apontamos um dedo, outros quatro apontam de volta para nós.
Uma das formas de acelerar o processo é procurar pelas emoções negativas que destroem as nossas vidas.
Já mencionei isso muitas vezes: qual é o castigo para a inveja?
Mais inveja.
Sentir inveja é ter este tipo de consciência: "O que é meu, não interessa. Nunca serei feliz com isso." Inveja é a incapacidade de apreciar o que temos. Qualquer emoção negativa, assim como a inveja, é como um câncer. A emoção negativa em si é uma doença!
Mas não existe cura externa para a maldade ou o ódio. É necessária uma mudança interna. Se conseguirmos compreender este conceito e aplicá-lo em todos os tipos de emoções negativas que tivermos, então, podemos começar a construir uma unidade de espírito em nós mesmos.
Para tudo aquilo que queremos em nossas vidas, precisamos começar no nível de semente e construir com a raiz da honestidade e da força. Podemos cultivar uma árvore linda se plantarmos a semente certa.
Estamos em um momento em que todos nós temos a possibilidade de fazer uma mudança interna: primeiramente, devemos determinar as coisas que precisamos mudar e depois, retirar de nosso banco energético tudo o que for necessário para manifestar essa mudança. Isso vai exigir uma grande busca pela alma e pela conexão espiritual.
Mas é através dessa busca que seremos tocados e guiados – não por um professor que fica diante de nós dizendo o que deveríamos fazer, mas pela Luz que obtemos do trabalho que fazemos e pelas medidas que tomamos para construir a espiritualidade em nós e nos outros. Essa Luz, com toda certeza, nos levará onde desejamos chegar.
http://www.kabbalahcentre.com.br/
Texto enviado por Priscila Pupo
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