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sexta-feira, 10 de junho de 2016

ADAMUS - SHOUD 10 - CAMINHANDO - A VIDA SEM PODER


OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM

“Série Caminhando – A Vida sem Poder”

SHOUD 10 – Apresentando ADAMUS
Canalizado por Geoffrey Hoppe

Apresentado ao Círculo Carmesim
em 4 de junho de 2016,
excepcionalmente de Munique, Alemanha
www.crimsoncircle.com


Eu Sou o que Sou, o Amado Saint Germain na atuação consciente de Adamus.

Bem-vindos, queridos Shaumbra. Bem-vindos. [Aplausos da plateia] Obrigado.

Vamos respirar bem fundo juntos, enquanto começamos este Shoud que é um marco. Um marco. Será épico. Será incomum. Será algo que vocês lembrarão como um marco por um bom tempo.

sábado, 21 de junho de 2014

ADAMUS - INTEGRANDO SUA BIOLOGIA


INTEGRANDO SUA BIOLOGIA
Trechos do Shoud 10 - "Descoberta 10"
Apresentando ADAMUS
canalizado por Geoffrey Hoppe
Apresentado ao Círculo Carmesim
em 14 de junho de 2014
www.crimsoncircle.com



LINK YOUTUBE

http://stelalecocq.blogspot.com/2014/06/adamus-integrando-sua-biologia.html

Mensagem completa em:
http://stelalecocq.blogspot.com.br/2014/06/adamus-shoud-10-descoberta-10.html#more

LUZ!
STELA

sábado, 10 de agosto de 2013

ADAMUS - EXPECTATIVAS DA ILUMINAÇÃO - SHOUD 10


OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM
Série da Liberdade

SHOUD 10:

EXPECTATIVAS DA ILUMINAÇÃO 
Apresentando ADAMUS
Canalizado por Geoffrey Hoppe

Apresentado ao Círculo Carmesim
em 3 de agosto de 2013
www.crimsoncircle.com



Eu Sou o que Sou, Adamus of Free and Sovereign Domain.

Ahh! Respirem bem fundo. Vamos aterrar todas estas energias. Leva um tempinho pra fazermos a transição final para as esferas de vocês, pra estarmos aqui diretamente com vocês.

Respirem bem fundo. Sentiram como a energia mudou de maneira rápida e bela enquanto começamos este Shoud? Humm, enfim, uma música mais decente... [Risadas; a música que tocou antes da canalização foi She’s Real, de Nick Urata.]

Um aviso antes de começarmos nossa conversa de hoje e transformarmos mais energia. É para aqueles que estão assistindo ao vivo, pela primeira vez, os curiosos. Vocês podem querer desligar a Internet agora. Por quê? Por quê? Porque esta é uma reunião muito especial. Não é aquela coisa típica da nova era. Não é só uma pitadinha de coisa espiritual. Este é um grupo de humanos, aqui no Colorado e ao redor do mundo, que se dedicam à própria iluminação nesta existência, permanecendo ainda no corpo.

O que fazemos é uma mudança de vida, e nem sempre é fácil. O que fazemos com este grupo chamado Shaumbra é algo verdadeiro. Vai levá-los à verdade. Não é mesmo, Pete? Vai deixá-los no chão, se for preciso. Vai levá-los às profundezas do inferno e às alturas do paraíso, mas é algo transformador. Não é pra qualquer um, de jeito nenhum. Não, não mesmo.

Assim, se só estiverem curiosos, se estiverem querendo pegar energia, se estiverem aqui só por estar, se estiverem aqui pra sugar a energia do canal, se desconectem já, porque podem acabar se machucando depois. [Adamus ri.]

Bem-vindos, Shaumbra.
Bem-vindos a este último Shoud da Série da Liberdade.

Ah, último Shoud da Série da Liberdade.

Liberdade

Liberdade... O que dizem? Liberdade é só outra maneira de dizer “nada mais a perder”?
Estão nesse ponto? [Algumas risadas enquanto ele olha para a câmera.]
Têm algo a perder que precisemos resolver hoje? [Risadas]

Aqui estamos nós na Série da Liberdade e, em última análise, a palavra “iluminação” realmente significa apenas liberdade. Liberdade pra serem vocês mesmos, pra serem sua total expressão, liberdade das coisas que seguravam vocês, que os mantinham em sua própria prisão de cristal. Liberdade pra serem o Eu Sou, sem estarem ligados a ninguém – a ninguém, nem mesmo Deus. Incrível, não é?

Vocês sempre pensam: “Bem, posso me liberar dessa coisa dos pais, dos professores, dos anjos ou de todos esses outros níveis, mas não estou sempre ligado em Deus?” Não na forma pura de Deus. Não, porque o Espírito, o Eterno, Se deu a vocês sem regras, sem regulamentos, sem controles, sem toques de recolher nem mais nada. Disse: “Vão e sejam como quiserem ser. Sejam o Eu Sou.”

Isso é muita responsabilidade. É algo, de fato... Como dissemos, desde há vários anos, muitos humanos realmente não querem liberdade. Querem uma vida mais fácil, mas não necessariamente a verdadeira liberdade. Mas vocês, acredito eu, escolheram isso. Vocês assumiram essa responsabilidade, e nem sempre é fácil essa coisa chamada iluminação. E, provavelmente, é bem mais difícil do que vocês jamais imaginaram que seria, bem mais difícil.

Tantas expectativas... E é sobre isso que vamos falar hoje neste último Shoud da Série da Liberdade – as expectativas, essas coisinhas um tanto difíceis e desafiadoras que ainda permanecem, essas dificuldades, esses obstáculos. Vamos conversar um pouco, respirar fundo algumas vezes e, talvez, superar isso tudo.

Essa coisa chamada iluminação não é nem um pouco fácil. Acho que havia uma percepção no nível humano de como seria, e não foi nem um pouco desse jeito. E isso é uma coisa boa, porque a última coisa que vocês, ou o Eu Sou de vocês, iria querer era o aspecto humano planejando a sua iluminação. [Risadas] Os pensamentos passam correndo pela mente: Que estranha criação teria sido essa! Repleta de verdades incorretas, repleta de desequilíbrios, repleta de, bem, de algumas coisas sobre as quais vocês vão falar hoje.

Mas, sim, se o humano fosse planejar e permitir essa coisa chamada iluminação, não acho que, no final, teria realmente algo a ver com iluminação, porque haveria limitações. Se vocês se posicionassem dizendo “É assim que vou ter minha iluminação e é assim que ela será”, haveria muitas limitações, muitos preconceitos e desequilíbrios. E o humano teria continuado a se aproveitar da energia. O humano teria continuado a tentar glorificar sua identidade humana, em vez de sua identidade Eu Sou. O humano teria ficado muito vulnerável a todos os outros elementos envolvidos – a consciência de massa, o próprio passado, a mente, o modo analítico versus o modo criativo de pensar. Assim, é uma coisa boa que isso não seja um projeto humano.

O aspecto humano, que em parte está sentado aqui hoje, o aspecto humano que vocês são, felizmente, tem permitido essa coisa chamada iluminação – o que é bem diferente, bem, bem diferente de planejá-la ou de pensar nela. Ele só está permitindo. Essa permissão, esse assumir, do qual falamos no nosso Shoud passado, exige uma tremenda confiança e, pouquíssimas, pouquíssimas pessoas chegarão nesse nível de confiança.

Eu sei que é difícil às vezes. Eu fico por perto, geralmente à noite, quando vocês passam pelo pior dos tormentos, esse tormento interior. Mas estou muito orgulhoso de cada um e de todos vocês que conseguem, no meio dessas tempestades, conseguem respirar fundo e, da parte mais pura de si mesmos, respirar fundo e dizer: “Eu Sou o que Sou.” Sem tentar mais travar essas batalhas internas ou lutar com os demônios internos. Sem tentar mais entender o que deveriam estar fazendo. Sem tentar mais esquematizar ou planejar a própria iluminação, mas respirar fundo – respirar bem fundo – e dizer: “Eu Sou o que Sou.”

Pouquíssima Orientação

Uma das dificuldades de se estar onde vocês estão, no reconhecimento de sua iluminação... e eu digo reconhecimento, porque a iluminação já está aí, e vocês sabem disso. É o reconhecimento ou a tomada de consciência da sua iluminação. É a permissão do que já está dentro de vocês. Uma das partes difíceis de se estar, pode-se dizer, nesse estágio ou nessa experiência de reconhecimento é que há pouquíssima, pouquíssima orientação nesse ponto. Pouquíssima orientação mesmo, e isso é uma coisa boa.

Vocês têm um pouquinho de orientação – mas talvez seja mais uma provocação – da minha parte e de alguns outros seres angélicos. Mas, por favor, notem que não existem muitos seres humanos ou angélicos que já tenham reconhecido ou aceitado a própria soberania verdadeira – aqueles que vocês chamam de Mestres Ascensos. São pouquíssimos. Pouco mais de 9.000. Outros mais estão a caminho. Sim, através de vocês, é claro, mais estão a caminho, mas são bem poucos. Então, como podem alguns seres que estão a serviço da humanidade – e alguns que dizem que estão a serviço da humanidade, mas que estão mais é servindo a si mesmos –, como podem chegar a trabalhar como seus guias neste momento? Porque eles não sabem.

Vou dizer uma coisa: Muitas... [Pausa] Estou tendo um papinho interno aqui; já vamos prosseguir. [Algumas risadas] Muitas entidades canalizadas... Entidades lindas e maravilhosas estão sendo canalizadas através de humanos, ultimamente, mas elas não chegaram onde vocês estão quando se trata da própria liberdade, da própria soberania. Ainda estão buscando, assim como vocês. Só porque são de uma dimensão diferente, de uma nave-mãe ou tiveram uma vida passada ilustre, não significa que entendam mais das coisas do que vocês entendem.

Vocês estão no ponto da sua experiência de reconhecimento, por mais difícil que possa ser às vezes. Vocês estão no ponto em que há pouquíssima orientação, porque são pouquíssimos que podem, de fato, orientá-los nessa altura, são pouquíssimos que realmente entendem aquilo pelo que vocês estão passando e a razão pela qual vocês estão passando por isso. São pouquíssimos seres angélicos ou não que realmente entendem. Além do mais, aqueles que realmente entendem sabem que é hora de se afastar um pouco pra deixar que vocês façam vocês mesmos a descoberta.

Agora, parece um ajuste meio ruim esse de passar pela iluminação, tão torturante como ela é, e linda como é às vezes, e de repente ainda ouvir que se tem pouquíssima orientação. Nós nos reunimos uma vez por mês. Eu venho e falo com vocês em alguns dias, dependendo do nível de aflição de vocês, de drama e do quanto vocês usam letras maiúsculas quando se comunicam comigo. [Risadas porque ele está se referindo ao comentário de Geoff na abertura sobre não gostar de receber e-mails com as letras todas maiúsculas, pois parece que a pessoa está gritando.] Isso, é claro, não me incomoda, mas não sou virginiano... Na verdade, não vou me estender muito na sessão de hoje porque hoje é meu aniversário.

LINDA: Oh! Sério?! [Alguns dizem: “Feliz Aniversário!”; aplausos]

ADAMUS: Na minha existência como Saint Germain, este era o dia do meu aniversário. Então...

LINDA: Leonino!

ADAMUS: ... estou celebrando... Leonino, é claro. [Linda ri.] Estou celebrando meu aniversário. Vamos nos divertir um pouco, fazer uma festinha no Clube dos Mestres Ascensos hoje à noite. Não que eu queira deixá-los, mas é meu aniversário... [Vários comentários; Adamus ri.]

LINDA: [cantando como se fosse “parabéns pra você”] Quantos anos você tem? Quantos anos você tem? Quantos...

ADAMUS: Não é uma pergunta simpática. [Risadas] Quantos anos você tem? Eu digo, se você disser.

LINDA: Cinquenta e oito. La, la, la.

ADAMUS: Bem, eu tenho 308.

LINDA: Ooooh. [Alguém diz: “Você está bem!”; risadas]

ADAMUS: Na verdade, estou melhor. Este aqui é o Cauldre! [A plateia faz “Oooww” e ri mais.]

LINDA: Owww! Oooooh!

ADAMUS: Então, onde estávamos? Falando de pouca – ah, eu estava fazendo uma observação importante –, pouquíssima orientação nesta altura. E isso é uma coisa boa.

Por mais difícil que seja às vezes e por mais que vocês costumem chamar seres pra virem ajudá-los, notem que são poucos os que realmente virão. É como chamar no escuro. Não é que vocês não sejam ouvidos, mas eles entendem que vocês precisam seguir por conta própria. Difícil, não é? Difícil.

Anos atrás, com Tobias, vocês abriram mão de seus guias costumeiros. Vocês abriram mão de muitos seres com os quais se conectavam, e a beleza disso é que vocês passaram a fazer suas próprias escolhas, no escuro às vezes. Vocês passaram a fazer suas próprias escolhas. E, quando é realmente uma escolha sua – não influenciada por seres angélicos, não influenciada por algum tipo de mestre grandioso, não influenciada por nada, nem mesmo outras pessoas –, quando vocês passam a fazer suas próprias escolhas, vocês sentem a profundidade e a veracidade dessas escolhas.

Isso leva vocês a uma maior profundidade. Leva vocês além de sua típica análise dramática, que ocorre normalmente quando vocês enfrentam uma situação, tentando fazer uma escolha, e sentem, a partir de uma posição de drama, os resultados projetados dos determinados potenciais ou circunstâncias. É uma emoção intelectual que vocês colocam nessas escolhas, e vocês sentem, então, os resultados.

Quando vocês estão sem orientação, como estão agora, vocês precisam ir mais fundo. Vocês precisam ir além do drama ou do medo. Muitas vezes, as escolhas são feitas simplesmente com base no medo, vendo qual é o cenário menos temeroso à sua frente.

Uma coisa interessante também acontece nesta altura de sua experiência. O medo da morte costumava ser a coisa da qual vocês mais fugiam. Vocês o evitavam. Ao tomarem essas decisões com base no drama e na emoção, vocês olhavam e diziam: “Isso me levará potencialmente à morte, especialmente a uma morte dolorosa?” Em caso afirmativo, vocês evitavam esse potencial. É interessante observar que, para muitos de vocês agora, a morte nem mesmo é um fator. Nem mesmo é um fator. Isso é porque, de certa forma, vocês passaram pela noite mais escura da alma. E alguns de vocês nem têm mais certeza se querem ficar aqui. Alguns chegam a pensar que a morte vai trazer resolução, o que não vai. Não vai. Ela não dá a vocês de repente uma tremenda perspicácia e todos os seus problemas desaparecem. Só quer dizer que vocês estão mortos. [Algumas risadas] Mortos. Todo o resto ainda está lá. Então, vocês devem resolver as coisas ou permiti-las bem aqui.

Mas vocês faziam escolhas com base nesses fatores emocionais – fatores de medo. Vocês optavam pelo menos temeroso, mas agora estão indo além disso. Estão mergulhando mais fundo em sua própria verdade. Vocês estão fazendo isso da perspectiva dessa coisa que vocês chamam de iluminação ou liberdade. O que vai libertar vocês? O que vai permitir o nível mais elevado de consciência? O que vai permitir a integração do Eu Sou em sua vida?

Se tivessem muita orientação, e alguns de vocês ainda a solicitam de vez em quando, mas se tivessem muita orientação para as questões da vida, vocês ainda estariam ouvindo os outros. E são pouquíssimos – pode se esconder, mas não pode fugir [falando com Linda] –, pouquíssimos que realmente entendem.

Desse modo, isso é uma coisa boa, e eu sei que às vezes dá uma sensação de solidão. Às vezes, vocês acham que ninguém está escutando. Antes de tudo, eu estou, mas não vou necessariamente responder, além de talvez, de vez em quando, com uma provocação; de vez em quando, com um sussurro: “Eu Sou. Lembre-se disso, Eu Sou” – só com esse sussurro.

Repararam o quanto vocês são resilientes? Resilientes. Vocês podem passar o pior, mas o incrível sobre qualquer um que já esteve na forma humana – algo que outros seres realmente não compreendem – é a resiliência de um humano. Também chamada por alguns de obstinação. [Adamus ri um pouco.]

LINDA: [aplaudindo] Viva nós!

ADAMUS: Ou determinação.

LINDA: Viva nós!

ADAMUS: Viva nós. Mas a resiliência, a capacidade de passar por situações difíceis... talvez situações de risco, situações com outras pessoas que vocês sentem que trazem enormes implicações, coisas que ameaçam a vida... mas vocês são capazes de superá-las. De permitir isso com o apoio do Eu Sou dentro de si, e se levantar, e ainda por cima sorrir.

Sim, tem sido difícil. Sim, eu sei. Eu entendo que às vezes vocês queiram desistir. Mas, de algum modo, mesmo nesses momentos mais escuros, vocês são capazes de se lembrar de respirar fundo. Vocês são capazes de se lembrar: “Eu Sou. Eu existo! Sim! Eu existo, portanto, todas as coisas são possíveis.”

À medida que vocês, que nós seguirmos em frente, vocês descobrirão que haverá menos orientação externa. Vocês vão realmente apreciar isso. Vocês vão realmente apreciar a si mesmos.

Claro que continuaremos a nos encontrar assim, mas outros seres com os quais vocês contavam, alguns reais, outros vindos de suas próprias criações... se entendem o que quero dizer... Ahãm, você sabe o que quero dizer. [Ele fala com Norma e ri.] Aspectos que vocês criam como seres externos que realmente não são seres externos; são seres internos. Tudo bem. Mas haverá menos deles e mais descoberta da sua verdade. Isso é uma coisa boa, ótima.

A Pergunta

Iluminação. Liberdade. Há muitas expectativas acerca dessa coisa chamada iluminação. Vocês entraram nesse barco da iluminação há uns dois mil anos... Achei que fosse engraçado. [Só alguns poucos riram.] E não paramos de remar. [Adamus ri.]

Vocês estão nesse caminho da iluminação há um tempo, por várias razões. Se puderem sentir, voltar dois mil anos, alguns mais tempo que isso... Por quê? Por quê? Vocês tiveram muitas encarnações humanas. Passaram por algumas eras grandiosas da humanidade. Tiveram existências em que foram, digamos, famosos ou ricos; outras em que varriam esterco num estábulo; existências em que morreram quando eram muito, muito, muito jovens; existências em que foram assassinados ou assassinaram outros – tudo isso. Mas por quê? O que desencadeou essa coisa toda? Não veio lá de cima. Não existe um painel de controle no céu que diz: “Certo, chegou a hora da sua iluminação.” Foram vocês. Foi o Eu Sou, através dos aspectos dele, das encarnações dele, que em dado momento disse: “Está na hora.”

Sintam isso um instante, não com detalhes, mas a essência disso, dessa coisa que os colocou num caminho de milhares de anos e muitas, muitas existências.

Será que foi o tédio com a existência humana comum? Porque depois de um tempo, eu diria depois de umas centenas de existências, elas são mais ou menos a mesma coisa. Realmente são.

Foi o tédio? Foi a dificuldade, uma dificuldade muito grande em passar pela experiência humana? Medo? Sofrimento? Vocês simplesmente não aguentavam mais? Não é uma razão ruim. O que foi que os trouxe até aqui? Que os levou a passarem algumas existências nas igrejas ou ordens religiosas? Existências, não muito tempo atrás, em que vocês jogaram tudo pro alto e disseram: “Chega de grupos, chega de organizações, chega de retórica, chega de livros, textos sagrados e tudo mais.” Vocês se afastaram de tudo isso. E, então, nesta existência, voltaram pra este grupo sem muita estrutura, mas encantador, chamado Shaumbra.

O que fez vocês entrarem nessa?

Vocês sabem que é algo dado como certo, mas a maioria dos humanos ainda não chegou nesse ponto. A maioria dos outros humanos nunca contemplou o motivo; não faz ideia do que realmente significa “Eu Sou”. A maioria dos humanos digere um pouco da retórica da igreja: “Há um Deus no céu; vocês vivem, vocês morrem, vocês esperam se formar.” Mas poucos realmente mergulham fundo em si mesmos, como vocês fizeram.

Alguns chamariam vocês de egoístas. Diriam: “Olha toda a atenção que você se dá! Olha toda essa ausência de rigor!” Eu diria que todo humano vai fazer isso mais cedo ou mais tarde, ouvir a consciência interior. Não dá pra escapar. É natural. Mais cedo ou mais tarde esse Eu interior, esse Eu Sou irá propor isso. Dirá: “Vamos lá. Vamos fazer isso.”

O que foi, voltando alguns milhares de anos, que acarretou isso no caso de vocês?

Sintam por um instante, e não estou pedindo que sejam videntes nem que relatem detalhes. Mas tem algo muito importante nos seus Registros Akashicos pessoais. Não existe um Registro Akashico global, universal; é tudo pessoal. Tem algo lá. O que é?

[Pausa]

Se não conseguirem sentir agora, façam mais tarde, quando se deitarem à noite, ou em algum momento da semana que vem, quando saírem pra caminhar. O que foi essa coisa?

Agora, de fato, foram diversas coisas que levaram a um ponto bem definitivo, a uma escolha bem definitiva. E a pergunta, enquanto encerramos esta Série da Liberdade, é: Aquela coisa que motivou a sua alma, vocês, a começarem esta linda jornada para a descoberta do Eu Sou, foi resolvida? Não estou dizendo necessariamente o reconhecimento do Eu Sou, mas a razão por trás disso. Foi porque vocês estavam entediados? Foi porque havia medo? Foi porque talvez viram ou encontraram um ser como Yeshua que os inspirou, que os influenciou? É claro, lembrando que Yeshua é, era vocês. Era quase como ver uma parte do seu futuro eu.

A pergunta é, agora, que estamos aqui nesta nova era: Aquilo ficou resolvido? Essa questão inicial, a motivação – essa coisa que os colocou neste caminho –, essa coisa ficou resolvida?

Seria interessante, e eu peço àqueles de vocês que estão participando do Keahak, em particular, que já fazem anotações, e a todos que estejam mantendo registros, que escrevam isso neste próximo mês. Sim, é um dever de casa, se assim escolherem. Escrevam. Vocês vão ficar impressionados, talvez até surpresos com a resposta. E a resposta não virá de mim, nem de Aandrah nem de nenhum outro ser. Então, não procurem por eles pra obterem a resposta. Ela virá daqui [encostando a mão no peito]. Será uma revelação impressionante. Será uma descoberta.

Expectativas

Seguindo. Iluminação. Muitas expectativas... [Ele posiciona melhor o púlpito.] A gente fica sério quando trata desse assunto... Vocês fazem “Ohhhh!”; todo mundo faz “Oh-oh!”... Expectativas da iluminação.

Esse caminho começou, quer tenha sido há alguns milhares ou há algumas centenas de anos. Vocês chegaram nesta existência; foi como uma espécie de escolha interior, um alto potencial de que vocês realizariam a iluminação nesta existência. O eu humano meio que acompanha isso. Está meio que determinado no seu DNA espiritual. “Certo – Iluminação: realização nesta existência.”

Realmente tudo, desde o momento em que vocês nasceram... eu diria, desde o momento em que vocês infundiram sua energia nesse corpo físico... Porque há uma enorme diferença entre o momento do nascimento, o nascimento físico, e o momento da... integração, que pode acontecer meses depois do nascimento físico. Fico impressionado com todas as discussões sobre a vida antes de nascer e a escolha prévia que se faz, e... [cuspindo] não importa. Não importa. Mas constitui um ótimo drama e uma ótima razão pra culpa. Ah, uma das melhores justificativas pra culpa. É um grande motivo pra que as pessoas pisem nos calos umas das outras. Mas estou fugindo do assunto. Qual foi minha colocação?

Aqui estamos nós na iluminação. Tudo, desde que vocês infundiram, desde que integraram sua essência nesse corpo físico, nesta existência, tem a ver com a iluminação. Tudo. Vocês podem recapitular, podem escrever a história desta existência – ela toda tem a ver com a iluminação.

E o engraçado é... engraçado pra mim, mas não pra vocês. O engraçado é que não houve enganos. É. O engraçado é que vocês não poderiam cometer erros, se tentassem. O engraçado é que vocês fingem que podem cometer erros, que ainda podem. Vocês fingem que existem essas escolhas por aí e que a porta número um guarda uma escolha muito ruim, a porta número dois guarda uma mais ou menos, mas relativamente segura, e a porta número três guarda insights incríveis, mas também pode fazer vocês caírem no buraco do inferno pra sempre, pela eternidade infinita. [Algumas risadas] Assim, vocês fingem, vocês aceitam a programação da consciência de massa de que podem cometer um erro. Adivinhem? Vocês não podem. Realmente não podem. Não podem.

Vocês podem de fato – eu já disse isso –, vocês podem de fato virar o leme pra uma direção que vocês sabem que não é a certa, que vocês sabem que não é compatível com o seu ser, intencionalmente. E adivinhem? Ele vai se redirecionar pro seu caminho verdadeiro.

O caminho verdadeiro de vocês, a propósito, não é o caminho da garota certinha ou do garoto certinho. E vocês têm meio que essa coisa aparafusada aí, de que vocês têm que escolher a coisa boa – ser o menino bonzinho ou a menina boazinha. Não. Às vezes, na iluminação, a coisa não é bonita. Não é boa. Não é. Os outros não vão gostar às vezes, mas é a escolha certa pra vocês. Por que é assim? Por quê? Bem, eu vou dizer: Porque a consciência de massa quer determinadas conformidades, quer que vocês façam as coisas de determinado jeito. A maioria dos pais de vocês quer que vocês sejam bonzinhos e que depois cuidem deles quando eles ficarem velhos. Os professores querem que vocês sejam bonzinhos. Por quê? Bem, é mais fácil pra eles. Então, muitas escolhas foram feitas com base em ser bonzinho, fazer a coisa certa, a coisa boa.

Voltando ao ponto – muitas expectativas da iluminação.

A pergunta que faço hoje é... Vamos usar uma perspectiva. Vamos usar a perspectiva de que estamos na Nova Terra, uma das Novas Terras. Vocês estão ensinando os seres angélicos que estão prestes a vir pra Terra num corpo físico pela primeira vez, o que na verdade vocês realmente, realmente fazem. Vocês estão falando com eles agora sobre iluminação. Vocês estão na turma avançada. Vocês são professores de nível avançado. Estão falando sobre iluminação e, a partir da perspectiva de já terem passado por isso, vocês falam das expectativas que vocês, humanos, tinham da iluminação e o que aconteceu na realidade.

Assim, aqui estão vocês ensinando. Digamos que vocês tenham uma turma de, ah, digamos, 144 alunos. Vocês estão ensinando a eles. Vocês têm um púlpito personalizado bonito. [Ele está examinando o dele.] Tem um arranhão aqui... Vocês estão ensinando a turma desses novatos. Eles virão pra Terra, entrarão no corpo físico dentro dos próximos seis meses. Então, é hora do essencial. E vocês agora vão falar com eles. A palestra intitula-se “Expectativas Humanas da Iluminação”. O que vocês vão dizer pra eles com relação às expectativas humanas que vocês tinham? Linda vai levar o microfone e perguntar pra vocês.

Quais eram as suas expectativas humanas da iluminação?

GARRET: Que todo mundo iria gostar de mim.

ADAMUS: Todo mundo iria gostar de você. E?

GARRET: Não gostam. Alguns não gostam mesmo. [Risadas]

ADAMUS: Tenho que lhe dar um beijo por essa! [Adamus beija Garret.] Foi brilhante! Foi brilhante.

Vocês não têm que levantar a mão, mas podem, se quiserem. Quem pensou que, quando entrasse na iluminação e se tornasse esse ser espiritual radiante, todos iriam gostar de vocês? Ohhh.... É. Vejo alguns bem honestos lá atrás. Outros, vocês sabem... é...

É. Boa resposta. Oh, e como vamos fazer isso? Linda, prefere escrever no quadro ou levar o microfone? Microfone ou quadro?

LINDA: Prefiro ficar com o microfone.

ADAMUS: Levar o microfone. Tudo bem. Então, Vili, poderia escrever? Tudo em letras maiúsculas hoje, por favor, só pra aborrecer o Cauldre. [Risadas]

LINDA: Por que tudo em maiúsculas?

ADAMUS: Pra aborrecer o Sr. Virginiano.

Assim, vejamos, a primeira resposta é: “Achar que todo mundo...” – “Expectativas da Iluminação” é o título, tudo em letra maiúscula – “Achar que todo mundo gostaria de você.” E o fato é que vocês vão passar por um período – você [Garret] já passou, alguns de vocês ainda estão passando – em que não vão gostar de vocês de jeito nenhum. O que conversamos no mês passado? Sentir fúria, sentir irritação, não ter mais tolerância nem paciência com o que vocês sabem que, obviamente, é bobagem e drama. E eles não vão gostar de vocês. “O que está errado com você? Quando você se sentou nesse pedestal?” [Algumas risadas] Pedestais são muito legais! [Adamus ri.]

Ótimo. O que mais? Foi um excelente começo.

LINDA: Aqui vamos nós.

ADAMUS: Sim, o que mais?

LINDA: Por favor, levante-se.

DIANE: Que tudo ficaria fácil.

ADAMUS: Fácil! Realmente. Por que você achava que tudo ficaria fácil? Quem lhe disse isso? Em que livro você leu isso? [Ela ri.] Achar que tudo ficaria fácil.

DIANE: Por que não? Estou iluminada. As coisas deveriam vir pra mim, sem problema.

ADAMUS: É. Ótimo. E é assim?

DIANE: Nem de longe! [Risadas]

ADAMUS: Nem de... [Adamus ri.] Vou esperar pra dizer mais tarde, pra todos vocês, por que não. Sim. Mas ótimo. Pensou que ficaria fácil. Que parte de você? A sua parte humana pensou que ficaria fácil. De fato, o engraçado é que – vocês vão rir quando eu disser isso –, de fato, é fácil.

LINDA: Ha, ha, ha, ha, ha. [Adamus ri.]

ADAMUS: De fato...

LINDA: Foi tão engraçado que esqueci de rir.

ADAMUS: ... chegará um dia, muito em breve, quando me dirão: “Foi muito fácil. Eu queria saber isso na época.” [Algumas risadas] Só dois entenderam. É.

LINDA: Promete?

ADAMUS: Agora, é fácil pro Espírito. É realmente fácil. Não é fácil pra vocês, humanos. Por quê?

DIANE: Bem, eu acho que não estou iluminada ainda.

ADAMUS: Poderia se levantar? [Ela ri; Edith faz um comentário não captado.] Edith, você é a próxima. [Risadas]

LINDA: Você leu minha mente!

DIANE: Tudo bem, é por causa da dúvida e...

ADAMUS: Por causa da dúvida, certo, certo.

DIANE: É, e os poréns.

ADAMUS: É, e os poréns. E é o humano querendo proteger o humano, porque realmente, de um jeito engraçado, há um paralelo com o que vocês chamam de Espírito ou de Eu Sou e o humano. Eles começaram nesse caminho da iluminação meio que juntos, caminhando lado a lado, mas de repente seguiram em direções diferentes, porque o humano quer popularidade e, vamos descobrir daqui a pouco, um monte de dinheiro. Ele quer construir santuários pra si mesmo. Ele não quer morrer. Quer seguir pra todo o sempre. Ele quer ser o humano mais glorioso de todos os seres.

Então, o humano chega num patamar no reconhecimento da iluminação. Em outras palavras, quando vocês entraram nisso pela primeira vez, quando leram aquele livro ou tiveram uma aula, ou melhor, quando começaram esse reconhecimento, foi como alcançar o esplendor humano: “Ohh! Enfim, a salvação, eu descobri alguma coisa! E, cara, essa coisa vai tornar tudo mais fácil! Vou usar meus poderes mágicos pra garantir que ninguém mexa mais comigo.” Mas o humano alcança seu nível, seu limite na iluminação. O Espírito continua seguindo. Aquele Eu Sou interior continua seguindo. E, então, surge essa luta, essa guerra, entre os dois. Bem, na verdade, não é entre os dois. É só o humano que guerreia. O Espírito não quer saber.

O Eu Alma realmente não quer saber, mas o humano vai tentar puxar pra baixo o Eu Sou, a verdade e a essência de volta pro nível dele, e isso não vai acontecer. O humano se vê numa miséria terrível, num drama, numa perturbação, sem dinheiro, com a saúde ruim, até que acaba dizendo: “Sabe de uma coisa? Não sou muito bom nesse negócio de iluminação, e acho que minha agenda estava errada desde o início. Acho que, quando comecei – eu, enquanto humano –, quando entrei nessa, eu estava, de fato, meio que usando toda essa coisa espiritual apenas para a glorificação do eu, apenas pra me tornar um pouco mais esperto, um pouco mais jovem, um pouco mais rico.” E, daí, o humano acaba dizendo: “Sabe, vou simplesmente permitir. Essa é a coisa mais grandiosa de todas.”

Heh, aqui estou eu dando minha aula... [Ele anda pra trás e esbarra no púlpito, que encosta na mesa e derruba a caneca com seu conteúdo.]

LINDA: Ohh! Boom, ba-boom‼

ADAMUS: Oh, fiquei tão empolgado com a coisa!

LINDA: Edith, você é a próxima.

ADAMUS: Sim! Sim!

LINDA: Eu vou buscar um pano pra limpar isso.

ADAMUS: Sim. Oh...

EDITH: Acabei de levar um banho de café.

ADAMUS: Não sei se era café, mas você levou um banho. Você foi batizada. Sim. [Adamus ri.]

EDITH: Um batizado de iluminação. [Alguém diz: “Salve o Senhor!”] Salve o Senhor!

ADAMUS: Então, ótimo.

EDITH: Manda bala! [Algumas risadas]

ADAMUS: Continuando. Quais eram suas expectativas da iluminação?

EDITH: Eu não sei se eu realmente tinha alguma. Eu só queria descobrir quem eu era realmente, quem eu sou e...

ADAMUS: Ótimo. Vamos parar aí.

EDITH: ... por que diabos não sou rica e...

ADAMUS: Não, não! Vamos parar na primeira coisa... Eu gostei daquilo! Vamos escrever no quadro – “Descobrir quem eu sou” – com certeza. Com certeza, porque essa pergunta, por sinal, Edith, você vem fazendo há muitas existências, de um jeito lindo: “Quem sou eu?” Não aquele “quem sou eu” [contraído], mas “Quem sou eu? O que eu posso ser?” [bem disposto] Daí, é uma pergunta linda. E, sim, agora, será que você tem a resposta pra ela?

[Ela pensa; alguém sussurra: “Eu Sou o que Sou.”]

EDITH: Eu Sou o que Sou.

ADAMUS: Quem soprou pra ela?

EDITH: Eu sei quem eu sou! Eu sou um ser e, porque Eu Sou o que Sou, eu recebo.

ADAMUS: Isso. Nossa, soou como algo saído direto do meu livro texto.

EDITH: É, você está certo. Sim.

ADAMUS: Eu não senti seu coração aí, minha querida.

EDITH: Eu Sou o que Sou.

ADAMUS: Está chegando lá. Eu Sou o que Sou.

EDITH: E eu ainda amo você na maior parte das vezes. [Risadas]

ADAMUS: E no restante?

EDITH: Eu me aborreço com você.

ADAMUS: Comigo?!

EDITH: Com você.

ADAMUS: Então, estou fazendo o meu trabalho. Obrigado.

EDITH: Sim, você está. [Ambos riem.]

ADAMUS: Ótimo. Então, a descoberta de quem Eu Sou. E, Edith, apesar dos desafios e da dificuldade, não tem sido uma experiência maravilhosa?

EDITH: Sim. Tem.

ADAMUS: Sim. Sim. Você voltaria atrás?

EDITH: Não.

ADAMUS: Não. E como você vai seguir em frente?

EDITH: Bem, sabe, meu aniversário – também sou leonina –, meu aniversário é daqui a alguns dias, e estou chegando numa idade adorável e, sabe, posso simplesmente passar pro outro lado e visitar você.

ADAMUS: Isso, e voltar pra você.

EDITH: Hã-ham.

ADAMUS: É, ou podemos nos encontrar no meio.

EDITH: Ou verei você na Nova Terra ou na lua, sabe, onde estivermos ensinando.

ADAMUS: Sim, ótimo. É óbvio que você tem outros 30, 40, 60 anos pela frente.

EDITH: Oh, Deus! [Risadas, inclusive de Adamus.]

ADAMUS: Aqui está você, ensinando na Nova Terra, ensinando a esses novatos, e você descobre que você... [Linda está passando um pano no chão bem na frente dele; alguém ri.] Temos que fazer isso agora?

EDITH: Ela não quer que o tapete estrague.

ADAMUS: Não. Não.

LINDA: Isso faz parte da iluminação. [Risadas]

ADAMUS: Mas você passou nos pés do Cauldre!

LINDA: Ah, e você acha que foi por acaso?! [Mais risadas, enquanto ela vai saindo pra levar o pano.]

ADAMUS: E já que vai lá atrás... [Ele pega a caneca e dá pra ela.]

LINDA: O que você quer?

ADAMUS: Com creme – café.

LINDA: Com?

ADAMUS: Com creme. Ou chai. [Alguém diz: “Chai?”]

LINDA: Ah, tá bom! [Ela ri.]

ADAMUS: Pensei que fosse um grupo nova era. [Risadas] Café está bom! Chai orgânico, sim?

LINDA: Sei, tá bom!

ADAMUS: Então, onde estávamos? Ah, sim. Então, você não gostaria de ganhar de presente outros 60 anos neste planeta?

EDITH: Bem, se eu pudesse...

ADAMUS: Cuidado com o que vai escolher.

EDITH: Talvez eu precisasse concluir meu rejuvenescimento e trazer toda a minha abundância e o meu carro novo.

ADAMUS: Sua questão é com a abundância, hein?

EDITH: É, estou meio presa na abundância...

ADAMUS: Tsk, tsk, tsk, tsk, tsk, tsk, tsk.

EDITH: Evidentemente.

ADAMUS: Isso é lamentável, porque...

EDITH: Sim.

ADAMUS: ... isso é tão pequeno se comparado com as questões reais.

EDITH: Oh.

ADAMUS: As questões reais, sim. Isso. Então, vamos falar delas daqui a pouco.

Próximo. Obrigado. Obrigado, querida.

EDITH: Por nada. O prazer é todo meu.

ADAMUS: É sempre uma delícia estar com você. Sempre.

EDITH: Idem.

LINDA: Edith, pode passar pra Joann.

ADAMUS: Você vem na minha festa de aniversário hoje à noite?

EDITH: Vou.

ADAMUS: Ótimo. Ótimo. Você sabe onde é?

EDITH: Vamos celebrar?

ADAMUS: Sim.

EDITH: Isso é no Conselho Carmesim, uh... Não sei direito... [Linda e outros riem.]

ADAMUS: Recebeu o convite?

EDITH: Acho que não. Provavelmente estava todo em maiúsculas... [Risadas e alguns aplausos]

ADAMUS: Vamos tirar isto do caminho pra não derramarmos mais nada. [Ele leva o púlpito pro lado.] Ótimo. Obrigado, Edith. Obrigado.

Vocês todos receberam convites, é claro que sim. E é no Clube dos Mestres Ascensos, Estrada da Soberania, número 1, Paraíso. É. Começa à meia-noite. Isso.

EDITH: À meia-noite!

ADAMUS: À meia-noite. Bem, é claro. Claro. Sim.

Ótimo. Próximo. Expectativas da iluminação. Sim? Ah, o microfone.

JOANN: Oi. Eu pensava que seria um humano maior, veja bem.

ADAMUS: Fique mais alta, então.

JOANN: Mais profissional, sabe como é.

ADAMUS: Oh, sério?!

JOANN: Sabe, é, bem, só um humano maior.

ADAMUS: Sério? Do tipo que é líder numa grande corporação e...

JOANN: Bem, eu já faço isso... meu trabalho é muito bom.

ADAMUS: Sei, sei. Sim.

JOANN: É perfeito.

ADAMUS: Mas...

JOANN: Eu adoro.

ADAMUS: Qual é o seu cargo?

JOANN: Coordenadora, gerente de bem-estar, assistente da doutora. Eu recebo vários títulos.

ADAMUS: Você tem um cargo de assistente?

JOANN: É, bem, eu dou assistência a ela. Mas quando ela não está eu a represento.

ADAMUS: Você dá assistência?

JOANN: Mais ou menos. É.

ADAMUS: Você não está realmente fazendo isso?

JOANN: Sim! Tudo bem, eu estou! [Ela ri.]

ADAMUS: Exatamente. Então, pra todos vocês que têm cargos, cartões de visita que dizem “assistente”, “coordenador” ou “gerente de nível intermediário”, não, não é aceitável. [Linda lhe entrega o café.] Obrigado.

LINDA: Não precisamos que mais funcionários peçam demissão. Quer calar a boca?

ADAMUS: Que arrumem pra eles um cargo melhor!

LINDA: Certo! [Algumas risadas]

JOANN: Eu só uso esse título quando me pedem.

ADAMUS: Todos vice-presidentes – vice-presidentes executivos. Com certeza.

LINDA: Só dá pra ter um.

ADAMUS: Então, você achava que seria maior.

JOANN: Isso!

ADAMUS: Você pensava que seria mais grandiosa.

JOANN: Grandiosa, sim. E ainda estou penando.

ADAMUS: Que viveria na Riviera.

JOANN: Sim! Coisas desse tipo.

ADAMUS: Sei. Teria seu próprio iate. [No quadro, fica assim: “Ser um humano mais grandioso, brilhante”.]

JOANN: É!

ADAMUS: Sério? Por que você não manifestou essas coisas?

JOANN: Não sei, porque eu meio que estou me esforçando no que faço. Então...

ADAMUS: Ehh, vá para o banheiro. [Ela ri porque falou “não sei”.]

LINDA: Ohhhh!

ADAMUS: Passe pra cá o microfone.

LINDA: Ohhhh!

ADAMUS: Eu ouvi a palavra suja, então, você vai pro lugar sujo. Lá atrás.

LINDA: Ohhhh! Diga que não!

ADAMUS: Ela disse “Não sei.”

LINDA: Ohhhh!

ADAMUS: É conversa de banheiro. [Risadas]

LINDA: Ohhhh!

ADAMUS: Porcaria metafísica.

JOANN: Já mandei meu Espírito pra lá, então...

ADAMUS: Oh, tudo bem. Gostei. Ótimo. Esperta. Esperta. [Ambos riem.] Então, por que você não manifestou isso tudo?

JOANN: Porque acho que mudei de ideia.

ADAMUS: Pfff. É uma boa resposta, mas é sair pela tangente.

JOANN: Sério?

ADAMUS: Uma distração. Uma distração.

JOANN: Pode ser uma distração...

ADAMUS: Certamente que é.

JOANN: Tudo bem.

ADAMUS: Agora, não precisa ser, mas pra muitos será. Arranjar muito trabalho pra comandar um grande império... Mas você queria tempo pra focar na maior parte em você. E havia algumas distrações aí, sobre as quais falarei daqui a pouco.

JOANN: Tudo bem.

ADAMUS: Mas você fez isso no passado. Você fez isso. Você tinha exércitos, droga. Digo que você teve impérios, de verdade. Estou dizendo pra você.

JOANN: Oh, eu... sim.

ADAMUS: É. Então, será que você quer realmente fazer isso de novo?

JOANN: Não mais.

ADAMUS: É. Com o Larry, que está lá atrás comendo, sabe, é a mesma coisa. Meu caro Larry teve existências em que era um alto comandante do exército, comandante militar, existências em que comandava enormes quantidades de terra, tudo isso. Então, ele vem nesta existência... é, como um figurão, vocês mesmos podem ver. [A câmera mostrou o Larry andando lá atrás na sala.] E ele disse: “Não, eu tenho habilidade e talento pra fazer isso, mas não quero fazer novamente. Vou deixar que outro jogue esse jogo.”

Cada um de vocês se permitiu esse espaço – um espaço seguro e agradável – pra estar consigo mesmo. É. Agora, de vez em quando, vocês ainda tentam ir lá fora fazer um monte de coisas e, às vezes, vocês fazem muito poucas, mas estão se permitindo esse espaço. Sim. Ótimo. Obrigado.

LINDA: Próximo?

ADAMUS: Mais alguns antes de chegarmos ao ponto central.

EDITH: O banheiro está fora de questão. [Algumas risadas]

ADAMUS: Por quê? O banheiro é um ótimo lugar pra se ir e refletir.

ANDY: Qual era a pergunta?

LINDA: Qual a pergunta?

ADAMUS: Expectativas da iluminação. Você está ensinando na Nova Terra. Você está ensinando a todos os seres angélicos que estão se equipando, que estão se preparando pra vir pra Terra, e você meio que está rindo pra si mesmo, porque sabe como é realmente. E é claro que eles estão todos empolgados e você está transmitindo os preparativos finais sobre as expectativas da iluminação. Eles estão num curso avançado. Você falou sobre os caminhos dos humanos – os estranhos e interessantes caminhos dos humanos –, mas agora você está dizendo: “Quando chegar a sua hora, depois de algumas existências, depois de passarem por diferentes encarnações, então, vocês vão começar, como costumam dizer, a despertar e a se tornar iluminados.” E agora você vai contar pra eles algumas de suas experiências – experiências humanas – com as suas expectativas do que seria a iluminação. Então, diga pra eles...

ANDY: Que eu não fazia ideia de como seria. [Risadas]

ADAMUS: Isso foi muito bom!

ANDY: Honestamente, eu não sabia o que esperar, mas eu sabia que ser humano era meio estranho.

ADAMUS: Sim.

ANDY: Aquela sensação de criança: “Por que não posso voar? Eu sei que posso, mas não consigo agora. O que está errado comigo?”

ADAMUS: Sim.

ANDY: E acho que a iluminação meio que me mostrou que eu posso ser normal novamente, o que significa ser um humano anormal. Faz sentido?

ADAMUS: Totalmente. Totalmente. De volta a um estado natural.

ANDY: É.

ADAMUS: Isto [condição humana] não é natural. Não é nada natural.

ANDY: Concordo.

ADAMUS: Porque há limitação.

ANDY: Isso.

ADAMUS: Então, de volta pro estado natural. Então, você sabia disso quando começou essa coisa de despertar?

ANDY: Eu... humm... era mais um sentimento do que um saber.

ADAMUS: Certo.

ANDY: Porque parecia certo não ser tão humano.

ADAMUS: OK. Ótimo. É. Ótimo. Então, como definimos isso? “Retornar para o estado natural.”

ANDY: É muito bom! Sim, gostei.

ADAMUS: Claro. Eu que falei.

ANDY: É. [Risadas] É.

ADAMUS: É meu aniversário. Minta pra mim. [Mais risadas, inclusive de Adamus.] Então, a pergunta é: Você voltou pra esse estado natural?

ANDY: Parece que tem uma programação atrapalhando isso... Parece que preciso de um tempo pra lidar com isso.

ADAMUS: Sei. Por quê?

ANDY: A sociedade, os compromissos.

ADAMUS: Certo.

ANDY: Coisas materiais.

ADAMUS: Sei, sei.

ANDY: Parece que essas coisas ficam no caminho às vezes.

ADAMUS: E eu poderia fazer outra colocação também?

ANDY: Ah, por favor.

ADAMUS: Será que talvez você não esteja se divertindo um bocado com a coisa?

ANDY: Bem, tem isso também.

ADAMUS: Tem isso.

ANDY: Tem.

ADAMUS: Sabe, porque...

ANDY: É muito divertido estar aqui, sabe, aqui e tudo mais.

ADAMUS: Porque, quando você se ilumina, é obvio, o ser vai embora. [Risadas]

ANDY: Não sei bem se concordo com isso.

ADAMUS: Ótimo. Ótimo. Também não sei se eu quis dizer isso como uma verdade. [Mais risadas]

ANDY: Tudo bem. É, é, porque realmente é meio divertido tropeçar, cair de cara no chão e ser humano.

ADAMUS: É isso aí. É, sim.

ANDY: Mas cansa depois de um tempo também.

ADAMUS: Cansa.

ANDY: É.

ADAMUS: Então, só por curiosidade... Pouquíssimos se tornaram Mestres Encarnados. A maioria parte rapidinho. Então, digamos que você se ilumine e tudo mais.

ANDY: Eu vou.

ADAMUS: É. Ah, é. E você não vai mais tropeçar?

ANDY: Ehh, veja bem...

ADAMUS: Você não acha que Jesus nunca tropeçou numa pedra e quebrou a cara?

ANDY: Bem, eu seria o primeiro.

ADAMUS: É, sei.

ANDY: Eu, veja bem, sempre tive a tendência de ser meio desastrado.

ADAMUS: Não pense que Jesus não deixava migalhas na barba, caminhando o dia inteiro, e que não tinha meleca e...

ANDY: Ahh, sim...

ADAMUS: ... nariz escorrendo e... [Risadas] É.

ANDY: Sim, eu... você sabe que você deve estar certo. Provavelmente ele tinha, sim. É.

ADAMUS: Veja bem, eu acho que um Mestre Encarnado realmente não se importa. Ele deixa migalhas na barba – não importa. Na verdade, eu posso apostar que muitos de vocês vão realmente fazer as coisas de propósito, tipo sair com uma sujeirinha, entendem, bem ali [no rosto] e, daí, as pessoas vão ficar o dia inteiro meio que... [gesticulando como se apontassem pra tirar a sujeira] e vocês vão ficar assim... [Ele dá um sorriso idiota; risadas] E tipo vestir meias de cores diferentes. Grande coisa! Ou fazer coisas que normalmente os deixariam constrangidos.

Na verdade, acho que vocês vão passar a fazer coisas grosseiras e nojentas só porque, enfim, vocês podem, e realmente não se importam mais. Porque se vocês são Mestres Encarnados, e daí?! E daí?... Ficou com espinafre no dente? Em vez de tentar tirar, você coloca outro pedacinho noutro dente. [Risadas] E sai andando por aí o dia inteiro sorrindo pras pessoas. E depois rindo pra si mesmo, porque elas ficam... [Ele faz caras e bocas; mais risadas] E algumas vão tentar mostrar pra vocês e... [Ele dá o sorriso idiota de novo; as risadas continuam.]

Verdade, nós rimos, mas vai chegar um momento em que vocês vão tentar... porque vocês viveram por tanto tempo reprimidos e seguindo as regras, sem espinafre nos dentes, que vocês, enfim, vão poder fazer isso e não se importar. Realmente. Vão deixar acontecer. É. Ótimo. Na verdade, vocês vão usar isso meio como uma lição pras pessoas pararem de entrar nessas rotinas. E daí se você esqueceu de pôr a camisa de manhã? [Risadas]

Próximo. Expectativas da iluminação. Sim, mais alguns, e vamos entrar no assunto de hoje.

LINDA: Isso significa que eu posso usar meu enchimento de bumbum se eu quiser? [Algumas risadas porque ela está se referindo à brincadeira que fez mais cedo, aparecendo com um bumbum grande.]

ADAMUS: Você tirou?

LINDA: Sim! Não, fiquei com ele! [Mais risadas]

ADAMUS: Sim, Kathleen? Expectativas. O que... Você tinha muitas expectativas da iluminação; já falamos muito sobre isso. Quais eram elas? [Ela se levanta.] Sim, por favor.

KATHLEEN: Bem, tem mais a ver com ter uma alma gêmea.

ADAMUS: Sei, sei.

KATHLEEN: Que era uma expectativa que eu consegui liberar.

ADAMUS: Sei.

KATHLEEN: É.

ADAMUS: Por que você tinha a expectativa de uma alma gêmea?

KATHLEEN: [suspirando] Eu não sei. [A plateia faz “Ohhh.”]

ADAMUS: Egh, egh, ohhhhh! Oh, oh, ohhhhh!

KATHLEEN: Essa não era eu. [Muitas risadas e aplausos]

ADAMUS: Oh, isso – eu gostei disso! Vejam, Shaumbra, vocês estão ficando melhores! Estão ficando rápidos, muito rápidos. Tudo bem. Oh! Estou tão orgulhoso de vocês. Sim. Ótimo. Você ia despencando, quase colidindo e explodindo, mas...

KATHLEEN: Minha alma gêmea sou eu.

ADAMUS: Sim, mas... Sim, certamente.

KATHLEEN: Sim.

ADAMUS: É.

KATHLEEN: Sou eu.

ADAMUS: Mas, de início, você não percebia isso, e fez uma busca desesperada, o Steve, procurando essa alma gêmea e, depois, muito desapontamento, minha querida, muito desgosto e muita agonia.

KATHLEEN: Eu pensava que tinha encontrado.

ADAMUS: Sim.

KATHLEEN: Era uma expectativa de que fosse perfeito. Não foi perfeito, porque eu estava sempre procurando era por mim.

ADAMUS: Isso. Um grande desgosto – e vamos, de fato, falar sobre isso daqui a pouco –, mas é algo muito profundo buscar sua alma gêmea. E vocês acham – vocês, enquanto humanos – acham que estão certíssimos, que são donos da verdade, que isso é tudo que importa, que isso é tudo – como se o Espírito fosse apenas lhes conceder isso. E depois vocês, de fato, vão, projetam isso, saem em busca disso. Vocês podem até encontrar alguém que é na verdade “carne de pescoço” [Risadas], mas na sua imaginação vocês tentam fazer com que seja a sua alma gêmea. Vocês tentam encontrar desculpas. Vocês até começam a compartilhar histórias de vidas passadas que tiveram juntos – que realmente não tiveram – e tentam fabricar essa coisa toda. É algo profundíssimo, realmente uma das coisas mais profundas, mas depois vem o desapontamento. O desapontamento porque a pessoa não é o que vocês pensavam que fosse. E ela só estava tentando obter um pouco de energia, um pouco de intimidade ou um pouco... um pouco de... hum, eh...

EDITH: Sexo.

ADAMUS: ... sexo?

LINDA: Oh!

ADAMUS: Sim. Não, você está certa, um pouco de sexo. Eu ia dizer “um pouco do clima de meia-noite no oásis”. Estou tentando ser um pouco mais... [Risadas]. Mas é sexo. Sexo.

O que quer que fosse. Ou podia ser verdadeiro no momento. Talvez vocês tenham estado juntos no passado. Talvez vocês tenham estado juntos desde muito, muito tempo atrás, antes até de virem pra Terra, mas esse intervalo foi só uma parte da iluminação, presumindo que fosse uma parte do que vem pra vocês. Mas isso leva a desapontamentos profundos e sombrios: “Por que eu tive esses pensamentos? O que eu estava achando? Eu me equivoquei.” Vejam bem, vocês começam a julgar isso, e não é pra ser assim. Não é.

Então, certamente, sim. Encontrar a alma gêmea. E, no final das contas, descobrir: [a] que você não precisa de uma; [b] que você é a alma gêmea. [Ele volta a falar com Kathleen.]

Agora, vou lhe dizer uma coisa. O que acontece é que, quando você alcançar aquele amor por si mesma, então, você realmente vai encontrar alguém. Não será mais uma alma gêmea, mas um ser com quem você pode curtir a vida de maneira livre e aberta, sem todas as obrigações, apenas com pura diversão. Sim. Essa pessoa virá. Virá.

LINDA: Mais alguém?

ADAMUS: Claro. Expectativas da iluminação. Joshua, quais eram as suas?

JOSHUA: Eu esperava ser um pouco mais sábio e mais perceptivo.

ADAMUS: É. Defina sábio. O que você quer dizer com isso?

JOSHUA: Saber o porquê... os motivos e os meandros que fazem as coisas acontecerem ou não na minha vida.

ADAMUS: Sei. Então... Ser sábio e perceptivo. Interessante. Interessante. Você é um daqueles que estudou muito, muito, muito mais do que a maioria aqui ou que está assistindo online. Você tem uma inteligência incrível, um cérebro muito afinado. Você se encaminhou para o estudo da física, do cosmos, das religiões, da metafísica, de tudo mais. O que aconteceu?

JOSHUA: Bem, eu compreendi determinadas coisas específicas, mas não muito mais que isso e, na maior parte, a coisa foi ficando cada vez menos interessante.

ADAMUS: Sei. E outras coisas aconteceram que, veja bem, levaram você a dizer: “Não se trata de estudar.” Vocês nunca – vocês nunca – vão entender Deus ou a si mesmos com a mente. Não dá pra ser feito. Simplesmente não dá. Vocês podem estudar. Podem aprender com os Mestres. Podem aprender com vocês mesmos, com as vidas passadas. Até certo ponto. Mas, depois, tem a ver com o que chamam de coração. Tem a ver com permitir. Tem a ver com entrar num nível inteiramente diferente, sem limitações ou explanações. Chega um momento, nisso tudo, que a coisa não dá pra ser e não deve ser explicada. Ela é sentida e vivenciada.

Então... Bum! Você tinha essa mente incrível, mente poderosa, e tentou de fato usá-la para manipular a energia. Chega um ponto em que você colide com essa barreira e, basicamente, ela não funciona mais. É devastador pra mente – não pro Espírito –, é devastador pra mente descobrir que não sabe merda nenhuma. [Algumas risadas] Não sabe.

SART: Porcaria! [Risadas]

ADAMUS: Entra-se em desespero. Leva à depressão – depressão mental –, porque a mente pensava que era Deus, achava que estava na ordem mais elevada das coisas e, daí, descobre que não. Não mesmo. Ela é altamente limitada.

A verdadeira sabedoria, meu amigo, a verdadeira sabedoria e percepção é a simplicidade. Destilar tudo e chegar à essência. Ela não pode ser enquadrada na matemática; de fato, não pode sequer ser colocada em palavras, fórmulas nem nada disso. Destilar tudo na simplicidade. A simplicidade, se você não fica muito mental com relação a ela, é apenas “Eu existo; Eu Sou o que Sou”. Daí, ela é qualquer coisa que você queira.

Você começa pensando nela, você começa dissecando-a: “O que é ‘Eu Sou o que Sou’? Quantos monossílabos tem aí?” Veja bem: “Qual hora é a melhor numa noite de lua cheia pra dizer essas palavras?” Já perdeu. Só se consegue estando na experiência. “Eu Sou o que Sou.”

Então, você se deu a bela experiência de sair da mente. É devastador no início; lindo agora. Lembre-se, simplicidade. Ah. Ótimo. Obrigado.

Certo. Mais alguém. Vocês estão na Nova Terra; vocês estão ensinando. Eu estou me divertindo. Ótimo. Sim?

SUSAN: Eu achava que eu seria mais parecida com todos aqueles Mestres Ascensos sobre os quais eu li.

ADAMUS: Ah, sei. [Adamus estava bebendo café e tosse como se tivesse se engasgado de repulsa; algumas risadas]

SUSAN: E... onde estavam todas as mulheres?

ADAMUS: Melhor pergunta que ouvi hoje. As mulheres! Agora, duas partes aqui. Você disse que achava que seria igual aos Mestres do passado, a expectativa. Ser como os Mestres do passado.

SUSAN: Sim.

ADAMUS: Sim.

SUSAN: Não é verdade.

ADAMUS: Não é verdade!

SUSAN: Hum-humm.

ADAMUS: Eles são velhos e rabugentos. [Risadas] Escreveram muita bobagem sobre eles.

SUSAN: Eu descobri isso.

ADAMUS: Não é verdade mesmo.

SUSAN: Hum-humm.

ADAMUS: E vocês foram levados a se sentirem culpados se dissessem que Jesus fez sexo ou... Ele não era nem um Mestre Ascenso. Ele era só um coletivo. Ele não era tão bom quanto um Mestre Ascenso; era só um coletivo. Ele era apenas o potencial de vocês. Ele não era um ser real.

Seria considerado um sacrilégio dizer que... E, a propósito, eu faço esta colocação aqui. Ele não é um Mestre Ascenso; alguns acham que ele é.

Mas Maomé... ele ficava coçando o saco e o sovaco! [Linda se sobressalta.] E é como, hah, sabem como é... E tinha dia que o cabelo dele ficava realmente ruim... Eu não quero saber; alguns dos meus melhores amigos são muçulmanos. [Algumas risadas] É engraçado. Eles vão à minha festa hoje. Não vão beber, é claro, nem fazer sexo, mas vão à minha festa. [Mais risadas] Eu gosto de tê-los nas festas, porque não é preciso dar muito vinho pra eles... Tudo bem rir! Que droga!

LINDA: Ha, ha, ha!

ADAMUS: Tudo bem rir. [Adamus ri.]

Então, os velhos Mestres. Ohh, eles tornaram tudo tão difícil. E um dos meus desejos verdadeiros é fazer vocês jogarem fora esse lixo da mente de vocês sobre Buda ou qualquer outro. Vocês têm altares... Oh! Altares! Altares. Eu queria que alguém alterasse os altares. [Risadas com o jogo de palavras] Queimassem eles! Vocês estão glorificando algo: [a] que não é verdadeiro e [b] que é realmente, realmente velho.

SUSAN: Sim.

ADAMUS: Explodam todos eles. Se é pra ter um altar, coloquem a foto de vocês lá.

SUSAN: Um espelho.

LINDA: Ohhh!

ADAMUS: Pode parecer meio estranho, de início, ver as outras pessoas entrando na sua casa e dizendo: “Não costumava ter uma imagem de Maria lá em cima? [Risadas] E agora você colocou a sua foto?” Mas isso é ótimo. Vejam, vocês não ligam, e não se importam se tem espinafre no seu dente. “Viva! Sou um Mestre Ascenso. Aquele sou eu!” [Mais risadas quando ele manda um beijo pra ele “no altar”.]

E nenhuma mulher. Por que isso?

SUSAN: Por quê?

ADAMUS: As mulheres não ascendem? [Uma mulher grita: “Sim!”] Bom, por que não tem... Mulheres, vocês estão acompanhando histórias de Mestres que são homens. O que está errado nisso? [Alguém diz: “History.”] His story. (N. da T.: History, história em inglês, vem de “his story”, história dele.) É, his story. Quan Yin, ela ascendeu? [Alguém diz que sim.] Ela era mulher? [Alguém diz que sim.] Ela se importava? Não. [Adamus ri.]

Existem mais... Em primeiro lugar, havia mais mulheres nas velhas Escolas de Mistério do que homens. Bastante estranho. Mais Mestres Ascensos vieram de sua última existência no corpo feminino. Por que isso? Elas podiam chegar lá com tranquilidade, porque todos os homens estavam fora nas guerras ou batendo no peito em nome de Jesus. [Algumas risadas] E as mulheres podiam ficar em casa, vejam bem. Ficavam cuidando da casa, mas na verdade cuidavam era delas mesmas.

Existem mais, vocês diriam, mulheres – mas não são mulheres – no Clube dos Mestres Ascensos.

SUSAN: Certo, certo.

ADAMUS: Embora eu goste disso. Eu era homem, então... Mas há mais [“mulheres” Mestres] que vieram de encarnações femininas, porque elas podiam. Não tinham as demandas e a pressão em cima delas.

SUSAN: Humm.

ADAMUS: É.

SUSAN: Certo.

ADAMUS: E também é, de fato, um pouco mais fácil para as mulheres. É mais fácil para a energia feminina. Sim, um pouco mais intuitiva e menos rígida. Sim. Mas elas passam pela iluminação ficando muito mais furiosas! [Pausa breve] Isso foi engraçado. [Risadas] É ou não é verdade? [Alguém concorda.] Sim. Obrigado. Ótimo.

Certo. Agora, acabamos com as expectativas.

Larguem as Expectativas

Vocês tinham muitas expectativas da iluminação e, se resumíssemos todas... a maioria está no quadro aqui... Vocês vão ser perfeitos, tudo vai ser ótimo, vocês vão ter muito dinheiro, todos vão gostar de vocês... Mas, afinal, vocês não têm dinheiro, ninguém realmente gosta de vocês, [algumas risadas] vocês não são perfeitos e não vão ser como os Mestres do passado – ainda bem. Ainda bem!

Cada um deles dirá pra vocês – perguntem a qualquer Mestre que conheçam –, eles vão dizer: “Não façam como eu fiz.” É o que vão dizer. Eles não querem que vocês passem pelas provações. E foi numa época totalmente diferente. O tempo era diferente lá atrás, literalmente. Digo, o tempo era diferente lá atrás. A energia era diferente. A consciência era diferente. Tudo. Eles vão encorajar vocês a fazerem isso de maneira diferente, se possível sem o grau de sofrimento e angústia que eles vivenciaram.

Então, por favor, desde já, larguem as expectativas da iluminação. Larguem. Livrem-se delas. Livrem-se delas. Quando fizerem isso, então, vocês vão deixar que as dinâmicas verdadeiras da iluminação comecem a chegar, bem como algumas alegrias da iluminação.

Duas Dinâmicas

Existem duas... Vocês dizem: “Então, por que eu não reconheço ainda a minha iluminação?” Eh, por muitas razões. Mas duas dinâmicas eu vou pedir que sintam entre agora e nosso próximo encontro no mês que vem, com a nossa nova série. A propósito, vou chamá-la de Série da Descoberta. Vocês vão começar a descobrir o quanto vocês realmente são iluminados.

LINDA: Humm. [Aplausos]

ADAMUS: É. Obrigado. Sim. Em outras palavras, repito, menos conversa, mais diversão. Sim, definitivamente.

Existem duas dinâmicas importantes em jogo no momento. E vocês estão jogando com as duas e isso está provocando parte dessa ansiedade, dessa agitação e da sensação de estarem empacados. Duas dinâmicas importantes. Falamos de expectativas. Pode escrever isso? “Expectativas”, na próxima folha de papel, no alto. [Ele fala com Linda, agora no quadro] Expectativas.

~ “Aspectativas” da Iluminação

A próxima coisa que vou pedir é que prestem atenção, entre agora e nosso próximo encontro, nos aspectos que vocês criaram, que vocês enviaram por aí na busca pela iluminação. Vocês os criaram há muito tempo, em vidas passadas, mas muitos deles foram trazidos pra esta existência. Vocês criaram não apenas um, nem dois, mas dúzias de aspectos da iluminação. Assim, vou chamar esses aspectos da sua expectativa de serem espirituais, de serem iluminados, de serem Mestres, vou chamá-los de “aspectativas”. [Alguém diz meio sarcasticamente: “Ha ha ha!” e outros riem.] Vai ajudá-los a se lembrarem. É o meu aniversário, por favor, aplaudam. [A plateia responde com “Woo-hoo!” e aplaude.] Eu recebo gemidos e suspiros...

Vocês têm expectativas, e vocês têm aspectativas da iluminação. São literalmente aspectos, muitos deles, e o interessante é que eles não estão de acordo entre si. Nem todos estão em harmonia uns com os outros.

Vocês têm muitos aspectos diferentes, e eu gostaria que realmente os explorassem, porque vocês têm um aspecto que ainda... Ah! Esse me deixa louco com vocês. Ele ainda vê vocês como um ser simplório, o Mestre como um ser simplório, com roupas rústicas, sem sapatos e com um copinho, pedindo esmola de porta em porta e pensando: “Bem, o Mestre, o verdadeiro ser iluminado é pobre.” É aquele lance do buraco da agulha. Vocês aceitaram... Em algum ponto do percurso, quando entrou essa programação, vocês a aceitaram como sendo de vocês e passaram a carregá-la.

Vocês têm outro aspecto da iluminação que ouvia as palavras de Tobias, e as minhas, e que diz: “Bem, não, vocês precisam ser prósperos, abundantes.” E o que acontece com esses dois aspectos? Pow! Pow! [Eles brigam.] Assim. E um diz: “Tá, mas devemos ser abundantes.” E vocês meio que o defendem, mas vem o outro, que é velho e está profundamente arraigado, e diz: “Não, temos que ser pobres. Temos que estar aí pra servir todo mundo. Temos que cuidar do mundo.” E eles estão em conflito.

Vocês têm os aspectos da iluminação que dizem: “Tenho que estudar. Tenho que saber tudo. Tenho que conhecer todos os filósofos. Tenho que entender tudo que Jesus disse. Tenho que conhecer todas as religiões do mundo. Tenho que...” E vocês têm outro aspecto que diz: “Nada disso importa. Nada disso realmente importa.” E eles estão assim [brigando]. Às vezes, é uma batalha e, às vezes, o aspecto intelectual da iluminação começa a cuspir todo aquele negócio mental – fatos, números e datas –, tentando ser condescendente com o aspecto que está buscando a simplificação. E ele vai sobrecarregar o aspecto simples com todo o seu intelecto, em como ele é esperto, e vai fazer com que esse outro se sinta ignorante, assim: “Oh, acho que não sei tudo sobre a vida. Não mereço a iluminação.” Entendam, eles ficam brigando pra lá e pra cá.

Vocês têm o aspecto que diz: “Iluminação – Eu tenho o corpo perfeito com um brilho ao redor dele, é claro, que nunca envelhece e cheira a cookie de gotas de chocolate.” [Algumas risadas] E depois vocês têm o aspecto da iluminação que diz: “Esta coisa de corpo físico é temporária e realmente tem sido a limitação para a minha iluminação. É o meu físico que está me impedindo de alcançá-la.” E outro aspecto diz: “Mas, na iluminação, vou levar meu corpo físico para o meu Terceiro Círculo e para o Clube dos Mestres Ascensos, pra festa do Adamus.” E esses três estão brigando entre si, batalhando.

Vocês têm essas aspectativas da iluminação. Eu gostaria que vocês se tornassem conscientes delas. Agora, o perigo nisso, ou a dificuldade disso, é que vocês vão se aprofundar na coisa, nesses aspectos, e vão senti-los, e Aandrah sabe exatamente o que vai acontecer. Eles chegam e tentam atrair vocês pra eles, fazendo vocês pensarem que vocês são eles. Então, observem de longe. Observem de um lugar neutro. Não se envolvam nas questões deles. Não se envolvam de jeito nenhum. Apenas observem como eles funcionam.

Sim, eles são partes de vocês, certamente. Mas vocês podem observá-los e ver como todas essas aspectativas – as expectativas de vocês da iluminação – permanecem aí em volta.

Agora, o que vamos fazer, o que vocês vão fazer é integrar todos eles. Vocês vão integrá-los, não à força, não com o intelecto. Vocês vão integrá-los, respirando fundo no Eu Sou. Vocês respiram bem fundo pra vocês, em sua verdade, no amor a si mesmos.

O modo de integrar os aspectos é amando a si mesmos. Vocês não cometeram erros ao longo do caminho, nenhum. Vocês vão rir disso um dia. Vocês não cometeram erros. Vocês não fizeram nada de errado. Vocês não têm nenhum carma ruim, nada disso. Então, vocês são livres pra se amarem. Não deve haver culpa, nem remorso. Vocês são livres pra se amarem.

Assim, essas são as aspectativas – ou expectativas – da iluminação. Eu falei delas agora porque, especialmente quando seguirmos com a nossa Série da Descoberta, não queremos que todos esses aspectos fiquem em volta. Queremos que vocês sejam capazes de: [a] identificá-los, ver como eles trabalham com vocês; [b] integrá-los, ao se amarem; e [c] usar as dinâmicas de todos esses aspectos, porque eles têm servido a vocês. Eles têm buscado as variações da verdade. Têm procurado diferentes potenciais pra vocês. E toda essa energia vem e está aí pra servir vocês.

~ “Projectativas”

Então, a próxima coisa, e a mais difícil de se falar a respeito, são as outras pessoas.

LINDA: Humm.

ADAMUS: Hummm. Hummm. Oh, temos que falar delas? [Kerri se levanta pra pegar uma bebida.] Você não pode sair agora, Kerri! [Risadas]

KERRI: Não estou com medo...

ADAMUS: Outras pessoas. E não vou ser popular dizendo isto, mas eu não me importo. Talvez a maior barreira pra sua iluminação sejam as outras pessoas. E, embora outros considerem isto uma declaração grosseira, egoísta, que visa separar famílias e todo o resto... As famílias se dissolvem sozinhas, independentemente da iluminação... Isso foi engraçado. [Algumas risadas] Não tem nada a ver com iluminação. São as outras pessoas. E, mais especificamente, são as pessoas mais próximas de vocês – seus companheiros e cônjuges, seus filhos, seus pais, seus filhos, seus pais, seus filhos, seus pais [rindo], seus entes queridos, seus amantes, seus parceiros de cama, Edith. Toda essa gente...

EDITH: Queria eu ter parceiros de cama... [Risadas]

ADAMUS: Toda essa gente proporciona as coisas mais alegres da sua vida e também as que realmente os impedem de reconhecer sua iluminação. Então, o que fazer? Preparar as malas? Cair fora? Viver nas montanhas em isolamento? Não necessariamente. Não necessariamente.

Mas comecem a perceber, de agora em diante, que essas pessoas mais próximas de vocês, essas pessoas que são muito, muito próximas, são aquelas pra quem vocês lançam seus desequilíbrios, vocês lançam seus medos, vocês lançam seus vazios, vocês lançam seus calos. Vocês projetam a si mesmos, projetam seus desequilíbrios, direto nelas. E, por elas amarem vocês, elas aceitam isso. E, por sinal, vocês fazem isso pra elas também. É como se elas fossem seu espelho e vocês, o delas.

Elas permitem que vocês joguem suas tralhas em cima delas e depois as devolvem pra vocês. São os melhores professores de todos, mas chega um ponto em que vocês não devem se lançar pra cima dos outros. Então, quando eu digo que são as outras pessoas – os entes queridos, os mais próximos –, na verdade, são vocês fazendo isso com elas, colocando sua carga em cima delas pra que elas possam devolvê-la pra vocês.

Elas pisam nos seus calos, porque vocês entregaram os calos pra serem pisados. Elas causam em vocês as maiores mágoas, porque vocês entregaram o coração pra que elas revidassem. Não é que sejam pessoas ruins. De fato, são pessoas maravilhosas e que amam vocês, e estão sobrecarregadas, assim como vocês estão sobrecarregados com as coisas delas. Mas toda essa prática de usar outras pessoas pra descobrir a si mesmos precisa chegar ao fim. [Alguém grita: “Amém!”] Amém. É um encontro de avivamento! Oh, amém! Amém! [Alguns assovios e aplausos.]

Todo mundo faz isso com todo mundo. E, a propósito, essa é a razão pela qual tantos relacionamentos não dão certo ou não duram muito, porque em determinado momento vocês não conseguem mais suportar ficarem se vendo através da outra pessoa. Vocês a culpam, é claro, mas vocês só não conseguem se ver através dela. Ou em determinado momento vocês percebem que não precisam mais fazer isso um com o outro.

Então, surge a pergunta: Existe esperança de relacionamentos verdadeiros, genuínos e puros? Só depende de vocês. Depende de vocês. Mas a maioria dos relacionamentos com qualquer humano é esse jogo de projeção – lançar-se para os outros; não como um pescador que lança iscas, mas lançando-se para os outros.

Assim, já que estamos nesta conversa de expectativas, vou chamá-las de “projectativas”. [A plateia reage com gemidos e risadas.] Pode escrever isso? [Ele fala com Linda.] Vocês se projetam nas pessoas. E elas são como personagens de uma peça ou um filme. Elas são o seu elenco, os seus personagens. Mas chega um momento em que isso se torna o show de uma mulher só ou de um homem só. Vocês ficam por conta própria. O palco é de vocês. Vocês deixam de usar os outros. São vocês de pé, por conta própria, na Presença Eu Sou de si mesmos.

Quando vocês chegam nesse ponto, quando podem ser sinceros com relação a isso, quando é só o Eu Sou que fica no palco, não esses outros humanos com os quais vocês se cercaram, então vocês vão perceber uma coisa linda: que existe a projeção de si mesmos e todos os aspectos magníficos que vocês já tiveram, todos os aspectos bem integrados, e que vocês, de fato, não precisam das outras pessoas; vocês não precisam delas no sentido de como as usavam no passado.

Assim, eis o dilema: vocês estão com alguém, vocês têm filhos, vocês têm um companheiro, até mesmo seus pais, e há esse jogo todo sendo jogado – vocês se descobrindo através deles – e isso precisa ter fim, em determinado nível da iluminação ou da tomada de consciência.

Agora, existem pessoas que tiram isso do contexto e dizem: “Adamus está dizendo pra vocês deixarem suas famílias, largarem seus bebês, se afastarem dos seus pais, não cuidarem deles.” Eu não estou dizendo isso. Eu quero que isso fique bem claro. Não estou dizendo isso. Estou dizendo pra acabarem com o jogo, acabarem com esse negócio de usar as pessoas pra verem a si próprios. Deixem de usar as pessoas, quer sejam guias, anjos, outros humanos ou qualquer um, pra ajudarem vocês a se descobrirem. Daqui pra frente, são vocês descobrindo vocês. Vocês não podem fazer isso através do marido ou da esposa, através dos filhos nem de mais ninguém.

Quando vocês fazem essa escolha dentro de vocês, de que vão liberar esse tipo de relacionamento, será que ele vai mudar? Será que isso mudará o relacionamento físico que vocês têm com eles? A energética? O carma? Será que eles vão se afastar? Quem sabe? Não importa.

Vou dizer uma coisa. Vocês não têm que fazer nada. Vocês não têm que ir pra casa e dizer: “Ah, o Adamus nos pressionou hoje. Agora eu tenho que tomar uma decisão. Será que largo o malando do meu marido?” Não estou dizendo isso de jeito nenhum.

É só uma questão de vocês fazerem a escolha de mudar as dinâmicas, as projectativas da iluminação. Isso, em si, mudará as dinâmicas dos outros relacionamentos. Vocês não têm que fazer nada. Vocês não têm que chamar o advogado do divórcio amanhã. A relação vai se equilibrar naturalmente.

Agora, não significa que não haverá drama nem conflito, porque humanos são humanos, e no instante em que as pessoas sentirem que os ganchos que colocaram em vocês foram tirados, e os ganchos que vocês colocaram nelas foram tirados, elas vão ficar chateadas. Vão ficar chateadas: “O que está errado com você? O que você está fazendo nessa reunião de culto? O que estão dizendo pra você?” Vejam bem, tudo isso. É quando vocês respiram fundo. Talvez estejam acontecendo mudanças na dinâmica energética.

Por outro lado, essa pode ser a coisa mais linda, o presente mais lindo que vocês venham a dar pra outra pessoa ou pra si mesmos. É uma liberação. É uma liberação de algumas ligações energéticas muito velhas.

Então, provavelmente, eu diria que as dez maiores questões, barreiras e preocupações com relação à iluminação estão representadas pelas outras pessoas. São as outras pessoas. Vocês não querem fazer isso porque têm medo de que possam magoá-las. Vocês não querem fazer isso porque há uma dinâmica estabelecida entre vocês há muitos anos. Vocês podem achar que não estão prontos pra sair disso.

Mas, meus caros amigos, como eu disse no começo, chega um ponto em seu reconhecimento da iluminação em que não há mais muitos guias em volta. Chega um ponto em que não há muitos “amigos” como vocês tinham antes. Chega um ponto em que não há muitos outros humanos, relacionamentos como vocês tinham. Não significa que eles se foram, apenas significa que mudaram.

Não posso dizer se eles vão embora ou não. Não posso dizer o que vai acontecer, mas é nessa hora que vocês respiram fundo e assumem que isso se trata da iluminação. E vocês assumem que vão fazer isso com o maior amor, primeiro por si mesmos e depois pelos outros com quem compartilham amor. Esse é o ponto em que vocês assumem e confiam que essa é a alegria do Eu Sou. Vamos respirar fundo com isso.

Merabh para a Liberdade

Como estamos chegando ao fim da Série da Liberdade, vamos fazer um pequeno merabh para a liberdade. Vamos reduzir as luzes, pôr uma música de fundo adequada, se possível, John.

[A música começa.]


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Merabh, que momento maravilhoso. Nós meio que estabelecemos as energias hoje; há um sentimento na sala. Agora podemos simplesmente respirar fundo. Agora vocês não precisam lutar com nada. Vocês nem mesmo precisam pensar no que conversamos hoje. Vocês não precisam trabalhar nisso. Vocês não têm que estudar isso.

Não é preciso suplicar. Um merabh é um momento maravilhoso em que apenas permitimos. Não há manipulação de energias. É só respirar fundo.

Nesses últimos dez Shouds, nós falamos de liberdade. De fato, nós falamos mesmo é de limitações. Ao longo dos dez Shouds, nós liberamos com amor uma a uma as limitações. Ah, pode ser completamente aterrorizante às vezes. Mas também é muito libertador, muito libertador.

Falamos de nos liberar das limitações da mente humana, do aspecto humano. Que ser adorável é esse aspecto humano, tão resiliente. Ah! Tão disposto a fazer a coisa certa, mas tateando no escuro sobre o que é a coisa certa.

O que nós fazemos? Nós nos liberamos desse aspecto humano ou de suas limitações, permitindo que o amor genuíno do humano se integre novamente ao Eu Sou.

Não consigo pensar em nenhum ser, de nenhum lugar da criação, que tenha mais amor do que aquele que os humanos têm, apesar de também terem mais conflitos com o amor, mais desafios. Provavelmente, porque o ser humano, tão adorável, tão verdadeiramente disposto a fazer a coisa certa, acabe se julgando muito severamente, estabelecendo padrões muito altos, se deixando afetar pelos fracassos – aquilo que chamam de fracassos – no amor, mesmo que o tempo inteiro ele aprenda mais e mais sobre o amor, cada vez mais sobre o amor, mais do que os seres de qualquer outro lugar.

Aqui estamos nós, concluindo a Série da Liberdade. Ela deu a vocês a oportunidade de olharem as coisas em sua vida que os mantinham limitados. Algumas têm sido divertidas. Outras têm imposto tantos limites que têm impedido vocês de sentirem e vivenciarem o verdadeiro Eu Sou aqui, nesta encarnação. É tão frustrante ter essas limitações... Algumas dessas limitações parecem estar permanentemente presas a vocês.

Assim, respirem fundo em direção à verdadeira liberdade.

Liberdade, iluminação – podem ser usadas como sinônimos.

[Pausa]

Apenas sintam por um instante. Eu perguntei antes: Quando tudo isso começou, esse caminho espiritual, esse despertar? Talvez há 2.000 anos, há 800 anos? Não importa. Como foi? O que aconteceu?

O que fez vocês perguntarem como e por quê? Coisa que poucos humanos se perguntam, mas algo fez vocês perguntarem. Por quê? Como? Algo fez vocês perguntarem: “Quem sou eu?”

[Pausa]

Isso, meus queridos amigos, tornou-se um aspecto. Ah, era de verdade. Era uma pergunta bem válida, ou perguntas, mas isso criou um aspecto.

Onde está esse aspecto agora? Onde está essa parte de vocês que saiu em busca de algo mais? [Pausa] Será que ela pode voltar pra casa agora? Será que ela pode voltar pra vocês agora? Será que ela pode passar para a fase da descoberta? Sem precisar mais ficar aí fora, vagando pelos corredores celestiais. Será que ela pode voltar pra casa agora, pra vocês neste momento, neste corpo, e começar a descoberta?

[Pausa]

Ela meio que já está caminhando direto pra dentro de vocês. [Pausa] Simplesmente dizendo: “Vamos vivenciar as coisas juntos. Vamos estar juntos. Vamos descobrir tudo juntos. [Pausa] Chega de buscas e peregrinações sem fim. Vamos simplesmente estar na experiência do Eu Sou. [Pausa] Seres livres. [Pausa] Seres iluminados.”

A propósito, a iluminação não significa o fim de uma jornada.
A iluminação é apenas a tomada de consciência da jornada, da experiência.

A iluminação não significa o fim; na verdade, significa que a diversão começa.
E nós faremos isso, enquanto seguimos em nossa Série da Descoberta.

Vamos respirar bem fundo. Ahh! Respirar bem fundo.

Todas essas expectativas da iluminação, todas essas pessoas na sua vida, que parecem impedir a sua iluminação, são ao menos uma boa desculpa. É hora de seguirmos além disso, de nos liberarmos disso.

Respirem bem fundo.

Meus caros amigos, Aandrah fará uma respiração com vocês daqui a pouco. Eu? Eu tenho uma festa de aniversário pra ir. Vocês todos estão convidados. Encontrem seu próprio caminho até lá. É no Clube dos Mestres Ascensos. O seu nome está na lista.

E, lembrem-se, quando fizerem seu próprio caminho pelos atalhos cósmicos, lembrem-se de que tudo está bem em toda a criação.

E assim é.

Obrigado.

 [Algumas pessoas dizem: “Feliz Aniversário!”]

E feliz aniversário pra mim!


AANDRAH: Sintam este momento, este caso de amor extraordinário.

Será que vocês vão mergulhar nessa piscina de amor incrível? Nesse caso de amor, com a contribuição de Adamus, com a contribuição da sua alma. Experimentem aqui.

Será que vocês vão respirar profundamente consigo mesmos, se apaixonar por si mesmos, com esse amor compassivo que está tão além da mente? Sintam isso, pois o amor compassivo enxerga vocês com os olhos da adoração, esse grandioso, grandioso presente que são vocês. Não quando vocês mudam, mas por serem quem são. Respirem. Respirem profundamente esse lindo, lindo caso de amor. Uma respiração de cada vez, uma respiração de cada vez. Celebrando. Celebrando a alegria, o seu nascimento. Celebrando o ser grandioso que vocês são. Uma respiração de cada vez, uma respiração de cada vez. Na alegria, na alegria, na alegria borbulhante de viver. Sim. Sim. Sim. Obrigada.


http://stelalecocq.blogspot.com/2013/08/adamus-expectativas-da-iluminacao-shoud.html
Tradução de Inês Fernandes – mariainesfernandes@globo.com
Os materiais do Círculo Carmesim com Tobias, Adamus Saint-Germain e Kuthumi lal Singh têm sido oferecidos gratuitamente desde agosto de 1999.
O Círculo Carmesim representa uma rede mundial de anjos humanos, chamados de Shaumbra, que estão entre os primeiros a fazer a transição para a Nova Energia. Enquanto eles vivenciam as alegrias e desafios da ascensão, tornam-se os Standards para os outros seres humanos em sua jornada de descobrir o Deus interior. Os encontros do Círculo Carmesim acontecem mensalmente em Denver, Colorado, onde Adamus apresenta as informações mais recentes através de Geoffrey Hoppe. Essas reuniões do Círculo Carmesim estão abertas ao público e todos são bem-vindos. Se você estiver lendo isto e sentir um sentido da verdade e conexão, você é realmente um Shaumbra. Você é um professor e um guia para os humanos e os anjos também. Permita que a semente da divindade cresça dentro de você neste momento e por todos os tempos que virão. Você nunca está sozinho, pois existe a família que está por todo o mundo e os anjos que estão ao seu redor. Você pode distribuir livremente este texto em uma base não-comercial, sem nenhum custo. Por favor, inclua as informações na sua totalidade, incluindo as notas de rodapé. Todos os outros usos devem ser aprovados por escrito por Geoffrey Hoppe, Golden, Colorado. Ver contatos página no site: www.crimsoncircle.com
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LUZ!
STELA

sexta-feira, 8 de junho de 2012

ADAMUS - O FIM DA EVOLUÇÃO


O FIM DA EVOLUÇÃO
Apresentando ADAMUS,
canalizado por Geoffrey Hoppe

OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM
A Série e2012 - SHOUD 10
Apresentado ao Círculo Carmesim
em 2 de junho de 2012
www.crimsoncircle.com/br

Eu Sou Adamus of Sovereign Domain.

Vou abrir os olhos de Cauldre. [Risadas e Sart diz: “Sim, é seguro.”] É seguro. É seguro contemplar estes humanos, anjos incríveis, seres grandiosos que, às vezes, se esquecem de quem são. Seres grandiosos que, às vezes, adquirem o hábito de sofrer, passar por necessidades, mas ainda assim seres grandiosos.

Chamávamos isto aqui de Sala de Aula da Nova Energia Espiritual.
Vamos mudar isso, respirando fundo.
Vamos chamar de Sala de Aula da Ascensão em Vida, queridos Shaumbra.
É o que estamos fazendo aqui. A Sala de Aula da Ascensão em Vida. Hum.

Ah, sim, Por favor, meu traje... algo um pouco mais... oh, a capa primeiro, é claro. [Alguém deixou uma capa e um chapéu para Adamus e David o ajuda a se arrumar; a plateia responde: “Ah!”] Obrigado. Precisa ser amarrada [a capa] na frente. [Risadas] Muito apropriada. Parece meio vampiresca.

EDITH: De volta para o Drácula. [David termina de atar a capa.]

ADAMUS: Ah, obrigado.

DAVID: Agora o seu chapéu, senhor. [David entrega a ele um chapéu com uma pena.]

ADAMUS: Ah, não, o seu chapéu. [Risadas] Esse! [Ele aponta para a boina carmesim do David.] Não me dê esse; quero o seu. [David obedece e a plateia responde: “Ah!”] Ah, meu mensageiro tem um cabeção.
DAVID: Tem.

ADAMUS: Ah, sim. As fotos, por favor. Ah. Com minha senhora, por favor.

LINDA: O que estou fazendo aqui? [Linda recebeu uma peruca lilás à moda do século XVII.]

ADAMUS: Posando para as fotos. [Risadas e aplausos enquanto posam juntos.] Obrigado.

Bem-vindos à Sala de Aula da Ascensão em Vida. [Ele ri.] Para os que estão nos sintonizando pela primeira vez, sim, fazemos as coisas de maneira um pouco diferente aqui. Nós rimos, nos fantasiamos, cantamos, atuamos, somos escandalosos, selvagens, doidos... e retroagimos... No mês passado, fizeram uma brincadeira...

LINDA: Sinto muito. Aquilo não foi... não foi propriamente pra você. Vamos deixar claro.

ADAMUS: Obrigado.

LINDA: Minha nossa. David, David, David. [Linda arruma a capa.]

ADAMUS: Hum. Ele teve que entregar o chapéu.

No mês passado, se vocês se lembram, alguém chamado Sarducius... [Muitas risadas pelo modo com que ele se refere a Sart.] Sarducius hipnotizou todos vocês, sem consentimento. Fez com que vestissem trajes profanos. [Risadas pelo modo com que ele se refere às camisetas que serviram pra fazer uma brincadeira com Adamus no Shoud anterior.]

SART: Isso!

ADAMUS: Mandou vocês se levantarem na frente da câmera para o mundo inteiro ver e fez com que usassem no peito palavrinhas ofensivas. [Risadas]

Portanto, este mês, queremos premiá-lo com um certificado especial, compartilhando sentimentos de uma de minhas terras natais, a Transilvânia; compartilhando o reconhecimento de sua façanha, do seu humor. Concedemos um prêmio muito especial – se puder me passar o prêmio, por favor [falando com Linda] – como lembrança. Obrigado e, por favor, aproxime-se. Ele fez uma mistura de metáforas hoje. Ele é um monge e é um viking. Um monge viking. [Risadas quando Adamus se refere à fantasia de Sart.] Que diabos é isso?! [falando da roupa do Sart] É claro, que diabos é isto também?! Então... [Risadas quando ele se refere aos próprios adornos que está usando também.]

SART: Não sei bem!

ADAMUS: Então, evocando todos os sentimentos da Transilvânia e reconhecendo sua admirável façanha... [Risadas e aplausos quando Adamus mostra o certificado que diz: “Morda-me”.] Só pra você, Sarducius. É seu.

SART: Obrigado. [Risadas]

ADAMUS: Então, queridos Shaumbra, começamos este Shoud com uma canção, uma gargalhada e um sorriso.

As Energias de Maio

No mês passado, falei que energias muito intensas estariam chegando no período de 10 a 15 de maio, mais ou menos. Energias cósmicas, energias da Terra, energias do Espírito, energias das esferas Próximas da Terra, todas vindo. Vou pedir à Linda que leve o microfone para a plateia e vocês – os “voluntários” que ela escolher – responderão se sentiram essa energia e como foi. Vamos começar.

Cara Edith, cara Edith, como está a sua abundância?

EDITH: Grandiosa, caro Adamus.

ADAMUS: Obrigado. Você quer viver?

EDITH: Sim.

ADAMUS: Ótimo.

EDITH: Estou aqui, não estou?

ADAMUS: Então, você será abundante. Com certeza.

EDITH: Estou aqui. Mês que vem vou fazer 74 anos. Dá um tempo! Já tô aqui há um tempo! [Aplausos da plateia]

ADAMUS: Como você sentiu a energia, querida Edith?

EDITH: Tive alguns sonhos estranhos.

ADAMUS: Só isso?

EDITH: Correto. E depois fui extravagante e comprei seu livro novo. [Risadas]

ADAMUS: Fizeram você pagar pelo livro?

EDITH: Ah, só estou brincando.

ADAMUS: Fizeram você comprar um livro que carrega tanta energia sua? Ele é seu. [Ele dá a ela uma cópia do seu novo livro, “Live Your Divinity” – Viva a Sua Divindade.] Ah, é. Posso fazer isso facilmente. [Risadas]

EDITH: Uau, obrigada.

ADAMUS: Ah, merci. Ótimo. Então, sonhos estranhos, presentes repentinos de abundâncias que parecem vir de lugar nenhum.

EDITH: Certo.

ADAMUS: Sim, e o que mais?

EDITH: Hummm. Eu não sei...

ADAMUS: Eu estava em seus sonhos?

EDITH: Tive um bom mês. Oh, fiz muitas...

ADAMUS: Eu estava em seus sonhos?

EDITH: ... coisas que trouxeram dinheiro. Não. Vejamos...

ADAMUS: Não?!

EDITH: Hum?

ADAMUS: Eu estava em seus sonhos?

EDITH: Ah, sim, dançamos tango.

ADAMUS: Ah, ótimo. Ótimo. E?

EDITH: Mentira. [Risadas]

ADAMUS: Quase 74 e tão assanhada.

EDITH: Oh, quer que eu bata em você? Não use essa palavra, “assanhada”!

ADAMUS: Assanhada, serelepe. Vivaz! Animada.

EDITH: Obrigada.

ADAMUS: E abundante. Ótimo. Ótimo. Então, sonhos?

EDITH: Oh, foram estranhos, e comecei a me lembrar deles; não costumava lembrar deles.

ADAMUS: Todos os sonhos não foram estranhos?

EDITH: Foram.

ADAMUS: Foram. Ótimo. Obrigado. Obrigado.

EDITH: De nada.

ADAMUS: Próximo. As energias do mês passado. O que vocês sentiram?

MARY SUE: Acho que preciso de ajuda aqui. Não sei bem se senti algo incomum.

ADAMUS: Que bom. Ótimo. Tudo bem.

Prosseguindo.

PAUL: Ahá. O que eu senti? Na verdade, foi um período muito intenso e muito rápido.

ADAMUS: Sei.

PAUL: Os sonhos foram mais esquisitos do que o normal. Você estava em todos os sonhos esquisitos. É, sim. É.

ADAMUS: A Edith estava nos seus sonhos? [Risadas]

PAUL: Você sabe que estávamos revivendo aquele “querer do jeito fácil... ou doido” no mês passado.

ADAMUS: Sim. Ótimo.

PAUL: É. Então, essa escolha...

ADAMUS: Foi dinâmica? Intensa?

PAUL: Foi dinâmica, intensa. Mas fiquei feliz que a semana acabou.

ADAMUS: Ótimo.

PAUL: É.

ADAMUS: Ótimo.

PAUL: Embora ainda esteja acontecendo em alguma versão.

ADAMUS: Ah.

PAUL: É.

ADAMUS: Sim.

PAUL: É.

ADAMUS: Ótimo. Prossiga, Linda. Energias intensas.

TIFFANY: Estou tão feliz que seja junho.

ADAMUS: [rindo] É.

TIFFANY: Adamus, converso muito com você quando estou no banheiro, não sei por quê. Quando estou no chuveiro, quando estou, sabe, usando o banheiro.

ADAMUS: Eu fico de olhos fechados.

TIFFANY: E, não sei se você percebe, mas sempre acabo rindo. Assim: “É, estou falando com Adamus de novo. Estou aqui no banheiro...”

ADAMUS: Agora, por que será que falo com tantos de vocês, não apenas no banheiro, mas no chuveiro? [Alguém diz: “Por causa da água.”]

TIFFANY: É a água?

ADAMUS: Água. Sim, o que mais?

TIFFANY: Pela nudez? [Risadas]

ADAMUS: Madame, eu sempre uso a minha capa. [Risadas quando ele se tapa todo com a capa.]

TIFFANY: [rindo] Nem sempre! Nem sempre! [Mais risadas]

ADAMUS: E?

TIFFANY: Tive sonhos realmente legais.

ADAMUS: Não, vamos voltar para o banheiro.

TIFFANY: Ah, voltando ao banheiro? Bem, no...

ADAMUS: E Linda pode responder, porque ela e Cauldre precisar lidar com isso o tempo inteiro. Por que no banheiro?

LINDA: Por quê?

ADAMUS: É tranquilo!

TIFFANY: Oh, tranquilo.

ADAMUS: É tranquilo! Quantos levam os celulares pro banheiro? Não respondam; não quero saber. [Adamus ri.] Quando vão pra lá, geralmente, é pra realizar uma função do corpo, e é tranquilo.

LINDA: Geoff e eu conversamos no banheiro o tempo inteiro sobre não conversar no banheiro.

ADAMUS: Nada de tratar de negócios no banheiro, é. E, ah, bem, negócios sim, mas seus negócios pessoais no banheiro. Então, é um momento de tranquilidade. Há momentos em que os Mestres Ascensos, os seres angélicos, em que nós sabemos que podemos nos aproximar pra ter uma conversa com vocês. Geralmente, quando vocês dirigem, mas descobrimos que isso aumenta, substancialmente, o índice de acidentes, mais do que ficar enviando torpedos.

No banheiro, por estarem relaxados. No chuveiro, porque é calmo – quando se banham com água. Ou, às vezes, quando estão se maquiando ou se vestindo – um dos pouquíssimos momentos. É mais difícil chegar até vocês na hora que vão dormir à noite. Por quê? Porque vocês estão preocupados com tudo. É quando a mente fica falando; a conversinha da mente é, de fato, nessa hora. A mente tem hora marcada com vocês nesse momento. [Adamus ri.]

Falamos com vocês no estado de sonho, é claro, mas daí vocês não se lembram e muito frustrante pra nós. Às vezes, durante uma refeição, mas vocês geralmente fazem outras coisas quando comem. Já perceberam? Assistem à TV, entram na Internet, cuidam de e-mails, fazem muitas coisas enquanto comem. Antigamente, a gente se aproximava enquanto comiam, mas não muito agora.

Então, “hora do banheiro” é uma expressão popular nas esferas angélicas. “Ooh! Foram pro banheiro! Vamos lá correndo ter uma conversa sagrada com eles.” [Risadas] Ótimo. Sim.

TIFFANY: É, obrigada por compartilhar.

ADAMUS: Então, desculpe. O que você vivenciou?

TIFFANY: Meus sonhos foram muito maneiros, porque entendi coisas enquanto dormia.

ADAMUS: Sei.

TIFFANY: E, quando acordei, não tive ideia do que foi, mas as coisas mudaram. Então, sim, foi realmente ótimo. De vez em quando, preciso dizer que basta; meu corpo precisa dormir à noite.

ADAMUS: Sim.

TIFFANY: Mas não precisei. Na verdade, eu não estava aqui no mês passado, e senti muita falta de todos vocês. Do pessoal. Mas assisti pelo computador e todo o “ir ou ficar”, coisa que foi realmente importante pra mim. Foi como, bem... “espera aí, eu ainda não disse que vou ficar?” E então, percebi que não, ultimamente.

ADAMUS: Não, ultimamente.

TIFFANY: É que é preciso ficar... como cada respiração. Agora, é assim: “Ooh, eu respirei...”

ADAMUS: Sim.

TIFFANY: “... então, sim, vou ficar agora. Oh, estou respirando de novo. Tudo bem, sim, vou ficar agora.” Então, é a cada momento.

ADAMUS: É fácil dizer, às vezes, até mesmo casualmente, quando se depara com a pergunta: “Você realmente quer ficar aqui?” É fácil dizer: “Bom, é claro.” Mas, na verdade, é uma resposta sem convicção e comprometimento. Então, ela volta. A pergunta vai voltar pra vocês através de mim, através de outra pessoa.

TIFFANY: Quando estou no banheiro.

ADAMUS: “Você realmente quer estar...” No banheiro, sim. “Você realmente quer estar aqui no banheiro? [Ele ri.] Sim. Ótimo. Obrigado.
Próximo. As energias do mês passado.

SUSAN: Bem, tenho que dizer que não foram tão intensas quanto eu esperava. Como você estabeleceu as expectativas, achei que isso talvez tivesse alterado um pouco a minha experiência.

ADAMUS: E se eu não tivesse mencionado nada, tivesse decidido manter isso em segredo?

SUSAN: É, acho que teríamos vivenciado de qualquer forma, mas ter uma expectativa ajudou a lidar com as energias de transição. Veja, nós sabíamos que elas estavam vindo, então, falei com muitas pessoas que sabiam delas, que as vivenciaram e isso mudou nossa experiência, mudou isso pra nós. Mas, pra mim, o mês todo foi intenso, na verdade.

ADAMUS: Intenso. Sim.

SUSAN: E não apenas aqueles dez dias. E, definitivamente, presenciando muitos extremos entre meu lado divino e meu lado humano.

ADAMUS: Ah.

SUSAN: Então, é assim que descrevo a coisa.

ADAMUS: Muitos extremos. Ótimo, muito bom. Mais pessoas.

JULIE: Muita clareza e muito sim.

ADAMUS: Sim. Pode ficar de pé?

JULIE: Claro. Então, definitivamente, muita clareza. Só lembrando e bum, bum, bum. Foi rápido, rápido, rápido.

ADAMUS: Muito rápido.

JULIE: É, muito rápido e muito mais fácil.

ADAMUS: Ótimo. E o seu corpo – o corpo físico?

JULIE: Oh, nossa. São mudanças no DNA.

ADAMUS: Isso...

JULIE: Expandindo a espinha dorsal.

ADAMUS: Ééé!

JULIE: Minha coluna tá dizendo ufa.

ADAMUS: Sei.

JULIE: As coisas que costumo fazer – yoga, equitação – saíram bem desajeitadas.

ADAMUS: Sei.

JULIE: Mas foi muito fácil com o meu corpo. Muita respiração, muito líquido.

ADAMUS: Muitas mudanças.

JULIE: Usei todas as ferramentas que eu costumava usar antigamente, só por diversão, pra me lembrar de respirar, de permitir, de ser.

ADAMUS: Certo. Ótimo.

JULIE: Foi divertido.

ADAMUS: E também, só como um parêntese, alguns podem ter reparado que as velhas ferramentas não funcionam mais tão bem. Coisas que realmente funcionavam pra vocês no passado, de repente, deixaram de funcionar. E, provavelmente, não funcionarão mais. O básico sempre estará lá. Respirar, respirar e respirar vai estar lá e vai funcionar. Mas outras ferramentas que vocês tinham... algumas eram muito mentais, outras meio velhas. Então, é muito desconcertante quando os velhos recursos, as velhas coisas, os remédios, florais ou não, que usavam – literal ou simbolicamente – não funcionam mais. As medicações parecem não funcionar como funcionavam. As ervas ou outros suplementos parecem não funcionar.

JULIE: E sinto que posso brincar com isso tudo, de maneira consciente.

ADAMUS: Sim.

JULIE: Eu posso usar essa memória, essa impressão...

ADAMUS: Com certeza.

JULIE: ... pra respirar. É mais como um jogo.

ADAMUS: Isso. Ótimo.

Excelente. As energias do mês passado.

SCOTT: Eu assisti ao Shoud...

LINDA: Levante-se! Levante-se!

SCOTT: ... acho que no dia 5, e então... fiquei meio... quase tive... fiquei esperando consequências negativas para o dia 10...

ADAMUS: Sério?

SCOTT: É, tipo... foi exatamente o oposto.

ADAMUS: Ah! Ah!

SCOTT: Eu me lembro que no dia 10 eu estava na cama e as ideias criativas começaram a fluir feito loucas. Fiquei dando graças a Deus, é algo positivo. Então...

ADAMUS: E como você preservou essas ideias? Em outras palavras, é comum que uma ideia criativa flua e, no momento seguinte, se vá, mesmo que você diga que irá se lembrar. Como você se manteve conectado com elas?

SCOTT: Usando o Evernote. (N. da T.: Evernote é um software gratuito com diversos recursos para registrar e arquivar notas.) Fiz mais anotações do que de costume, mas algumas... muitas ideias ficaram no topo da lista, então não são coisas que eu vá esquecer depois, acredito, porque eram como se eu pudesse ver que seriam necessárias depois. Eu posso fazer isso, posso fazer. E então foi... foi tudo positivo pra mim.

ADAMUS: Ótimo.

SCOTT: A ponto de mal conseguir dormir de tanta empolgação com as ideias.

ADAMUS: Sim, certamente.

SCOTT: E uma coisa que também foi marcante... aquilo que você tinha dito, que eram as... a maior mudança do mês... eu lembro que eram as ferramentas criativas e mentais para resolver problemas, em vez da preocupação com a coisa. Eu segui em frente e de repente: “Oh, essa é uma solução perfeita pr’aquilo.” Então...

ADAMUS: É. Excelente.

SCOTT: É.

ADAMUS: Excelente. Ótimo. Curtindo a onda. Curtindo a onda.

LINDA: Mais? [Adamus diz que sim com a cabeça.]

JOSHUA: Bom, o mês que passou estava associado, principalmente pra mim, com raiva, impaciência e frustração.

ADAMUS: Ótimo. E como foi isso? Soa como se fossem três parentes seus. [Risadas]

JOSHUA: Foi frustrante, mas também algo muito bom.

ADAMUS: Sei. Ajudou a dar ânimo e a passar o mês?

JOSHUA: Isso, ambas as coisas.

ADAMUS: Ótimo. Como você lidou com isso? Quando esses sentimentos vieram à tona, o que você fez?

JOSHUA: Eu explodi.

ADAMUS: Ótimo! Muito bom mesmo. Ele explodiu. Não, é bom. Pra cima de alguém?

JOSHUA: Sim.

ADAMUS: Ah, isso já não é tão bom, a menos que você avise antes, ou dê muito dinheiro antes. [Algumas risadas]

LINDA: Você parece um cara comedido. Como foi explodir?

JOSHUA: Meio confuso.

ADAMUS: É. Gritou?

JOSHUA: Gritei também.

ADAMUS: Ótimo, ótimo. Muito bom. Teve pensamentos insanos durante o mês?

JOSHUA: Não muitos.

ADAMUS: Ah. Espere este próximo mês. [Risadas] Ótimo. Foi muito honesto. Eu gosto disso. Eu gosto. Ótimo.

Próximo. Como foi o mês? [A pessoa dá um longo suspiro.] Ah, tudo bem.

GABRIELA: Nada diferente.

ADAMUS: Nada diferente.

GABRIELA: Não, o primeiro pensamento que tive quando você mencionou isso foi: “Oh, esse é um implante interessante.”

ADAMUS: Hã-hãm.

GABRIELA: É. E, não, não foi muito diferente do resto do mês.

ADAMUS: Como foi o resto do mês?

GABRIELA: Intenso!

ADAMUS: Ah. [Ela está rindo.] Mais do que intenso. Ótimo. Ótimo. Como você se sente neste momento, fisicamente?

GABRIELA: Bem.

ADAMUS: Bem. Mentalmente?

GABRIELA: Um pouco cansada.

ADAMUS: Cansada.

GABRIELA: É.

ADAMUS: É. Ótimo. E deve estar mesmo.


GABRIELA: Por quê?

ADAMUS: Por causa da intensidade que afeta o corpo e, sem dúvida alguma, afeta a mente. Você está aqui num ambiente diferente. Você está passando por uma arrumação da casa, uma reorganização.

GABRIELA: Sim, é verdade.

ADAMUS: E isso vai deixá-la cansada. Algumas vezes, o cansaço é bom. Sei que os humanos não gostam de ficar cansados, mas o que é importante no cansaço? [Alguém grita: “Dormir!”] Tira vocês da mente. Quando vocês realmente estão cansados, a mente não fica fazendo aquele rastreamento habitual. Vocês realmente sentem as coisas quando estão cansados. Ótimo. Mais alguns.

KARI: Bem, no último domingo, minha filha e um amigo vieram me ajudar a reorganizar meu apartamento. Eu já vinha trabalhando nisso há um tempão. Minha amiga Joanie aqui me ajudou, e continuamos o trabalho com essa energia incrível. Transformamos o quarto... nos livramos da cama e colocamos uma linda cama de embutir na parede. Transformamos o quarto num lindo home office.

ADAMUS: Que bom.

KARI: Juntas, nós estamos trabalhando pra... veja bem, ajudar as pessoas a viverem mais, serem mais saudáveis, mais felizes e mais abundantes. E essa é a nossa meta. Sinto que essa é a minha missão divina.

ADAMUS: Ótimo. Esqueça a meta.

KARI: Ah, tá.

ADAMUS: Metas são uma droga.

KARI: É, concordo.

ADAMUS: Realmente são.

KARI: Usei a palavra errada. Palavra errada, concordo. Concordo.

ADAMUS: Mas siga com a paixão. Siga com a paixão.

KARI: Sim.

ADAMUS: Certo, com certeza. Ótimo.

KARI: Lindo.

ADAMUS: A limpeza e reorganização literal da casa normalmente são um indício de que algo também está acontecendo do lado de dentro.

KARI: Certo.

ADAMUS: Como você se sente neste momento?

KARI: Ah, estou entusiasmada. E tenho todos os tipos de energia...

ADAMUS: Fisicamente?

KARI: Fisicamente.

ADAMUS: Ótimo.

KARI: Sim. Não consigo dormir muito. Vou levando, levando.

ADAMUS: Ah! Ah!

KARI: Então, tenho ficado muito cansada. Eu dormi demais hoje de manhã e quase que não dava pra vir pra cá. Então... mas, é, eu... eu me sinto ótima, me sinto ótima no geral.

ADAMUS: Ótimo. Ótimo. Mais duas pessoas.

JOYCE: Hum, vejamos.

ADAMUS: Está meio quente. [Adamus tira a capa.]

JOYCE: Foi um pouco... ah, o que... como... vibrante. Fiz muita coisa, acompanhei minha filha por aí e o neto e não gosto de ir a shoppings, muitas pessoas e minha filha me dizendo o que fazer o tempo inteiro. [Ela ri.] Então, eu simplesmente...

ADAMUS: Como foi isso pra você? Intenso? Frustrante? Irritante?

JOYCE: Intenso, frustrante, mas então voltamos pra casa e tirei uma soneca rápida.

ADAMUS: É, sinto muito, mas...

JOYCE: Voltamos e tirei uma soneca bem rápida. Não aguento. [Ela ri quando Adamus se aproxima e a olha bem de perto.]

ADAMUS: Mais espírito nos seus olhos.

JOYCE: Tem mais?

ADAMUS: Mais vida em seus olhos, com certeza.

JOYCE: Oh, estou me sentindo ótima agora.

ADAMUS: Isso, ótimo. Ótimo.

JOYCE: É. As coisas estão indo bem.

ADAMUS: Excelente. Ótimo. Mais uma pessoa.

DORIS: É bom estar aqui. Foram alguns meses intensos. Saber o que eu queria, saber onde estava a minha paixão, não desacelerar demais pra não ficar presa. E as últimas semanas foram mais calmas, fiquei mais no comando, tive uma clareza como nunca antes.

ADAMUS: Excelente.

DORIS: É.

ADAMUS: Excelente.

DORIS: É uma coisa linda. Foi intenso e, quando eu ia ficar atolada, eu me acalmava, respirava e mantinha meu equilíbrio.

ADAMUS: Que bom.

DORIS: E tenho uma clareza louca no momento.

ADAMUS: Ótimo, porque eu não implantei nada com relação às energias. Elas foram muito reais. Eu quis dar a todos uma ideia sobre elas pra que pudessem saber de antemão que elas estavam chegando. Mas a clareza eu implantei, sim.

DORIS: Obrigada.

ADAMUS: Ótimo. Sim. Ótimo. Clareza, que coisa maravilhosa! Ter clareza, compreensão. Mais uma pessoa.

LINDA: Mais uma?

ADAMUS: Mais uma. Mary, como foi o mês?

MARY: Foi excelente.

ADAMUS: Ótimo.

MARY: Passei a semana como se nada diferente estivesse acontecendo. Mas depois parece que a energia ficou mais intensa e criei uma coisa.

ADAMUS: Ótimo.

MARY: E percebi que era a minha paixão. Quando criei.

ADAMUS: Maravilha. O que você criou?

MARY: Criei um grupo pra nos reunirmos, nos encontrarmos pessoalmente.

ADAMUS: Sei. Com pessoas reais ou imaginárias?

MARY: Não, pessoas reais. Pessoas reais. [Algumas risadas]

ADAMUS: Nunca se sabe com os Shaumbra. Que bom. É possível ter um grupo de pessoas imaginárias e, às vezes, é mais divertido e eles vão embora na hora. [Risadas]

MARY: E também estou dando andamento a meu novo website e a muitas coisas.

ADAMUS: Ótimo. Ótimo.

MARY: Sim.

ADAMUS: Excelente.

MARY: Obrigada.

ADAMUS: Obrigado você.

Então, foram muitas energias intensas que chegaram.
Eu quis falar com antecedência sobre elas pra que vocês entendessem, se preparassem.

Efeitos da Energia na Terra

Essas energias que vieram pra Terra estão agora sendo absorvidas, como uma esponja absorvendo água; absorvidas pela Terra, absorvida pelas pessoas. A maioria das pessoas – a maioria – não chegou a reparar em nada além do normal nesse período. Vocês provavelmente... Vocês, Shaumbra, ao redor do mundo, provavelmente notaram mais porque estão mais sensíveis às energias agora.

Essas energias estão sendo absorvidas agora. Junho deve ser um mês muito interessante, não necessariamente pra vocês. Eu diria que junho será um mês relativamente calmo ou fluido pra vocês. Não enfadonho, de modo algum, mas um mês fluido.

O resto do mundo? As pessoas vão começar a sentir essa intensidade. E considerem a combinação de alguns eventos solares e astrológicos ocorrendo, o calor do verão – o calor. Olhem, esqueçam todas essas energias alternativas de cura; o tempo mais quente e o clima estranho – clima estranho, estranho, estranho – vão afetar as pessoas. Vão atacá-los primeiro no corpo, porque essas energias estão vindo pra atender um belo propósito.

Antes de mais nada, elas estão apoiando ou facilitando a mudança física do modelo humano – o corpo de Adam Kadmon (o homem primordial). Estão literalmente mudando o DNA, mudando a estrutura biológica, literalmente separando ou afastando algumas dessas energias atlantes de conformidade que assumem grande parte da biologia. Particularmente para os que estão prontos, e não são muitos realmente. Que dispositivo bizarro [referindo-se ao novo ventilador no palco].

Não são muitos, mas, para os que estiverem prontos, essa energia vai, literalmente, entrar na biologia e arrancar as características hereditárias da família, arrancar o carma ancestral e as pessoas vão sentir o resultado primeiro no corpo.

Normalmente, Shaumbra, quando olham no espelho, vocês contemplam o corpo e ele é, na verdade, de certa forma, um subproduto de seus ancestrais. Não é bem uma escolha de vocês, somente os acessórios que vocês usam ou o modo como se vestem. Mas o corpo – seu corpo físico – é um simples subproduto dos malditos ancestrais. É. Seja pra melhor ou pra pior, entendam. O que está acontecendo agora, à medida que essas energias chegam, para aqueles que estão prontos, ela vai afastar, tirar vocês disso, acabar com toda a coisa ancestral.

Alguns não entendem direito o que eu digo. Acham que sou contra famílias. As famílias são excelentes, desde que vocês não se envolvam carmicamente, desde que vocês não percam na loteria e acabem com determinadas características.

Este corpo... [Ele gesticula com alguém.] Não, este corpo. [Ele gesticula para o Sart agora.] Este corpo deve ser e pode ser o subproduto de sua própria paixão, de sua própria alma e de sua própria escolha. O que quero dizer com isso? Quero dizer que, com essas energias intensas chegando, vocês literalmente podem transformar seu corpo, se assim escolherem; a sua aparência. Vocês podem começar a transformar algumas características.

Se não escolherem, porém, é provável que não aconteça além de um certo grau. Mas se disserem: “Ei, este é o meu corpo; ele não pertence mais a essa linhagem ancestral. Esta é a minha vida; não é só um subproduto dos meus aspectos de vidas passadas. Esta é a minha mente; ela não é só um subproduto da programação hipnótica. Eu Sou o que Sou.” Então, vejam, vocês começam literalmente a transformar o corpo, a mente, a sua identidade.

Já falamos antes sobre nomes. Muitos de vocês – alguns – mudaram de nome. Isso é perfeitamente compreensível, porque o outro nome geralmente foi dado pelos pais. Digo, examinem seu nome. Vocês teriam escolhido esse nome? Provavelmente não. Não que ele seja feio, mas vocês provavelmente não escolheriam esse.

Então, vocês estão começando toda uma transformação. Essas energias que chegaram no mês passado – enormes – são o que eu chamaria de energias de separação. Energias de separação.

Energias de Separação

Agora, vai parecer que há uma contradição no que estou dizendo hoje – se permanecerem acordados até o fim –, porque depois vão falar: “Mas você acabou de dizer que tinha a ver com separação e agora está dizendo que tem a ver com integração. É qual das duas?” Ambas. Ambas. Por quê? Muitas vezes, quando energias opostas, produzidas pela quebra de consciência – geralmente, pela quebra do modo de pensar, mas às vezes da consciência... energias opostas vêm juntas. Ele quer se sentar [referindo-se a Cauldre; Adamus se senta um instante]. Elas vêm juntas no mesmo recipiente. [Adamus se levanta de novo.]

LINDA: Que legal.

ADAMUS: Eu me sentei! [Risadas] Elas são trazidas no mesmo recipiente, no mesmo corpo de vocês. Pode ter energias muito opostas, a sua mente. É quase como se estivessem mescladas, unidas ou fundidas, mesmo que sejam opostas. As características – seus desejos versus o que se manifesta em sua vida – são muito opostas ou muito diferentes.

O incrível é os humanos serem capazes de fazer o seguinte: se agarrar a conceitos e energias aqui, a construções e pensamentos lá, a coisas que, em sua forma simples, parecem ser totalmente opostas. Mas vocês são capazes de trazer essas coisas, embrulhadas no mesmo pacote, comprimidas e fundidas, sem que elas façam parte, necessariamente, umas das outras, afinal.

Vocês estão passando agora por um período de separação. A separação de coisas que não servem realmente mais pra vocês, desde conceitos que ficaram no passado – e que não são mais seus necessariamente – até manifestações que definitivamente não são de vocês.

Mas algumas dessas manifestações, algumas das coisas que estão acontecendo em sua vida agora, estão aí simplesmente por causa de velhas rotinas e padrões iniciados num tempo bem lá atrás. Foram colocadas no piloto automático e continuam a acontecer. Continuam a se repetir. Continuam a reproduzir os mesmos resultados, mesmo que sua mente, suas crenças, sua consciência diga: “Não, eu quero algo diferente.”

Assim, vocês convocaram essas energias incríveis em massa, basicamente dizendo:
“Preciso de algo pra afastar esse negócio todo. Pra resolver isso.”

E o fato é que muitos de vocês fizeram isso graciosamente; muitos fizeram com dores pelo corpo todo, porque essa é geralmente a primeira coisa que acontece – dor pelo corpo todo nesse período –, porque vocês vão sentir as coisas no corpo primeiro. À medida que as velhas construções são desfeitas, vocês vão sentir dores. Na coluna, nos ombros, na cabeça – essas coisas.

A boa notícia é que vocês conseguiram respirar. Vocês não ficaram só na mente com relação a isso. Vocês não entraram em pânico. E, mesmo sentados aqui, neste momento, há uma tremenda quantidade de transformação ininterrupta ocorrendo em seu corpo.

E eu levanto a questão sobre o carma ancestral, porque é uma das maiores questões, uma das maiores argamassas que vocês carregam no corpo, uma das coisas que liga vocês a ele. Não é que os ancestrais tivessem genes ruins ou maus atributos, embora haja algumas características de doenças costuradas aí. Não é que fossem coisas ruins, é que simplesmente não são suas. Simplesmente não são suas.

E a pergunta passa a ser “O quê?” A pergunta que faço aqui pra vocês é, digamos que o corpo possa ser transformado... O que vocês escolhem? O que vocês querem? Bem, a primeira coisa deve ser a liberação dessas doenças ancestrais – doenças cardíacas, diabetes, câncer. Muitas dessas coisas literalmente fluem pela linhagem ancestral, fluem direto pro seu corpo. O corpo está cheio de doenças potenciais no momento que vieram fluindo pela linhagem.
E não são só as doenças; é a raiz da doença que também passa através da linhagem. O que causa o câncer? [Alguém diz: “O ódio.”] O ódio. Então, o ódio começa o processo e, depois, essa energia do câncer flui pela linhagem, entra no carma ancestral, no seu sangue, no seu DNA e aí está ele. Não é realmente seu. Não pertence a vocês. Assim como muitas outras coisas.

Então, agora, neste momento – digo, bem agora aqui, neste momento maravilhoso – se apresenta uma grande oportunidade pra liberar tudo isso. Nada é realmente seu.

Coisas como envelhecer, é claro. Todos querem ser mais jovens. Mas mesmo os atributos do envelhecimento... Vocês podem fazer um gráfico com o tempo de vida de seus ancestrais, quando morreram... isso realmente também não pertence mais a vocês. [Linda entrega a ele algo para beber.] Obrigado. Também não pertence mais a vocês, então, vocês podem deixar isso ir.

Será que isso significa que, de repente, vocês vão ficar mais jovens? Eh, talvez. Possivelmente. Vocês vão começar a agir de um jeito mais jovem, porque não tem mais um relógio contando: “Minha mãe só viveu até 74 anos; meu pai morreu quando tinha 58.” Vocês sentem o tique-taque desse relógio dentro de vocês. Bem, ele existe. Está programado bem aí. Vocês o liberam. Isso não significa, necessariamente, que vocês vão ficar mais jovens, mas vocês deixam de se fiar no relógio biológico da morte que pertencia a outra pessoa.

Outros atributos, os seus atributos físicos. O peso de vocês bem pode ser algo de seus ancestrais. Daí, vocês herdam isso, trazem isso pra cá.

Meus caros amigos, essa energia que chegou está aqui pra apoiá-los na separação amorosa das coisas que não são de vocês. E adivinhem uma coisa? Vocês não podem fazer isso a partir da mente. Vocês tentam. Não funciona. Vocês tentam dizer: “Vou me forçar a mudar esse jeito de ser. Vou me forçar a ser mais magro, a ser mais jovem.” Não funciona. É muito mental. A mente não consegue estimular energia suficiente pra realizar isso.

A energia vem da paixão e da clareza. A mente pode pensar o que quiser, mas nunca vai fazer com que percam 5, 10, 15 quilos. De fato, ela faz o contrário. Vocês se enganam – sua mente engana vocês – por um curto período de tempo, achando que estão perdendo peso. Daí, sobem na balança e talvez... adivinhem o quê? O tempo todo, essa outra energia que está a postos, predefinida, e que realmente não é de vocês, na verdade já está devolvendo os quilos e um pouco mais. Reparem quando entram numa dieta? Assim que param, ganham mais peso.

Essas energias que acabaram de chegar, se vocês respirarem essas energias, confiarem em si mesmos e conseguirem aproveitar a vida, parar de se preocupar com as coisas, elas vão, de fato, apoiar a liberação de sistemas muito, muito, muito velhos, sistemas fétidos, coisas que realmente não são de vocês.

Na mente, é onde ela se instala depois, na mente, e é o que vocês vão notar mais em junho. Elas estão sendo absorvidas. Vai começar entrando nas construções mentais. Não apenas nos sistemas de crenças, mas literalmente no modo como a mente trabalha e processa a energia e produz os pensamentos de vocês.

Quantos de seus pensamentos não são de vocês? Chutem. [A plateia dá várias respostas.] Algo entre 90, 95% realmente não é de vocês. Não é de vocês. Vem dos aspectos. Vem da consciência de massa. Vem da pessoa sentada ao seu lado. Vem dos registros históricos ou dos bancos de memória da mente. E, quando digo bancos de memória da mente, estou dizendo que eles não pertencem a vocês. Não são de vocês. É uma separação.

Separação. Por quê? Porque esses pensamentos produzidos pela mente, que ficam estocados lá e que particularmente se enquadram nos sistemas de crenças, medos, preocupações, esse tipo de coisa, foram desenvolvidos quando vocês eram muito novos, na maioria das vezes – a base deles – ou mesmo em outra existência. Foram desenvolvidos numa existência anterior mesmo que seja no mesmo período biológico em que vocês estão agora. Em outras palavras, vocês tinham 10, 20, 30 anos, não importa. Era uma existência diferente. Era uma existência diferente. Realmente era, e não pertence necessariamente a vocês.

Assim, essas energias de separação estão vindo pra facilitar a remoção disso. O que vocês podem fazer? Bem, a melhor coisa é assistir a um bom filme e rir. A melhor coisa é não se preocupar com elas, porque vocês as convocaram pra cá. Vocês pediram por essas energias intensas, e elas precisam ser intensas pra realizar essas coisas todas. Vocês as chamaram pra estar aqui.

Agora, vocês não precisam fazer nada, realmente, a não ser respirar um pouco de maneira consciente, lembrar de suas escolhas, rever a razão primordial para ainda estarem aqui neste planeta, a pergunta básica que eu faço – querem ficar ou querem partir?

Cadê a música?

[Adamus ri, referindo-se ao vídeo de recapitulação do Shoud anterior, apresentado na abertura, que foi ilustrado com a música “Should I Stay or Should I Go”.]


link youtube

Então, este mês, vocês vão reparar que as energias estão mais na mente. Mas, como alguns de vocês viram, pode ser um período agradável. Não precisa acontecer do velho jeito – com um colapso mental. Mas para alguns será assim. Será.

Entendam, havia... eu diria que uma parte de vocês, a verdadeira essência de vocês, basicamente falou: “Não me importo!” A maioria de vocês realmente disse isto: “Não me importo com o que for necessário. Só quero que aconteça. Não me importo com o que é preciso pra sair desse padrão, sair do processo do velho humano.” E eu entendo, ah, realmente eu entendo. Ficar preso num cristal por... já contei essa história? [Algumas risadas] Querem ouvir de novo? Alguns poucos não ouviram a história. Vocês já ouviram duas vezes, sim. Então, eu realmente entendo.

E daí vocês tentam sair disso. Tentam acreditar numa forma de sair. Tentam conspirar pra sair, mentem pra sair, qualquer coisa que seja necessária até que, enfim, enfim, vocês deixam ir e dizem: “Não me importo.” É quando as energias podem chegar, e elas fazem isso realmente por vocês. Vocês podem aproveitar essa incrível onda de separação.

Mas por que separação?
Será que já não passaram o suficiente por isso? Não.
Por que a separação neste momento?

Claro, ela tira a cola de algumas coisas a que vocês se fixavam. Ela desgruda energias que realmente não devem mais estar juntas – nos sistemas de crenças, na sua biologia, carma ancestral, seus relacionamentos com vidas passadas e todo o resto; ela desgruda isso.

Mas o que ela realmente está fazendo? [Alguém pergunta: “Nos libertando?”]
Liberdade. Com certeza. Com certeza. Libertando isso. Libertando vocês.
E não é isso exatamente que vocês pediram? [A plateia concorda.]

Liberdade. Liberdade do passado. Liberdade da consciência de massa. Liberdade das velhas ideias. Liberdade dos velhos padrões. O que realmente vocês pediram foi por liberdade. Liberdade para si mesmos.

Oh, quantos de vocês querem simplesmente cantar, literal ou simbolicamente, quantos querem levantar voo, querem se libertar. Vocês quase podem sentir. Estão quase lá. É como: “Ah, só mais esse último empurrão e tô fora.” E esse último empurrão veio, na verdade, com essas energias que chegaram. E elas realmente libertam vocês.

Elas vão deixar algumas pessoas de fora.
Algumas pessoas que não estão como vocês estão.
É verdade. É verdade.
Algumas pessoas que, particularmente, estão cheias de makyo.

O que é makyo? [A plateia diz: “Bobagens.”]
Viu, não preciso nem dizer mais.

Makyo são as suas distrações espirituais. Makyo... ele surge quando o processo de despertar começa. É quando vocês realmente se sentem bem, porque vão passar por essa coisa de despertar, vão ser espirituais. É quando o makyo realmente surge; digo, em quantidade significativa, se multiplica. Vocês todos viram isso, todos fizeram isso, todos vivenciaram isso. Mas esse makyo vem e essas energias de separação vão arrancar esse makyo daí.

Muitas pessoas investiram no makyo. Investiram profundamente no makyo. Digo, literalmente, num negócio, no ramo do makyo, no ramo espiritual do makyo, em livros espirituais de makyo. Estão profundamente envolvidas com esse makyo, então, é muito difícil pra elas desistirem dele. Eu dou a vocês muito crédito, a todos vocês, primeiro por entenderem o que é makyo, e segundo por liberarem ele. Se soltarem.

Assim, essas energias, que coisa incrível! Mas têm a ver com separação. Por quê? Porque a separação traz liberdade pra vocês. A separação liberta muita energia. Liberta uma tremenda quantidade de energia.

Imaginem ir a um hospício, destrancar todas as portas e soltar todo mundo. [Risadas] É melhor pro hospício. Não precisa de muita coisa pro lugar funcionar. Todo mundo foi embora. E os seres que estavam lá não pertenciam mesmo a vocês, pra começar. Talvez possam transformar o asilo de loucos num verdadeiro centro espiritual agora. Era uma casa de malucos. Com todo mundo trancado.

Mas realmente eram vocês que estavam trancados até vocês pegarem aquela chave mestra e dizerem: “Vou soltar todo mundo. Não posso mais lidar com eles. Não dá pra controlar isso. Eles não vão melhorar. Estão piorando, e ainda por cima sou eu que vou ficar nesse lugar.” Então, vocês entram, viram a chave, soltam todo mundo, liberam uma tremenda quantidade de energia. E, uma vez que saíram, podem realmente melhorar. Uma vez que saíram, vocês se livram de um monte de responsabilidade e obrigação de tentar tratar os lunáticos. E vocês não conseguem. Não conseguem. Vocês não podem tratar a si mesmos assim, vejam bem.

Assim, é um tempo em que acontece uma tremenda maravilha, uma maravilha absoluta. Em junho, vocês vão sentir isso ao refazer os padrões da mente. A energia vai entrar, vai limpar um monte de coisa velha que realmente não pertence a vocês. A limpeza da casa – literalmente reorganizando tudo. Vai mudar também o modo como as energias são utilizadas pela mente e usadas para processar as coisas. O grande fator é aquilo sobre o qual temos conversado nos últimos dois meses: a mistura agora entre o mental e o criativo, ou seja, entrarem novamente em harmonia.

O mental é o lunático preso no compartimento. Vocês o deixam sair e descobrem que ele não é realmente lunático, afinal. Lunático foi quem colocou ele no compartimento, no hospício. Vocês o deixam sair e agora ele pode se unir ao criativo – ao maravilhoso criativo –, ao criativo que será profundo. E vou falar sobre isso daqui a pouco. E vou falar sobre o que fazer pra realmente estabelecer isso.

Novas ideias. Ideias que virão do seu cérebro, de si mesmo, tão grandiosas, tão dinâmicas, que vocês vão achar que elas são loucas. Vocês vão se ater a algumas coisas que vocês estão começando a perceber. Vocês vão dizer: “Não posso falar com as pessoas sobre isso. Vão achar que sou maluca.”

E quando for assim, vou estar lá pra dizer: “Não. Falem, conversem. Arre! Botem essas ideias pra fora! Falem! Façam!” Por quê? Bem, se não fizerem assim, vocês vão ficar realmente desapontados consigo mesmos, e vão voltar pro hospício. Se não fizerem assim, o mundo não vai ter o benefício dessas insights grandiosos.

Assim, este mês será um mês muito, muito interessante do ponto de vista da mente.
O resto do mundo vai passar o inferno, mas vocês vão aproveitar a onda.

A propósito, você realmente trouxe essas coisas?! [Adamus está se referindo ao machado de viking do Sart.] Você realmente traz uma coisa dessas pras nossas reuniões sagradas?!

SART: Sim. [Risadas]

ADAMUS: Sim! E isso representa o quê? [A plateia dá várias respostas.] O que isso simboliza? Separação! [Adamus “dá uma machadada” em alguma coisa.]

SART: Separação!

ADAMUS: Separação. Você sabia disso. Ótimo. Separação. Obrigado. Obrigado.

SART: Não tem de quê.

ADAMUS: É a chave. É o que vocês usam pra quebrar o cadeado do compartimento dos loucos. Seguindo.

SART: Eu saí do meu cristal!

ADAMUS: Seguindo, queridos Shaumbra. Vamos respirar fundo, enquanto eu checo o relógio, me certifico de que tenhamos tempo suficiente pra todas estas informações.

Merabh

Seguindo. Falei nos últimos meses, e em alguns de nossos encontros, sobre merabh. Linda, pode escrever no quadro, por favor. Merabh.

LINDA: Como quer que seja escrito?

ADAMUS: Como da última vez.

LINDA: Eu não sei!

ADAMUS: [rindo] M-e-r-a... Oops. M-e-r-a-b-h. Merabh.

O que significa merabh? Significa, de fato, literalmente em algumas línguas antigas, significa completude, reunião. Reunião. Completude.

E é por isso que eu digo que há uma contradição, porque estou falando de separação e agora estou falando de completude. Mas, para estar completo, você tem que estar separado. [Algumas risadas] Em outras palavras, separar, filtrar, desatar, desfazer a reunião não natural de determinadas forças.

Não é natural ter um corpo com base no de outra pessoa que já morreu faz tempo. Não é natural ter pensamentos solidificados e presos, que não fluem. Não é natural não saber quem diabos vocês são. Não é nada natural. Não é natural não entender realmente como vieram pra cá em primeiro lugar e como vão sair daqui. Essas coisas não são naturais. São muito estranhas e nada naturais. Preciso ficar me perguntando por que vocês escolhem essas coisas não naturais, mas acho que vocês são Shaumbra... e humanos.

Merabh significa completude. Quando as energias que estavam atadas umas às outras, coladas e fundidas, são desprendidas ou liberadas, vocês podem voltar para a completude, que é um merabh. Minha definição ou minha experiência com um merabh está funcionando com vocês e diz: “Basta deixar acontecer.” Vocês precisam de três minutos. Será que isso é muito pra sua iluminação?

Basta reservarem apenas três minutos e fazerem uma respiração consciente.
Três minutos escutando uma música legal.

Ah! Obrigado, querida. [Ele está falando com uma menina que trouxe um prato de comida pra mãe dela.] Você não trouxe um pro Tio Adamus?! [Algumas risadas] Mesmo nós, os fantasmas, precisamos comer de vez em quando, sabe? [Adamus ri.] Que criança adorável! [Mais risadas]

Merabh. Três minutos pra transformar a consciência, pra mudar o jeito de atrair energia, pra trocar algo em seu corpo, alto em sua mente, algo em seu espírito. Três minutos só pra respirar fundo e não pensar sobre isso. Parem de lutar com isso. Parem de tentar usar suas construções mentais pra saírem das construções mentais. Vejam, não vai funcionar nunca. Nunca, jamais vai funcionar.

Assim, três minutos pra dizer: “Vou fazer um merabh e permitir que as energias mudem, e só vou ficar sentado quieto. Prometo – querido Deus, eu prometo – que não vou mexer com nada durante esses três minutos preciosos e sagrados. Não vou entoar nada. Não vou acender incenso. Não vou me confundir com um punhado de makyo. Não vou fazer nada – sequer tentar entrar em mim mesmo. Só vou respirar e não interferir.”    Isso é merabh.

Temos feito isso nas escolas, ultimamente, com um acompanhamento musical. Vocês podem fazer sem música. Música é uma coisa legalzinha. Distrai um pouco. Não é pra ficar repetindo nada, nenhuma afirmação. Não é pra tentar implantar novos conceitos mentais dentro de velhos conceitos mentais, porque daí vocês simplesmente vão acabar com um monte de lixo. É só dizer: “Eu sou um ser natural, e vou liberar todas as minhas formas não naturais.”
Assim, vamos fazer um merabh agora mesmo. Faremos com relação a quê?
Vamos fazer com relação à transformação.

Vamos fazer com relação a usar, permitir que essas incríveis, fantásticas energias que chegaram, que ainda estão aqui, facilitem a transformação, a separação. Vejam, é só. Vocês não chegam nem a pensar sobre isso.

Respirem fundo e... “Ah! Elas estão aqui.”

E, caro John, pode colocar a música que tocou no intervalo, a que eles não ouviram aqui, mas todo mundo ouviu mundo afora?

Vocês respiram fundo. Isso é um merabh. Uma mudança sem esforço. Graciosa.
Vocês respiram fundo e há uma música de fundo só pra entreter e distrair.
Vocês dizem: “Eu Sou...” [A plateia repete: “Eu Sou...”]
Não, eu ia terminar a frase. [Risadas]

[A música começa: “Confession”, do álbum “Breathe”, de Blue Stone.]


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E vocês dizem: “Eu estou no momento. Eu sou natural. Eu sou natural. Eu sou espírito. Eu Sou o que Sou. Eu vou deixar essas energias me servirem agora. Eu vou permitir que elas cheguem pra fazer o que venho tentando fazer através de meu cerebrozinho esse tempo todo. Vou deixar que elas façam isso, porque elas estão me servindo.”

Vocês não suplicam. Não rezam. Meu Deus, não cruze as mãos assim, mulher!
Alguém vai pensar que está rezando! [Adamus ri.]
Eu sei, mas ainda vão achar que você está rezando. Vocês não rezam.
Não, vocês riem um pouco.

Respirem fundo e sintam.
Ah, essas energias. Uau! O que elas estão fazendo...

[Pausa]

É um processo natural, meus queridos amigos. É tudo natural. Só um humano que confia em si mesmo e em sua divindade pode realmente entender o que estou dizendo. É um processo natural.

Não vem de Deus. Não vem dos alienígenas do espaço.
Não vem de Gaia; ela não quer saber. Vem de vocês.

EDITH: Mas eu sou Deus.

ADAMUS: Não o velho Deus. Merabh, merabh, merabh.

Respirem fundo.
Viram? Natural. Uau!

[Pausa]

Ah, parem de meditar e simplesmente curtam a música.
Riam pra mim, se quiserem. Ha, ha, ha, ha, ha, ha. [Ele ri.]
Ou melhor ainda, riam de outra pessoa. [Risadas]

Ótimo. Isso foi um merabh. Viram como é simples?
É natural. É natural. A música vai acabando e vocês respiram fundo.

Agora a mente de vocês se pergunta o que acabou de acontecer.
Aconteceu alguma coisa? Não tem um sinal, um raio, nada?”
Não! Não. Só uma transformação.
É apenas voltar pro seu estado natural. Isso é merabh.

Miragem

Continuando. Agora vem uma coisa bem parecida. É uma prima do merabh. Eu gostaria de ter um púlpito, se não se importam. [Ele interage com o suporte de partitura.] Faz com que eu pareça um professor. Sim. Eu gostaria de ter um assim. Bom, em seguida... é... ah, sim, isto é muito bom [referindo-se ainda ao suporte]. Em seguida... [Algumas risadas] Não um padre. Não. Um professor.

Em seguida, uma prima do merabh – prima, porque também não exige esforço. Ela plana. Está em sua forma natural. Mas aqui é um pouquinho diferente, porque é realmente uma cerimônia. É um reconhecimento e é uma ancoragem de algo que vocês vivenciarão em junho – e eu implantei em todos vocês. [Adamus mexe os dedos como se fizesse um feitiço, primeiro pra plateia e depois para a câmera.] Hum. Mesmo que estejam na Internet, vocês vão ter essa experiência em junho.

Alguns de vocês já tiveram recentemente e foi algo muito profundo, e terão mais. E, quando tiverem a experiência, é um momento importante para realizar este exercício que eu chamo... é prima do merabh... chama-se miragem. Miragem. Vocês estão familiarizados com a palavra “miragem”. Miragem. É uma miragem.

O que é uma miragem? Bom, vocês acham que é uma ilusão. Ah!
Será que é realmente uma ilusão, quando vocês veem uma miragem?

Este tipo de miragem é... vem da definição de fascínio... Pode escrever? [Ele fala com Linda.] Sim, Miragem, que se escreve como se sabe. Sim, e, se alguém aqui disser que é um cassino de Las Vegas, vou pedir que saia e pegue um pouco de ar.

Uma miragem é literalmente definida como um... E você [Linda] vai ficar de pé e escrever esta definição. Miragem significa “fascínio interior”. Fascínio. Pode escrever? Fascínio interior. Miragem também quer dizer o espelho ou o reflexo. Uma miragem significa um olhar interior. Com o tempo, foi associada à pessoa sem água no deserto que começa a alucinar e ver coisas. Mas a definição original de miragem era, na verdade, essa, de ir para dentro de si, da visão interior. Visão interior.

Assim, a experiência com a miragem é maravilhosa. É uma cerimônia. Não podemos fazer aqui. Precisa surgir naquele momento em que aquilo que era antes uma ideia mental, um pensamento ou uma crença promissora de repente começa a se tornar real. Vou explicar. Bom, na verdade, Tobias explicou há muitos anos quando falou sobre o Ah, o “Momento do Ah.”

(Veja a mensagem de Tobias da Série da Ascensão, Lição 4, de novembro de 2001, A Linguagem do Ah, e outras lições posteriores de Tobias.)

Vocês já tiveram alguns; talvez não o suficiente.
Vocês vão começar a ter mais desses momentos.

Quando de repente me escutam, por exemplo – isto é um exemplo –, me escutam dizer as palavras “Eu Sou o que Sou”, e vocês dizem as palavras “Eu Sou o que Sou”, e algo bem lá dentro pergunta: “Que diabos isso significa?”, vocês começam com a típica conversinha mental pra lá e pra cá, e trocam mensagens com os outros... mensagens mentais. [Adamus ri.]

Isso é o que fazem, ficam trocando mensagens mentais! E falando sobre o que esse negócio quer dizer e qual era o significado bíblico de “Eu Sou o que Sou”, e supondo se deveria ser “Eu Sou o que Eu Sou” ou “Eu Sou quem Eu Sou. Por que não “Eu Sou o que Sou que Sou Eu quem Sou”? E vocês fazem isso! Não necessariamente vocês; fazem isso por aí. [Ele olha pra câmera.]

Vocês... Sim, eu gostaria de ter um assim. [Ele continua se referindo ao suporte de partitura.] Gostaria, mas queria um mais bonito. Um que fosse um pouco mais resistente, e eu gostaria, sim, que fosse um pouco mais largo, mais resistente. Algo em que eu possa me apoiar. E eu gostaria que tivesse o naipe de espadas bem aqui e... [Alguém diz: “O Ás.”] E, é, o ás, e uma flor-de-lis. Por favor.

LINDA: De que cor você quer?

ADAMUS: Bom, violeta. [Risadas] Precisa perguntar? Sim, quero que seja bonito, e tem que ser personalizado. E se tivesse uma folhagem dourada seria legal. [A plateia diz: “Oooh!”] É. Sim, sim. Muito bonito. Sim. E eu gostaria que tivesse uma telinha embaixo que ninguém mais visse, mas eu pudesse me ver. [Risadas] Isso, ótimo.

Assim, uma miragem é esse momento em que, de repente, “Eu Sou o que Sou” deixa de ser uma sequência de palavras legais de makyo, e vocês dizem: “Consegui. Não estou pensando mais nisso. Está aqui. Aconteceu. Não estou apenas falando pra impressionar alguém ou dizendo porque o Adamus disse que eu tinha que dizer. Eu entendo o que é. Consegui. Eu entendi.” Ta-da!

Façam uma miragem. Ah, isso [que falei] é uma miragem, mas levem para o próximo nível. É quando vocês ancoram a coisa. É quando vocês acendem as velas e o incenso e dizem: “Este é o momento para uma cerimônia.” Nem Tobias nem eu somos fãs de cerimônia, porque há muitas cerimônias de makyo por aí. Muitas. Todo mundo faz cerimônia e nem sabe pra que diabos estão fazendo a cerimônia. E normalmente a cerimônia é pra algo que não está dentro da pessoa. É pra algo dentro de outra pessoa, e que não serve a um propósito. Virou um círculo vicioso.

Nesse momento, quando de repente vocês entendem, vocês dizem: “Eu sei agora por que Adamus falava tanto de carma ancestral. Não é porque ele não gosta de famílias; ele não gosta do modo como a energia da família é construída. Eu entendi. Estou pronto pra liberar a minha família, não porque eu não os ame, mas porque eu realmente os amo.”

De repente, vocês entendem, e isso deixa de ser só um pensamento, isso está aqui [no corpo]. Vocês ficam: “Oh! Ah! Entendi!” É um sentimento e uma sensação agora. É uma nova consciência. É quando vocês fazem uma miragem. É quando vocês fazem a cerimônia da miragem.

Parem. Não importa o que estejam fazendo, exceto se estiverem usando o banheiro, parem. Acendam uma vela. Fiquem de joelhos. Façam algo pra reconhecer o momento. Por quê? Porque isso vai ancorar esse acontecimento. Vai solidificá-lo. Do contrário, há uma tendência pra fazer de um momento desses algo passageiro, com uma pequena iluminação, porque a iluminação acontece em pequenas doses. Isso... Por quê? Alguém acabou de perguntar. Por que só em pequenas doses? Do contrário, vocês explodiriam. Sim. Bum!

Então, costuma acontecer agora pra vocês em doses palatáveis, em pequenas doses interessantes. E, então, quando vocês se acostumam a essas pequenas iluminações, elas começam a ficar um pouco maiores e maiores, até vocês simplesmente se tornarem uma grande peça ambulante de iluminação.

[Sart diz: “Yeahhh!”]

Yeah! É assim que soa a iluminação: “Yeahhh!”
Na verdade, foi realmente muito bom. Sim, gostei.

Daí, vocês param um instante pra ancorar o momento, porque, senão, o que acontece – e vocês já tiveram essa experiência – é que, de repente, vocês têm essa maravilhosa experienciazinha e, rapidamente, ficam se questionando, duvidando, perdendo a confiança. “Bem, o que foi tudo isso? Bom, aconteceu, mas agora tenho que voltar pro meu mundinho de merda.” Não! É nessa hora que vocês param um instante e fazem alguma coisa – cantam uma canção, acendem uma vela, comem um biscoito, não importa o que seja. É a sua cerimônia da miragem.

E a miragem não é apenas uma alucinação.
Alucinações são reais, por falar nisso.

A miragem é dizer: “Eu me maravilhei aqui dentro. Tive um momento ‘ahá’. É a ascensão em vida. Vou viver agora. Não vou voltar pra nenhum outro plano etéreo. Não vou fazer com que meus velhos aspectos e construções surjam e me atormentem agora.”

Como vocês faziam no passado. Vocês tinham uma pequena iluminação e, com frequência, esses aspectos ruins vinham, assombravam vocês e diziam: “Você está inventando tudo isso.” Ou: “Isso não é real.” Ou: “Você tá maluco.” Ou: “Deixa disso; faça seu trabalho. Você tem coisas mais importantes pra fazer, como cuidar de outras pessoas. Você é tão egoísta por ficar tendo essas iluminaçõezinhas.” Entendem?

Foi isso que aconteceu tantas vezes, antigamente, com a iluminação de vocês, com os “ahás”, com a miragem. Vocês colocavam isso na cesta dos delírios, e não é. Nunca foi um delírio. Talvez incompreensões de sua parte dentro da realidade, mas nunca delírios. Não eram sequer ilusões. Eram pequenos progressos.

Então, quando acontecer agora... e estou dizendo porque vocês vão vivenciar essas coisas neste próximo mês. Conceitos que vocês mantinham num estado mental de ser, mas que nunca foram realmente sentidos. Coisas que fazem vocês dizerem “É, parece bom”, mas que nunca vivenciaram realmente.

Quando eu digo algo como “combinar a energia mental e a energia criativa”, a mente dá uma olhada e diz: “Ah, tudo bem. Que seja. Vou ficar no comando mesmo, então não importa.” [Adamus ri.]

Mas, quando vocês de repente entendem e sentem, é como se tivessem... “Ah, meu Deus, Adamus é um príncipe, é um Mestre. [Risadas] É um Mestre. Tão benevolente.” Mas, quando vocês têm esse momento, dizem: “Eu entendi agora o que é ter a parte mental e a parte criativa juntas. Não vem mais daqui [da cabeça]. Está aqui [no coração].”

Isso é uma miragem. Ancorem isso. Equilibrem isso. Façam uma cerimônia pra isso. Por quê? Porque isso, antes de tudo, é um reconhecimento. É um reconhecimento, pra vocês, de que a coisa aconteceu.

Por favor, não chamem os amigos e digam: “Venham para uma miragem. [Risadas] Vamos servir vinho branco.” Não, não, não. Isso é uma coisa muito, muito pessoal. Muito pessoal. Mesmo antes de escreverem no diário – para aqueles que mantêm um diário – façam a cerimônia, a miragem.

Ah, então o que acontece é que, literalmente, isso vai chamar a próxima miragem e a próxima e mais outra. Elas vão se sentir bem-vindas nessa casa do Eu Sou. Elas vão sentir, de repente, que é apropriado e que é natural.

E, então, vocês terão todos esses... vocês podem começar a realizar todos esses pensamentos e ideias que têm sobre, ah, a iluminação. Ha, ha, ha. Essa é boa. Vocês não fazem ideia do que seja iluminação, e tudo bem. A mente não consegue entender a iluminação. Ela tenta. Vocês podem, talvez, sentir um pouquinho disso – ou da palavra ascensão, quando eu falo sobre ela –, mas, basicamente, é uma grande interrogação. Soa como algo bom, mas sinceramente, quando estamos com os Shaumbra pelo mundo, eles não fazem ideia do que seja iluminação.
Pergunte a eles: “O que é iluminação?” [Adamus faz cara de confuso.] Ãhn. O que é ascensão? “Quando eu morrer, vou subir numa nuvem de fumaça? Encontrar Jesus?” Não. Eu falo da total integração. O que é isso? “Uhhhh... Não sei.” Eles são honestos quanto a isso, pelo menos, mas eu digo pra eles: Vocês voltaram pra cá pra isso – iluminação, ascensão, como queiram chamar, Nirvana na Terra. Esse é o fator primordial de motivação em sua vida inteira. Essa é talvez a única paixão que vocês já tiveram. É pra isso que vocês vivem, trabalham e respiram. Vocês não sabem o que é??! [Risadas]

EDITH: Sim, nós sabemos!

ADAMUS: Defina, então, madame.

EDITH: É tomada de consciência e despertar.

ADAMUS: Isso é uma porcaria de um makyo; como se eu nunca tivesse ouvido isso!

EDITH: Não é, não!

ADAMUS: Prossiga, Edith.

EDITH: [Linda entrega pra ela o microfone.] Ah, eu não preciso disso; eu vou gritar com ele. [Risadas]

ADAMUS: Prossiga. Mande pra mim o seu melhor.

EDITH: Já mandei. Eu acabei de dizer, tomada de consciência...

ADAMUS: É o seu melhor? Ha, ha, ha.

EDITH: ... e despertar. Você sabe...

ADAMUS: O que é despertar?

EDITH: E realmente nós achamos que você é um príncipe encantador, então não seja um patife. [Adamus ri.] Mas é tomada de consciência e despertar.

ADAMUS: Tá. O que é tomada de consciência?

EDITH: É uma percepção consciente, um entendimento, um saber quem nós somos.

ADAMUS: Tudo isso são construções mentais. Do contrário, você não teria dito uma palavra.

EDITH: Grande merda! [Muitas risadas]

ADAMUS: Certamente, e você está absolutamente certa. Está absolutamente certa. Tudo isso são construções mentais, e quero que elas se tornem entendimentos profundos, entendimentos simples. Quero que sejam muito reais, não uma meta. Não algo que vocês aspiram, mas quero que seja uma ascensão em vida, dentro do seu corpo.

Você está chegando lá. Você está chegando lá. Você já teve algumas iluminações. No mês que vem, quero que você volte e diga: “Adamus, eu entendi. Tive essa tal de miragem. Fiz minha cerimônia. Você está certo. Não é nada que chegue perto do que você já falou.”

EDITH: Que tal fazermos um acordo?

ADAMUS: Não faço acordos. Não me comprometo. Nada de tratos.

EDITH: Ah, sim, você faz acordos!

ADAMUS: Eu não faço acordos.

EDITH: Que tal você nos dizer antes...

ADAMUS: Dizer pra vocês?

EDITH: ... como são as coisas, em vez de tentar nos complicar.

ADAMUS: Eu sempre digo antes como são as coisas.

EDITH: Dizer sempre.

ADAMUS: Não, não tem nenhuma complicação aqui. Nada disso. Não, e é uma declaração verdadeira.

EDITH: Não, não é complicação, mas não me vem outra palavra.

ADAMUS: É uma declaração verdadeira, porque vocês perguntam: “O que é despertar?” Talvez vocês esbravejem contra mim, mas vocês realmente não sentiram isso. Vocês têm uma noção, mas é mental. O que é despertar? “Bem, é quando ‘tenho um estalo’ e me lembro de quem sou.” Babaquice. Babaquice.

EDITH: Então, o que é?

ADAMUS: Babaquice. Já lhe dei a resposta. [Adamus ri.]

Eu não quero lhe dizer, Edith, nem dizer pra ninguém. Nós usamos essas palavras pra servir de ponto de referência pra conversa, mas não quero dizer. Não posso dizer.

O que é iluminação? Bem, é... Vamos tratar disso daqui a pouco, se eu me apressar. É uma coisa típica: “Se estou iluminado, realmente sou inteligente. Eu meio que posso andar sobre a água.” Vocês viram no mês passado como eu ando sobre a água. É! Isso é... hummmmm... vocês ficam repletos de paz... hummmmmm... vocês vão vibrar... hummmmm... vocês usam túnicas brancas, andam pela rua e meio que emitem um brilho... Isso é makyo. É velho. Alguns Mestres fizeram isso, mas olhem o que aconteceu com eles. Um foi pregado na cruz; outro engordou e ficou com mau hálito. [Risadas] É só... vamos fazer de um jeito um pouco diferente. Diferente.

Então, é por isso que eu digo que uma miragem é uma das coisas mais belas que vocês vão vivenciar. É aquele “ahá”. De repente, sair da construção mental. Nada de errado em estar num tipo de estrutura bizarra e não natural de consciência, pensamento, limitação, medo, esperança e desejo. Nada de errado aí, porque reúne, ao menos, as energias que vão apoiar tudo isso.

Mas, no final das contas, no final, quando vocês têm a miragem mais importante, vocês vão entender o que estou dizendo. E me preocupa um pouco colocar muitas palavras pra isso, porque de repente vocês seguem as palavras. Vocês questionam o que significa Eu Sou o que Sou e, se fizerem isso, por favor, voltem para Espiritualidade Nível 1. Não voltem pra minha aula – por favor!

[Algumas pessoas aplaudem.] Obrigado. Uns dois aplausos. Três. Ótimo. É sério, porque isso é masturbação espiritual, também conhecida como makyo. Makyo é masturbação que chega à porcaria de lugar nenhum. É mental. Vai deixar vocês presos. Vai ferir sua mente, seu corpo, e vai, de fato, levá-los a viver um tipo muito bizarro de vida, em que vocês tentam ser espirituais, mas também são materiais.

Vocês ficam fazendo joguinhos, mas também procuram ser mais santos do que são, e não vai funcionar. O que vai acontecer? Vocês vão explodir. Vão. Vão explodir, e vão explodir tudo à sua volta também. E vocês não precisam disso. Não precisam. Essa é a minha colocação. Vocês não precisam. É um modo não natural de chegar à conclusão. É um modo não natural de perceber, de repente, que vocês são iluminados.

Lembrem-se do que Tobias, o grande mestre, disse há muito tempo:
Vocês ascenderam. Agora, só estão vivenciando como é chegar lá.”

Vocês já estão lá.
Agora, vocês literalmente voltam no tempo, no espaço, na experiência.

Como chegaram lá? Vocês ouvem estas palavras e dizem: “Ah, isso parece realmente legal. Algo que Gene Roddenberry poderia ter escrito; uau, vamos fazer uma história de Star Trek sobre isso.” Mas não está no coração. Nem foi concebido ainda no nível da consciência. Mas será, vai ser, e é quando vocês fazem a miragem.

Vocês acendem um incenso. Atiram moedas à sua volta. O que quer que crie uma cerimônia. Olhem pras estrelas. Não importa. É um reconhecimento, que diz: “É isso aí.” E vocês vão voltar pra mim. No mês que vem, vamos circular com o microfone, perguntando: “Como foi a sua miragem?” – e não inventem uma resposta – “Como foi a sua miragem?” E vocês vão dizer: “Sabe como é, não quero falar sobre isso, porque foi uma coisa minha. Foi uma experiência profunda. Não quero ficar mental com relação a isso.” Eu direi: “Ótimo. Obrigado, Edith. Obrigado.” Isso é a miragem.

Eu gostaria de fazer uma aqui, mas é muito pessoal. Vocês podem fazer um merabh em grupo. Uma miragem é algo totalmente seu. E, lembrem-se, quando tiverem aquela iluminação repentina, aquele despertar repentino, isso vai tirá-los do modo não natural e colocá-los no seu estado natural de ser.

Respirem fundo.
Ótimo. Deixem ir esse conceito.

Fim da Linha

Nos minutos restantes, quero falar sobre outro conceito – um conceito interessante, embora talvez triste –, que talvez deixe alguns de vocês chateados e que será uma contradição ao que eu disse antes. Mas é a vida.

Vocês chegaram ao fim da linha de certa forma. Vocês chegaram ao fim da linha. Vou desenhar uma linha pra que vocês entendam. Vocês chegaram ao fim da linha. [Ele desenha uma linha noutra folha do quadro.] Ótimo. E digo isso várias vezes, porque talvez um de vocês, seres inteligentes, possa também fazer uma música com essas palavras e... Gostei do que fizeram antes quando...

LINDA: Johnny Cash. “Walk the line” (Andar na linha).

ADAMUS: Não, isso é andar na linha. Vejam, é uma coisa ruim. Aqui é fim da linha. “Traveling...” (Viagem). [Alguém diz: “Wilbury’s”]. Sim, Cauldre está tentando lembrar... “Traveling...” Aquele grupo que canta... (N. da T.: O nome da banda é Traveling Wilbury’s.)

Assim, vocês chegaram ao fim da linha, e essa linha é – vai soar um pouco estranho, mas respirem – a evolução. Evolução. Vocês chegaram ao fim da evolução. [Adamus respira fundo.] Ah! Hein, assusta? Será que quer dizer que vocês morrem agora, ou andam pra trás? Não. De jeito nenhum.

Vocês foram programados e aceitaram a evolução. A constante evolução. Vocês acreditam na evolução, é claro, da mente – aprender mais, ficar mais sábio, ter mais habilidade para resolver problemas –, então, vocês ficaram condicionados, programados pra isso. E é pra isso, basicamente, que vocês têm vivido. É o que vocês têm, vejam bem. “Estou me tornando um ser evoluído.”
Até certo ponto, há uma camada de evolução da biologia. [Alguém espirra sonoramente.] Você vai arrancar Jesus da cruz se continuar fazendo isso! [Risadas]

Assim, vocês chegam a um ponto em que não há mais evolução do corpo. Vocês acham que são uma parte dessa evolução da biologia. Vocês olham as ilustrações de Darwin. Examinam os primatas de tempos atrás e dizem: “Bem, estou apenas um degrau acima na evolução da biologia física.” Não, vocês estão no fim da linha disso aí também. Literalmente, com aquilo sobre o qual falamos antes, vocês não evoluem mais a sua biologia ancestral. Vocês criam uma própria de vocês. Então, ela não está mais evoluindo ao longo da velha linha. A evolução para. Quando vocês chegam nesse ponto do despertar, ela para.

Mesmo os conceitos de espiritualidade param de evoluir. Hum, é. Porque eles indicam que ainda há algo a ser aprendido. Indicam, quase sempre, que um crescimento é necessário em seguida. Indicam que a espiral continua espiralando. E ela faz isso por um bom tempo, um longo, longo tempo, até chegar em si mesma. [Ele desenha uma espiral noutra folha e sinaliza seu movimento, voltando ao seu centro.]

Já falamos sobre isso. Chegar em si encerra o ciclo de evolução. Provoca também uma mudança drástica no conceito do seu meio de vida, do seu viver. Vocês não vão mais evoluir quando chegam num certo ponto do caminho espiritual. É talvez assustador? A reação comum deve ser: “É isso??! É isso?! Não vou ficar mais inteligente? Não vou ficar mais saudável? Não vou ficar mais sábio?” Está correto, e isso é uma coisa boa.

Primeiro, isso libera vocês de uma tremenda, tremenda quantidade de responsabilidade – fardo, eu diria. Falta de liberdade. Tinha um programa dentro de vocês que dizia: “Evolua, evolua, evolua, evolua. A cada dia, eu tenho que ficar melhor. A cada dia, eu tenho que ficar mais sábio. Evolua.” Chega disso. Não estou falando de todos os humanos; estou falando de vocês. Se vocês estão escutando, se estão aqui, chega disso. É um conceito muito estranho e perturbador também.

A evolução tende a ser, repito, uma construção mental, uma ideia, literalmente um implante, que mantém vocês girando nesta espiral, progredindo indefinidamente. Vocês chegam a pensar: “Bem, não, o espírito evolui; o divino evolui.” Não, não evolui.

O que acontece é que... Vou procurar ser mais claro. Quando vocês param de evoluir, ou param de tentar evoluir, o que eu afirmo que não chega a ser um processo natural – é em parte, mas não totalmente; não é muito natural –, quando vocês não ficam mais tentando forçar ou empurrar a evolução de vocês, vocês alcançam um desses grandes “ahás”. Um grande “ahá”. E nesse “ahá” vocês percebem que não há mais a ganhar, não a mais a perder; não há mais o que ser adquirido ou o que aspirar. Nesse momento, quando de repente vocês têm esse “ahá”, em algum ponto, de repente percebem que agora, sem mais evolução, vocês têm a ascensão em vida.

Agora, toda a sabedoria que está na alma, toda a sabedoria que vocês, digamos, compartilharam com a alma – a alma, a consciência – de tudo que fizeram... e, a propósito, o importante não são os detalhes daquilo que fizeram; e sim os resultados daquilo que fizeram. Não existe nenhum Registro Akáshico na alma, e insisto em discordar daqueles que dizem que há um troço desses flutuando aí fora como se fosse um gigantesco Borg.

[N. da T.: Citado em outro Shoud, Borg é um povo alienígena do universo de Star Trek, cujos seres “assimilavam” outras raças e tecnologias com a intenção de alcançar a perfeição.]

Os detalhes, o universo não dá a mínima pra eles. Eles são mentais, e acabam indo por água abaixo. Todos os detalhes – o que vocês fizeram em determinado momento e em determinado lugar – simplesmente vão por água abaixo, porque não importam. Realmente não importam.

São mentais! São irrelevantes! O que foi sentido e o que foi vivenciado durante esse período, sim. É disso que a alma se lembra e que o cosmos se lembrará.

Graças a Deus – e a vocês – que vocês não vão ter que recordar todos os detalhes, e eles não estão armazenados num grande hard disk cósmico. Não, é tudo apagado. Graças a Deus que todos os detalhes são apagados – o que vocês vestiram em determinado dia, o que disseram a alguém, o que pensaram quando passaram na frente de um bar e quiseram entrar pra beber. Tudo isso é apagado, e as únicas coisas que permanecem são a essência, a sabedoria e a experiência. É tudo que resta.

Vivendo a Sua Essência

Agora, voces têm essa consciência maravilhosa, e ela fica pingando – pingando [ele desenha uma gota noutra folha] – sabedoria. Como as abelhas construindo os favos de mel, construindo a colmeia. Elas ficam colocando esse lindo néctar lá, tanto néctar que chega uma hora que elas não conseguem mais lidar com ele e ele começa a pingar. Mas o néctar quer realmente pingar direto numa coisa relevante – numa bolacha, num biscoito, numa xícara de chá –, em vez de ficar esparramando pelo chão. O mesmo acontece com vocês. Vocês vão evoluindo, evoluindo, evoluindo, crescendo, crescendo e crescendo. É hora de parar isso.

Agora é a hora de pegar isso – essa essência, essa sabedoria – e viver.

Parem de colocar mel na colmeia e comecem a comê-lo, meus amigos. É disso que verdadeiramente se trata este momento. Quando vocês param de evoluir, então, vocês começam a viver. Quando vocês param de se empenhar mentalmente na evolução: (a) vocês percebem como isso não é natural; (b) vocês percebem como isso é incompleto; e (c) vocês percebem a verdadeira alegria – vocês e o Espírito agora – de ser essa sabedoria, de vivê-la. Vivê-la.

A sua consciência, o seu Espírito, quer compartilhar essa sabedoria.
Quer... não é bem a palavra certa... Quer passar pra experiência agora.

O néctar, a essência, foi basicamente colocado na colmeia, no favo, com base na inserção de experiências; foi destilado em sabedoria, destilado na linda essência – na essência da alma – e agora quer voltar para as experiências. É uma espécie de evolução interessante, de ciclo interessante, pode-se dizer. Mas, para fazer isso, requer o fim da evolução como vocês a conhecem. Chega de mais evolução mental.

Não significa que vocês não possam mais ler outro livro, nem participar de outro curso ou algo assim. Não é isso. Mas significa que não há mais razão pra tentar evoluir o Eu. Agora é pra viver o Eu. Há uma enorme diferença, porque, se vocês dedicam todos os seus recursos, sua energia e tudo mais em prol da evolução, não resta mais nada pra viver. Agora é quando vocês juntam isso tudo.

Parte da mente vai gritar, dizendo: “Não, eu quero ser muito evoluída e saber muita coisa, e vou correr atrás disso. Quero continuar evoluindo sempre.” Meus amigos, é como um cachorro perseguindo o próprio rabo, de certo modo. Vocês não vão chegar a lugar algum. O que acontece com o cachorro se ele alcança o rabo? Na verdade, se ele pega o rabo, acabam todas as aspirações, os sonhos, as buscas, as paixões e tudo mais do cachorro. Basicamente, o cachorro vai desabar quando pegar o rabo. Então, temos uma situação aqui em que não há necessidade de evolução. Agora tem a ver com viver.

Agora, a pergunta que alguns de vocês estão fazendo é esta: “Mas essa não é uma pergunta capciosa que o Adamus está fazendo pra gente? Viver a essência, ser a essência, ter a miragem como parte da experiência de vida, isso não é continuar a evolução?” Seus filósofos espertinhos, vou dizer, parem de pensar dessa forma. Não é. Falo sério. Estou falando sério. Parem de pensar dessa forma. Isso é babaquice de makyo filosófico, e o único jeito de conhecerem a resposta pra essa pergunta é fazendo, vivendo, sendo. Parem de pensar nisso. Parem de construir isso.

Deixem que essas energias que estão vindo neste momento despedacem vocês – de maneira amorosa. Ah, não, pode ser divertido. Pode ser incrível. Pode ser prazeroso. Pode ser muito libertador. E elas estão aqui pra fazer isso. Elas estão aqui pra fazer isso. Estão aqui pra que vocês possam voltar pra si mesmos, de modo inteiro e completo, sem todos esses fragmentos, sem todas essas peças desencaixadas; possam retornar ao estado natural.

Sendo Natural

Vocês não estão ainda num estado natural. Ele é interessante, bizarro, único, mas não é um estado natural de ser. Esse aí não é você. Vocês pensam que é. Por isso, eu digo: “Parem de evoluir.” Porque tudo que estão tentando fazer é evoluir a construção humana. Vocês estão tentando evoluir algo que sempre foi artificial, pra começar. É uma experiência interessante. Não estou dizendo que seja uma mentira. Muita mentira está embutida nisso, mas, em si, não é uma mentira. É apenas uma experiência realmente estranha.

Mas, no momento, vocês estão voltando para o estado natural de ser, do Eu Sou, e esse não é quem está sentado na cadeira. Não é a identidade que vocês têm agora. Seu estado natural é... Uma parte dessa identidade está aí, mas há muito mais. Muito mais.

Imaginem um instante que estão vivendo com tudo resolvido. Imaginem viver com tudo resolvido. Digo, sem todas essas coisas grudadas. [Adamus ri.] E temos um exemplo bem aqui. Câmera 2, vamos resolver as coisas junto do On (Garret). Vá em frente, On. Essa não é sua ideia de um Mestre Ascenso? Bom, claro que é! Ele pode rir, sorrir. É claro!

Imaginem tudo resolvido. Imaginem não entrar num jogo de adivinhação do que devem fazer depois. Imaginem não ter toda essa pressão quando surge o medo. Bem quando têm uma ótima ideia, bem quando estão se sentindo ótimos, de repente – swissst! – lá vem o medo. Imaginem não ter mais que ficar tentando as coisas na vida. É sério! Não tentem evoluir com base num monte de informações inúteis de professores, pais, seus aspectos, vidas passadas e tudo mais. Que falam: “Bem, é preciso evoluir.” Dizem de outra forma: “Você precisa fazer a coisa certa. Precisa ser melhor. Precisa ter sucesso na vida.” Tudo isso tem a ver com evoluir.

Mesmo seus professores espirituais, meus caros amigos, mesmo seus professores espirituais lhes disseram que vocês precisavam evoluir. Ah, a coisa é grande – ir a um encontro espiritual e meio que ficar se achando: “Sou mais evoluído do que você.” Agora vocês podem “andar” pra isso e dizer: “Não dou a mínima pra evolução. Não quero nem saber. Quero que você vá pro inferno no seu percurso feliz. [Risadas] Eu estou no fim da linha. Chega de evolução pra mim.” Vão olhar pra vocês de um jeito meio estranho. Ah, vão. Vocês terão oportunidade de fazer isso semana que vem. Vão olhar pra vocês meio estranho, como se dissessem: “Hãh, de onde esse aí veio?” É quando vocês dizem: “Porque eu vivo a essência da vida. Eu estou vivendo, não evoluindo.” Hum, sem dúvida.
Assim, imaginem por um instante o grande alívio decorrente de vocês não estarem mais evoluindo. Ah, ainda tem uma parte de vocês que fica dizendo: “Não, mas e uma evoluçãozinha de vez em quando? Não quero que se torne...” Vocês vão descobrir que a evolução serviu a um propósito. Fez com que girassem. Fez com que tivessem experiências. Mas, quando começam a fazer isto aqui [apontando para o centro da espiral], quando voltam pra si mesmos... [Linda mostra o relógio.] Ah! Tempo não é nada. Estou quase no meu encerramento aqui, bem dramático. Ela está apontando pro relógio dela como se dissesse: “Adamus, tá todo mundo cansado.” Não, estão fascinados. Estão absolutamente fasci... os olhos estão fechados e estão recostados só porque entraram fundo nisso. [Algumas risadas]

Fim da linha. Voltem pra si mesmos, onde a biologia da vida que vocês agora possuem e a mente que limpou sua bagagem e seus detalhes, de repente, encontram a essência. De repente, encontram essa sabedoria da alma. E vocês e a alma agora se abraçam, depois de passarem tanto tempo pensando que estavam separados. Depois da ilusão de separação, agora percebem que nunca realmente estiveram separados e se reúnem de novo.

Isso requer... não, não requer, Cauldre, não é a palavra certa. É sobre confiança. É sobre permitir a integração. Confiar é ser capaz de se sentar aqui num merabh de três minutos e dizer [ele respira fundo]: “Eu transformei algumas energias. Transformei a consciência. Uau! Não precisei trabalhar pra isso.” Isso é confiança. É confiança. E é também permitir que aconteça.

Tem a ver com confiança e, meus caros amigos, com ser natural. Ser natural. Forçar as coisas não é natural. Pensar nas coisas não é natural. Tentar vencer na vida não é natural. Metas não são naturais. Estudos espirituais não são naturais. Nada disso é. É um estado não natural. Não é natural ter uma mente que seja diferente, ou melhor, que opere num nível de frequência diferente do nível de frequência do corpo. Isso não é natural. Não é natural falar de seu corpo e de sua mente como se fossem peças separadas, e de seu espírito. É por isso que eu chamo de Corpo de Consciência. É isso, todos juntos.

Não é natural todo esse ciclo de encarnação e reencarnação. Não é natural. Foram experiências interessantes, mas vamos voltar pro estado natural de ser. Vamos voltar para o fluxo natural de energia. Vamos voltar para a vida sem sofrimento, a vida sem pensar sobre como viver, a vida sem se preocupar com o momento seguinte, a vida onde vocês respiram totalmente na essência de si mesmos. Isso sempre esteve aqui. Vamos respirar fundo com isso, meus queridos amigos.

Sim, espero ansiosamente pelo meu novo púlpito de professor. Sim, no mês que vem, é claro.

Assim, vamos respirar fundo enquanto encerramos este Shoud. Acho que vão tocar uma música.

Enquanto faço a minha saída majestosa, quero lembrá-los de uma coisa: neste próximo mês, quando começarem a sentir essas iluminações, saiam da mente. Parem de pensar sobre elas. Deixem apenas que aconteçam. Façam a miragem, prestem honras, realizem a cerimônia. E, quando começarem a duvidar do que realmente aconteceu com vocês, quando começarem a duvidar se podem – vocês, pessoalmente – se podem realmente viver dentro de sua vida, se podem realmente se permitir ter experiências, respirem fundo e lembrem-se que, não importa o que diga o repórter do noticiário, tudo está bem em toda a criação.

Com isso, meus queridos amigos, até nos encontrarmos novamente, o que pode ser hoje à noite – ha ha ha! – Eu Sou Adamus, ao serviço de vocês. Obrigado. Obrigado.




Tradução de Inês Fernandes – mariainesfernandes@globo.com
Os materiais do Círculo Carmesim com Tobias, Adamus Saint-Germain e Kuthumi lal Singh têm sido oferecidos gratuitamente desde agosto de 1999.  O Círculo Carmesim representa uma rede mundial de anjos humanos, chamados de Shaumbra, que estão entre os primeiros a fazer a transição para a Nova Energia. Enquanto eles vivenciam as alegrias e desafios da ascensão, tornam-se os Standards para os outros seres humanos em sua jornada de descobrir o Deus interior.Os encontros do Círculo Carmesim acontecem mensalmente em Denver, Colorado, onde Adamus apresenta as informações mais recentes através de Geoffrey Hoppe. Essas reuniões do Círculo Carmesim estão abertas ao público e todos são bem-vindos. Se você estiver lendo isto e sentir um sentido da verdade e conexão, você é realmente um Shaumbra. Você é um professor e um guia para os humanos e os anjos também. Permita que a semente da divindade cresça dentro de você neste momento e por todos os tempos que virão. Você nunca está sozinho, pois existe a família que está por todo o mundo e os anjos que estão ao seu redor. Você pode distribuir livremente este texto em uma base não-comercial, sem nenhum custo. Por favor, inclua as informações na sua totalidade, incluindo as notas de rodapé. Todos os outros usos devem ser aprovados por escrito por Geoffrey Hoppe, Golden, Colorado. Ver contatos página no site: www.crimsoncircle.com
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