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terça-feira, 11 de setembro de 2012

MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 5 - DENTRO DO ARCTURIANO



DENTRO DO ARCTURIANO
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 5
Por Suzanne Lie PhD
Em 02 de setembro de 2012




Eu absorvi as Frequências de Assinatura Celestial por tanto tempo que não podia mais manter meus olhos abertos. Para minha surpresa, eu pude absorvê-las de uma maneira completamente diferente quando fechei meus olhos. Era como se as percepções do meu novo corpo pentadimensional somente entrassem em ação quando eu não usava minha visão física.

E também, um som interessante que estava além da minha audição com meus olhos abertos começou a ressoar pelo meu Corpo de Luz. Esta ressonância, junto com as mudanças de imagens de luz chegando à minha visão interior, colocou minha nova forma em rotação.

No início eu mal percebi e pensei que eu apenas estava tonto por ficar concentrado por tanto tempo. Mas já não estava concentrado e a tontura rapidamente se transformou numa sensação de zumbido que corria pela minha forma inteira.

Eu entendo por que ela me deixou tonto no início: porque essa sensação percorria em círculos sempre se expandindo para fora de meu corpo. Estes círculos de sensações propagavam-se para fora e ao mesmo tempo eles se propagavam cada vez mais fundo em minha nova forma.

E como se não bastasse, uma sensação de ondas começou a fluir para cima e para baixo em minha forma.

Descobri que não podia mais manter o equilíbrio suficiente para ficar em pé ou até sentado, então deitei na rocha dura onde eu estava. Assim que mudei o ângulo do meu corpo, as sensações também se ajustaram para que as ondas, que antes eram perpendiculares à rocha, tornaram-se horizontais à rocha. Desta maneira, as ondas continuaram a subir e descer pela minha espinha.

Simultaneamente, os círculos em constante expansão moviam-se mais e mais profundamente na rocha e mais e mais alto para a atmosfera. Parecia haver um ritmo para os círculos e ondas, então eu decidi que o ritmo de minha respiração fosse igual.

UAU!!!
Apenas duas ou três respiradas e eu decolei.

Eu não tenho certeza de qual "eu" decolou, mas eu não estava mais deitado na rocha olhando para o Cosmos. Eu estava flutuando pelo Cosmos. Eu digo que estava "flutuando" ao invés de voando, pois eu não estava movimentando nenhuma das partes de meu corpo. Era mais como se eu estivesse fluindo com uma corrente.

Eu sabia que devia estar movendo em minha consciência e que meu corpo provavelmente ainda estava deitado na rocha. Entretanto, eu estava gostando tanto de minha experiência que não queria fazer nada para modificá-la.

Havia uma faísca de pergunta sobre se eu estava num holoprograma superior ou se esta experiência era real. Felizmente, exatamente antes da dúvida se instalar, eu ouvi as palavras do arcturiano: "Faz alguma diferença?"

Sim, se eu criei esta parte do holoprograma com meus pensamentos ou se eu criei esta realidade, eu era o criador em ambos os casos. Uma voz interior me lembrou de parar de analisar, já que baixaria minha consciência e diminuiria minha experiência.

Por meu mérito, eu realmente parei de pensar e me entreguei mais profundamente à minha jornada. Neste momento de entrega ou caí no sono ou entrei em um estado mais profundo de consciência.

Na verdade, dormir e se entregar não é a mesma coisa?

De qualquer modo, meu pensamento lógico cessou.
Eu parei de analisar, parei de questionar e apenas DEIXEI IR.

Foi como se eu ouvisse um clique silencioso que decolou como um foguete num ângulo de uns 45 graus para a minha direita. Comecei a ressoar tão rapidamente que todo pensamento e/ou emoção eram impossíveis.

Eu não estava mais usando um corpo.
Eu era pura consciência.

Mas, minha consciência tinha maior ciência do que já tivera quando uma forma humanoide me restringia. Então minha Essência disparou como a explosão de uma estrela e eu fiquei completamente ciente de toda percepção a partir dos meus incontáveis pontos de vista diferentes.

Não sei como fiz isso, mas eu sabia que essa experiência só podia acontecer quando minha consciência ressoasse a uma frequência muito alta de realidade. O que aconteceu em seguida foi ainda mais surpreendente. Pois cada ponto dessa explosão estelar tornou-se uma expressão diferente do meu eu total.

No AGORA do UM, eu podia simultaneamente perceber, experimentar e interagir com cada uma dessas versões do meu EU.

De repente, como se eu tivesse cruzado algum limiar invisível, minha experiência tornou-se demais para mim. Eu me sentia como uma nave espacial que atingiu velocidade alta demais para a nave manter sua integridade. Eu não queria finalizar esta experiência, mas comecei a me perguntar o que aconteceria se eu não terminasse esta aventura.

"PARE!", eu ouvi em meu interior.

Era o arcturiano falando.
Eu sabia disto porque reconheci a Frequência de Assinatura dele.

"Pare, lentamente." 
Ouvi outra vez em meu interior.

Porém, visto que eu não sabia como comecei esta jornada, eu não sabia como encerrá-la. Eu estava indo cada vez mais rápido e começando a sentir total falta de controle, o que me assustou.

"Abra os olhos, AGORA", o arcturiano disse.

Rapidamente abri os olhos, como se fosse um reflexo de defesa. Então a tontura veio com força total. Eu rodava tão depressa que não podia distinguir o que era em cima ou embaixo, direita ou esquerda. Eu estava completamente desorientado e à beira de - eu não sei do quê - quando senti uma luz cálida ao meu redor.

Instantaneamente eu fiquei calmo, seguro, centrado e dentro do arcturiano???!!!

Tentei sair dele, pois eu não queria invadir seu corpo, mas eu o ouvi dizer:
"Apenas durma agora. Já chega por agora."

Acordei na "manhã" seguinte em minha cama sentindo-me como uma nova pessoa.
Como eu poderia compreender o que acontecera?

Comecei a repetir minha velha pergunta de: 
"Foi real ou apenas um sonho?"

Desta vez recebi minha própria resposta, que foi: 
"Faz alguma diferença?"



Nota aos leitores:

Tenho uma grande empatia por Mytre, pois não sei se estou criando ou experimentando isto numa versão diferente do meu EU Multidimensional. Porém, não faço ideia do que irei escrever até aparece na página.

E também, se for para eu questionar se isto é "real" ou se estou apenas criando, então tudo de bom e maravilhoso que me aconteceu em toda minha vida "não é real".

Portanto, eu preciso concordar com o meu EU Mytre.
Não há diferença entre "criar" e "experimentar".

Começo a entender que um dos maiores saltos para nossa consciência pentadimensional é admitir para o nosso eu que TODO pensamento e emoção cria a nossa realidade, que já está criada no AGORA do UM.

Portanto, meus pensamentos e emoções estão criando esta realidade que já está acontecendo e sendo enviada a mim através de Mytre.

Sem tempo sequencial, causa e efeito são a mesma coisa. NÃO há diferença!


Tradução para os Blogs SINTESE e DE CORAÇÃO A CORAÇÃO:

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 4 - FREQUÊNCIAS DE ASSINATURA



FREQUÊNCIAS DE ASSINATURA
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 4 
Por Suzanne Lie PhD
Em 01 de setembro de 2012



Quando acordei na manhã seguinte, estava tão animado que não consegui me vestir rápido o suficiente.

(Manhã era um ciclo escolhido ao invés do nascer do sol, já que estávamos numa nave espacial. Assim, sempre era "noite" fora da nave.)

Eu estava tão apressado para me vestir que pus minha jaqueta do avesso e levou ainda mais "tempo" tirá-la e vesti-la corretamente.

(O tempo era outro evento escolhido, pois os Arcturianos vivem no presente-eterno AGORA.)

Eu me contive de sair correndo pelos Corredores até a Área de Refeição Coletiva, novamente desnecessária, porque arcturiano não ingere alimento.

Quando entrei na sala cheia, fiquei surpreso ao ver meus dois colegas de tripulação. Não, meu outro amigo não tinha ressuscitado. Encaminhei-me depressa até eles e abracei os dois. Parece que eles estavam esperando por mim. Todos nós fomos buscar nossa refeição, o que foi uma experiência por si só.

Desde que havia membros na nave de toda a nossa galáxia e de além dela, nos era apresentada uma grande variedade de comida. Eu escolhi um café da manhã pleiadiano simples, como escolheram também meus dois amigos. Mas, a discussão animada sobre nossas muitas opções culinárias trazia um tom camarada e feliz de boas-vindas.

Meus amigos estavam muito felizes porque estavam para embarcar numa nave e voltar para nosso Mundo Lar nas Plêiades. Eles esperavam que eu me juntasse a eles e ficaram muito desapontados ao ouvir que eu ficaria com os Arcturianos.

Eu fui tomado, claro, por uma grande culpa quando eles me perguntaram como eu podia ficar longe de Mytria e nosso bebê. Eles também queriam saber se eu recebera autorização de nosso Comandante para permanecer com os Arcturianos.

Quando eu lhes disse que recebera a autorização apropriada, eu também tive de lhes dizer que eu não poderia contar por quê. Eu odiei manter um segredo de meus amigos com quem eu acabara de compartilhar uma experiência de quase morte, mas como eu poderia dizer a eles o que eu estava aprendendo?

Nossa conversa rapidamente degradou de uma amistosa camaradagem para uma discussão desconfortável sobre o retorno deles e a minha permanência. Finalmente, criei uma desculpa para sair, pois a culpa de estar afastado de minha família e de meu Mundo Lar era esmagadora.

Ao invés dos abraços carinhosos de boas-vindas de nossa primeira saudação, nós acabamos com um mortiço aperto de mãos enquanto eu tentava lentamente deixar a sala.

"Bem, demais para o meu primeiro glorioso dia de treinamento", eu pensei enquanto saía do salão.

Uma enorme nuvem negra pairava sobre minha cabeça enquanto eu, cabisbaixo, caminhava pelo corredor. Na verdade, eu estava tão absorvido em minha autocomiseração que praticamente trombei com meu mentor arcturiano.

Trombar com um Ser de Luz é uma experiência muito única, pois eu literalmente ENTREI nele. Quando o fiz, fui envolvido em tal iluminação e amor incondicional que caí no chão com se tivesse sido ferido. Na verdade, meu eu ferido despencou no chão. Ao mesmo tempo, eu pude sentir outra parte de mim, creio que era o meu próprio Corpo de Luz, elevar-se acima de mim.

Eu me senti como duas polaridades extremas em uma só pessoa.

A confusão de meu eu ferido e a iluminação de meu Corpo de Luz foi uma experiência tão única que eu quase desmaiei com o esforço para expandir minha consciência para esses extremos. Felizmente o arcturiano veio me ajudar baixando-se e tocando delicadamente nas costas daquele com o coração ferido.

Instantaneamente meu EU Luz entrou rapidamente no meu coração físico, e sem esforço, fiquei em pé. Quando me levantei, percebi que o arcturiano estava flutuando acima do solo e seu rosto estava fora da minha visão. Na verdade, seu rosto era mais uma luz radiante com dois pontos de foco que imaginei serem seus olhos.

Ele estava falando comigo telepaticamente, mas eu não podia ouvir. Minha distância física de seu coração e olhos fez-me acreditar que eu não podia ouvir sua mensagem telepática. Claro, o pensamento não fazia sentido, mas foi o pensamento que me veio.

Esse pensamento era realmente a mensagem?

Então eu percebi que o arcturiano estava me dizendo para me levitar até o nível em que eu podia estar mais perto de sua cabeça e coração.

"Sim, levitar", eu disse para mim.

Tentei me lembrar como eu fizera antes, mas não conseguia me lembrar. Após tentar e tentar, fiquei frustrado. Não! Fiquei furioso.

Como esse arcturiano podia esperar tanto de mim? Eu só estava naquela nave infinitamente enorme há poucos dias. Acabara de receber um novo corpo e desertara de minha família e de meu Mundo Lar para que eles me ensinassem a voar!!!!

Era a minha culpa apimentada com a raiva.

O que eu tinha feito?
Eu tinha tomado a decisão certa?
Eu era bom o bastante para realizar a enorme expectativa deles com relação a mim?
E assim por diante...

Então eu ouvi MUITO ALTO: "Como vai indo com a mestria de seu pensamento?"

Humor arcturiano! Eles tinham a capacidade de ser divertidos! A ideia de este Ser imenso de Luz pairar acima da minha cabeça e fazer uma piada, me levou a uma gargalhada incontrolável.

O riso aliviou minha raiva, minha culpa e minha tristeza, que era a base da culpa e da raiva.
O riso tornou-se mais controlável e lentamente se transformou numa sensação de alegria.
Fechei meus olhos agradecendo a alegria que, então, se expandiu de alegria para amor.

Neste momento o arcturiano tocou o topo de minha cabeça e senti a felicidade mais extrema que já havia experimentado. A felicidade continuou até que bati minha cabeça no teto do Corredor.

Eu ouvi a risada do arcturiano?

Caí no chão da maneira mais indigna e levantei os olhos para ver o arcturiano rindo. Ele baixou para me tocar e nós piscamos para outra área da nave. Este meio de transporte era bem animador. Não senti movimento.

Eu chamo de "piscar para outra área", porque me pareceu que eu estava em um lugar, então meus olhos se fecharam para um piscar no "tempo" e eles se abriram em um outro ambiente. Neste caso, eu assumi que era outro holoespaço, pois estávamos num rochedo olhando para as constelações e galáxias no espaço que eu nunca vira.

"Onde estamos?", perguntei. "Estamos em outro holoespaço?"

Ele me instruiu a piscar novamente e abri meus olhos para a visão familiar das constelações acima do meu Mundo Lar nas Plêiades.

Tentei ser educado quando eu disse: "É um holograma ou é real?"

"Tem alguma diferença?", foi a resposta que ouvi.

Eu teria que pensar antes de fazer minha próxima pergunta.
Ou, talvez, eu não deveria fazer uma pergunta.

Eu aprendera até então que uma pergunta respondida apenas levava a outra pergunta.
Portanto, decidi esperar e permitir que o arcturiano continuasse com o que ele pretendia.

Eu observava silenciosamente enquanto muitas vistas lindas de constelações e galáxias enchiam minha visão. Quando a beleza sobrepujou meus pensamentos, comecei a perceber que cada visão criava uma sensação diferente em meu Coração. Neste momento novamente vi a primeira constelação que fora me mostrada.

Porém, desta vez eu me lembrei de SENTIR todas as sensações que enchiam meu corpo, todas as emoções que surgiam dessas sensações e de ouvir todos os pensamentos que vinham à minha mente.

Nós passamos pelo ciclo de constelações e galáxias muitas vezes. Todas as vezes eu consegui SENTIR as sensações, emoções e pensamentos que eram iniciados por cada visão. Foi então que ouvi o termo "Frequência de Assinatura". Sim, eu entendi. Cada mundo tem uma Frequência de Assinatura.

Até então, eu havia reconhecido algumas estrelas, constelações e galáxias e me conscientizei de como a Frequência de Assinatura era imensamente mais informativa do que os nomes que nós lhes dávamos.

Voltei-me para o arcturiano para lhe dizer o que eu havia entendido, mas ele tinha ido embora. Mas ouvi uma mensagem clara em meu coração que eu devia ficar ali até ter memorizado todas as Frequências de Assinatura.

Tradução para os Blogs SINTESE e DE CORAÇÃO A CORAÇÃO: