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terça-feira, 18 de setembro de 2012
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 7 - BOLHAS DE REALIDADE
BOLHAS DE REALIDADE
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 7
Por Suzanne Lie PhD
Em 09 de setembro de 2012
Enquanto sentado na holosuite completamente escura, focado no vazio dentro de meu Núcleo, comecei a ter sensações em meu corpo. No início, minhas costas e pernas estavam duras por estar sentado na mesma posição por um período indeterminado de tempo. Então, meus braços, ombros e pescoço doíam e meu rosto estava contraído. No fim, até meus cílios e cabelos pareciam doer.
Finalmente, as sensações desconfortáveis cessaram e comecei a experimentar meu corpo como uma corda flexível que estava sendo esticada ao máximo.
Neste momento a corda tornou-se crescentemente aquecida e começou a desfiar.
Eu estava observando a linguagem imagética e tentando traduzir todas as imagens.
Eu acreditava que a dor e o desconforto representavam como minha Alma se sentia enquanto limitada aos confins deste veículo físico. Assim que permiti este conceito em minha mente, minha consciência mudou para uma perspectiva de estar acima do meu corpo.
Ao mesmo tempo em que eu estava acima do meu corpo, eu também sentia minha forma ao meu redor.
Interessante, eu tinha a sensação de estar vestindo meu corpo, ao invés de estar no meu corpo.
De fato, eu me perguntava se meu corpo era carne e sangue ou outra criação da holosuite.
Então comecei a sentir como se houvesse uma terceira versão de mim que parecia como uma emanação nebulosa que estava flutuando muito acima de mim.
Havia também uma versão de mim que eu podia sentir, mas não podia ver.
Contudo, eu ouvia este eu dizendo a um amigo invisível:
"Acabo de ter um sonho interessante. Eu estava numa nave no céu. Estava sentado sozinho em um quarto escuro enquanto esse imenso Ser de Luz cuidava de mim. Eu não sei como eu sabia que estava numa nave. Na verdade, eu não sabia o que era esse enorme veículo ou como acabei nele."
Então uma cortina se fechou em minha mente e eu vi meu lar nas Plêiades.
Eu vi o lindo verde que cobria nosso mundo.
Porém, nossas casas estavam bem diferentes do que eu me lembrava.
Cada casa era um cristal vivo, que podia mudar de forma e tamanho com um simples pensamento. Mesmo este mundo sendo muito diferente do meu, eu senti muita saudade de casa quando essa imagem começou a sumir.
"Espera, eu gostei dessa versão. Não quero ir embora daqui."
"Você nunca parte de uma realidade", disse o arcturiano.
"Você apenas muda sua intenção. Todos os programas de realidade são infinitamente encadeados. Só que você só pode absorver até seu cérebro perder o foco. É melhor pintar seus pensamentos, para que não os esqueça."
"Pintar meus pensamentos", eu comecei.
Eu queria perguntar mais, mas quando olhei para meu corpo, eu estava numa forma feminina em outra realidade. Porém, eu era uma artista e usava um pequeno pincel em um enorme quadrado de material branco.
Infelizmente não fiquei ali. Ao contrário, minha mente ficou rodando por realidades como se estivesse comprando em uma loja. Assim que me acostumava a visitar uma realidade, eu era levado para outra. Minha atenção varria realidade atrás de realidade, como se eu estivesse procurando por alguma coisa ou por alguém.
Eu sabia que estava criando essas experiências, pois eu podia ouvir o arcturiano lembrando-me de que eu era o criador de minha vida. No início eu era um pleiadiano em todas as minhas realidades, mas quando me entreguei a esse processo, eu pude me experimentar como de muitas outras raças.
Eu vi realidades em que eu era antariano, siriano, tau cetiano, andromedano, lemuriano e atlante. Aí estava. Atlântida era a realidade que eu procurava. Porém, essa realidade estava num quadro temporal distante no futuro de minha vida pleiadiana.
Foi então que comecei a experimentar realidades que estavam em linhas temporais totalmente diferentes daquela em que eu pensava estar vivendo.
Com essa conscientização comecei a pular por inúmeras linhas temporais.
Eu me estabelecia em um tempo, e então, um instante depois, eu estava numa realidade completamente diferente numa linha temporal totalmente diferente. Então comecei, aleatoriamente, mudar de realidade em tempos e locais que eu jamais soubera que existiam.
Eu estava me perguntando em que ponto desta visão eu ouvi o arcturiano dizer: "SEJA Cuidadoso."
Do que eu precisava ter cuidado?
Aí eu descobri.
Os mundos começaram a cruzar minha mente mais e mais depressa até todos eles se integrarem num fluxo unificado de vida.
As realidades giravam tão depressa que começaram a se mover em círculos concêntricos conforme viajavam mais e mais profundamente para o meu Núcleo. Meu Núcleo escuro agora estava cheio de luz brilhante e de mais atividade do que eu podia conter. Senti uma força ascendente repentina como se uma fonte fora aberta.
De repente, as muitas realidades se uniram em uma força de energia que partiu de meu centro como um vulcão em erupção. A energia saiu pela minha coroa como um enorme spray de luz. Eu podia ver frequências mais e mais altas de realidade enquanto a luz se disseminava pela sala escura, enchendo-a de imagens brilhantes de inúmeras realidades.
Então, inesperadamente, tudo parou.
As imagens congelaram no lugar e todos os mundos cessaram sua rotação.
Tudo na sala ficou completamente parado, exceto a minha imagem.
Porém essa imagem de mim não tinha uma forma.
Eu era um campo de energia em rotação, que era a única fonte de movimento na sala inteira. Todos os muitos mundos, que antes revelavam vida, pensamento, movimento e emoção, estavam totalmente parados.
Eu viajei de imagem em imagem observando os mundos que estavam parados no meio de ações. As guerras pararam com bombas não explodidas no ar, desfiles congelados com os participantes com uma perna preparada para o próximo passo e naves pairando imóveis no espaço. Toda pessoa, local e coisa estava totalmente imóvel.
"O que aconteceu?", perguntei ao arcturiano não visível.
"Você saiu do tempo".
De alguma forma, eu entendi completamente esse conceito.
Eu observei as muitas realidades e percebi que elas estavam se movendo, mas tão lentamente em comparação comigo que elas pareciam paradas. Olhei para minha forma fluida de pura energia cercada por inúmeras bolhas de realidade flutuando por fluxos silentes de luz.
"E se eu voltasse para trás e ao invés de as realidades fluírem a partir do meu núcleo, elas fluíssem de volta para o meu centro? Eu voltaria no tempo?", eu perguntei telepaticamente ao arcturiano.
"Experimente e veja", foi a resposta.
Pensei em tentar voltar no tempo revertendo o processo que me tirou do tempo, mas me perguntei se eu realmente queria fazer isso.
Após pensar nessa questão, decidi que queria mais liberdade do tempo.
O tempo sempre foi uma senhora carga.
Assim, decidi experimentar mais meu estado sem forma.
Porém, eu espiei em várias das bolhas de realidade ao redor para ver se eu tinha um corpo em algumas delas. Eu fiz isto, só para o caso de não conseguir me lembrar de como voltar para a forma sem me juntar a uma realidade. Em algum lugar nesta sala devia estar a bolha de realidade em que eu estava numa holosuite numa nave arcturiana aprendendo sobre o tempo.
Havia tantas realidades.
Eu não queria olhar em todas elas.
Claro, eu podia encontrar a Frequência de Assinatura dessa realidade específica! Mas, para fazer isto, eu teria de me lembrar de como eu me sentia, no que pensava e quem era para que pudesse recordar a Frequência de Assinatura.
Eu gostaria de dizer que fechei os olhos, mas sendo um redemoinho de luz sem forma, eu não tinha olhos. Assim, eu somente pude entrar em minha memória imagética.
Lembrei-me de como me sentia na sala quando entrei no vazio de meu núcleo.
Eu sentia a escuridão total do vazio interior e a sala escura ao meu redor.
A escuridão realmente trouxe um conforto estranho.
Sim, era o conforto de ter uma forma.
Eu estava gostando muito de estar sem forma, mas também estava um pouco preocupado com se eu conseguiria voltar para um corpo, caso eu o quisesse. Lembrei-me de sentir meu corpo após ter ficado imóvel por um período de tempo indeterminado. Tempo, ele já estava se tornando uma escolha ao invés de um símbolo de estar vivo.
Eu AGORA não estava no tempo e me sentia completamente vivo, vibrante e livre.
A justaposição de sentir estar em um corpo, que estava com câimbras, cansado e em dor, empurrou meu campo de energia para uma determinada bolha de realidade dentre tantas outras. Eu não resisti e permiti as imagens e a sensação dirigirem meu fluxo. Então, encontrei-me interfaceando com uma das bolhas de realidade e decidi olhar dentro dela.
Má ideia!
Fui instantaneamente puxado para essa realidade.
A sala estava escura, e eu estava dentro de uma forma densa que doía de todas as formas imagináveis. Minha mente estava correndo com pensamentos não direcionados, minhas emoções estavam vagamente controladas e o corpo era tão denso que parecia como se minha energia tivesse batido contra uma parede densa.
Tentei recuar dessa realidade, mas era tarde demais.
Fui puxado para a escuridão, para os pensamentos, para as emoções e para o corpo.
"Aff!", foi meu primeiro comentário.
Eu falei?
Eu tinha uma voz e os pensamentos estavam em mim ao invés de ao meu redor. Eu não era mais um campo de energia fluindo e meu corpo era a forma densa com que eu acabara de colidir.
Eu tentei sair desse corpo, pois ele não mais parecia eu.
Mas era tarde demais.
Eu estava preso no tempo outra vez.
Porém, agora que eu tinha experimentado a liberdade de estar no AGORA e fiquei determinado a me libertar outra vez.
Fonte: http://suzanneliephd.blogspot.com/
Tradução para os Blogs SINTESE e DE CORAÇÃO A CORAÇÃO:
Selene - sintesis@ajato.com.br
http://blogsintese.blogspot.com/
http://stelalecocq.blogspot.com/
Respeite todos os Créditos
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 1 - A CÂMARA DE RECUPERAÇÃO
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 2 - MESTRIA DO PENSAMENTO E PERCEPÇÃO COM A EMOÇÃO
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 3 - É REAL?
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 4 - FREQUÊNCIAS DE ASSINATURA
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 5 - DENTRO DO ARCTURIANO
MYTRE E OS ARCTURIANOS - ESPERANDO PELA LUZ - PARTE 6
LUZ!
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sábado, 15 de setembro de 2012
MYTRE E OS ARCTURIANOS - ESPERANDO PELA LUZ - PARTE 6
ESPERANDO PELA LUZ
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 6
Por Suzanne Lie PhD
Em 05 de setembro de 2012
Minha "nova pessoa" decidiu ir à Sala de Refeições em Grupo ao invés de comer sozinho em minha cabine. Pouco eu sabia do que aconteceria lá. Tomei minha chuveirada sônica, apesar de que eu não queria lavar do meu corpo nada da energia do arcturiano. Porém, era um hábito de toda a vida tomar banho de manhã, então eu tomei.
Enquanto estava no chuveiro, eu me perguntei quantos dos meus hábitos da vida toda iriam me restar agora. Eu não fazia ideia que minha vida me levaria a esta experiência.
Não, esperem! Eu não fazia ideia CONSCIENTE que minha vida iria por este caminho.
Mas, sempre houve um "algo" que borboletava no fundo de minha mente de que havia "mais".
Eu não fazia ideia do que era esse "mais", mas o sentido cresceu conforme amadureci.
Agora eu estava numa Nave Arcturiana e acabara de experimentar estar dentro de um arcturiano. Minha mente estava revirando o conceito de existir dentro de outro Ser, quando uma pequena raiva começou a crescer dentro de mim.
"De onde ela vem?" - eu me perguntei.
Espantei a raiva, me vesti e fui para a Sala de Refeições.
Assim que lá cheguei, eu soube que tinha sido uma má ideia. Olhei ao redor, para todas as pessoas "normais", pelo menos elas eram normais no mundo delas, e soube que eu não me encaixava. Eu não me encaixava mais no meu velho mundo, nem me encaixava neste mundo.
Olhei pela sala e me perguntei quantas delas tiveram a experiência que eu tive.
Então, eu me repreendi por ser elitista.
Mas, eu não me sentia melhor do que elas.
Apenas me sentia... deslocado.
Como e com quem eu poderia compartilhar o que estava acontecendo comigo?
Por outro lado, como eu poderia manter tudo isso contido em mim?
Com este último pensamento eu comecei a sentir tal pressão em meu corpo que senti que ia explodir. NÃO, eu não queria estar tão sozinho. Já havia sido muito difícil deixar minha família, abandonar minha vila, não voltar para casa com meus colegas. Eles seriam recebidos como heróis, e fora eu quem salvara o dia!
De onde viera esse pensamento arrogante??
Obviamente eu não estava adequado para a vida pública no momento.
Virei tão apressadamente que trombei com um antariano alto.
Quando ele rosnou para mim, como os antarianos normalmente fazem, eu gritei para ele sair do meu caminho. Eu o empurrei de um modo combativo. Se ele não fosse do bem, nós teríamos brigado bem ali na Sala de Refeições.
Mortificado com meu comportamento, eu literalmente saí correndo da Sala de Refeições porta afora e pelos corredores numa tentativa desesperada de encontrar solidão. Eu estava tão raivoso, amedrontado e triste que nunca considerei voltar à minha cabine.
"Enquanto o Ciclo conclui, aquilo que resta do escuro deve ser liberado para a Luz", entrou a voz do arcturiano em minha cabeça.
"Onde você está?", gritei de uma maneira embaraçosa.
Percebendo rapidamente o que eu fizera, tentei me desculpar. Infelizmente, só consegui encontrar mais raiva. Eu não vocalizei esta raiva, mas visto que o arcturiano lia minha mente melhor do que eu, eu pude também ter berrado.
Não houve resposta.
Eu sabia que não tinha ouvido ao que o arcturiano já havia dito, então por que ele iria falar mais?
Percebi que em meu ataque de fúria "inconsciente", eu inconscientemente havia corrido para a holosuite. Já que eu estava ali, eu poderia entrar também. O mesmo programa de Frequências de Assinatura estava rodando. Realmente, eu tenho certeza de que o arcturiano pôde ver no AGORA dele que eu acabaria ali e precisaria da familiaridade de alguma coisa, mesmo de fosse um holoprograma.
Sentei-me na pedra conhecida e refleti sobre o que arcturiano quis dizer com "Enquanto o Ciclo conclui"...
Eu estava ciente de que um ciclo de minha vida definitivamente tinha concluído e que eu nunca mais seria a mesma pessoa, mas por que a raiva? Bem, claro, era porque eu me sentia fora de controle. Como um guerreiro por muito tempo, estar fora de controle era a coisa mais aterrorizadora, e o medo tinha que ser transformado em raiva se um guerreiro quisesse sobreviver.
Talvez fosse o ciclo de ser um guerreiro que estava concluindo, senão eu jamais conseguiria assumir outra vida agora. Talvez eu tivesse que drenar o último resquício de raiva que me permitia sobreviver ao medo que eu não podia me permitir sentir enquanto estava numa batalha?
"Ainda sente raiva?", entrou a voz do arcturiano em minha cabeça.
Minha primeira reação foi ficar com raiva porque o arcturiano não vinha falar comigo "cara a cara como um homem"!
Claro, lá estava essa raiva combativa outra vez.
O arcturiano não era um "homem".
Na verdade, nem certeza eu tinha se ele era um humanoide.
Entretanto, eu percebi que não queria ficar com raiva deste Ser incrível que estava me ensinando tanto. De fato, eu comecei a sentir muito remorso de meu comportamento e também de meus pensamentos negativos e emoções descontroladas.
"É importante liberar aquilo que você não precisa mais", entrou a voz conhecida e amorosa.
O conceito da não necessidade do medo, raiva e tristeza era falatório mental. Como eu me protegeria sem o meu medo, travaria minhas batalhas sem raiva e lamentaria minhas perdas sem a tristeza?
"Você ainda gosta de criar esses aspectos da sua realidade?" o arcturiano perguntou calmamente, como seu eu tivesse uma escolha.
"Você sempre tem uma escolha", respondeu o arcturiano aos meus pensamentos. "VOCÊ é o criador de sua realidade."
"Espere aí", eu pensei. "O arcturiano acaba de dizer que eu criei uma vida de guerra, o perigo de nossa vila e a morte de meu colega de tripulação?"
A raiva começou a crescer dentro de mim como uma tempestade de fogo.
Eu queria berrar com o arcturiano por me culpar por tudo que acontecera ao meu mundo quando, de repente, senti um amor interior terno me envolver como um cobertor cálido. Pela primeira vez em toda a minha vida me senti seguro, não seguro porque eu estava protegendo, mas seguro porque era protegido.
"Caro Mytre, esta sensação é a que você tem oferecido aos outros. Ela está logo abaixo de sua raiva. Afinal de contas, como você poderia dar para os outros o que você não tinha dentro de si?"
"Mas eu pensei que essa sensação de segurança viesse de você", eu inquiri.
"Não, Mytre, a segurança que você sentiu veio do seu interior. Nós apenas amplificamos aquilo que já estava aí."
Eu sabia que sentia raiva, medo, tristeza e até amor. Mas nunca pensei que tinha sentido segurança. Com esse pensamento, minha mente se encheu de imagens da infância com meus amados pais. Nosso mundo estava sob ataque, mas eles nunca me deixavam sentir. Eles me protegiam do medo, da raiva e até da tristeza deles. Quando eles estavam comigo, sempre me faziam sentir seguro e amado.
Eu comecei a chorar, não de tristeza, mas de gratidão pelo maravilhoso presente que eles invisivelmente me deram. Eles sacrificaram tudo para me dar o que eu precisava e continuamente me diziam que eu era especial e que um dia eu faria grandes coisas.
Mas, enquanto eu estava na escola, outro bombardeio os matou. Fiquei tão devastado que me esqueci da segurança que eles haviam me dado e a substituí por tristeza, medo e ódio. Comecei a chorar inconsolavelmente quando me conscientizei do presente deles que eu havia esquecido e de quem eu me tornara.
"Você se tornou esse grande ser despertando que você é neste AGORA. Seus pais lhe deram a segurança que você precisava para obter a coragem de ser um guerreiro. Agora você deve invocar essa coragem para travar sua própria batalha interior", disse o arcturiano.
"Entretanto, você não travará essa batalha interior com raiva e medo, pois qualquer emoção que você expressa é amplificada por sua expressão. Portanto, nosso caro Mytre, você travará essa batalha interior com o amor incondicional por seu EU."
Pelo que pareceu como uma vida inteira, eu permaneci silente tanto em minhas palavras quanto em meus pensamentos e emoções. Este silêncio profundo me confortou e me levou para meu Núcleo. Eu nunca pensei que tivesse um Núcleo, mas lá estava ele. Era um espaço dentro do Centro do meu corpo que era absolutamente quieto. Não havia pensamentos, nem sentimentos, nem imagens - nada!
Havia somente o silêncio da noite mais escura antes do amanhecer.
Eu apenas tinha revivido minha noite mais escura, mas ainda não era o amanhecer.
Creio que o arcturiano desligou o holoprograma, pois a escuridão na sala era tão absoluta quanto a escuridão em meu Núcleo.
O medo queria me tirar deste profundo vazio interior.
A tristeza queria enchê-lo com suas lágrimas não vertidas.
A raiva queria batalhar por seu caminho para o amanhecer.
Mas o amor - o amor incondicional - sentia-se seguro e podia pacientemente esperar pela luz.
E então eu esperei!
Fonte: http://suzanneliephd.blogspot.com/
Tradução para os Blogs SINTESE e DE CORAÇÃO A CORAÇÃO:
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terça-feira, 11 de setembro de 2012
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 5 - DENTRO DO ARCTURIANO
DENTRO DO ARCTURIANO
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 5
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 5
Por Suzanne Lie PhD
Em 02 de setembro de 2012
Eu absorvi as Frequências de Assinatura Celestial por tanto tempo que não podia mais manter meus olhos abertos. Para minha surpresa, eu pude absorvê-las de uma maneira completamente diferente quando fechei meus olhos. Era como se as percepções do meu novo corpo pentadimensional somente entrassem em ação quando eu não usava minha visão física.
E também, um som interessante que estava além da minha audição com meus olhos abertos começou a ressoar pelo meu Corpo de Luz. Esta ressonância, junto com as mudanças de imagens de luz chegando à minha visão interior, colocou minha nova forma em rotação.
No início eu mal percebi e pensei que eu apenas estava tonto por ficar concentrado por tanto tempo. Mas já não estava concentrado e a tontura rapidamente se transformou numa sensação de zumbido que corria pela minha forma inteira.
Eu entendo por que ela me deixou tonto no início: porque essa sensação percorria em círculos sempre se expandindo para fora de meu corpo. Estes círculos de sensações propagavam-se para fora e ao mesmo tempo eles se propagavam cada vez mais fundo em minha nova forma.
E como se não bastasse, uma sensação de ondas começou a fluir para cima e para baixo em minha forma.
Descobri que não podia mais manter o equilíbrio suficiente para ficar em pé ou até sentado, então deitei na rocha dura onde eu estava. Assim que mudei o ângulo do meu corpo, as sensações também se ajustaram para que as ondas, que antes eram perpendiculares à rocha, tornaram-se horizontais à rocha. Desta maneira, as ondas continuaram a subir e descer pela minha espinha.
Simultaneamente, os círculos em constante expansão moviam-se mais e mais profundamente na rocha e mais e mais alto para a atmosfera. Parecia haver um ritmo para os círculos e ondas, então eu decidi que o ritmo de minha respiração fosse igual.
UAU!!!
Apenas duas ou três respiradas e eu decolei.
Apenas duas ou três respiradas e eu decolei.
Eu não tenho certeza de qual "eu" decolou, mas eu não estava mais deitado na rocha olhando para o Cosmos. Eu estava flutuando pelo Cosmos. Eu digo que estava "flutuando" ao invés de voando, pois eu não estava movimentando nenhuma das partes de meu corpo. Era mais como se eu estivesse fluindo com uma corrente.
Eu sabia que devia estar movendo em minha consciência e que meu corpo provavelmente ainda estava deitado na rocha. Entretanto, eu estava gostando tanto de minha experiência que não queria fazer nada para modificá-la.
Havia uma faísca de pergunta sobre se eu estava num holoprograma superior ou se esta experiência era real. Felizmente, exatamente antes da dúvida se instalar, eu ouvi as palavras do arcturiano: "Faz alguma diferença?"
Sim, se eu criei esta parte do holoprograma com meus pensamentos ou se eu criei esta realidade, eu era o criador em ambos os casos. Uma voz interior me lembrou de parar de analisar, já que baixaria minha consciência e diminuiria minha experiência.
Por meu mérito, eu realmente parei de pensar e me entreguei mais profundamente à minha jornada. Neste momento de entrega ou caí no sono ou entrei em um estado mais profundo de consciência.
Na verdade, dormir e se entregar não é a mesma coisa?
De qualquer modo, meu pensamento lógico cessou.
Eu parei de analisar, parei de questionar e apenas DEIXEI IR.
Foi como se eu ouvisse um clique silencioso que decolou como um foguete num ângulo de uns 45 graus para a minha direita. Comecei a ressoar tão rapidamente que todo pensamento e/ou emoção eram impossíveis.
Eu não estava mais usando um corpo.
Eu era pura consciência.
Mas, minha consciência tinha maior ciência do que já tivera quando uma forma humanoide me restringia. Então minha Essência disparou como a explosão de uma estrela e eu fiquei completamente ciente de toda percepção a partir dos meus incontáveis pontos de vista diferentes.
Não sei como fiz isso, mas eu sabia que essa experiência só podia acontecer quando minha consciência ressoasse a uma frequência muito alta de realidade. O que aconteceu em seguida foi ainda mais surpreendente. Pois cada ponto dessa explosão estelar tornou-se uma expressão diferente do meu eu total.
No AGORA do UM, eu podia simultaneamente perceber, experimentar e interagir com cada uma dessas versões do meu EU.
De repente, como se eu tivesse cruzado algum limiar invisível, minha experiência tornou-se demais para mim. Eu me sentia como uma nave espacial que atingiu velocidade alta demais para a nave manter sua integridade. Eu não queria finalizar esta experiência, mas comecei a me perguntar o que aconteceria se eu não terminasse esta aventura.
"PARE!", eu ouvi em meu interior.
Era o arcturiano falando.
Eu sabia disto porque reconheci a Frequência de Assinatura dele.
"Pare, lentamente."
Ouvi outra vez em meu interior.
Porém, visto que eu não sabia como comecei esta jornada, eu não sabia como encerrá-la. Eu estava indo cada vez mais rápido e começando a sentir total falta de controle, o que me assustou.
"Abra os olhos, AGORA", o arcturiano disse.
Rapidamente abri os olhos, como se fosse um reflexo de defesa. Então a tontura veio com força total. Eu rodava tão depressa que não podia distinguir o que era em cima ou embaixo, direita ou esquerda. Eu estava completamente desorientado e à beira de - eu não sei do quê - quando senti uma luz cálida ao meu redor.
Instantaneamente eu fiquei calmo, seguro, centrado e dentro do arcturiano???!!!
Tentei sair dele, pois eu não queria invadir seu corpo, mas eu o ouvi dizer:
"Apenas durma agora. Já chega por agora."
Acordei na "manhã" seguinte em minha cama sentindo-me como uma nova pessoa.
Como eu poderia compreender o que acontecera?
Comecei a repetir minha velha pergunta de:
"Foi real ou apenas um sonho?"
Desta vez recebi minha própria resposta, que foi:
"Faz alguma diferença?"
Nota aos leitores:
Tenho uma grande empatia por Mytre, pois não sei se estou criando ou experimentando isto numa versão diferente do meu EU Multidimensional. Porém, não faço ideia do que irei escrever até aparece na página.
E também, se for para eu questionar se isto é "real" ou se estou apenas criando, então tudo de bom e maravilhoso que me aconteceu em toda minha vida "não é real".
Portanto, eu preciso concordar com o meu EU Mytre.
Não há diferença entre "criar" e "experimentar".
Começo a entender que um dos maiores saltos para nossa consciência pentadimensional é admitir para o nosso eu que TODO pensamento e emoção cria a nossa realidade, que já está criada no AGORA do UM.
Portanto, meus pensamentos e emoções estão criando esta realidade que já está acontecendo e sendo enviada a mim através de Mytre.
Sem tempo sequencial, causa e efeito são a mesma coisa. NÃO há diferença!
Tradução para os Blogs SINTESE e DE CORAÇÃO A CORAÇÃO:
Selene - sintesis@ajato.com.br
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 4 - FREQUÊNCIAS DE ASSINATURA
FREQUÊNCIAS DE ASSINATURA
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 4
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 4
Por Suzanne Lie PhD
Em 01 de setembro de 2012
Quando acordei na manhã seguinte, estava tão animado que não consegui me vestir rápido o suficiente.
(Manhã era um ciclo escolhido ao invés do nascer do sol, já que estávamos numa nave espacial. Assim, sempre era "noite" fora da nave.)
Eu estava tão apressado para me vestir que pus minha jaqueta do avesso e levou ainda mais "tempo" tirá-la e vesti-la corretamente.
(O tempo era outro evento escolhido, pois os Arcturianos vivem no presente-eterno AGORA.)
Eu me contive de sair correndo pelos Corredores até a Área de Refeição Coletiva, novamente desnecessária, porque arcturiano não ingere alimento.
Quando entrei na sala cheia, fiquei surpreso ao ver meus dois colegas de tripulação. Não, meu outro amigo não tinha ressuscitado. Encaminhei-me depressa até eles e abracei os dois. Parece que eles estavam esperando por mim. Todos nós fomos buscar nossa refeição, o que foi uma experiência por si só.
Desde que havia membros na nave de toda a nossa galáxia e de além dela, nos era apresentada uma grande variedade de comida. Eu escolhi um café da manhã pleiadiano simples, como escolheram também meus dois amigos. Mas, a discussão animada sobre nossas muitas opções culinárias trazia um tom camarada e feliz de boas-vindas.
Meus amigos estavam muito felizes porque estavam para embarcar numa nave e voltar para nosso Mundo Lar nas Plêiades. Eles esperavam que eu me juntasse a eles e ficaram muito desapontados ao ouvir que eu ficaria com os Arcturianos.
Eu fui tomado, claro, por uma grande culpa quando eles me perguntaram como eu podia ficar longe de Mytria e nosso bebê. Eles também queriam saber se eu recebera autorização de nosso Comandante para permanecer com os Arcturianos.
Quando eu lhes disse que recebera a autorização apropriada, eu também tive de lhes dizer que eu não poderia contar por quê. Eu odiei manter um segredo de meus amigos com quem eu acabara de compartilhar uma experiência de quase morte, mas como eu poderia dizer a eles o que eu estava aprendendo?
Nossa conversa rapidamente degradou de uma amistosa camaradagem para uma discussão desconfortável sobre o retorno deles e a minha permanência. Finalmente, criei uma desculpa para sair, pois a culpa de estar afastado de minha família e de meu Mundo Lar era esmagadora.
Ao invés dos abraços carinhosos de boas-vindas de nossa primeira saudação, nós acabamos com um mortiço aperto de mãos enquanto eu tentava lentamente deixar a sala.
"Bem, demais para o meu primeiro glorioso dia de treinamento", eu pensei enquanto saía do salão.
Uma enorme nuvem negra pairava sobre minha cabeça enquanto eu, cabisbaixo, caminhava pelo corredor. Na verdade, eu estava tão absorvido em minha autocomiseração que praticamente trombei com meu mentor arcturiano.
Trombar com um Ser de Luz é uma experiência muito única, pois eu literalmente ENTREI nele. Quando o fiz, fui envolvido em tal iluminação e amor incondicional que caí no chão com se tivesse sido ferido. Na verdade, meu eu ferido despencou no chão. Ao mesmo tempo, eu pude sentir outra parte de mim, creio que era o meu próprio Corpo de Luz, elevar-se acima de mim.
Eu me senti como duas polaridades extremas em uma só pessoa.
A confusão de meu eu ferido e a iluminação de meu Corpo de Luz foi uma experiência tão única que eu quase desmaiei com o esforço para expandir minha consciência para esses extremos. Felizmente o arcturiano veio me ajudar baixando-se e tocando delicadamente nas costas daquele com o coração ferido.
Instantaneamente meu EU Luz entrou rapidamente no meu coração físico, e sem esforço, fiquei em pé. Quando me levantei, percebi que o arcturiano estava flutuando acima do solo e seu rosto estava fora da minha visão. Na verdade, seu rosto era mais uma luz radiante com dois pontos de foco que imaginei serem seus olhos.
Ele estava falando comigo telepaticamente, mas eu não podia ouvir. Minha distância física de seu coração e olhos fez-me acreditar que eu não podia ouvir sua mensagem telepática. Claro, o pensamento não fazia sentido, mas foi o pensamento que me veio.
Esse pensamento era realmente a mensagem?
Então eu percebi que o arcturiano estava me dizendo para me levitar até o nível em que eu podia estar mais perto de sua cabeça e coração.
"Sim, levitar", eu disse para mim.
Tentei me lembrar como eu fizera antes, mas não conseguia me lembrar. Após tentar e tentar, fiquei frustrado. Não! Fiquei furioso.
Como esse arcturiano podia esperar tanto de mim? Eu só estava naquela nave infinitamente enorme há poucos dias. Acabara de receber um novo corpo e desertara de minha família e de meu Mundo Lar para que eles me ensinassem a voar!!!!
Era a minha culpa apimentada com a raiva.
O que eu tinha feito?
Eu tinha tomado a decisão certa?
Eu era bom o bastante para realizar a enorme expectativa deles com relação a mim?
E assim por diante...
Então eu ouvi MUITO ALTO: "Como vai indo com a mestria de seu pensamento?"
Humor arcturiano! Eles tinham a capacidade de ser divertidos! A ideia de este Ser imenso de Luz pairar acima da minha cabeça e fazer uma piada, me levou a uma gargalhada incontrolável.
O riso aliviou minha raiva, minha culpa e minha tristeza, que era a base da culpa e da raiva.
O riso tornou-se mais controlável e lentamente se transformou numa sensação de alegria.
Fechei meus olhos agradecendo a alegria que, então, se expandiu de alegria para amor.
Neste momento o arcturiano tocou o topo de minha cabeça e senti a felicidade mais extrema que já havia experimentado. A felicidade continuou até que bati minha cabeça no teto do Corredor.
Eu ouvi a risada do arcturiano?
Caí no chão da maneira mais indigna e levantei os olhos para ver o arcturiano rindo. Ele baixou para me tocar e nós piscamos para outra área da nave. Este meio de transporte era bem animador. Não senti movimento.
Eu chamo de "piscar para outra área", porque me pareceu que eu estava em um lugar, então meus olhos se fecharam para um piscar no "tempo" e eles se abriram em um outro ambiente. Neste caso, eu assumi que era outro holoespaço, pois estávamos num rochedo olhando para as constelações e galáxias no espaço que eu nunca vira.
"Onde estamos?", perguntei. "Estamos em outro holoespaço?"
Ele me instruiu a piscar novamente e abri meus olhos para a visão familiar das constelações acima do meu Mundo Lar nas Plêiades.
Tentei ser educado quando eu disse: "É um holograma ou é real?"
"Tem alguma diferença?", foi a resposta que ouvi.
Eu teria que pensar antes de fazer minha próxima pergunta.
Ou, talvez, eu não deveria fazer uma pergunta.
Eu aprendera até então que uma pergunta respondida apenas levava a outra pergunta.
Portanto, decidi esperar e permitir que o arcturiano continuasse com o que ele pretendia.
Eu observava silenciosamente enquanto muitas vistas lindas de constelações e galáxias enchiam minha visão. Quando a beleza sobrepujou meus pensamentos, comecei a perceber que cada visão criava uma sensação diferente em meu Coração. Neste momento novamente vi a primeira constelação que fora me mostrada.
Porém, desta vez eu me lembrei de SENTIR todas as sensações que enchiam meu corpo, todas as emoções que surgiam dessas sensações e de ouvir todos os pensamentos que vinham à minha mente.
Nós passamos pelo ciclo de constelações e galáxias muitas vezes. Todas as vezes eu consegui SENTIR as sensações, emoções e pensamentos que eram iniciados por cada visão. Foi então que ouvi o termo "Frequência de Assinatura". Sim, eu entendi. Cada mundo tem uma Frequência de Assinatura.
Até então, eu havia reconhecido algumas estrelas, constelações e galáxias e me conscientizei de como a Frequência de Assinatura era imensamente mais informativa do que os nomes que nós lhes dávamos.
Voltei-me para o arcturiano para lhe dizer o que eu havia entendido, mas ele tinha ido embora. Mas ouvi uma mensagem clara em meu coração que eu devia ficar ali até ter memorizado todas as Frequências de Assinatura.
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parte 4
sábado, 8 de setembro de 2012
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 3 - É REAL?
É REAL?
Mytre e os Arcturianos
Mytre e os Arcturianos
Por Suzanne Lie PhD
Em 29 de agosto de 2012
Após ter uma refeição familiar com meus colegas de tripulação, nós nos despimos e nadamos no lago. Então nos deitamos na rocha morna e não conversamos sobre nada. Contamos piadas, rimos e finalmente caímos no sono. Quando acordei, o sol estava baixo no horizonte e meus amigos tinham ido embora.
De repente, fui tomado pela profunda tristeza que não pudera sentir sobre deixar minha amada família. Agora eu estava sozinho, então podia chorar como um bebê. E eu chorei. Enquanto chorava, imagens de estar na terra da Mãe com Mytria, rindo com ela e fazendo amor encheram meu coração.
Lentamente eu percebi que aquelas imagens eram mais fortes do que o sentimento de tristeza e eu comecei a me focalizar no sentir as imagens. Conforme permiti que o sentimento de profunda amizade, amor e alegria enchesse meu corpo, comecei a entender o que o arcturiano quis dizer com "perceber com a emoção".
Quando minha emoção era tristeza, tudo que eu percebia era que estava sozinho numa pedra que já estivera cheia de amor. Com o sentimento de amor enchendo meu corpo, eu olhava para o Sol se pondo e via meu EU.
Não sei explicar como eu me via, pois eu via com a emoção de Felicidade.
Eu havia liberado minha solidão e profunda tristeza e substituído pelo SENTIR amor por outro.
Então, assim que senti amor por outro, eu consegui amar o meu EU.
Por Eu, quero dizer, o eu que é UM com o EU que é UM.
Naquela hora pareceu uma sentença pobre, mas gradualmente eu comecei a entender o que ela significava. Eu estava criando o holograma com meus pensamentos, tal como o arcturiano disse que eu criaria.
Eu pensei em meus amigos e dei vida ao meu amigo que morrera. Reuni-me com eles num dia ensolarado porque eu precisava me sentir um cara "normal" relaxando com seus amigos. Finalmente eu caí no sono, pois não podia mais acreditar na fantasia que eu criara.
Com a perda da minha ilusão, eu tive de encarar minha verdade.
O medo e a tristeza chegavam rápido, e o amor e a felicidade chegavam de uma maneira lenta, mas duradoura. Quando eu permitia que minhas emoções falassem comigo, eu podia ver a verdade ao meu redor. E para minha surpresa, essa verdade incluía o fato de minha tristeza não ser apenas pela minha família. Eu estava lamentando a perda de tudo que eu considerava ser verdadeiro, honesto e real.
Agora que eu percebera que meu mundo real era uma ilusão, tudo que eu podia perceber era a verdade. Com esta conscientização final, o lago desapareceu, a rocha desapareceu, as árvores desapareceram e o sol se pondo revelou a porta de saída do holoespaço.
Eu sabia que passar por aquela porta era reconhecer que tudo que eu já tinha conhecido, feito, possuído e experimentado era uma ilusão.
Através da porta estava o meu verdadeiro EU.
Sim, claro, este EU estava dentro de mim, mas através da porta eu aprenderia como me lembrar de quem eu realmente sou.
Olhei para aquela única porta na parede vazia por um tempo muito longo.
Eu sabia que não tinha mais escolha.
Ao mover nossa pequena nave com minha mente, tudo mudou porque eu mudei. Então, quando eu deixei a Câmera de Recuperação, eu comecei a SER minha verdade, o que me aterrorizou.
Levantei-me e atravessei a porta. Com a cabeça erguida, passei pela porta e segui o arcturiano que me aguardava e que me saudou com o coração aberto. Não foi necessária nenhuma palavra, pois agora eu podia ler sua mente.
Enquanto meu amigo arcturiano (eles não têm nomes da maneira que eu estava acostumado) me conduzia pelo corredor, ele começou a flutuar cada vez mais alto acima do piso.
Eu sei que ele estava me encorajando a fazer o mesmo, mas minhas dúvidas falavam mais alto do que minha crença em meu EU.
Com esse pensamento, o arcturiano se virou e olhou em meu rosto.
Gradualmente uma pequena luz dourada cresceu dentro de mim.
Na verdade, parecia que ela delicadamente se erguia acima do limiar da minha dúvida interior.
Eu sei que essa sentença não faz sentido, mas minha dúvida não era infinita.
Ela era forte naquela parte de mim que ainda mantinha medo, a parte de mim que mantinha a escuridão.
Porém, essa esfera dourada erguia-se acima desse medo e me enchia de luz.
Sim, claro, este é o SOL que revelou a porta de saída do holoespaço e de entrada para o meu EU.
O arcturiano leu minha mente imagética e falou comigo numa imagem mais poderosa do que as palavras. Eu pude sentir lágrimas rolando por meu rosto, mas elas eram lágrimas de alegria. Pus a cabeça para trás e abri meu coração para a crescente alegria dentro de mim.
Levantei meus braços abertos para entregar meu coração a... o quê?
Eu não sabia, mas a sensação de entrega era maravilhosa. Fechei meus olhos e a entrega transformou-se em felicidade e a felicidade transformou-se em uma tranquilidade total, uma completa calma e uma sensação de flutuar.
E então o arcturiano disse: "Abra seus olhos".
Eu não queria abrir meus olhos. Preocupava-me que, se eu visse o mundo exterior, eu perderia estas sensações maravilhosas e curadoras.
"Abra seus olhos agora", eu ouvi com uma sensação de urgência.
Relutantemente eu abri meus olhos e vi o teto do corredor a centímetros do meu nariz.
Fiquei tão surpreso que perdi minha concentração e comecei a cair.
"PARE!"
Para minha surpresa, minha queda foi suspensa pelas firmes palavras do arcturiano.
Mantive o sentimento de comando em minha mente enquanto repetia "PARE" até que pude pousar meus pés no chão.
Com uma sensação de orgulho misturada com acanhamento, olhei para cima, nos olhos do arcturiano.
"Agora é hora de começar com suas aulas", disse o arcturiano com sua mente.
Tradução para os Blogs SINTESE e DE CORAÇÃO A CORAÇÃO:
Selene - sintesis@ajato.com.br
Respeite todos os CréditosMYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 1 - A CÂMARA DE RECUPERAÇÃO
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 2 - MESTRIA DO PENSAMENTO E PERCEPÇÃO COM A EMOÇÃO
LUZ!
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Suzanne Lie
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 2 - MESTRIA DO PENSAMENTO E PERCEPÇÃO COM A EMOÇÃO
MESTRIA DO PENSAMENTO
E PERCEPÇÃO COM A EMOÇÃO
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 2
MYTRE E OS ARCTURIANOS - PARTE 2
Por Suzanne Lie PhD
Em 28 de agosto de 2012
MYTRE CONTINUA:
Quando o arcturiano educadamente mencionou meu pensamento, eu tive que rir.
Eu percebi que meu pensamento descontrolado era parcialmente porque eu fora recalibrado para uma frequência de ressonância que nunca havia experimentado. Também reconheci que estava assustado porque meus pensamentos e emoções estavam fora de alinhamento com meu novo corpo.
Lembrei-me do Elohim que Mytria e eu havíamos conhecido no Ventre da Mãe muito, muito tempo atrás. Porém, eu nunca tinha conhecido um arcturiano, muito menos experimentado uma faixa de frequência de estado de ser que me permitia perceber e interagir com eles.
"Bom", disse o arcturiano em pé na porta de meu alojamento. "Você discerniu corretamente que nós o levamos para a Sala de Recuperação para expandir sua ressonância. Você foi levado para lá porque passou por uma grande iniciação de mestria de seus pensamentos e de percepção com suas emoções."
Eu não fazia ideia do que significava percepção com minhas emoções, mas estava bem claro sobre a minha dificuldade de mestria de meus pensamentos. Por outro lado, quando eu estava pilotando a Nave com minha mente, eu só tinha um pensamento e eu sentia esse pensamento com todas as células do meu corpo.
"Siga-me", o arcturiano disse, mas eu não vi movimento em sua boca. Além do mais, eu ouvi sua mensagem dentro do meu coração ao invés de meus ouvidos. Mas o arcturiano não explicou o que eu estava experimentando. Com um sorriso de quem sabe, ele se virou e saiu andando.
Eu estava muito atordoado pela falta de sono e pela intensa ansiedade, mas eu me levantei rapidamente em minha tentativa, em vão, de acompanhá-lo. Para iniciantes, o arcturiano não anda realmente. Ele se move logo acima do solo. Na verdade, eu senti que ele podia simplesmente piscar e chegar à sua destinação, mas que apenas estava utilizando sua atual locomoção arcaica para meu benefício.
Estava claro que eu tinha muito a aprender se fosse permanecer naquela Nave.
O arcturiano me guiou para o que provavelmente era um holoespaço, porque era uma área imensa com um belo lago, sol quente e uma brisa suave que delicadamente movimentava as folhas de muitas árvores.
Na verdade, era exatamente a área onde eu conheci Mytria.
Com esta constatação, um ataque de profunda solidão e tristeza me percorreu.
"Você passou por uma grande mudança", disse o arcturiano- "Nós criamos um local familiar para você descansar e se acostumar à sua nova frequência de forma. Você pode utilizar sua mente para chamar qualquer um que você deseja visitar."
"Mas será a pessoa real?", eu perguntei.
”O que quer dizer com real?", o arcturiano perguntou.
Eu nem sabia como responder essa pergunta, então dei uma tropeçada e disse:
"Você sabe, real quanto a não ser somente minha imaginação."
"Tudo é sua imaginação", disse o arcturiano virando-se e deixando o lago, o holoespaço, ou era a realidade?
Infelizmente eu não pude fazer essas perguntas, porque o arcturiano de repente se foi. Obviamente eu estava em aprendizado intensivo e eu tive de parar de perguntar e começar a lembrar do que me ocorrera na nave. Portanto, comecei a chamar a ilusão, holograma ou realidade de minha tripulação para perguntar o que haviam visto. Foi quando me lembrei de que eles também estariam na nave.
Antes de eu ter chance de refletir sobre esta questão, todos os meus três companheiros, inclusive aquele que havia morrido, apareceram na minha frente. Fiquei surpreso por ver alguém que eu vira morrer de pé na minha frente. Talvez ele fosse um holograma, mas se fosse, eu não queria ser aquele a revelar isto a ele.
"Nós lhe trouxemos comida", eles disseram.
Sentamo-nos numa rocha plana e comemos nossa singela refeição, enquanto nós fazíamos de conta que esta experiência era normal, e eu tentava imaginar se ela era real.
*******
MENSAGEM DA MEIA-NOITE
Uma nota de Sue
Ontem no meio da noite eu fui acordada por uma mensagem que fluiu rapidamente por minha mente, mas era importante o suficiente para me despertar. O quarto estava escuro, então peguei papel e caneta e fui para o banheiro para ver com a luz noturna.
Minha mensagem era:
A Terra está chamando Seus formadores a partir de qualquer um que possa dever a Ela.
Claro, essa sentença é um modo tridimensional de dizer que Gaia está fazendo Seus preparativos finais para transmutação. Portanto, qualquer um que está ocupado sendo distraído por aquilo que parece ser tão importante, está sendo chamado para deixar suas distrações e passar ao serviço a Gaia.
Parte da razão de eu receber esta mensagem pode ser por causa de uma rápida meditação, ou talvez tenha sido uma visão, que tive quando estava caindo no sono na noite anterior.
Eu acabara de chegar a Dana Point com minha amiga para sua Comemoração de Aniversário e estava pensando sobre os inúmeros terremotos na área de San Diego. Dana Point é bem perto de San Diego e meu marido, protetoramente, me "lembrara" dos terremotos antes de sairmos.
Eu não pensei nisto até cair no sono.
Então eu percebi que estávamos lá para assistir Gaia.
Eu pude sentir que a terra naquela área estava tendo problemas para transmutar e eu sabia que era por causa da potência nuclear do planeta entre Dana Point e San Diego. Em meu estado de sono parcial, eu comecei a transmutar o solo e a assistir Gaia.
Tudo corria bem quando um ET negativo, baixinho, uma imagem assustadora de minha infância, acordou em mim. Eu comecei a sentir medo, mas me detive e apelei para os Arcturianos. Imediatamente senti-me transmutar para uma versão arcturiana com 3 metros de altura.
Meu disfarce humano caiu e minha real identidade foi revelada.
Eu gostaria de saber como descrever isso.
Eu estava tão calma, tão cheia de amor que eu nem podia imaginar a sensação de medo.
Eu, em minha forma arcturiana, andei até o ET baixinho, inclinei-me e gentilmente o toquei no ombro. Então, de um modo muito amoroso, eu disse: "Você poderia ir embora agora, pois pode ficar muito difícil para você aqui."
Foi uma meditação muito curta, mas a sensação de estar num Corpo de Luz Arcturiano com 3 metros de altura permaneceu comigo por horas. Na verdade, se eu fechar meus olhos por uns poucos momentos ainda posso invocar a sensação novamente. Mais ainda, ainda posso sentir a total falta de julgamento e a verdadeira preocupação com a dificuldade que aquele ser assustador, e com medo, poderia experimentar.
Creio que a lição mais importante nessa curta experiência foi transmutar minha forma com tanta facilidade. Claro, ainda estou andando por aí com um corpo físico porque a forma arcturiana não era física. Mas, minha percepção de vida, principalmente do medo, foi totalmente diferente enquanto minha consciência esteve calibrada a essa frequência do EU.
Escrevi esta nota curta para lembrar todos vocês que vocês NÃO têm que aprender nada. Tudo que vocês têm a "fazer" é se lembrar de quem vocês realmente são e passar isto para sua vida diária.
Nós estamos Fluindo para um período de imensa mudança.
Quando nosso mundo estiver esmagador, tudo que precisamos lembrar é de invocar o nosso EU!
Tradução: Selene - sintesis@ajato.com.br
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