quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

SE VOCÊ SE SENTE BOBO(A) AO TENTAR “BRINCAR”


SE VOCÊ SE SENTE BOBO(A) AO TENTAR “BRINCAR”
Natalie Gianelli
20 de janeiro de 2026

Aqui está a perspectiva da Dra. Peebles:

"Meus queridos amigos, hoje, queremos falar com vocês sobre brincar — não o tipo de brincadeira barulhenta ou performática, mas a brincadeira gentil e acessível que surge quando sua criança interior se sente segura, acolhida e sem pressa.

Quando a criança interior sabe que está sendo cuidada com carinho e presença, a brincadeira naturalmente começa a fluir através de você.

☆ Para muitos de vocês, brincar pode parecer frívolo, constrangedor ou até infantil. Isso não acontece porque vocês resistem, mas porque muitos de vocês aprenderam desde cedo que brincar vinha depois da responsabilidade — ou pior, que interferia em ser bom, capaz ou maduro.

Alguns de vocês foram elogiados por sua produtividade, confiabilidade e seriedade, enquanto sua criatividade e alegria eram silenciosamente deixadas de lado. Se brincar parece estranho ou difícil de alcançar agora, você não está sozinho(a). ☆

Ao reaprender a brincar na vida adulta, pode parecer mais silencioso do que você imagina. A brincadeira pode acontecer em particular, em pequenos momentos — dançar sem coreografia, usar algo simplesmente porque te faz sentir bem, rir de algo que realmente te alegra.

Pode ser um desenho bobo feito só pela alegria de fazê-lo, uma musiquinha cantada para si mesmo ou para seus animais, ou fingir que você está em seu próprio filme enquanto faz tarefas domésticas. A imaginação da criança interior ainda está muito viva dentro de você.

A criança interior não está pedindo para ser entretida.
Ela não está pedindo grandes gestos ou espetáculo.

Ela está fazendo uma pergunta simples: Você ficará comigo se eu me abrir?

Quando ela confia que você não a pressionará, não a julgará nem interromperá sua alegria, a brincadeira se torna possível novamente.

Isso é importante, meus queridos amigos — o objetivo não é a alegria em si; o objetivo é a confiança. Quando a confiança é restaurada, a alegria surge naturalmente.

Lembrem-se, brincar não é infantil. Todos os animais brincam quando se sentem seguros. A brincadeira surge quando o sistema nervoso sabe que pode descansar. Então, comecem devagar. Um pequeno momento bobo de cada vez. Permita-se relaxar e deixe a brincadeira voltar a ser uma companhia tranquila, em vez de uma performance."


Almas Belas:

Ao ouvir esta mensagem, sinto o quanto a brincadeira pode ser desconfortável para muitos de nós. Muitas vezes, brincar não tem um resultado final — nenhum objetivo, nenhuma conclusão — e para aqueles que aprenderam desde cedo que produtividade é sinônimo de valor, isso pode ser profundamente incômodo.

Quando não há uma tarefa a cumprir ou um resultado a mostrar, brincar pode desencadear constrangimento, vergonha ou o medo de ser julgado.

Muitos de nós aprendemos que responsabilidade significava estar alerta, sério e no controle. Nossos sistemas nervosos absorveram a ideia de que relaxar é sinônimo de vulnerabilidade e que se soltar — até mesmo dançar ao som de música — significava perder o controle ou ser inadequado.

Portanto, se brincar ainda não lhe parece seguro, faz sentido. Seu sistema pode ainda estar aprendendo que está tudo bem descansar, relaxar e deixar a alegria surgir sem permissão.

O que mais me chama a atenção é que brincar não pode ser forçado. Diversão programada, quebra-gelos ou "alegria obrigatória" muitas vezes parecem sem graça porque brincar exige segurança, não pressão.

Quando a diversão se torna uma performance, ela perde sua magia. A criança interior não quer ser forçada a brincar — ela quer saber que é vista, que se sente segura e que pode se mover no seu próprio ritmo.

Quando essa segurança está presente, a brincadeira surge naturalmente. Às vezes, ela se manifesta como fantasia — conversar com animais, cumprimentar árvores, acenar com uma varinha mágica imaginária quando uma tarefa está concluída. Não precisa ser uma alegria extasiante ou grandes expressões. Pode ser sutil, silenciosa e até um pouco estranha.

Mostramos à nossa criança interior que ela está segura dando o primeiro passo — permitindo-nos ser mais flexíveis, um pouco bobos, deixando a alegria surgir sem julgamento. Aos poucos, ela começa a confiar em nós.

E quando ela confia em nós, brincar não parece mais arriscado — parece espaçoso — parece como voltar para casa.

~ Natalie

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