quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

“PENSEI QUE JÁ TIVESSE CURADO ISSO”


“PENSEI QUE JÁ TIVESSE CURADO ISSO”
Natalie Gianelli
27 de janeiro de 2026

Aqui está a perspectiva do Dr. Peebles:

"Meus queridos amigos, queremos falar sobre algo muito delicado hoje. À medida que vocês se tornam mais conscientes, à medida que aprofundam seu trabalho espiritual e se tornam mais conscientes da criança interior que existe dentro de vocês, é muito comum a mente perguntar: “Por que ainda não superei isso?”

Vocês podem sentir que já fizeram essa cura, já lidaram com esse padrão, já aprenderam essa lição. Mas queremos lembrá-los gentilmente: com a criança interior, não há linha de chegada. Não há um lugar aonde se chegue onde ela, de repente, esteja crescida e não precise mais de vocês.

Pensem em seus próprios filhos, se os tiverem. Mesmo quando são adultos, mesmo quando têm seus próprios filhos, eles ainda são seus pequeninos em seus corações.

A criança interior é a mesma coisa. Ela sempre desejará segurança, proteção, ternura e amor. Este não é um problema a ser resolvido — é um relacionamento a ser cultivado. Cada dia é simplesmente mais uma oportunidade de fazê-la se sentir vista, segura e profundamente amada.

Quando a sua parte adulta ou adolescente tenta acelerar esse processo — dizendo: “Por que isso ainda não acabou?” — a criança interior se sente rejeitada mais uma vez. Ela começa a acreditar que é um incômodo, que seus sentimentos interrompem o trabalho “real” da vida.

Quando isso acontece, ela se retrai. Ela para de compartilhar sua ternura. E tudo o que foi doloroso persistirá, não para punir você, mas porque ainda não foi plenamente reconhecido.

A dor se suaviza quando é acolhida. As arestas se arredondam quando algo é recebido com presença e compaixão. Este é um trabalho delicado, queridos.

A parte de você que valoriza a eficiência, o progresso e a produtividade — muitas vezes a adolescente interior — pode achar isso inconveniente. Ela tenta proteger a criança interior trabalhando demais, controlando tudo ou focando no externo. Mas a parte mais jovem de você não precisa de eficiência. Ela precisa de atenção.

Então, quando você ouvir a pergunta: “Eu não deveria ter superado isso?”, tente perguntar algo mais gentil: “Que parte de mim precisa de mais tempo?” ou “O que ainda não foi plenamente reconhecido?”

É assim que se constrói a confiança. E à medida que a confiança cresce, a criança interior revelará partes cada vez mais profundas de si mesma — não porque o trabalho esteja falhando, mas porque o relacionamento está se fortalecendo.

Seja paciente. Seja gentil.

Esta é a conexão que você realmente anseia"


Almas Belas:

Algo que o Dr. Peebles disse certa vez, e que ficou comigo, é o seguinte: a criança interior é nossa companheira constante, assim como a própria alma. Nunca estamos separados dela.

Não se trata de um “adulto funcional” conduzindo a vida enquanto a criança espera silenciosamente em segundo plano. É tudo uma coisa só. E quanto mais gentileza dedicamos a essa totalidade, mais seguro todo o nosso sistema se sente.

O que mais me tem ajudado ultimamente é desacelerar. Diminuir o ritmo da minha fala. Diminuir o ritmo da minha caminhada, dos meus pensamentos, dos meus processos. Não preciso fazer tudo ao mesmo tempo. E quando faço isso, sinto o sistema nervoso da minha criança interior se acalmar.

Ela se aquieta. Ela para de se tencionar. Quando nos lembramos de que esse relacionamento continuará pelo resto de nossas vidas — sem pressa — ela não precisa mais se sentir como se estivesse interrompendo algo mais importante.

Penso em quantas vezes, como cuidadores, nos concentramos em limpar a casa ou terminar o trabalho, enquanto uma criança por perto só quer brincar ou ser abraçada. Isso não nos torna ruins — nos torna humanos.

Mas o convite aqui é para percebermos quando a produtividade silenciosamente se sobrepõe à presença. Quando a “vida real” tem prioridade sobre a companhia.

Em vez de ver a criança interior como algo que você precisa controlar ou carregar por aí — como prendê-la em um canguru enquanto você corre pela vida — imagine-a como sua companheira. No seu colo. Segurando sua mão.

Viajando ao seu lado enquanto vocês vivem a vida juntos. Quando ela se sente segura e amada, naturalmente traz à tona o seu lado mais brincalhão, criativo e sábio.

Quando as crianças se sentem seguras, elas são alegres e encantadoras. Quando se sentem invisíveis ou inconvenientes, ficam barulhentas, frustradas ou retraídas. O mesmo acontece dentro de nós.

Então, esta semana, meu conselho é simples: faça amizade com sua criança interior.

Ela não é um projeto a ser concluído. 
Ela está com você a longo prazo.

E isso, de verdade, pode acalmar a mentalidade de "preciso terminar logo" e trazer muita paz.

~ Natalie

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