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sexta-feira, 12 de outubro de 2012
ADAMUS - CHAMADO PARA A LIBERDADE
OS MATERIAIS DO CÍRCULO CARMESIM
Série da Liberdade
SHOUD 1 "Chamado para a Liberdade"
Apresentando ADAMUS,
canalizado por Geoffrey Hoppe
Apresentado ao Círculo Carmesim
em 6 de outubro de 2012
www.crimsoncircle.com
Eu Sou o que Sou, o livre e soberano Adamus Saint-Germain.
Bem-vindos à nossa nova série, Shaumbra.
Bem-vindos à Série da Liberdade. Hum. Parece boa. Vai ser difícil. [Risadas]
Eu digo isso, vocês riem, mas é verdade.
Vamos tratar de liberdade hoje. Eu diria que, até agora, é talvez a mensagem mais importante que vocês se deram através de mim – a mais importante; talvez não a mais brilhante ou sábia, mas a mais importante; talvez não a mais longa, talvez não a mais curta, mas a mais importante – porque tudo que está acontecendo agora em sua vida tem a ver com liberdade.
Tudo que está acontecendo em sua vida tem a ver com iluminação. Tudo que está acontecendo com a transição para fora da velha era tem a ver com liberdade. Tudo. Vocês podem negar. Podem se debater com isso. Hum. Vocês fingem que estou falando com os outros. Mas tudo, tudo pelo qual este planeta está passando no momento tem a ver com liberdade.
Não é de admirar que a energia seja um pouco, hummmmmm, de ansiedade hoje, é?
Você acha mesmo que fazer anotações vai ajudar?
[Risadas quando ele se dirige a uma mulher fazendo anotações.]
Você é livre pra fazer isso.
MULHER SHAUMBRA 1: Obrigada.
ADAMUS: A energia está um pouco tensa. O que vem depois? Hein? O que vai acontecer nesses próximos três meses críticos de sua vida? Hum. Muito críticos. Sim. O que está acontecendo dentro de vocês? Por que tem sido tão confuso ultimamente? Por que tem estado tão nublado? Por quê? [Algumas risadinhas]
Adoráveis fantasias hoje. [Muitas pessoas da plateia estão fantasiadas. Outubro é o mês do Halloween.] Espero que possamos fazer isso todos os meses. Sim. Por quê? Porque demonstra que vocês estão livres. Livres para se vestirem do jeito que quiserem. Não igual a todo mundo na rua. Não de acordo com algo que não permita sua própria liberdade.
Abrindo-se
Assim, vamos respirar fundo, meus queridos Shaumbra e, ao mesmo tempo, vamos abrir o coração. Abrir o coração – o coração mesmo.
Sentiram um pouco de ansiedade, um pouco de tensão no coração quando começamos hoje? Hein? Vamos respirar fundo e abrir esse coração. Como fazem isso? Simplesmente escolhendo e permitindo.
O coração quer se abrir. Ah, vocês tentam mantê-lo fechado, vocês pensavam que não sabiam o que era a energia do coração, fingiam que não sabiam o que era, ah, mas vocês sabem o que é, apesar de o manterem fechado por medo de se ferirem novamente. Bom, vocês vão se ferir de qualquer jeito, então, é melhor abrirem o coração. Vocês vão ferir a si mesmos, Andy. Não é uma boa notícia? [Adamus ri.]
Vamos abrir o coração hoje. Parem de pensar tanto [ele dá um beijo na cabeça de uma mulher da plateia], tanto. E, por falar nisso, vamos abrir a mente também. Sim. Entendam, não é a mente que é o problema. Vocês são o problema. [Adamus e algumas pessoas riem.]
HOMEM SHAUMBRA 1: Normalmente, sim.
ADAMUS: Normalmente, sim. Definitivamente, sempre. Vocês são o problema, e digo isso de maneira muito amorosa. Vocês têm essa coisa chamada mente. Vocês ficam presos na mente. Mas quem coloca vocês lá? [Alguém diz: “Nós mesmos.”] Dãh! Não sou eu. [Adamus ri.] Sim, vocês mesmos. Era um lugar confortável. Era um lugar fechado. Era um lugar limitado para permitir que vocês tivessem algumas experiências interessantes neste planeta, mas agora estamos seguindo além daí. Então, vocês podem abrir a mente também.
Ah, é ainda mais difícil do que abrir o coração. Mais difícil. Por quê? Porque numa mente fechada vocês realmente podem controlar, limitar suas experiências. Podem mantê-las a uma distância confortável para vocês. Podem definir bem as suas experiências e as suas interpretações com relação a elas. Mas, quando vocês abrem a mente, coisas incríveis acontecem. Sim, coisas incríveis acontecem. E, durante um tempo, vocês vão achar que estão perdendo a cabeça, mas não estão. Vocês estão voltando pra si mesmos.
A Questão da Liberdade
Assim, esta é, na verdade, a Série da Liberdade. Observem cuidadosamente a si mesmos, tudo à sua volta, pelos próximos três meses em particular, porque essa questão da liberdade está diante de todos. Todos. Todos mesmo.
É uma questão cósmica, vejam bem. Não é uma coisa só daqui da Terra. Só de vocês. É uma questão cósmica. Não é só o fim de uma era para este planeta ou para o seu sistema solar. É o fim de uma era para toda a criação. Hummmm. Muito emocionante.
Respirem fundo. Abram esse coração; abram sua mente.
E é realmente. É por isso que vocês estão recebendo muitas informações, sensações e feedbacks, e se perguntam de onde diabos tudo isso está vindo no momento. Está vindo de todo lugar. Das suas famílias espirituais – estão vindo delas. Em todo o cosmos está ocorrendo esse despertar, pode-se dizer. Há esse desejo por liberdade, e também há um medo intenso da liberdade, uma ansiedade intensa. Ah, e não é apenas aqui neste planeta que existem debates e argumentações. Os assuntos são diferentes, mas essencialmente têm a ver com liberdade. Está acontecendo em toda a criação neste exato momento.
Entendam, quando o Espírito, o Eterno, presenteou vocês com a soberania potencial, sua condição exclusiva de Eu Sou, Ele disse: “Saia. Descubra-se. Descubra o Eu Sou.” Vocês fizeram, todos vocês fizeram isso. Qualquer ser com alma fez isso. Mas chegaram até um ponto, um ponto que ainda existe, que ainda está em sua forma de energia presa por causa da consciência presa. A consciência de todos os seres angélicos brincava, se divertia e criava o cósmico, as experiências angélicas. Mas, em determinado ponto, essa consciência – a sua consciência, a consciência de suas famílias angélicas, da Ordem do Arco e tudo mais – de repente parou e disse: “O próximo passo é a liberdade.” Liberdade do quê? Bem, essencialmente liberdade do Espírito. Liberdade do Lar. Liberdade de Deus. Liberdade do Eterno. Vejam, como crianças de Deus, todos nós chegamos no ponto de liberar até isso.
Ah! Estou pressionando um pouco. Alguns estão dizendo: “Mas, mas, mas... uh... como eu posso ficar livre do Espírito? Eu não sou o Espírito? O que acontece quando aceito a minha liberdade do Espírito, do Ente Supremo?” Bem, vocês de repente aceitam a condição de Eu Sou e a própria soberania, livres e independentes – algo que o Espírito sempre quis. Sempre quis.
O Espírito deu a cada um de nós o maior dom de todos – soberania, liberdade, o Eu Sou o que Sou. O Espírito não faria de outra forma, não faria só pela metade, não diria: “Vou deixar que você exista, mas vou impor limites pra isso. Vou deixar que exista, mas você será sempre meu. Você veio de mim.” Não. O Espírito, com infinita compaixão e amor, disse: “Vou lhe dar tanto, Pete... Vou lhe dar tudo. Tudo. Até o ponto em que algum dia você tenha total liberdade mesmo de mim. Sempre seremos amigos. Vou sempre saber tudo que você faz. [Algumas risadas.] Vou sempre amar você, mas em algum ponto você vai se libertar até de mim.”
Isso é a verdadeira soberania e a verdadeira descoberta da alma, e o passo mais difícil de todos.
Quando os seres angélicos que brincavam na criação chegaram ao ponto de perceber que era hora para a liberdade e a soberania, a consciência se restringiu, se contraiu, se apertou. O que aconteceu depois? A energia parou de se mover ou, pelo menos, de se mover livremente como fazia. A consciência criou uma situação que levou a um impasse energético. A energia ainda está lá, mas está girando em torno de si mesma em vez de fluir, se expandir e se mover.
A energia começou a entrar em si mesma, e vocês sabem o que acontece quando a energia de vocês não tem permissão para se libertar e se expressar, vocês sabem exatamente o que acontece. Ela vai pra dentro de vocês. Ela começa a destruir vocês. Começa a deixá-los loucos, a criar todo tipo de coisa estranha em sua vida e vocês dizem: “Não sei por que isso está acontecendo.” Sim, vocês sabem. São vocês. A energia tem que fazer algo em resposta à consciência, mesmo que signifique destruir-se, mesmo que signifique aniquilar com o que era falso. Oh, alguns poderiam achar que era verdadeiro, hum? Mas ela vai destruir o que era falso.
Pode-se dizer que a energia continua se movendo, mas vai pra dentro. Vai derrubar algumas daquelas paredes. Vai deixá-los doentes, deixá-los loucos, deixá-los tristes, deixá-los deprimidos, todas essas coisas. É só a energia respondendo à sua consciência. E só se trata de liberdade.
Quando as energias pararam de se mover nas esferas angélicas, há muito, muito tempo, foi quando vocês, seres angélicos, decidiram vir para este planeta – como um meio de entender a consciência e a energia, um meio de entender a si mesmos como seres únicos, um meio de entender a si mesmos a partir de dentro, entrando bem fundo numa experiência.
Vocês sabiam desde o início que mais cedo ou mais tarde o seu próprio chamado surgiria, e aqui estamos nós. Não é só o fim do calendário maia ou de algum ciclo cósmico astrológico nem mesmo o ciclo atlante. É o fim de uma era que tinha vocês como dependentes em algo ou alguém, incluindo o Espírito, Irmã [falando com Kathleen, que está vestida de freira]. É melhor tirar essa velha vestimenta, Padre [falando com Sart, que está vestido de sacerdote]. Liberem isso.
Liberdade do Espírito
Agora, alguns diriam que é blasfêmia. Blasfêmia. Como é possível se afastar do Espírito? Como é possível largar Deus?
Bem, vamos definir a diferença. Deus – criação dos homens. Eu já disse exatamente o que penso de Deus. É uma farsa criada por homens. É, sim. É uma mentira. Ah, é uma enorme mentira, que foi desenvolvida, modificada, refinada ao longo dos anos, divulgada em livros. Teriam sido realmente escritos por Deus? Não. Alguns foram inspirados, sim, para a época, mas esta é uma nova época, uma nova era.
Cauldre está me dizendo que estou pisando em gelo fino. Não, não tem gelo nenhum. Estou caminhando sobre água. [Risadas] E o olhar da minha cara Linda de Eesa...
LINDA: De quem está adorando. [sem convicção]
ADAMUS: Está tão feliz hoje. [Adamus ri.]
LINDA: Está tudo bem.
ADAMUS: Então, Deus – uma criação dos homens. E, daí, vocês usam a palavra “Espírito” como se fosse a mesma coisa. “Espírito” talvez seja um pouco mais legal do que “Deus”, como quer que o chamem, pois é a fonte criadora dentro de vocês. Sim, é a unidade dentro de vocês também, mas agora é hora de se libertarem, algo que o Eterno sempre quis. Por quê? Bem, em termos humanos, pode-se dizer que, para se conhecer verdadeiramente a condição de Eu Sou do Eterno, do Espírito, do Deus Pai/Mãe, como queiram chamar, para entendê-la verdadeiramente, é preciso haver liberdade. É preciso haver uma liberação final do eu, um último deixar ir do eu. Nada mais de controlar o eu e, por um bom tempo, esse eu também foi vocês. Mas, enfim, trata-se de liberação, de deixar ir, para que o Espírito, o Eterno, possa realmente se conhecer. Quando vocês se conhecem e aceitam a sua liberdade e soberania, o Espírito entende a soberania Dele.
É uma proposta um tanto interessante. A maioria dos humanos tende a achar que o Espírito é elevado, sabe de tudo, pode fazer qualquer coisa. Não. Não. O Espírito, como eu já disse, é total simplicidade, total pureza. De certa forma, é como uma criança em sua inocência. O Espírito não sabe o que vai acontecer depois, vocês sabem? O Espírito não conhece cada pensamento que vocês têm, porque vocês podem se bloquear. Querem uma prova? Vocês se bloqueiam de vocês mesmos, portanto, podem se bloquear do Espírito. E o Espírito pode Se bloquear de vocês.
O Espírito não sabe de tudo. Seria um jogo doentio se tudo fosse conhecido, tudo que fosse acontecer e ser. Seria um jogo doentio. Isso também é uma experiência para o Espírito. Quando vocês descobrem algo sobre si mesmos, o Espírito descobre algo sobre Si. Quando vocês veem um lindo pôr do sol, o Espírito vê um lindo pôr do sol. O Espírito não vê antes de vocês e manda vocês irem até pra ver: “Olhe esse lindo pôr do sol que eu criei.” O Espírito pediu a vocês que o criassem para que o Eterno pudesse vê-lo, senti-lo e vivenciá-lo.
Assim, podem dizer que o Espírito realmente entenderá a soberania Dele quando vocês entenderem a sua.
Vamos respirar fundo.
E o mesmo se aplica à liberdade. À liberdade.
O Espírito entende a liberdade quando vocês a entendem. Liberdade.
Vamos tratar disso nesta série. Nesta série. Liberdade – o símbolo está bem aqui [mostrando o naipe de espadas no púlpito]. Bem aqui. O círculo – finalização, fechando o círculo. O naipe de espadas – a ascensão. Virando de cabeça pra baixo, vocês têm um coração. O naipe de espadas – a ascensão. A flor de lis – a integração. A integração do masculino, feminino, luz, escuridão, humano, Espírito. Bem aqui.
LINDA: Adorável.
ADAMUS: Bem aqui. [Alguns aplausos.]
Assim, esta é realmente a Série da Liberdade. Sim! Soa adorável, e é, e nos próximos dois meses – pode-se dizer 12 de dezembro, 21 de dezembro, 31 de dezembro, realmente não importa – os próximos dois meses vão ser interessantes. [Adamus ri.] Ah, sim. [Ele pega uma espada que faz parte da fantasia dele.] Interessante. Desafiador. Não se importa se eu apontá-la pra você, se importa? [Ele aponta a espada para alguém.]
MULHER SHAUMBRA 2: Não.
ADAMUS: Sim. Um pouco difícil. Ah, vocês vão ver o planeta realmente ficando meio louco. Sim. Entendam, vocês vão se ver ficando loucos. Sim. Vocês vão se ver passando por coisas e vivenciando coisas que os libertarão. [Ele toca Roy no ombro com a espada.] Ah, eu me lembro de quando costumava fazer isso. [Risadas] Sim. Sim. Uma cerimônia semelhante ao batizado. Sim. Então... Ah, sim, para a foto. [Adamus empunha a espada.] Ótimo.
Sim. Então, livres. Acho que é apropriado eu ter uma espada de verdade hoje. Sim, porque... eh-eh-eh-eh-eh [brandindo a espada]... é, sim. Porque... Você não achou mesmo que eu ia machucá-lo com isso, achou?
DAVID: Não, intencionalmente. [Risadas]
ADAMUS: Não, intencionalmente. Sei, eu podia deixar cair. Você estaria livre! [Risadas] Que apropriado eu ter uma espada de verdade hoje, sim, pra cortar alguns laços. Sim. Não cortar vocês, preciosos, mas cortar os laços. Então, não vou ficar levantando isto por aí. Posso ver que alguns estão nervosos. [Ele baixa a espada.]
O que É Liberdade?
Liberdade. Vamos ver. O que é liberdade? Linda, microfone, por favor. O que é liberdade?
Respirem fundo. Sintam a liberdade por um instante. O que é liberdade? Bela palavra. Costuma ser usada demais e é mal compreendida. O que é liberdade?
MARY: É permitir que tudo aconteça no momento.
ADAMUS: Permitir que tudo aconteça no momento. Ótimo. Ótimo. Gostei. Vou escrever isso. Você permite que tudo aconteça no momento, Mary?
MARY: Não.
ADAMUS: Sério?! Por que não?
MARY: Acho que minha mente fica no caminho, às vezes.
ADAMUS: Você acha? [Risadas]
MARY: É, exatamente! Não há dúvida.
ADAMUS: Você disse as palavras certas!
MARY: Não há dúvida.
ADAMUS: Permitir no momento. Permitir no momento. Que coisa maravilhosa! Por que você não permite as coisas no momento?
MARY: Medo.
ADAMUS: Medo. Medo de quê?
MARY: De deixar ir.
ADAMUS: Medo de quê? Na prática, vida real. Medo de...
MARY: Não ter dinheiro. Não ter casa. Não ter...
ADAMUS: Que bobagem, você já tem tudo isso! Digo... [Adamus ri.]
MARY: É, exato. Exato. Então, que inferno. [Ela e Adamus estão rindo.]
ADAMUS: Então, agora, o que você tem a temer? É. O que você tem a temer? Sim.
MARY: Nada.
ADAMUS: Posso lhe dizer do que você tem medo?
MARY: Por favor.
ADAMUS: Você tem aquelas vozes – voz da mãe, voz do pai, voz da professora, e a maioria de vocês tem num grau ou noutro... vocês têm essas vozes.
MARY: Ah, sim.
ADAMUS: Você gosta delas. Você adora elas. E elas ficam se repetindo o tempo todo. Estão sempre lá. E essas são as coisas que você teme, porque ficam lhe dizendo: “Não, Mary. Seja uma boa menina.” Por que não ser uma menina má de vez em quando? [Alguém diz: “Oooh!”] Só... é, “oooh”. [Risadas, inclusive de Adamus] Sim, só pra experimentar como é. Só pra experimentar. Pare de tentar ser tão boa. Entenda, é aí que você perde a coisa da liberdade.
MARY: Certo.
ADAMUS: É.
MARY: Obrigada.
ADAMUS: Ótimo. Excelente. Ótimo. O que é liberdade?
LADONNA: Gostei da resposta dela.
ADAMUS: Sei. Não pode ser a dela. O que é liberdade?
LADONNA: Não ter tanto pavor da vida.
ADAMUS: Por que você tem pavor da vida?
LADONNA: [ela está quase chorando] Porque muitas coisas acontecem.
ADAMUS: Acontecem.
LADONNA: Tem sido um ano difícil, e...
ADAMUS: Ah, os próximos meses vão ser...
LADONNA: ... mal posso esperar que acabe. Mais três meses.
ADAMUS: É. Ah, e o que você acha que vai acontecer no final do ano?
LADONNA: Espero que a energia mude o suficiente pra voltar a...
ADAMUS: O que faz a mudança da energia?
LADONNA: Diz pra gente. [Risadas]
ADAMUS: Eu já disse! De novo, não! [Adamus ri.] A consciência. A consciência. O que é a consciência?
LADONNA: Só um punhado de medo. Eu só... Toda essa coisa de medo foi grande.
ADAMUS: Sim, sim. Muito medo. O que é consciência?
LADONNA: Hum...
ADAMUS: Adamus 101. [Ele se refere ao nível básico de seus ensinamentos.]
LADONNA: Hum, cara. Ser apenas...
ADAMUS: Você! Você! Percepção!
LADONNA: Estar consciente. Sim, perceber.
ADAMUS: A sua percepção.
LADONNA: Sim. Estar consciente.
ADAMUS: Todos os seus potenciais. Todos os seus potenciais. Assim, a consciência estimula a energia – a consciência cria a energia em primeiro lugar e a estimula – e, portanto, cria a sua realidade. Mas se a consciência... Se você não estiver consciente do que é consciência e se sua consciência estiver muito fechada, intencionalmente, você vai se segurar, bem, e não vai conseguir realizar muita coisa e essa energia vai voltar e trabalhar com você. Vai começar a bater em você. A única razão é porque ela quer que você se mexa. Quer que você vá além de onde está. E isso vai criar todos os demônios, dragões, escuridões e tudo mais, e você dirá: “Por que, querido Deus, estou passando por isso?” Deus diz: “Mas você pode se libertar!” Achei engraçado. [Adamus ri.] Hilário! Por quê? Deus não vai fazer isso pra você nem por você – o Espírito ou como se chame.
LADONNA: Mas acho que a energia está acontecendo agora na minha família porque precisamos nos mexer. Comentamos isso no intervalo.
ADAMUS: Literalmente.
LADONNA: Que há uma razão para toda essa energia e é a de que nós precisamos da mudança.
ADAMUS: Isso.
LADONNA: Mas é difícil quando se está passando pela coisa.
ADAMUS: Muito difícil. Mas imagine um instante – só um instante, com o coração e a mente abertos – que você pode se libertar. Você pode se libertar. Conceito incrível. Incrível e muito simples, mas ainda assim é muito fácil ficar preso e dizer: “Por que eu?” É muito fácil fingir que não se sabe a resposta, assim, o jogo continua.
[Pausa; Adamus ri.]
Vou repetir. [Algumas risadas; Adamus agora fala com muita intensidade.] É muito fácil fingir que não se sabe a resposta, assim, o jogo continua! Dãh! Dãh! Quando vocês reconhecem que vocês têm a resposta... [Ele bate em alguém com o microfone.] Ah, vou fazer com a minha mão agora. Hum. Hum. Quando vocês reconhecem que realmente têm a resposta, o jogo continua. Vocês têm liberdade. Mas o jogo continua e vocês têm liberdade.
Queridos Shaumbra... Hum. Hum, humm, humm. Adoro meu púlpito e o sinal de liberdade
[referindo-se ao naipe de espadas nele].
Queridos Shaumbra, isso é muito importante. Tão simples e tão fácil, mas posso lhes dizer agora mesmo, a menos que algo mude aqui esta tarde ou esta noite ou de manhã, onde estiverem, vai ser difícil.
Vou repetir. Queridos Shaumbra, isso é muito fácil, muito fácil. Digo, realmente, vamos destilar isso. Vamos chegar à essência. É muito fácil, mas, a menos que algo mude neste encontro para o Shoud, que realmente só tem a ver com vocês; eu sou apenas uma distração – como o meu traje hoje. [Alguém diz: “Isso!”] Isso! É, sim. Eu queria uma coroa de ouro de verdade. A menos que algo mude, será difícil. Uns dois meses de desafios pessoais profundos e verdadeiros, e não precisa ser assim.
Mas, ah!, estou com aquela sensação profética – e patética [rindo] – de que vocês vão fazer assim. É, provavelmente. Provavelmente. Por quê? Por quê? [Alguém diz: “É o nosso jogo. Gostamos dele.”] O jogo. Os padrões. Sem conhecer nada diferente. Sem ter certeza, dizendo: “Eh, gosto de um pouco de entretenimento aqui. Gosto de ficar com os Shaumbra. Gosto de comer, mas, ah, eu não sei. Não sei. Deve ter uma resposta em algum lugar.” Está bem aqui! Agora! São vocês. Isso vem de vocês. Vem de vocês.
Pode ser muito fácil ou pode ser difícil. Ah, e são os próximos dois meses que vão realmente dizer.
Agora, tendo dito isso... ah, estou divagando. Certo. Então, vamos voltar.
O que é liberdade? O que é liberdade? Linda, microfone, por favor.
LINDA: Chamando seu convidado especial e seu amigo Jeffrey.
ADAMUS: Sim. O que é liberdade? Você se importa de levantar?
JEFFREY: Claro. Liberdade para fazer mudanças. Fazer mudanças na minha vida.
ADAMUS: Ótimo. O que você mudaria na sua vida? A coisa número um da lista.
JEFFREY: Hum, uma nova estrada... uma estrada totalmente nova na minha vida.
ADAMUS: Uma estrada totalmente nova.
JEFFREY: Bem, estou no processo... larguei o emprego que eu tinha há 30 anos, e eu...
ADAMUS: Oh, um momento para aplausos. [A plateia aplaude.]
JEFFREY: Estou disponível!
ADAMUS: Reparei que sua companheira não está aplaudindo, mas... [Risadas]
JEFFREY: Ah, não! Sim, sim, ela está.
ADAMUS: E agora foram palmas de desdém.
JEFFREY: [rindo] Ah, não! Ela está me apoiando nisso.
ADAMUS: Com certeza.
JEFFREY: Parece que... e falamos sobre isso nas últimas semanas ou nos últimos meses, que vivenciaram algo parecido. Fiz isso por anos e nos últimos meses, nas últimas semanas...
ADAMUS: Como você se sente?
JEFFREY: Bom, eu me sinto bem, mas com medo.
ADAMUS: Por quê?
JEFFREY: Eu sei que não larguei o emprego pra não ter sucesso na vida, mas não sei como será o sucesso daqui pra frente.
ADAMUS: Sim. Ótimo! Ótimo, ótimo!
JEFFREY: Assim...
ADAMUS: Esse é um ponto importante. Vou interromper você. “Eu não sei como será o sucesso.” Ah! Esse é um ponto fundamental, porque seriam os velhos padrões, a velha mente, as velhas tradições e rotinas que fariam você dizer: “Bom, o sucesso é assim e assim.”
É uma coisa interessante, assustadora, mas linda, de se dizer: “Eu não quero olhar para o amanhã com a mente de hoje ou os olhos de hoje. Eu sei que o amanhã é grandioso. Eu sei. Está no meu coração. Eu sei. E estou disposto a permitir que ele venha, incluindo qualquer coisa.” Agora, essa “qualquer coisa” é que é difícil. Qualquer coisa – porque há uma tendência... e eu vou... eu vou... preciso de placas nas paredes, pôsteres e adesivos para os carros...
Iluminação e liberdade não são coisas do tipo “mais ou menos, talvez, pode ser”. Não. São coisas do tipo “tudo ou nada”. Perguntem aos Mestres Ascensos. São coisas do tipo “tudo ou nada”. E não algo que dê pra fazer aos pouquinhos. Um pouquinho de iluminação. Ou é ou não é. Porque, se vocês fizerem... se testarem a água, vão encontrar tubarões nela.
Iluminação, liberdade – não dá pra se ter um pouquinho de liberdade ou mais ou menos liberdade nem mesmo uma percepção de muita liberdade. Ou é ou não é, e isso é parte do problema. É quando a mente se intromete – vocês controlando a mente de vocês – dizendo: “Vou examinar isso. Eu largo meu trabalho, que grande passo, mas vou ver o que acontece depois. Não vou fazer mais nada. Vou ter um pouquinho de liberdade.”
Mas um pouquinho de liberdade é, de fato, mais uma prisão, entendam. Um pouquinho de liberdade é, na verdade, na minha opinião, pior do que liberdade nenhuma, porque agora vocês estão presos na liberdade. Agora, vocês estão controlando a liberdade. Liberdade é pra ser livre. Por isso se chama liberdade. Agora vocês estão presos na liberdade. Então, chega um dia que o seu coração diz que vocês estão prontos para a verdadeira liberdade, daí, vocês vão conhecer e ter experiências com uma forma distorcida de liberdade – uma liberdade que vocês controlaram. Então, a mente vai chegar e dizer novamente: “Olha o que aconteceu da última vez que você experimentou a liberdade.” Sua mente vai dizer: “Você não sabe nada de liberdade. Você tem que estudar sobre liberdade com alguém.”
E vocês não podem. Não podem. Liberdade é algo que vocês dão a si mesmos.
Assim, é tudo ou nada, e isso é muito, muito assustador. Muito assustador, realmente. [Adamus dá tchauzinho pra câmera.] Estou acenando para todos os meus amigos. Sim. É muito assustador pensar que é tudo ou nada, que não é só largar o emprego. Você disse que estava buscando uma mudança, Jeffrey, uma estrada totalmente diferente, totalmente diferente, mas o que está segurando você no momento? Qual é o empecilho? Por que a hesitação? O que o faz parar?
JEFFREY: A direção.
ADAMUS: Conhecer a direção?
JEFFREY: Qual...
ADAMUS: Não há direção. E essa é a boa notícia. Muito boa, por sinal, porque se houvesse, teria sido imaginada da velha maneira humana, à maneira da Velha Energia. Então, realmente não há uma direção, e o desafio e a beleza residem no seguinte: você pode aceitar isso?
JEFFREY: Acredito que sim.
ADAMUS: Você acredita que sim.
JEFFREY: Bem, quero acreditar que, se meu coração estiver aberto e estou aberto pra deixar a coisa fluir, as coisas virão. Manifestarei oportunidades ou possibilidades para a Terri e para mim, e ficará tudo bem.
ADAMUS: Sim. E... e... quando alguém faz realmente essa escolha por liberdade e está realmente pronto pra ela, nem tudo ficará bem no início, como muitos de vocês descobriram. Inicialmente, há um processo de limpeza, de purificação, de mudança. Infelizmente, com muita frequência, isso pode resultar em coisas como perder o emprego, perder a casa, perder o senso de identificação consigo mesmo, perder as crenças, perder os amigos – se ainda restou algum [algumas risadas] – perder o relacionamento. [Adamus ri.] Eu sempre serei amigo de vocês.
JEFFREY: Obrigado.
ADAMUS: Perder, possivelmente, essas coisas a que os humanos se apegam com tanto carinho, e isso é muito assustador. Muito assustador. Mas perguntem a qualquer Mestre Ascenso pelo caminho, e... na verdade eles criaram uma frase que mais tarde foi usada numa canção: Liberdade é apenas outra palavra para nada a perder. (Freedom’s just another word for nothing else to lose.) Estou rindo. Kuthumi está rindo. Liberdade é apenas outra palavra para nada a perder. Que profundo! Sem dúvida.
A propósito, Cauldre quer fazer um joguinho de trivia com vocês. [Ele suspira.] Tudo bem. Quem escreve... [A plateia vai dar as respostas.] Quem escreveu a letra da música, sim, “Me and Bobby McGee”? Quem escreveu a letra? [Alguém grita: “Kris Kristofferson.”] Kris Kristofferson, de acordo com Cauldre. Quem primeiro popularizou a música? [Alguém diz: “Janice Joplin.”] Tentem novamente. Quem primeiro a tornou popular? [Alguém diz: “Não faça a gente usar a mente!”; risadas da plateia e de Adamus.] Esse joguinho é do Cauldre, não meu. [Leve pausa] O rei da estrada (King of the Road), Roger Miller. Sim, o primeiro. Depois, foi Janice Joplin e outros cantores. Mas, sim, então, vamos seguir em frente. [Risadas quando Adamus revira os olhos.] Ele está tentando me distrair. [Adamus ri.] Então, ótimo. Liberdade é apenas outra palavra...
Falando nisso, a palavra liberdade... freedom – se voltarem às origens da palavra “liberdade”, na língua inglesa “freedom”, e também na alemã – freedom significa paz. Um conceito e tanto! Quando vocês têm liberdade, vocês têm paz. E a energia de suporte por trás disso é a Deusa Frita. Frita. F-r-i-t-a, para os que forem transcrever. A Deusa Frita. Liberação. Liberação é o que realmente significa. Ótimo. Vamos continuar.
Liberdade. O que é liberdade pra você? Linda vai levar o microfone.
O que é liberdade pra você? Pode se levantar, minha cara?
LESLIE: Fazer escolhas apenas para mim mesma.
ADAMUS: Fazer escolhas apenas para si mesma. Excelente! Você faz isso?
LESLIE: Estou melhorando.
ADAMUS: Numa escala de 1 a 10, onde você está?
LESLIE: Eh, entre 6 e 7.
ADAMUS: Ótimo. O que a está impedindo de subir na escala?
EDITH: Ela é casada. [Muitas risadas]
ADAMUS: Para aqueles que não ouviram, Edith teve a gentileza de ajudar dizendo “ela é casada”.
EDITH: Ela é casada!
ADAMUS: Com ele! Com ele! [Adamus aponta para John Kuderka; risadas.]
LESLIE: Com ele! A culpa é toda sua.
ADAMUS: Sim, obrigado. Todo mundo diz isso.
LESLIE: Não. Digo, faz parte. Ser casada é parte disso.
ADAMUS: Claro.
LESLIE: Veja, sentir que há uma responsabilidade nesse relacionamento.
ADAMUS: Você está feliz no casamento?
LESLIE: Claro.
ADAMUS: Boa resposta. [Risadas] Boa resposta.
LESLIE: Hoje. [Ela ri.] Hoje.
ADAMUS: Essa é uma resposta melhor. Ótimo. Então, responsabilidade, outras pessoas. Na verdade, esse é um fato da vida. Agora, a liberdade muda isso? A liberdade vai mudar a responsabilidade que você tem com os outros? [Ela pensa.] Sim! Dãh!
LESLIE: Sim.
ADAMUS: Sim, claro.
LESLIE: Com certeza.
ADAMUS: Daí, você estará livre para amá-los, ajudá-los, estar lá para eles. Não será uma dívida ou uma obrigação. Não será nada que você ache que precisa fazer, mas você simplesmente vai querer fazer. Isso leva a uma das minhas citações favoritas, que eu criei: “Só um Mestre pode estar em serviço. Os demais são servos.” É a mesma coisa. Um Mestre é livre e pode dar e compartilhar com os outros livremente, abertamente, amorosamente, sem nenhum sentido de obrigação ou necessidade de receber algo em troca.
É uma coisa incrível, mas é difícil, particularmente quando a pessoa tem filhos, cônjuges, outras pessoas que contam com ela. Uma das maiores desculpas humanas para não ter liberdade é esta: “Bom, meus filhos precisam de mim.” Na verdade, não precisam. Eles nem mesmo gostam de vocês muitas vezes. [Risadas] Muitas vezes, nem sempre. Verdade. Eles amam vocês, mas, às vezes, não gostam muito de vocês.
É uma grande desculpa e é uma dinâmica interessante, muito interessante. Há uma percepção... Muitos de vocês estão, de fato, seguindo por esse caminho – a percepção de que “vou ficar livre quando _____.” Preencham a lacuna. “Quando os filhos crescerem, meu cônjuge for embora, acertar na loteria, ganhar dez milhões de dólares.” É. [Adamus ri.] Sim. “Ou eu estiver morto. Estiver morto. Quando eu finalmente me liberar deste corpo físico e transcender, vou ser livre.” Não, não vai. Não vai, não. Vocês ficariam impressionados.
Eu gostaria de levar vocês lá fora uma noite dessas. Deveríamos fazer isso. No Halloween – que ótima noite. Na noite de Halloween. Vamos sair e visitar... oh, sim, grande ideia! Vamos sair e visitar as esferas Próximas da Terra. Por quê? Por que não? Eles vêm aqui fazer visita, então, nós vamos lá encontrá-los também. Assim, vamos marcar na agenda. Teremos um Halloween especial... sim. Na noite de Todos os Santos. Vamos sair para as esferas astrais, as outras dimensões e realmente senti-las. Nós iremos com muita discrição pra que não nos vejam ou nos sintam. Podemos fazer isso. Podemos nos ocultar. Meus Deus, vocês fazem isso todos os dias. Podemos ir até lá e ver como é a terra das assombrações, e vocês vão aprender com a experiência... Já colocamos na agenda? Já foi pro website? [Risadas] Pois deveria!
LINDA: Já está feito.
ADAMUS: Deveria. Ótimo. Pronto. Considerem feito. Excelente. Ah! Minha bebida. Quero um dos seus drinks, David. [David está vestido de cowboy com um cinturão de balas com garrafinhas de whisky; ele oferece garrafinhas ao Adamus.] Cauldre disse que não sou livre para fazer isso. [Risadas] Mais tarde. [Marty diz: “Mostre pra gente do que você é feito!] Sim. Mostre do que você é feito. Isso – gostei! [Risadas] Venha cá, seu Caraca. [Mais risadas] Vai dirigir hoje?
MARTY: Não.
ADAMUS: Não, ótimo. David?
MARTY: Vou, querida? [Risadas]
ADAMUS: Oh, como você é livre... [Mais risadas] David, podemos ter uma bala dessas? Sim.
MARTY: Algo suave, por favor.
ADAMUS: Algo suave. Ele leva duas garrafinhas.
MARTY: Bom, verdade. Era o que eu estava pensando, é.
ADAMUS: Sim, sim, sim. Vai cantar direito depois?
MARTY: Ah, vou!
ADAMUS: Ohhh – ohhhh, sim, é. Tome duas! Certo. Você... aqui, vou segurar o microfone pra você poder beber.
MARTY: Oh, uau!
ADAMUS: É, uau!
MARTY: Se mamãe pudesse me ver agora! [Risadas]
ADAMUS: [rindo] Ela pode. Sim. Coisa boa. À...
MARTY: À liberdade!
ADAMUS: À liberdade! Liberdadeeeeeeee! [Aplausos da plateia] Oooh! Oooh!
[Marty bebe a garrafinha de whisky.]
ADAMUS: Liberdade. Sim, sim, sim, e agora você tem que simbolicamente jogá-la, isso, no fogo. [Risadas quando Adamus lança a garrafa.] Ótimo. E a segunda.
MARTY: Oh!
ADAMUS: Oh, sim, é.
MARTY: Oh-ho.
ADAMUS: Oh, oh! Isso, Caraca! Sim. E, depois de beber, você atira lá. Abram espaço até a lareira pra ele jogar a garrafa lá?
MARTY: À liberdade! [Marty fala como se estivesse bêbado; muitas risadas, depois a plateia vibra e aplaude quando ele acaba de beber.]
ADAMUS: Oh! Estou absorvendo os vapores aqui. Sim.
MARTY: Acho que esta é de vidro.
ADAMUS: Não faz mal.
MARTY: É?
ADAMUS: Claro, claro, claro. Alguém vai agarrar.
[Ele lança a garrafinha em direção à lareira; a plateia vibra.]
ADAMUS: Obrigado. Obrigado. Então, onde estávamos? Liberdade. Não importa. Liberdade. Ah, precisávamos quebrar a seriedade. Oh! Estava ficando muito denso! Estava... “Ohh, mortífero!” Oh, falando em morte – Halloween, era onde estávamos. Sim, no Halloween vamos sair. Faremos uma pequena jornada até as esferas Próximas da Terra.
Mas há uma impressão equivocada comum de que, quando vocês morrem, de repente têm liberdade. Não. Não, de jeito nenhum. Às vezes, é pior, mais infernal, porque de repente vocês percebem que não têm. Subitamente, as respostas não aparecem todas pra vocês. Vocês ainda têm as mesmas questões, pode-se dizer, que tinham quando – shwttt! – saíram do corpo. Vocês só não têm mais corpo. Então, de repente, vocês percebem que há uma certa vantagem em ter um corpo, uma certa vantagem em ter este tipo de experiência muito sólida na 3D, onde vocês podem, de fato, ter oportunidade de perceber, de realmente entender o que está acontecendo. E, então, o que vocês fazem? Tentam voltar e agarram um corpo de imediato. E é aquela correria.
Então, vamos voltar aqui. Linda, com o microfone. O que é liberdade?
E saibam que darei a resposta no final. O que é liberdade?
PAUL: Simplesmente fazer.
ADAMUS: Simplesmente fazer. Você faz? Palavras ousadas e corajosas, sim, mas consegue se imaginar na frente de seus alunos – o que você faz, faraó? [Ele está vestido de faraó.] – e dizer “Simplesmente fazer?” Parece ótimo. Faz a gente querer dançar, escrever uma música. Mas você faz?
PAUL: Sabe, quando se tenta, fica mais fácil fazer cada vez mais.
ADAMUS: Ótimo. Ótimo. E me dê um exemplo – um exemplo da vida real.
PAUL: Sabe, simplesmente dançar por aí, mesmo que não faça muito sentido.
ADAMUS: Sei. Você dança?
PAUL: Danço.
ADAMUS: Ótimo. Excelente.
PAUL: E adoro.
ADAMUS: Na frente de outras pessoas?
PAUL: Sim.
ADAMUS: Ótimo.
PAUL: É. [Alguém diz: “Vamos lá!”]
ADAMUS: Vamos lá. [Risadas] Então, precisaremos de música? Precisamos de música?
PAUL: Não.
ADAMUS: Não, não precisamos de música. Vá em frente. Vá em frente. [Ele começa a dançar; a plateia aplaude.] O faraó dança. Ande como um egípcio. Dance como um egípcio. Desça como um egípcio! [Risadas quando ele continua dançando e tira o adereço da cabeça.] Acho que já fomos bem longe aqui. É suficiente! Este é um show familiar. Obrigado. Então, você faz, e obrigado por realmente fazer.
PAUL: Obrigado.
ADAMUS: Sim.
LINDA: Você falando de show familiar depois do álcool? É sério?! [Risadas]
ADAMUS: Eu não estou bebendo. Vocês todos estão. Vocês têm mais de 18.
MARTY: É.
ADAMUS: É, é. Ótimo. Ótimo.
Então, me fale. O que você gostaria de fazer, mas ainda não fez?
PAUL: Correr nu. [Muitas risadas de Adamus e da plateia] Não é bem a temperatura certa.
ADAMUS: Não mesmo... [Alguém diz: “Está quente aqui”; mais risadas.] Está quente aqui. Eu preciso perguntar às vezes – já faz tempo desde que fui humano –, por que você quer correr pelado?
PAUL: Liberdade.
ADAMUS: Liberdade, ótimo, ótimo. Sim, ótimo.
PAUL: É liberdade.
ADAMUS: Isso, liberação.
PAUL: Liberação.
ADAMUS: Então, teoricamente, você poderia ir pro meio do mato e fazer isso sozinho. Não é preciso...
PAUL: Eu preciso.
ADAMUS: Ah! Ah! Vídeo? YouTube?
PAUL: Não.
ADAMUS: Não. Ótimo, ótimo. Obrigado. Ótimo. Ótimo. Então, mais alguma coisa além de correr pelado? Digo, essa é a sua maior meta na vida? [Risadas]
PAUL: Hummm.
ADAMUS: Simplesmente fazer. Simplesmente, respirem fundo comigo um instante, todos vocês, com “Simplesmente fazer”. O que seria isso? Respirem fundo. Simplesmente fazer. Algo que seja realmente um desejo verdadeiro do coração. Simplesmente fazer. O que seria isso?
PAUL: [cantando] Liberdadeeeeee!
ADAMUS: [cantando também] Seriaaaaaaaaa? [Risadas]
PAUL: Simplesmente cantar! Cantar.
ADAMUS: Liberdade.
PAUL: Simplesmente cantar.
ADAMUS: Simplesmente cantar. Ótimo, ótimo. Essa é a maior aspiração, cantar a liberdade?
PAUL: Neste momento, é, sim.
ADAMUS: É, sim. Ótimo. Excelente. Então, vamos fazer isso.
PAUL e ADAMUS: Liberdadeeeeeeeeeeeeeee!
ADAMUS: Ótimo. Obrigado. Obrigado. [Aplausos da plateia]
Para os que estão assistindo pela primeira vez – e talvez a última –, fazemos coisas diferentes e interessantes aqui. Quando nós nos reunimos assim, nós nos divertimos. Que conceito para a sua vida, sim! Temos muitas distrações. Vejam, quando a energia fica pesada, enfadonha, mental, fazemos algo divertido, animado, algo inesperado, algo para distrair um pouco, distrair a mente, distrair da lida diária, distrair dos problemas, entendam. É o que fazemos aqui. Esta é a sala de aula da nova energia espiritual.
Obrigado. Ótimo. Cantamos, bebemos e vamos correr nus depois. [Risadas]
PAUL: No verão.
ADAMUS: Isso, no verão.
PAUL: No verão.
ADAMUS: Isso, mas quem corre nu de verdade – como um urso polar que nada no dia mais frio –não se importa.
PAUL: Eu não sou um urso polar.
ADAMUS: [rindo] Ótimo. Certo. Vamos continuar seguindo em frente. Só mais alguns comentários. O que é liberdade? O que é liberdade, Irmã?
KATHEEN: Irmã!
ADAMUS: O que aconteceu?! [Kathleen está vestida de freira grávida.] Você foi prática... Pode se levantar, por favor? Venha até a frente. Pode vir até aqui? Sim. Sim. Um pouco de liberdade demais no convento, um pouco demais... Não... um pouco de liberdade demais.
SART: [vestido de padre] Não fui eu! [Risadas]
ADAMUS: Olha quem fala... [Mais risadas, inclusive de Adamus] Então, Irmã, eu sinto muito. É uma concepção imaculada, tenho certeza. [Alguém diz: “Não foi imaculada.”) Ah, ótimo. Ótimo. Vai beber isso?
KATHLEEN: Não, vou dar pra você.
ADAMUS: Oh, que bom. Me dê. Ótimo. Ótimo.
KATHLEEN: [entregando a ele uma garrafinha do licor “Hpnotiq”] Chama-se hipnótico.
ADAMUS: Hipnótico. Ótimo, vou borrifar em todo mundo. Ah!
KATHLEEN: Veio da França! Veio da França!
ADAMUS: França! [Ele imita o jeito como ela disse França.] Não se diz França. É França [carregando no “r” da pronúncia francesa].
KATHLEEN: França [carregando no “r”]
ADAMUS: França! Isso, obrigado. Por favor, minha cara. Por favor. Liberdade. O que é liberdade?
KATHLEEN: Hum, estar no momento.
ADAMUS: Babaquice.
KATHLEEN: Babaquice.
ADAMUS: Oh, qual é, por favor. Vocês leem esses livros e decoram os textos: “Vamos todos estar no momento do Agora.” Pttt! [cuspindo] Digo, se realmente vão fazer isso, tudo bem. Mas, qual é, momento do Agora. Me dê algo tangível. Me dê algo profundo que eu possa levar daqui pra outros seres ascensos. Me dê algo que seja real.
Liberdade. O que é isso pra você?
KATHLEEN: Quando eu ouço a palavra liberdade, eu vejo o cara do Coração Valente gritando liberdade.
ADAMUS: Mais babaquice.
KATHLEEN: É o que eu vejo! É o que eu vejo!
ADAMUS: Tudo bem, ótimo. Fico feliz que veja isso, mas quero que aplique isso na sua vida. Segure essa espada.
KATHLEEN: Na minha vida.
ADAMUS: Com a outra mão. Não, você troca, assim. Não, você segura o microfone, é. [Risadas quando ela tenta trocar de mão o microfone e a espada.] Então, agora, empunhe a espada, mas não aponte pra mim, nem pra Aandrah, On, Linda, David.
KATHLEEN: Oh.
ADAMUS: Isso, aponte virada desse jeito. Vou me afastar aqui. [Ele vai pro fundo da sala.] Liberdade. Então, é o Coração Valente. Coração valente. Vamos lá, faça a coisa do Coração Valente.
KATHLEEN: Liberdadeeee! [um pouco fraco]
ADAMUS: Ah, qual é!? Ah, não, com firmeza. Sério? Sério?!
KATHLEEN: Sério?
ADAMUS: É, não. Você disse como no Coração Valente, que é o que vem à mente – [Adamus ri.] Estou me divertindo muito hoje –, que vem à mente quando você pensa em liberdade. Você sabe por quê? Está na garrafa ali. Efeito hipnótico, hipnose. Ah, a mente vai pra essa cena do Coração Valente. Então, faça o Coração Valente, mas coloque paixão! Levante essa espada. Isso. Segure o microfone. [Alguém diz: “Vai, Kathleen!”] Isso. Não acerte a lâmpada. [Adamus ri.]
KATHLEEN: Liberdadeeeeeee. [ainda um pouco fraco]
ADAMUS: Não, não, não. Isso parece mais uma constipação. [Risadas] Ehhhhh! Ehhhhh! Ehh!
KATHLEEN: Ohhhh.
ADAMUS: Vamos fazer pra valer. Eu seguro o microfone. Certo. Prossiga.
KATHLEEN: Liberdadeeeeeeee. [numa voz mais estridente; a plateia ri.]
ADAMUS: Quer que todos se juntem nisso?
KATHLEEN: Sim!
ADAMUS: Sim. Sim, sim, sim. Mas não vão, não. Vamos fazer isso de novo.
KATHLEEN: Liberdadeeeeeeee! [um pouco mais alto]
ADAMUS: Oh, você realmente assustou o danado do inimigo. [Adamus ri.] LIBERDADE! [Ele fala alto.] Assim. Liberdade! Mostrando paixão! Esse é o problema, minha querida.
KATHLEEN: Certo.
ADAMUS: Eh, você conseguir, mas está apagado. Você não deixa sair. Você não... você não se permite ser livre. O palco é seu. Todos estão vendo. Vinte e cinco mil pessoas assistindo online.
KATHLEEN: Vinte e cinco mil?
ADAMUS: Esta é a sua oportunidade. Não atinja a lâmpada... Esta é sua... Nem a TV nem a gente. Mas, fora isso, você é totalmente livre. [Risadas] Vá em frente.
KATHLEEN: Liberdade! [Ela meio que berra.]
ADAMUS: Oh! Vou embora. Desisto. [Risadas] Já chega.
Mas você disse... você disse “eu vejo essa cena do...” – como é mesmo – “Coração Valente. Eu vejo essa cena e isso me inspira. Liberdade.” [Adamus fala “liberdade” com uma vozinha fina.] Por favor! Estão vendo a contradição – não acontece só com você, mas com todos vocês –, a contradição entre o que eu ouço vocês dizerem às vezes e o que vocês realmente fazem? Entre pensamentos e crenças de um makyo grandioso? E esses pensamentos e crenças de makyo [falando com intensidade], eh, estão impedindo vocês de terem a sua liberdade.
Liberdade! Liberdade! Liberdade!
KATHLEEN: Liberdade. [Ela meio que berra de novo.]
ADAMUS: Agora, não... [Risadas] Não, eu quero que você faça isso. Não pra mim. Com vontade!
EDITH: Vamos lá, alto.
KATHLEEN: Liberdadeeee! [Ela grita.]
ADAMUS: Meu Deus!
LINDA: Foi um pouco melhor.
ADAMUS: Liberdade. [Ele diz com profundidade e força.]
KATHLEEN: Liberdade.
ADAMUS: Liberdade.
KATHLEEN: Liberdade.
ADAMUS: Liberdadeeeee.
KATHLEEN: Liberdadeeeeee.
ADAMUS: Liber... [rindo] Liberdade.
KATHLEEN: Liberdadeee.
EDITH: Coloque a voz na barriga.
KATHLEEN: Liberdade. [num tom mais grave]
ADAMUS: Sinta isso lá. [Apontando pra barriga de “grávida”; risadas] Não é pra ser grave; é pra ser verdadeiro. Não precisa ser alto. Liberdade.
KATHLEEN: Liberdade. [Alguém diz: “Rock and roll, Kathleen!”] Liberdade.
ADAMUS: Liberdade.
EDITH: Imagine que você está no seu cavalo. Você está desbravando a mata!
ADAMUS: Levante-se e venha até aqui, Edith. [Muitas risadas e aplausos] Vocês duas juntas! Por favor. Por favor.
LINDA: Você sabia que isso ia acontecer.
ADAMUS: Adoro este grupo. Quando estou pronto pra sair porta afora, vocês provam isso pra mim.
EDITH: Eu quero aprender...
ADAMUS: Venham aqui, juntas. As duas – liberdade. Liberdade. Aprender a fazer o quê?!
EDITH: Eu disse que quero aprender a ficar com a boca fechada. [Risadas]
ADAMUS: Podemos ensinar isso! Mas, não, Edith – aqui, pegue [o microfone] –, adoramos o que você tem a dizer. [A plateia concorda.] Você é uma estrela do rock espiritual pra todo mundo nessa câmera bem aqui. Todos estão dizendo: “Edith! Edith! Edith! Edith! Edith!” [A plateia também está entoando: “Edith!”; Adamus ri.] Show do Jerry Springer aqui. [Risadas] Você pode baixar a espada. [Ele fala com Kathleen.] Edith, liberdade.
EDITH: [com voz alta] Liberdadeeeeeeeee-arrrrggh! [Aplausos da plateia]
ADAMUS: Juntas. Juntas. As Irmãs Liberdade! [Adamus ri.] Edith e Liberdade.
EDITH: Três, dois, um...
KATHLEEN e EDITH: Libeeeeerdadeeeeeeeeeeeeeeeeee! [Alguns aplausos]
ADAMUS: Eh. Pareciam um gato, sabe, numa caçada, ou... Vamos tentar isso de novo. Vamos tentar de novo, pra todos que estão assistindo...
EDITH: Eu forcei minha...
ADAMUS: Sim. Não, você não forçou. Vamos fazer isso de novo, mas sem arranhar no final. Certo. Certo. Hummmm. Hummmm.
KATHLEEN e EDITH: Liberdadeeee. [meio que cantando num sussurro]
ADAMUS: Vocês estão na igreja. Parece: “Liberdadeeeee. [Risadas quando ele imita o canto de igreja.] Ele me deu liberdade.”
EDITH: Estou usando minha livre escolha pra sair deste palco. [Risadas]
ADAMUS: Obrigado. Isso é liberdade! Ahh! Ahh! [Aplausos] Você não tem livre escolha. (Ele fala para Kathleen.] Ótimo. Obrigado! Obrigado. [Ela se senta.] Obrigado por sair assim. Foi ótimo.
Onde estávamos? Quem é o próximo? Liberdade. O que é liberdade?
LINDA: Acho que devia ser o Caraca. [Risadas]
ADAMUS: Consegue levantar?! Tente.
MARTY: [falando como se estivesse mesmo bêbado] Uh, liberdade é como quando você vai ao banheiro, meio que... [Risadas]
ADAMUS: Isso! Isso! [Adamus ri.]
MARTY: [falando normalmente] Zero de apreensão, zero de expectativa.
ADAMUS: Certo, ótimo. Gostei. Claro. Não... Podemos dizer sem hesitar?
MARTY: Sim.
ADAMUS: Sem hesitar. [Ele escreve no quadro.] Tudo bem, ótimo.
MARTY: Você é livre.
ADAMUS: Sem hesitar. [Risadas] Ótimo. Sem hesitar. Excelente. Obrigado.
Sentindo a Liberdade
Quero dar um tempo agora. Estamos falando de liberdade. Estamos nos divertindo, talvez de um jeito bobo, às vezes, mas é realmente pra fazer as energias se movimentarem. É muito importante rirmos de nós mesmos, não nos levarmos tão a sério. Gargalhar um pouco é bom.
Liberdade é um tema muito pesado, de fato, porque há uma relutância em se trabalhar com isso no momento. Todas as desculpas do mundo para não se ter liberdade. É cada razão pra fingir que não se sabe o que é liberdade que... E outra coisa é que, às vezes, vocês dizem a si mesmos que são livres, mas não são. Realmente não conheço nenhum humano no momento que seja livre de verdade.
Vamos agora apenas sentir essa coisa que vai ser uma parte muito importante da sua vida nos próximos meses.
Reiterando... que significa repetindo... Preciso explicar pro Cauldre. [Algumas risadas] Vou repetir: nos próximos meses – não há uma data certa, mas nos próximos meses – tudo que surgir em sua vida, cada experiência, tudo que acontecer vai estar relacionado à liberdade. Vai ter a ver com liberdade.
As energias vão levar vocês a tratarem de liberdade e vão surgir bem diante do seu nariz, e pode ser a coisa mais divertida, fácil, realizadora e recompensadora que já fizeram, ou a mais difícil. Não, vocês não querem isso. [Alguém diz: “Não.”] Não. Vocês dizem. Vocês dizem, mas vamos colocar as cartas na mesa aqui, ou seja, sem makyo. Vocês dizem que não, mas olhem o que estão criando. Olhem o que vocês estão criando.
Vocês estão fazendo um trabalho maravilhoso, de um modo geral, mas ainda há essa hesitação, essa interrupção. Ainda há esse sentimento e essa atitude de “não sei que estou conseguindo”. Ainda há uma espera de que algo que vem de fora de vocês aconteça pra que possam reagir em vez de criarem isso vocês mesmos. Isso é a verdadeira liberdade, quando vocês criam a coisa. Quando tudo que acontecer a vocês, de agora em diante, vocês entenderem, saberem que estão criando. Que vem de vocês. Vocês não ficam questionando a coisa, não ficam falando palavras bonitas, mas sim: “Ah! Essa é a beleza das minhas criações.”
Agora, uma criação não é algo que vocês tenham que construir na mente. Uma criação não é algo que vocês tenham que planejar. Vocês realmente não podem planejar a criação. Planejar é uma coisa mental muito humana – muito humana. A criação vem ao se permitir o livre fluxo de energias, sem dizer “se”, “e” nem “mas”. Mas o que acontece – embora isso soe muito bem, embora vocês venham trabalhando com isso há muitas e muitas existências... o que acontece com frequência é que vocês dizem muitas vezes “se”, “e” ou “mas”, ou pior ainda – vamos acrescentar mais uma coisa à lista do que vocês dizem – “eu não sei”. Esta, então, é provavelmente mais perigosa ou mais dolorosa do que as outras coisas. Essa coisa de liberdade... não existe esse negócio de “se”, “e” nem “mas”. Ou é ou não é. Simples assim.
Vamos respirar fundo e sentir a liberdade. Falamos sobre ela.
Usamos palavras, mas vamos agora senti-la.
[Pausa]
Liberdade…
[Pausa]
Como o que isso se parece no que se refere a sentimentos, sensações?
[Pausa]
Liberdade…
[Pausa]
Agora, com o que isso se pareceria na sua vida? Com o que isso se pareceria na sua vida?
[Pausa]
Não só com relação a uma parte… mas tudo.
Liberdade de se conhecer, sem essas paredes ou barreiras.
Liberdade de se conhecer, recordar e ser essa coisa chamada alma. Ela está bem aí. Não em outro lugar qualquer. A liberdade de estarem conscientes disso, conscientes de vocês.
Como seria isso?
[Pausa]
Oh. Oh, oh! Vamos parar agora. Vamos… eh, vamos parar.
Ohhh! Muita energia mental! Realmente! Realmente.
Agora… [Adamus suspira pesadamente.] Não tem que ser assim. Tanto pensamento. Acho que eu disse sentir. Sentir a liberdade, e agora vocês estão começando a pensar na liberdade. Qual é a diferença? Bem, se vocês estão pensando, a cabeça... há uma tensão lá, porque a energia está passando por lá. Se estão pensando, há uma limitação.
Cada um de vocês, e vocês aí fora também [olhando para a câmera], quando eu disse “sintam a liberdade”, vocês deveriam ter sorrido. Ah, não há muitos sorrisos nesta sala. Espero que a câmera mostre isso. Câmeras. E, vocês aí fora, vocês estão assim: “O que estão fazendo lá hoje?!”
Então, eu pedi que sentissem a liberdade. Vocês estão pensando sobre ela. Estão pensando de forma linear em como seria sair amanhã com liberdade. Por favor, vamos apenas sentir primeiro.
Assim, vamos tentar isso de novo. Respirem fundo. Na verdade, vou pedir à Aandrah que venha aqui na frente um momento. Poderia fazer alguns minutos de respiração livre?
AANDRAH: Sim.
ADAMUS: Respiração livre.
AANDRAH: Sim.
ADAMUS: Sim, com certeza.
AANDRAH: Alegria, alegria, sintam alegria. Eu falei antes de gratidão. Permitam-se sentir a alegria. Liberdade. Que permite que vocês vivam.
Respirem. Respirem profundamente. Reparem no fluxo entrando... entrando... Tudo que têm que fazer é receber. O fluxo está entrando na essência de vocês. Inspirem e expirem.
Recebam. Recebam com alegria. Sim. Sim. Sim.
Inspirando... expirando... Um caso de amor. A liberdade. Inspirando... expirando...
Sim. Ah, sim! Permitam receber. Inspirando... e expirando... Sim.
Inspirando... e expirando... Sim. Ah, sim! Sintam! Sintam como o ar entra em cada fibra, numa vibração que parece nova, mas permaneçam abertos e respirem.
Respirem, sim, profundamente. O ar está preenchendo vocês.
Recebendo, respirando, sim. Sim. Com alegria. Ah, sim.
Exalando pra que possam receber ainda mais. Sim. Ah, sim. O júbilo da vida, o júbilo.
Inspirando e expirando. Sim. Um grande caso de amor. Viver de verdade! Viver.
Pois vocês não vivem quando não têm liberdade. Sim. Ah, sim!
ADAMUS: Sorrindo? Ótimo! Ótimo. Obrigado, Aandrah. Sorrindo. Sim, a sensação de liberdade deve fazer vocês sorriem. Ficarem felizes, não sérios. Uma liberação, uma abertura. A verdadeira liberdade. A verdadeira liberdade.
Então, a pergunta agora é: O que está impedindo vocês de serem livres? O que está impedindo vocês de serem livres? O que está impedindo vocês de serem livres? Linda, microfone, por favor. Vou solicitar algumas respostas e, depois, eu darei a correta. [Risadas] Sim, o que está impedindo vocês?
TIFFANY: Eu tive um pequeno insight com relação a liberdade. Recentemente, acho que no mês passado, fiz a SES, que eu recomendo demais. É impressionante.
ADAMUS: Obrigado.
TIFFANY: Maravilhosa. E com isso e depois com o meu grande sim...
ADAMUS: Escola de Energias Sexuais (SES – Sexual Energy School).
TIFFANY: Isso.
ADAMUS: Cauldre estava me pedindo pra esclarecer. Obrigado.
TIFFANY: Então, tenho sido um grande sim com essa coisa de liberdade já há um tempinho agora. Com esse grande sim, o que aconteceu no mês passado é que perdi muitos amigos, muitos clientes. As coisas estão mudando, e o que eu não achava que fosse acontecer é que eu sentiria um vácuo. Eu não percebi que... Tem sido muito solitário. Então, eu hoje sinto uma certa apreensão. Ainda sou um grande sim, não me entenda mal, mas há esse sentimento de que vou...
ADAMUS: Um grande “Sim, mas...”
TIFFANY: Certo. Tem um “mas” no meu sim.
ADAMUS: Isso.
TIFFANY: Tem um “mas”. Então, é um pouco assustador. Estou me sentindo um completo e total “Sim, mas...”
ADAMUS: Podemos abrir a porta lá dos fundos? Estamos superaquecendo as pessoas aqui. Sim, sim. Sim, mas. Isso. Então, onde estávamos? Onde você estava?
TIFFANY: Estou nesse lugar onde tudo é muito desconfortável pra mim.
ADAMUS: Sei.
TIFFANY: E, hum... estou inspirando...
ADAMUS: [cantando suavemente] Liberdade é apenas outra forma de dizer nada a perder. (Freedom’s just another word for nothing else to lose.)
TIFFANY: Estou inspirando, ainda sou um sim e estou um pouco assustada.
ADAMUS: Oh, oh, espere um pouco. Repita isso, exatamente do jeito que acabou de falar. Você está inspirando...
TIFFANY: Estou inspirando e ainda sou um sim.
ADAMUS: Eh, não, não. Sim, as palavras dizem isso, mas a energia não está lá, veja bem. Você está inspirando e dizendo: “Oh, Deus, eu espero, espero que isso funcione! Talvez eu deva voltar e seguir outro caminho.” Sim, você pode perder todos os seus amigos, o seu dinheiro. Pode perder...
TIFFANY: Já perdi isso há um tempão.
ADAMUS: Sim, sim. Na verdade, você nunca perde nada realmente. A coisa se transforma e expande pra voltar de uma forma maior, exceto seus amigos. [Adamus ri.] Você arranja novos amigos. Você arruma novos amigos, amigos legais. Você nunca perde nada realmente, mas, sim, no processo... E é por isso que eu repito esse verso, “Liberdade é apenas outra forma de dizer nada a perder”. É liberação, deixar ir. Mas o que é mais importante: continuar do jeito que você está ou vivenciar a liberdade, não importa com relação a quê? Não importa.
TIFFANY: Não importa.
ADAMUS: Solidão? É temporária. Não. Um verdadeiro Mestre em sua soberania nunca está sozinho. O melhor amigo dele é ele mesmo. Que coisa maravilhosa! Agora, não é a melhor coisa ser seu próprio melhor amigo?! [Aplausos] E o engraçado é que, quando vocês decidem gostar de vocês mesmos, todo mundo passa a gostar também. Sim. Sim. Ótimo. Então, solidão. Seria isso?
TIFFANY: Hum, sim, mas depois, quando penso nos relacionamentos que tive, não quero aquilo de volta. Então, é só... não é bem solidão.
ADAMUS: Vamos parar já. Achei muito lindo o jeito com que você disse isso.
TIFFANY: É verdade.
ADAMUS: Realmente. E há uma parte de você dizendo: “Oh, mas eu não tenho um relacionamento.” Graças a Deus! Será que você pode começar, por favor, a acrescentar: “Graças a mim – graças a Deus ou ao Espírito” – no final de tudo que disser? “Graças ao Espírito. Graças a mim.” Tudo bem, agora você pode continuar. Sim.
EDITH: E fechem a porta.
TIFFANY: O vácuo enquanto a transição ocorre é desconfortável, e estou no meio dela.
ADAMUS: Sim. Sim. Por que é desconfortável?
TIFFANY: Porque estou abrindo mão do que eu conhecia e não estou certa do que vem depois.
ADAMUS: Exatamente. Há uma expectativa do que você acha que deve acontecer. Você está no meio do caminho. Você ainda tem ideias humanas do que deve acontecer – com relação ao tamanho da casa, às finanças, e como a vida deve ser. Você está entrando numa zona inteiramente nova, além do que jamais imaginou. Agora, você pode permitir isso?
TIFFANY: Sim.
ADAMUS: Ótimo. E eu acreditei quando você disse isso. Eu realmente, realmente acreditei.
TIFFANY: Eu posso.
ADAMUS: Então, de repente, o pé sai do freio. Então, de repente, não tem sim no seu “mas” nem “mas” no seu sim. E, de repente, você não tem que passar por todo o desafio. Eu disse, é a coisa mais fácil que vocês já fizeram – ter a sua liberdade – ou a mais difícil. Você decide. Vocês decidem. Ótimo. Obrigado.
TIFFANY: Obrigada.
ADAMUS: Excelente. Obrigado. [Aplausos] E que roupa maravilhosa.
[Tiffany está vestida de Rainha de Copas.]
O próximo. O que está impedindo vocês de serem livres?
SUE: Bem, as duas últimas semanas tiveram a ver com abundância.
ADAMUS: Abundância. Sim. Ah, a coisa da abundância. Vou interromper você agora.
SUE: Sim. Eu sei.
ADAMUS: Estou tão triste com a falta de abundância de vocês! De todos vocês.
SUE: É! Minha também! [Risadas]
ADAMUS: Mas, engraçado, eu não tenho que pagar contas! Por quê?! Por quê?! Vamos fugir um pouco do assunto aqui. Por quê? Por quê? Por quê? Por quê? Por quê? Por quê?
Fugindo do Assunto pra Falar de Abundância
Vocês estão me deixando mal. [Algumas risadas] Verdade. Vocês estão me deixando mal com os outros Mestres Ascensos. Quando eu disse que trabalharia com o Círculo Carmesim e me sentei nesta sala de aula da nova energia espiritual, eles riram. Riram e disseram: “Não vai acontecer, Adamus.” E eu disse: “Vai, sim. Eu acredito nos Shaumbra. Acredito no amor.” [Risadas, inclusive de Adamus] Eu exagerei. Eu disse: “Eu acho... sim, mas...” [Risadas] Eu disse: “Eu acredito nos Shaumbra.”
Agora, quando eu volto, ficamos sentados, bebendo que nem gambás, mas sem nunca ficarmos bêbados! É incrível! Nunca ficamos de ressaca. Isso é que é maravilhoso em ser um Mestre Ascenso. É! Você pode beber muito... Olhem! Olhem o Caraca ali. É. Namorando! Sem sequer prestar atenção à palestra! [Risadas] Deem outra dose pra ele! [Risadas]
Assim, quando eu volto pro clube dos Mestres Ascensos, ficamos sentados, fumando charuto... sim, fumamos. Bebemos álcool. Fazemos todas essas coisas que vocês acham que não deveríamos fazer. [Pausa] Sim, fazemos isso também.
Então, quando volto pra lá, eles perguntam: “Adamus, como vai indo o Círculo Carmesim?” E eles riem e se cutucam por debaixo da mesa. [Risadas] “Como vão as coisas na terra dos Shaumbra?! Como vai a Edith?!” Eu digo: “Ela vai bem. Ela vai ascender nesta existência, nem que eu mesmo tenha que fazer isso por ela!” [Risadas]
EDITH: Eu já ascendi, então, fique quieto.
ADAMUS: Viram? Boom! Boom. Vou dizer pra eles hoje à noite.
LINDA: Repita. Repita.
ADAMUS: Diga novamente no microfone.
LINDA: Espere, espere. Aqui. Espere, espere, espere.
ADAMUS: Assim o mundo pode ouvir e os Mestres Ascensos também. Eles não acreditam em mim, às vezes. E, então – vou dizer de novo –, então, quando eu volto e digo: “Ela vai ascender nesta existência, nem que eu mesmo tenha que fazer isso por ela” e você interrompeu...
EDITH: Eu já ascendi!
ADAMUS: Oh! Boom!
EDITH: Assim como todos nesta sala!
ADAMUS: A consciência mudou. A energia mudou. Sim, mas você disse isso, Edith, e você sabe de uma coisa? Mesmo que não seja sério, está tudo bem! [Risadas]
EDITH: Mas é sério! Eu falei sério!
ADAMUS: Eu quero lhe mostrar uma coisa.
EDITH: Você não pode me chamar de mentirosa.
ADAMUS: Não, eu acredito. Mas, mesmo que o restante de vocês não acredite, digam assim mesmo. “Eu ascendi, Adamus! E você que se dane..." [Alguém começa a dizer.] Bom, me deixe terminar. [Risadas] “Eu ascendi, Adamus, e você que se dane junto com seus Mestres Ascensos. Eu me iluminei e permaneci no meu corpo físico na Terra. Vocês não.”
Num encontro recente com os Shaumbra, eu disse: “Por favor, andem como Mestres, mesmo que não se sintam Mestres no dia. Mesmo que se levantem de manhã e digam: “Oh, meu estômago está doendo. Minha cabeça está doendo. Tenho que ir pra droga do trabalho. Tenho que enfrentar o tráfego.” Parem um momento. Parem antes de prosseguirem. Respirem fundo e, mesmo que necessariamente não acreditem nisso, façam-se de bobos – vocês estão cansados de mentir pra vocês mesmos –, façam-se de bobos e caminhem como Mestres. [Risadas quando Adamus começa a andar como um Mestre.]
Vocês andam como Mestres que, de repente, uma coisa engraçada acontece. Vocês começam a se sentir como Mestres. Vocês começam a se lembrar que são Mestres. Vocês começam a andar eretos – cadê minha espada? Ah – e então, de repente, vocês se sentem invencíveis. Nada pode ficar no seu caminho. Vocês andam como Mestres. [Alguém diz: “Uau!”, quando ele brande a espada.] Uau! Yeah!
De repente, vocês andam como Mestres e, quer carreguem uma espada ou não, de repente se sentem como se empunhassem uma grande espada de verdade e todos saem do caminho. Não que vocês vão decepar ninguém, Dorothy, mas de repente vocês se sentem como se fossem Mestres, então, vocês andam como Mestres. Mestre Samurai! Eh, tudo bem, vocês andam como Mestres descolados, como o Mestre Kuthumi. Adorei o novo produto dele – Studio K. Por que não pensei nisso? Vocês andam como Mestres e, então, de repente, parte de vocês desperta e começa a agir como um, começa a acreditar que vocês são Mestres.
No momento... Pode segurar minha espada? No momento... [Risadas quando ele começa a se encurvar.], este é o andar dos Shaumbra. [Ele se encurva mais e mais até ficar de joelhos; a plateia ri.] Estão vendo, é assim que vocês fazem. Vocês vão andar... oh, eu faço de novo. Sim, este é o andar dos Shaumbra. Vamos fazer em etapas. Tire logo a foto, por favor. Vocês andam como Shaumbra e logo estão no chão engatinhando como humanos. [Adamus demonstra novamente pra que Dave possa fotografá-lo.] Eh, o que eu tenho que fazer – o tempo que vou levar – pra chegar do outro lado. Obrigado.
Caminhem como Mestres que, de repente, vocês conseguem. Algum voluntário? Ande. [Uma mulher anda pra lá e pra cá como Mestre no corredor entre as cadeiras.] Ótimo. Ótimo. [Aplausos da plateia] Excelente. Excelente. A passarela dos Shaumbra. Sim. [Outra mulher anda pra lá e pra cá como Mestre.]
Ótimo. Ótimo. [Aplausos da plateia] Verdade. E não estou zombando.
LINDA: Podemos ver o Caraca fazer isso?
ADAMUS: [rindo] Não provoque o pobre rapaz. Ele está quase desmaiando!
Não, é verdade, verdade, façam isso que, de repente, vocês começarão a falar como Mestres, em vez de falarem com aquela vozinha. De repente, vocês vão falar com autoridade, elegância, significado e paixão. As pessoas vão simplesmente esperar vocês dizerem algo. Elas vão ficar tão eletrizadas. É verdade. Vocês têm que exagerar um pouco. Têm que atuar um pouco... Vocês têm que colocar um tempero sensual na sua voz. [Ele demonstra.] Não, é sério. Sensual. Eu não disse sexual, seus pervertidos. [Risadas] Eu disse sensual! Sensual. Um pouco de sentido e expressão. Os humanos são tão sem graça pra falar. Vejam, como lemurianos e atlantes, vocês cantavam! Olá, Mary! [cantando] Como vai você?
MARY: [cantando também] Vou muito bem. Eu Sou o que Sou!
ADAMUS: Ótimo, ótimo. Viram? Era uma linguagem cantada, e vocês não precisavam dizer muitas palavras, porque não era mental. Havia um sentimento. Mas estou fugindo muito do assunto. Onde estávamos? Na abundância. Oh! Estou tão chateado.
Assim, vou às minhas reuniões, inclusive tenho uma hoje com os Mestres Ascensos, e eles vão perguntar: “Como estão os Shaumbra?” Eu vou dizer: “Estão bem. Estão bem.” Vejam, estou imitando vocês: “Oh, eu estou bem, estou bem.” [Risadas quando ele imita os humanos que não são autênticos.] “Como estão as coisas?” “Estão bem. Estão bem.”
E eu vou dizer isso hoje à noite e eles vão rir, como vocês fizeram, e dizer: “Certo, A, o que eles estão fazendo?” [Alguém pergunta: “A?”] Sim, A. É assim que me chamam – A. É antes de B, C, D e Studio K. [Risadas] E vão perguntar: “Como estão os Shaumbra?” “Eh, sim, ótimos. Ótimos. Ótimos, ótimos. Sim, sim. Como estão vocês?”
“Ei”, eles vão dizer. “Não, de verdade, o que está acontecendo lá embaixo?” “Bem, estamos falando de liberdade.” [Ele tosse e pigarreia, como se os Mestres Ascensos estivessem contendo o riso.]
“Sério?! Você já está falando de liberdade com eles?! Você não pulou algumas etapas? Você não está pressionando-os, A?” Eles também me chamam de Sir. “Não está tentando pressioná-los, indo um pouco rápido demais?” E eu digo: “Não, eles estão prontos. Estão prontinhos. Não precisam de toda aquela coisa que vocês precisaram. [Muitas risadas] Eles estão prontos pra liberdade. Já estamos nessa lição."
E eles vão me pregar direitinho na cruz. Vão dizer: “Tudo bem, A. Quanto dirigem uma Mercedes?” Vou dizer: “Bem, não acho que isso seja muito importante.” E vão rir e dizer: “Bobagem! Quantos dirigem BMWs? Quantos dirigem carruagens? Quantos dirigem limusines?”
EDITH: Quantos pedem carona? [Muitas risadas]
ADAMUS: E não conseguem uma! [Risadas] Isso é o que vão dizer. Eles vão dizer: “A, eles... todos eles fazem doações ao Círculo Carmesim porque são tão abundantes que não faz falta?” E eu digo: “Não fico tomando conta dessas coisas. Isso é com o Cauldre e a Linda.” [Risadas]
Entenderam?
E vão dizer: “Quando vão construir o novo centro – o centro na Terra para os humanos que despertam?” Vou dizer: “Eles não têm dinheiro. Não têm dinheiro nem pra pagar as próprias contas. Não têm dinheiro pra comprar comida boa. Não têm dinheiro pra ficar em hotéis requintados nem voar de primeira classe. Não têm dinheiro pra fazer as coisas que realmente querem. Eles meio que ainda estão apenas sobrevivendo, com só o suficiente. Ainda não chegaram nesse ponto, mas chegaremos lá. Chegaremos lá.”
Eles vão dizer: “Sabe, nós os amamos também, e sabemos que essa é uma das coisas mais difíceis.” Eles vão dizer: “Essa questão da abundância, essa questão da abundância é uma meleca. É bem difícil.” Porque eles realmente entendem. E por mais que eu faça pouco caso, acentuando meu ponto de vista, eles entendem.
Mas, apesar disso, ainda fico irritado. Isso ainda me irrita, porque não há nada – nada – realmente entre vocês e abundância. Vocês acham que há. Vocês acham que precisam criar algum negócio grandioso, ou um esquema, um plano ou um empreendimento. A abundância é simplesmente uma questão de se amar. Só isso. Uma vez que se amem, a abundância flui.
Linda – posso ler a mente dela – e outros estão dizendo: “Então, quando, Adamus, você vai dar a aula sobre abundância?” E eu digo: “Quando eles estiverem prontos, Linda. Quando estiverem prontos pra isso.” E é realmente muito simples. Não precisamos gastar muito tempo nisso, mas eu me pergunto...
LINDA: O que “pronto” quer dizer? [Algumas risadas]
ADAMUS: Excelente pergunta. Fico feliz que a tenha feito. O que quer dizer pronto para essa coisa da abundância? E, por falar nisso, ela se liga à coisa da liberdade. Vou explicar o seguinte, se não importa, por favor.
LINDA: Com todo prazer. [Linda sai da frente do quadro.]
ADAMUS: Aqui está a consciência. [Ele desenha um círculo com um ponto no meio.] Este é vocês, seres com alma. Já falamos sobre isso antes, o lindo círculo com um ponto. Logo vocês herdam esse ponto. Ele será de vocês. E, não, isso não é o pecado original. É a sua essência.
Assim, isto é a consciência. A consciência não contém energia – estou tendo que voltar pro Adamus 101 –, não contém energia. A energia foi criada a partir da paixão e do desejo de voltar pro Lar ou ter liberdade.
Então, agora, a consciência, essa coisa que vocês já têm e que é a percepção e também todos os potenciais de vocês – não que tenha sido dada a vocês por outros, mas vocês se deram –, essa consciência inspira a energia. A energia está lá. Neutra. Há energia suficiente nesta sala, bem aqui conosco, pra abastecer este planeta pelos próximos dez anos. O planeta inteiro e cada ser humano.
A energia é livre para aqueles que são livres. Essa é outra grande citação. Vou pendurar isso na parede. A energia é – posso até ver –, a energia é livre para aqueles que são livres. O que está errado com a humanidade no momento? As pessoas não são livres, então, a energia não é livre. Assim, há uma crise de energia acontecendo, vejam bem. É tudo muito simples. Tudo muito simples. A consciência inspira a energia, tira a energia do seu estado neutro e ainda tem muito mais. Há uma velha crença de que ela é limitada. Não é.
Quando a consciência está aberta e livre, essa energia faz assim! [Ele desenha a energia irradiando pra fora do círculo.] É livre e abundante, e meio que se parece com o sol, irradiando. Está – whoo! – está se movimentando. Não tem controle. Não tem “mas” com relação a isso. Simplesmente é. Ela é muito espontânea. Muito... muito simbólica – não é bem a palavra certa, Cauldre... mas é muito literal. Muito literal.
A consciência em sua liberdade criará qualquer coisa de que ela necessite, que ela queira, que ela escolha – carros, belas casas, qualquer coisa, qualquer coisa – e vocês devem ter isso. Vocês devem ter isso. Por quê? Por que não? Sim, por que não? Essa é a primeira razão. Segunda razão: Se vocês vão ser verdadeiros Standards para os outros, um exemplo para os outros, andem como Mestres. Andem como Mestres – vocês colocam sapatos de ouro quando estão andando, porque não é muito bom ter... sinto muito, mas estes são alugados. [Cauldre alugou botas pra combinarem com a fantasia.] Estes são alugados. Vocês devem usar sapatos de ouro. Os humanos precisam ver isso.
Agora, vocês estão pensando: “Sim, mas nós vemos todos esses excessos e esses evangelistas televisivos com todo esse dinheiro.” Então? Não são vocês. Não são vocês. Vocês não vão fazer aquilo. Vocês podem ter uma enorme abundância. Enorme abundância. Vamos tratar disso.
Você perguntou, querida Linda. Então, qual é a resposta? Quando vamos fazer isso? Quando vocês estiverem prontos. Quando estarão prontos? Quando me pedirem. [Muitos na plateia dizem: “Estamos prontos.”] Isso foi sem entusiasmo, sem inspiração. É como... oh. Nesse meio-tempo, por favor, não façam nenhuma aula sobre abundância. Por quê? Serão aulas da não abundância. Serão aulas da não abundância. São ministradas por pessoas que não têm abundância, que não compreendem a abundância.
Assim, a consciência, quando está aberta, quando está livre, movimenta a energia – whoo! Muito fácil. Quando a consciência está limitada por crenças, quando a consciência está limitada pela mente, pela consciência de massa ou de um grupo, quando está limitada com o medo de se tornar livre, o que vocês têm é uma energia muito fraca, que jorra muito escassamente [desenhando], e que é responsável pela falta de abundância, pela falta de paixão na sua vida, falta de amigos, falta de autoestima, todas as faltas, faltas e mais faltas. E a energia não se movimenta. E, aí, vocês se perguntam o que está errado.
E, pior ainda, quando vocês se perguntam o que está errado, qual é a primeira coisa que fazem? [Alguém diz: “Dizer não sei.”] Isso também. Sim, “eu não sei.” “O que está errado comigo? O que eu fiz de errado? Eu me sinto pra baixo. Quebrei minha perna. O que eu fiz de errado?” Vocês se sentiram pra baixo e quebraram a perna! Ela vai ficar boa! A coisa mais importante não é por que quebraram a perna, mas sim se vocês vão curá-la agora, assim. [Adamus estala os dedos.] E não ter uma cura longa e sofrida. Mas vão curá-la? Essa é a questão.
Talvez, apenas talvez, vocês não vão tentar entender por que a quebraram, o que o Espírito está tentando lhes dizer – porque o Espírito não dá a mínima, realmente, pra esse tipo de coisa – não tem a ver com que evento astrológico aconteceu no momento em que vocês quebraram a perna. É só –swhtt! – “Posso curá-la assim, instantaneamente, milagrosamente?” Que conceito! [Silêncio, depois risadas] Oh, vamos ter uma reunião longa hoje à noite no clube dos Mestres Ascensos.
“E como eles reagiram, Adamus, quando você passou pra eles essa profunda sabedoria?” “Oh, eles, hum, entenderam. [Risadas] Absorveram a coisa.” [Adamus ri.]
Onde estávamos?
Então, a energia enfraquece.
Assim, agora, eis o dilema. Vou juntar tudo agora, porque alguns de vocês estão se perguntando: “Mas que diabos é isso hoje? Que diabos é isso? Onde isso vai dar?” Estou tentando distrair vocês pra poderem se libertar. Com um pouco de humor. E preciso ter histórias pra quando eu voltar ao clube à noite. [Algumas risadas]
Então, onde estávamos? Liberdade. Liberdade. Existe... [Cauldre se senta.] Sim, ele pode se sentar. Existe um medo inato da liberdade... [Risadas quando Adamus se levanta novamente.] Ele já se curou! Já se curou!
A Verdadeira Liberdade
Existe um medo inato da liberdade por parte de qualquer ser com alma. Por quê? A separação do Espírito. O supremo. A separação – a percepção de separação – do eterno. Especialmente, a percepção do medo, a preocupação de que, com a liberdade, com o desligamento, basicamente, entre o eu e o Eterno, com essa liberação, vocês deixem de existir – ou vão para o inferno ou coisa parecida –, mas de que algo realmente ruim vai acontecer. Não vai! [Adamus ri.]
Existe um medo enorme de que, se vocês assumirem sua própria condição de Eu Sou, vocês vão passar por dificuldades, vão cometer erros. Vejam, tudo isso é o pensamento humano. Só um humano pensaria assim. Só um velho atlante pensaria assim – que “eu posso errar”. Vocês não podem errar na liberdade. Pode ter liberdade, mas não podem errar quando se trata disso.
A percepção de separação do Espírito, do Eterno – a percepção de separação – se liberar do Espírito é, de fato, a verdadeira integração do Espírito; a integração, como mostrada através da flor de lis, da reunião. Essa é a verdadeira integração.
Parem um instante. Eu sei que isso é um pouco confuso para o cérebro: “Mas o que ele acabou de dizer?” Eu acabei de dizer que, quando vocês aceitam sua liberdade sem nenhum “se”, nenhum “e”, nenhum “mas” nem nenhum “não sei”, quando vocês fazem isso, como Aandrah diria, com ousadia, coragem, destemor – aceitar sua liberdade sem “se”, “e” nem “mas” –, esse é o momento em que vocês integram o Espírito em vocês. A fusão final, a reunião final.
O momento em que vocês se conscientizam de nunca, jamais, colocar novamente o Espírito lá fora, lá em cima, lá longe ou em qualquer outro lugar que não seja em vocês mesmos. Bem aí [mostrando o ponto no quadro], na sua consciência. Isso, meus amigos, é liberdade. [Uma pessoa aplaude.] Obrigado. Só um aplauso. [A plateia aplaude.] E hoje à noite eles vão perguntar: “Eles aplaudiram, Adamus?” E eu vou dizer: “Eu os obriguei. Tive que hipnotizá-los.”
É uma proposta assustadora, e é a proposta que está em discussão no momento – não só para vocês; para a humanidade. As pessoas não estão na mesma consciência que vocês, com relação a isso. Elas não têm o mesmo entendimento do que é liberdade. Elas acham que liberdade é eleger um político, ir votar, o que realmente não é. Ou acham que liberdade é ser capaz de escolher o tipo de carro que não podem comprar. [Algumas risadas] Mas é um dilema que está neste planeta no momento. É o dilema. Se derem uma olhada em tudo que está acontecendo, seja com a política, especialmente com o dinheiro. Whoo! Ooh! É aí que a coisa tá realmente pegando.
Liberdade e dinheiro. Vejam os controles que estão sendo aplicados ao dinheiro agora. Controles estúpidos, artificiais, que não são realmente necessários. Mas há uma facção e grupos de pessoas muito fortes no planeta neste momento que não acreditam que vocês sejam responsáveis o suficiente pra lidar com o dinheiro – vocês e todo mundo; e que eles precisam controlá-lo. Eles não estão fazendo isso pra ganhar mais dinheiro, porque chega uma hora que não importa mais. Estão fazendo porque acham que estão ajudando vocês. Quem sabe? Talvez estejam ajudando alguns. Eu não acredito que seja verdade, mas eles, sim.
Eles acham que os humanos basicamente, por natureza, são pecadores. Realmente acham. Acreditam que os humanos são imperfeitos, que estão trabalhando em prol de um estado de perfeição ou, pelo menos, da salvação. E não estou falando apenas do pessoal religioso. Existem ateus que também acreditam que os humanos evoluíram a partir do esterco e... e... eu vou... Eu sei que estou estourando meu tempo, mas vou colocar essa proposta pra vocês também.
O conceito geral que vocês têm é de que as coisas aconteceram lá em cima num nível elevado – o que não é realmente verdade, mas elas aconteceram em algum lugar por aí – e vocês acham que houve uma queda para este planeta. Eh, houve uma jornada para este planeta por muitas razões elevadas, mas vocês acham que foi algo que veio de cima para baixo, e agora vocês estão fechando o círculo. Mas, mesmo que... Vou lançar esta proposta a vocês, porque isso é algo que fazemos em nossa escola de filosofia da Nova Energia.
Imaginem que tudo isso seja apenas evolução. Imaginem que começou com, não sei, uma porcariazinha de nada que acabou virando tudo isso, virando o cosmos. Tudo evoluiu do nada e os humanos evoluíram – imaginem isso um instante – e que não há um Deus lá em cima que controla as coisas aqui embaixo, e que nunca realmente houve um Deus. Foi apenas uma coisa excepcional, essa coisinha que aconteceu e criou tudo isso.
Ainda é basicamente a mesma dinâmica, porque ainda há uma consciência de que talvez isso tenha vindo da evolução de um quase nada. Ainda há uma consciência que cria um Deus, que cria essa coisa chamada iluminação, que cria a ascensão. Ainda há algo que aconteceu que criou o amor, que criou a existência.
Assim, mesmo que alguém argumentasse que toda vida evoluiu de uma colisão excepcional, vejam o que vocês criam. Vocês criam a iluminação. Vocês criam a ascensão, e também criam a soberania e a liberdade. Então, não importa como considerem a coisa, ela continua sendo a mesma coisa. É algo pra se pensar a respeito. [Alguns aplausos] Obrigado. E a realidade é que nenhuma das duas é realmente verdadeira. Até certo ponto, mas nenhuma é realmente verdadeira.
Assim, onde estávamos? Neste planeta, o que está acontecendo agora, enquanto deixamos a era da Velha Energia e entramos na Nova, é realmente a era da liberdade. Será que os humanos estão prontos pra lidar com a liberdade? Não sabemos. Vocês não sabem. Vocês estão prontos pra lidar com ela? [A plateia diz: “Sim!”] Não importa pra mim. Verdade.
Fico feliz, fico contente, satisfeito e tudo mais que vocês estejam prontos, mas com isso vem a liberdade. Com isso vem a necessidade de assumir responsabilidade. Com isso vem a necessidade de caminhar como um Mestre e, então, ser o Mestre. Com isso vem a percepção de que 95% de tudo que passa pela sua mente não pertence a vocês. Vocês estão captando o lixo espacial, o lixo alienígena, o lixo humano, as partículas que flutuam por aí – as partículas de pensamento que flutuam por aí – e que não são de vocês. A liberdade vai liberar todo o lixo, porque ele não pertence a vocês. Vocês gastam muita energia mental debatendo com vocês mesmos sobre como vão se tornar melhores. Isso não é liberdade. Isso não é liberdade. Realmente, não é.
Liberdade é dizer: “Os únicos pensamentos que são meus, a única consciência que é minha é aquilo que escolho neste momento.” Liberdade é dizer que: “Minhas vidas passadas não são minhas. Foram experiências da minha alma.” Liberdade é dizer que: “Minha família, meus filhos não são meus. Eles nasceram através de mim, gastei uma fortuna com eles, mas eles também são seres com alma.” Liberdade é dizer, quer estejam numa situação de trabalho, de relacionamento, de religião, de culto ou... oh... [rindo] ou qualquer coisa que não sirva mais pra vocês, é dizer que vocês vão se livrar disso. É a coisa mais fácil que podem fazer, ou a mais desafiadora. Só depende de vocês.
Liberdade é a capacidade de se afastar. Não de pensar... Bem, mais uma coisa sobre liberdade. Há essa coisa muito, muito feia na porta para a liberdade. Ela se chama morte. Morte. É por isso que eu quero que vocês saiam na noite de Halloween, porque vocês dizem: “Ah, sim, liberdade é algo maravilhoso, ótimo, e eu posso largar meu emprego e fazer todas essas outras coisas. Mas, oh, meu Deus, e se eu morrer?” Bem, daí, vocês estão livres. Mortos livres! [Adamus ri.] Realmente.
Digo, essa é uma grande questão psicológica. Vejam bem, eu já disse isso, a morte é muito mais fácil do que o nascimento, é sério. E vocês morreram o quê? Mil, alguns mil e quinhentas vezes? É muito fácil. Nascer é difícil. É uma história totalmente diferente. Vocês sabem que terão outros 80 a 100 anos pela frente. Morrer, sabem como é – fiu! –, vocês descansam.
Mas nessa coisa toda de liberdade é assim: “E se eu morrer?” Primeiro, não importa. Vocês vão morrer de qualquer jeito. [Silêncio, então, Adamus ri.] Passou um anjo. Vocês vão aceitar isso? A pergunta é, a questão é: Será que vocês vão morrer da forma que querem? Essa é a pergunta real. Sim. Essa é a pergunta real.
A propósito, preciso abrir um parêntese aqui. Uma famosa citação foi distorcida. Ela deveria ser assim: Ser livre ou não ser livre. Eis a questão. Eles me citaram indevidamente. “Ser ou não ser?!” Não! “Ser livre ou não ser livre.”
Fechando o parêntese e voltando pra morte... Vocês viram como provoquei essa pequena distração? A energia estava ficando pesada, a gente arranja uma distração – é incrível.
A morte. Não importa. Não importa. Não importa. Vocês vão morrer. O importante é morrer da forma que escolherem – shwtt! –, saírem do corpo, não sei, seja lá como queiram. Mas que não seja com uma longa e dolorosa doença. Isso é desprezível. Isso é quase igual à falta de abundância – ou pior. Ainda não decidi.
Assim, vamos respirar fundo.
Estamos Prontos?
Liberdade. Vamos falar sobre ela nos próximos meses em particular. Vocês vão vê-la agora. Olhos bem abertos. Vocês vão ver que essa é a dinâmica na Terra. E podem falar do que for, mas estes são os resultados da questão da liberdade: dinheiro, política, energia – pff! pra energia –, todas essas coisas realmente têm a ver com liberdade.
Será que a humanidade está pronta pra aceitar a liberdade? As guerras civis eclodindo, os conflitos e a tensão – tem tudo a ver com liberdade.
E, lembrem-se, mesmo que vocês ponderem sobre a própria liberdade, e se estão realmente prontos pra ela, não se trata apenas da humanidade. Essa é a questão para todo o cosmos, para toda a criação, para sua família espiritual, para cada ser com alma e para o Espírito... e para o Espírito. E o interessante é que todos se voltam pra cá, pra cá pra vocês, para o que vocês estão escolhendo, porque, quando vocês escolhem para si mesmos, quando vocês se dão a liberdade verdadeira e atrevida, isso tem um impacto profundo em toda a criação.
O que isso faz? Bem, ilumina o potencial, e existem regiões da criação neste momento em que não há nenhuma luz com relação a essa coisa chamada liberdade. Não há nenhum entendimento sobre isso. Existem lugares neste planeta no momento que não têm sequer condição de conceber isso. Existem línguas no planeta que não têm nem a palavra “liberdade” em seu vocabulário. Não existe. Não está na consciência deles.
Assim, a questão se volta pra vocês, pra este grupo admirado bem aqui em Cold Creek Canyon, observado pela Internet. Ela se volta pra vocês – não pra cuidar da liberdade deles, mas para iluminar um potencial –, primeiro para vocês e depois para os outros. Essa é a questão do momento, acima de tudo.
Até nos reunirmos novamente, eu gostaria que vocês dessem uma olhada em sua vida, não de modo julgador, mas como um observador iluminado. O que está impedindo [a espada cai lá atrás onde estava] vocês de serem livres?... Distração. [Risadas] O que está impedindo vocês de serem livres? Quais são as suas escolhas que os impedem de serem livres? E, mais do que tudo, como é se sentir livre? Sem pensar, sem mencionar as atividades rotineiras do dia a dia. Isso é subproduto da liberdade. Mas qual é a sensação de ter liberdade?
Vocês vão sonhar com a liberdade, não porque eu disso isso, mas porque é o assunto em questão. Quando sonham com liberdade, vocês têm sonhos onde há falta de liberdade – em outras palavras, onde vocês estão presos –, para ajudá-los a entender como é não ser livre. Vocês vão ter sonhos de como eram as vidas passadas de sua alma – que, ainda bem, não são mais suas –, de como era ser um dono de escravo ou um escravo, do que foi ser atlante no sentido comunal. Bem, aquilo é que era falta de liberdade. Tudo tinha que ser feito enquanto grupo.
Vocês terão sonhos com o que chamam de lugares alienígenas, outros lugares da criação, do cosmos, que vocês vão visitar, às vezes, em grupo, às vezes, sozinhos, com lugares que não têm absolutamente nenhuma consciência ou compreensão do que é liberdade, porque, às vezes, não ter as coisas ajuda a entender como é tê-las.
Serão intensos? Depende de vocês. Podem ser. Serão tranquilos? Podem ser. Deveriam ser. Deveria ser a coisa mais tranquila. Cada um de vocês deveria sair daqui totalmente livre. Ou pode ser uma coisa desafiadora e difícil.
Resposta de Adamus
Então, agora, eu quero dar a minha resposta – que será um pouquinho estranha – para o que é liberdade. Ou, especificamente, para como vocês podem se dar liberdade neste momento. Uma palavra muito simples, por falta de palavra melhor. Muito, muito simples. Parem um instante e sintam a liberdade... sintam liberdade.
[Pausa]
A questão no momento para vocês, para o planeta, para o Espírito, para tudo e todos – a real transição, o real fim do problema do velho mundo – é que há uma coisa a ser aplicada por vocês em sua vida. Uma palavra muito simples. Essa palavra é “perdão”. É isso. Perdão.
E, assim, meus caros amigos, tudo está bem em toda a criação. Obrigado.
Ah! [Alguém entrega a ele uma placa pintada com essas palavras.]
Tudo está bem em toda a criação. [Aplausos da plateia]
Obrigado.
Curtam a vida, sejam livres e sejam abundantes.
Obrigado.
Tradução de Inês Fernandes – mariainesfernandes@globo.com
Os materiais do Círculo Carmesim com Tobias, Adamus Saint-Germain e Kuthumi lal Singh têm sido oferecidos gratuitamente desde agosto de 1999. O Círculo Carmesim representa uma rede mundial de anjos humanos, chamados de Shaumbra, que estão entre os primeiros a fazer a transição para a Nova Energia. Enquanto eles vivenciam as alegrias e desafios da ascensão, tornam-se os Standards para os outros seres humanos em sua jornada de descobrir o Deus interior. Os encontros do Círculo Carmesim acontecem mensalmente em Denver, Colorado, onde Adamus apresenta as informações mais recentes através de Geoffrey Hoppe. Essas reuniões do Círculo Carmesim estão abertas ao público e todos são bem-vindos. Se você estiver lendo isto e sentir um sentido da verdade e conexão, você é realmente um Shaumbra. Você é um professor e um guia para os humanos e os anjos também. Permita que a semente da divindade cresça dentro de você neste momento e por todos os tempos que virão. Você nunca está sozinho, pois existe a família que está por todo o mundo e os anjos que estão ao seu redor. Você pode distribuir livremente este texto em uma base não-comercial, sem nenhum custo. Por favor, inclua as informações na sua totalidade, incluindo as notas de rodapé. Todos os outros usos devem ser aprovados por escrito por Geoffrey Hoppe, Golden, Colorado. Ver contatos página no site: www.crimsoncircle.com
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quinta-feira, 11 de outubro de 2012
SABEDORIA DOS ANJOS - DIREÇÃO
DIREÇÃO
SABEDORIA DOS ANJOS
com Sharon Taphorn
11 de Outubro de 2012
Há muitos caminhos possíveis.
Há muitas opções para que você faça, enquanto se prepara para avançar em grande forma. O melhor caminho é aquele que estimula o seu espírito, seu coração e a sua alma. É muito importante que você encontre o seu equilíbrio neste mundo, para que possa avançar para o próximo estágio, sem que esteja sobrecarregado pelo passado.
Se estiver trabalhando em seu relacionamento com o seu Eu Superior, guias e anjos, você saberá qual o melhor caminho a seguir. Se estiver começando a aprender a confiar em sua orientação interior, esta é uma oportunidade maravilhosa para evoluir e crescer. Reserve um tempo para se sintonizar, ouvir e então perceber os sinais, pois há muitos a escolher.
Esta é também uma oportunidade de grande evolução espiritual e assim aproveite o tempo para estar atento às mudanças que estão acontecendo em todos os níveis. Coma alimentos saudáveis, cheios de energia vital, movimente-se, medite e passe algum tempo ao ar livre quando puder.
Use afirmações para ajudá-lo a criar e a observar os seus pensamentos. Eles são aliados ou inimigos poderosos, dependendo se você está prestando atenção ou não a como pensa e fala para si mesmo. E cure o seu coração. Veja o lado mais grandioso do amor e saiba que é bom amar e sentir. Compartilhe a sua luz e o seu amor com todos e confie em si mesmo e em sua habilidade de discernimento.
Afirmação: “Eu sei qual é a melhor direção a seguir quando for preciso fazer uma escolha. Eu confio e sigo a minha orientação interior.”
Você é ternamente amado e apoiado.
Os Anjos
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Permita que haja a paz em seu coração
Ame incondicionalmente
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Tradução: Regina Drumond
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Grata Regina!
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KRYON - A PONTE DAS ESPADAS
A PONTE DAS ESPADAS
Uma mensagem de Kryon
Canalizada por Lee Carroll
10 de Outubro de 2012
Saudações, queridos, EU SOU KRYON, do Serviço Magnético.
No esquema das coisas, vocês estão atingindo o ápice do que chamaríamos de ponto de decisão para a humanidade. A fim de que vejam isto como eu vejo, vocês terão que entender duas coisas.
Primeiro, retornando um pouco no tempo, vocês se lembrarão de que em minhas primeiras comunicações, eu lhes disse que a consciência Humana estava mudando. Eu lhes trouxe informação desde o início, dos meus atributos no planeta, que a humanidade estava em mudança e que eu tinha chegado com um propósito especial e este era a mudança do magnetismo da grade.
Eu lhes disse que o próprio grupo de Kryon terminaria, isto no ano de 2002 e partiria, e isto aconteceu. Tudo isto era em resposta ao que vocês tinham realizado como humanidade, e alguns de vocês fizeram a matemática e perceberam que tudo isto estava bem dentro da precessão dos equinócios – uma janela de 36 anos, onde o seu sol se alinha com o meio da galáxia – o início e o fim da oscilação de 26.000 anos do planeta.
Este atributo astronômico também se alinha esotericamente (metafisicamente) com o que os antigos diziam – um ponto de decisão para a humanidade, que seria o mais importante de todos, um ponto que mantêm com ele um propósito energético tremendo. É por isto que eu cheguei, e se olharem as minhas primeiras comunicações, vocês verão por que eu cheguei, por algo que estava acontecendo com os seres humanos, e isto tinha a ver com o seu futuro.
Há vinte e dois anos eu lhes disse isto, e em 1993 vocês tiveram o Primeiro Livro de Kryon publicado. Agora, aqui estão vocês em 2012, todos estes anos mais tarde, exatamente com o que dissemos que vocês teriam. Nós lhes demos os potenciais. Alguns deles se tornaram os potenciais da humanidade e alguns não. Nós lidamos apenas com potenciais, mas os mais fortes falavam sobre o seu futuro hoje.
Em segundo lugar, quero que se lembrem de que quando vieram a este planeta, cada um de vocês era único. Não importa qual seja a sua idade quando estão aqui, cada um de vocês é uma velha alma. As velhas almas são aquelas que tendem a se sintonizar e ouvir e ler uma mensagem como esta, e nós dissemos isto antes também.
Assim, o que temos é um grupo único, e quero que se recordem da centelha da verdade quando chegaram, todos vocês. Desbloqueiem a sua memória e recordem o que ressoava em seus ouvidos quando aqui chegaram como um bebê: “Esta é a existência que fará a diferença.”
Há alguns de vocês que até fizeram a pergunta: “Por que estou vivo?”
Vocês sabem quem são. Quando havia trevas ao seu redor, causadas por circunstâncias e situações, algumas delas a saúde, nós aí estávamos. Eu lhes direi por que vocês estão aqui. Vocês estão aqui para completar esta tarefa que começaram há tantos anos, velhas almas! Este é o ponto de decisão e, a partir do meu ponto de vista, isto já passou.
Não há nenhum teste diante de vocês, desde que já o ultrapassaram. Em sua linha do tempo, há mais 18 anos disto (a precessão). Assim, no final deste ano, o marcador de 2012 neste ponto do solstício, é simplesmente e somente isto - um ponto de celebração no tempo da 3D. É onde vocês celebram.
E basta dizer agora que aqueles que criaram este espaço iluminado chamado Terra, sabem que vocês o fizeram. Já há celebrações no céu e, no entanto, há coisas acontecendo no planeta que lhes dissemos que iria acontecer, e há aqueles que estão preocupados.
A PONTE DAS ESPADAS, REVELADA
Eu quero lhes dar o que chamarei de “A Ponte das Espadas revelada”.
Aqui está uma frase que lhes demos muitas vezes no passado. Nós lhes dissemos que no final – isto é, no fim do velho paradigma do planeta (agora) – vocês teriam a Ponte das Espadas.
Deixem-me lhes dizer alguns potenciais sobre o futuro, sobre o futuro imediato.
Isto não é o que acontecerá nas gerações a partir de agora, mas sim, neste momento.
A Ponte das Espadas está aqui.
Alguns de vocês extrapolaram esta informação em uma forma que a comparam com as antigas profecias nas Sagradas Escrituras, tentando ter uma confluência de datas e de eventos, de modo que possam descobri-las.
Alguns de vocês até disseram: “Ah, a Ponte das Espadas: Isto deve ser o momento em que haverá batalhas no planeta. É o Armageddon e está aqui.”
Eu lhes direi, queridos, que o Armageddon está acontecendo em alguma outra terra, em algum outro tempo! Vocês podem escrever esta profecia como algo que não irá lhes acontecer.
Eu lhes direi isto novamente, queridos Seres Humanos.
Não olhem para a profecia passada e a apliquem em algo que esteja acontecendo aqui.
A profecia passada os tinha como mortos no milênio, lembram-se disto?
Entretanto, vocês estão aqui em 2012!
Vocês avançaram para a atual profecia dos antigos, dos indígenas do planeta, que viram uma fusão do norte e do sul – a profecia da serpente emplumada e a profecia da águia e do condor. Este é um movimento da energia no planeta, de uma maneira que nenhum profeta “moderno” jamais previu.
Em vez disto, ela veio dos indígenas, pois eles viram os potenciais de alguns fractais do tempo que falavam da humanidade passando do ponto decisivo e se movendo para a próxima parte do que chamaremos de “A Grande Mudança da Consciência Humana”.
O que irá acontecer em seguida?
A Ponte das Espadas.
Assim vamos analisá-la.
Vamos lhes dizer o que tínhamos em mente quando lhes demos a frase e lhes pedimos que não projetem mais do que lhes for dado aqui. Não tentem imaginar significados ocultos no que lhes é dado, pois eu lhes darei tudo agora.
A PONTE
É muito simples.
É uma ponte, assim vamos encarar isto primeiro.
O que está fazendo a ponte e por que deve haver uma?
Bem, congratulações, queridos, porque um ponto de decisão nem sempre é uma ponte. Às vezes é um abismo, um abismo em que a humanidade cairia, para que começassem tudo de novo. Ou talvez um ponto de decisão que não tem nenhuma ponte, sob qualquer condição, o que significa que tudo permanece igual. Não haveria mudança, e vocês teriam mais do que tinham – um futuro que não está em lugar algum e que nunca foi escrito. Mas não é isto que está acontecendo, sob qualquer condição.
Oh, isto foi escrito tantas vezes! Mas não em suas antigas escrituras, queridos. Vocês terão novos textos muito tempo após o meu sócio ter partido. Oh, ele estará de volta, mas bem depois desta vida haverá novas escrituras escritas por aqueles que vocês verão como os profetas do dia.
Eles irão falar sobre o que acontecerá em seguida no planeta e verão a mudança na natureza Humana. Eles verão aquilo que está se inclinando para o estado quântico da humanidade corpórea – o início do que aconteceu aos Pleiadianos há muito tempo, irá acontecer aqui, enquanto vocês atravessam a ponte.
Mas isto é o futuro distante.
E agora?
A ponte que vocês estão atravessando é aquela entre os velhos paradigmas da existência e os novos. Eventualmente, toda a humanidade irá atravessá-la, mas isto é tão novo no momento, que os únicos que a estão atravessando são almas muito velhas, pois elas são as únicas que a vêem e têm o akasha preparado para isto.
Mas vocês deveriam saber disto: Esta ponte é para todos, e quando vocês, metaforicamente, atravessarem esta ponte, outros os seguirão. Eles a atravessarão e nem mesmo saberão disto. Eles estão atravessando para a crença de um novo tipo de realidade.
O desprendimento dos velhos paradigmas do que esperar é o próximo.
A aceitação dos novos paradigmas de um futuro sem guerras, é o próximo.
Encarar a civilização de maneira diferente do que já lhes disseram que poderia ser, é o próximo. Desprender velhos medos que muitos tiveram por tanto tempo sobre o que esperar, é o próximo.
Esta é a ponte.
É uma coisa maravilhosa.
O fato de que há uma ponte é uma coisa maravilhosa.
A ponte foi criada durante um longo período de tempo. Sincronisticamente, nós não sabíamos que uma ponte ocorreria até há 30 anos. É assim que é a nova energia. A Humanidade tem o livre arbítrio e não havia um forte potencial então, se a confluência de energia teria criado o impulso para criar uma ponte ou não. Mas um pequeno potencial lá estava.
Próximo à Convergência Harmônica, em 1987, nós sabíamos que a ponte estava sendo construída. Em 1989, a superestrutura estava organizada. Em 1993, a ponte estava lá. Então vocês começaram a ver a queda da União Soviética, a união dos inimigos Europeus em uma aliança econômica.
A ideia de que vocês poderiam unir as coisas, em vez de destroçá-las, era nova. Os ditadores começaram a cair, e a ponte estava no lugar e a maior parte da humanidade nem mesmo percebeu, desde que isto aconteceu muito lentamente. Mas vocês sentiram a mudança chegando, não é? É disto que se trata a ponte.
O que nós lhes dissemos sobre a ponte? Realmente, não muito, exceto que na travessia da ponte, aqueles da velha energia não iriam gostar disto. A velha energia não quer que vocês escapem! A velha energia não quer que vocês atravessem a ponte, porque ela não pode atravessar. Vocês sabiam disto? Ela não pode atravessar.
Os velhos paradigmas da natureza Humana que vocês conheceram durante todos estes milênios, têm que permanecer no lado velho da ponte. Eles não podem atravessar, pois a ponte rejeita tudo o que não seja amor, compaixão e luz.
Aquelas coisas que são das trevas, incluindo a natureza Humana do passado, não será capaz de seguir. Mas aqueles a quem falo agora, já estão na ponte. Este foi o seu projeto, velha alma, e estas são as palavras que estão ressoando em seus ouvidos neste dia e dadas no vento do nascimento, que isto poderia acontecer em sua vida. Assim, o que irá acontecer a seguir?
ESPADAS
Vamos falar sobre as espadas: Quando vocês ouvem a palavra espada, a primeira coisa que lhes ocorre é batalha. A Ponte das Espadas é uma batalha e nós lhes dissemos isto também. Espadas são metafóricas e elas significam muitas coisas, assim iremos descrever as coisas que elas significam.
Número um: Elas são realmente uma arma em uma batalha. Há uma batalha chegando.
“Kryon, isto significa que haverá uma guerra?” Potencialmente, sim. Agora nós lhes diremos que o Oriente Médio está se planejando. Vocês notaram? O que sabem sobre o Oriente Médio, queridos?
Vamos começar examinando as coisas por um momento.
Em que energia vocês cresceram? Qual era a energia do Oriente Médio? Nos anos 40, qual era a energia? Com o estabelecimento do Estado de Israel, vocês construíram um muro de ódio, de ambos os lados. O muro era tão espesso que aos filhos dos dois lados, era ensinado a se odiarem, assim que fossem capazes de compreender o idioma. Foi-lhes dito quem eram os seus inimigos. Onde estavam vocês então?
Alguns de vocês não estavam aqui ainda. Na época em que chegaram, em sua juventude, vocês estavam cientes do Oriente Médio? Não, particularmente. Do que se trata o ódio? Vocês poderiam perguntar. E se eu lhes dissesse que se trata de uma inimizade entre famílias? Dois filhos de um mestre judeu estão envolvidos. Um fundou os Árabes e um permaneceu Judeu. Eles não querem ouvir isto, mas todos eles são Judeus. (Não lhes digam isto.)
Se observarem a linhagem, isto é muito óbvio e, entretanto é um arranjo completo e total para ou a solução, ou a guerra. O arranjo teria este mundo terminando em uma conflagração que teria sido provocada por este ódio. Isto está na profecia de Nostradamus e nas suas Escrituras, mas não é mais a profecia do planeta. No entanto, o ódio ainda existe. O ódio é tão grande hoje como era então, mas onde estava todo o terrorismo há 40 anos? Estava isolado.
Aqueles em Israel e na Palestina e nas áreas adjacentes levaram a pior nisto, mas agora isto, aparentemente, está em toda parte – e vocês estão preocupados. Por que seria isto?
A resposta é que a velha energia estava feliz de ter este ódio contido, pois isto iria continuar e nunca envolveria pessoas de fora. Intrusos tendem a trazer luz indesejada à festa. Subitamente, toda a Terra está envolvida e podemos ver todo o cenário diante deles.
A velha guarda quer a guerra. Aqueles na ponte estão mantendo a luz e mostrando à Terra como atravessar. Mesmo os muitos mais jovens em Israel e na Palestina e Irã, estão mantendo a luz! Estão todos ao redor da velha guarda e eles estão furiosos, pois estão perdendo a “batalha do ódio’.
Haverá uma guerra? O que está acontecendo? Vocês podem senti-los se preparando, não podem? Alguns de vocês não querem olhar as notícias, pois temem o que o amanhã trará. Nem mesmo é o final do ano ainda! Haverá uma batalha?
Deixem-me lhes dizer, queridos, agora, enquanto lhes falamos, há o potencial de uma pequena guerra no Oriente Médio. Foi-lhes dito que se houvesse qualquer guerra no Oriente Médio, todo o mundo iria se unir, e vocês não farão isto.
Eu lhes direi que isto é um velho paradigma, pois se e quando isto acontecer, observem cuidadosamente quem decide não ir à guerra. Pois há uma nova consciência neste planeta e eu lhes direi isto: Nós vemos os potenciais diante de vocês em seu futuro e não irá importar de uma maneira ou de outra à ponte, se houver uma batalha ou não.
O que eventualmente irá acontecer no Irã, será o mesmo, não importa o que, e eu lhes direi por que – porque não há ninguém para ocupar o lugar da velha guarda. Apenas os antigos, com o ódio que estão movendo as peças do xadrez, como se eles estivessem representando o todo da nação, mas eles não estão.
Haverá um momento, talvez alguém que esteja realmente exacerbado por uma guerra, que criará a revolução neste país. Surpreendentemente, eles não querem a guerra. Perguntem a um Israelense se eles querem outra guerra. Eles dirão “não”, mas eles temem que os seus inimigos tragam uma para eles.
Quem são os seus inimigos e o que está mudando, queridos?
Vocês acham que sabem o que está acontecendo na Síria, no Egito e na Líbia?
Deixem-me lhes dizer que há uma recalibração acontecendo lá em relação ao que eles acreditam e quem são os seus inimigos. Trata-se do que eles querem do seu governo. Deixem-me lhes dizer o que todos eles querem, eventualmente, e vocês podem não ver isto por 20 anos, mas eles querem escolas e hospitais.
Eles querem o que vocês têm em suas lojas e querem a liberdade para adorar o seu profeta sem um pequeno grupo lhes dizendo as regras de como deveriam. Eles querem honrar Maomé de sua maneira e ver o amor de Deus nele como foi projetado. Isto é o que está acontecendo. Esta é a batalha. O problema é que a velha energia combaterá isto, pois eles perderão o controle se eles conseguirem o que querem.
Há uma mudança de paradigma e vocês a verão aqui primeiro, e isto poderá não ser agradável, assim quero que agarrem firme. Não extraiam o que Nostradamus disse no último minuto e digam: “Ele estava certo.” Nada que ele disse se manifestou desde 1987. Nada aconteceu como eles disseram. A única coisa que soa verdadeira é que ainda há problemas no Oriente Médio.
Todas aquelas quadras de profecias caíram ao chão e não se realizaram.
O tempo não estava certo para que acontecessem agora. Observem.
Oh, há ainda aqueles que dizem: “Está acontecendo, está acontecendo, está acontecendo!” Pois eles estão investidos no medo e controle. Alguns deles querem que realmente isto aconteça, e acreditam que o ponto culminante será no arrebatamento de voltar ao Lar, para Deus.
Quero lhes dizer, queridos, vocês estão voltando ao lar!
Mas o lar está do outro lado da ponte, para uma terra sem guerra.
Esta é a ponte. A velha energia morre lentamente.
O QUE MAIS SIGNIFICA UMA ESPADA?
A Espada é um símbolo, um símbolo metafórico para a verdade.
Uma Ponte das Espadas é uma ponte da verdade.
Algumas vezes vocês cruzam espadas sobre vocês em celebração, compreendem isto? É assim que percebemos. Haverá um caminho acidentado à frente da ponte? Sim, mas vocês sabiam disto quando se apresentaram no planeta, queridos, e isto não tem que significar uma guerra mundial e não será.
Há aqueles que estão definindo as questões quanto a se eles deveriam continuar a odiar ou não o Oriente Médio agora. Eles não confiam uns nos outros, mas também não querem continuar do modo que tem sido.
Há ditadores que estão partindo ou que já se foram, substituídos por líderes que eventualmente se acalmarão e entrarão em equilíbrio com os seus vizinhos. É porque eles compreendem que o que eles querem são escolas, hospitais, rodovias e segurança para as suas crianças. Isto é tão difícil de imaginar?
A mídia se apega ao horror e lhes diz que eles estão com o objetivo de matarem os outros. Gostaria de lhes pedir que os entrevistassem. Não entrevistem aqueles que vocês vêem no noticiário, mas sim as mães e os pais que vocês não vêem no noticiário, que têm a mesma fé que aqueles que vocês vêem na mídia.
Eles irão lhes dizer: “Dê-nos paz, deixem-nos em paz. Vamos crescer do nosso modo, em nossa própria cultura. Não queremos fazer bombas. Temos que ter compaixão.” Esta é a ponte. Isto pode piorar antes que melhore, e já lhes dissemos isto muitas vezes. Mas é por isto que vocês estão aqui.
Lentamente, os poucos que criam o ódio, serão vistos como poucos.
Os muitos terão os seus pontos de vista conhecidos e irão substituir os poucos.
O que fazer em seguida é muito importante. O que será? Vocês irão ter medo disto, ou ter compaixão, ter compreensão e se posicionarem e avançarem, atravessando a ponte? Irão se esconder em um canto e se preocuparem quando perceberem o que esperavam?
A velha energia morre lentamente.
A espada da verdade é ativa e a verdade prevalecerá na luz.
Que outra verdade poderia haver que vocês estão reconhecendo? E quanto à verdade da maneira com que as coisas funcionam em uma Terra compassiva, onde vocês não podem ter o tipo de questões de não integridade que estão tendo agora?
Os negócios mudarão, os governos mudarão e o sistema bancário irá mudar. Estão chocados com isto? Algum dia vocês saberão que vocês realmente mudaram a maneira com que as coisas costumavam ser nos cantos mais escuros do planeta. Vocês perceberão que fizeram uma diferença.
Estou no Canadá e sei disto, mas eu falarei àqueles que estão ouvindo e lendo no público norte-americano o seguinte: Preparem-se! Porque há algumas instituições que ainda estão para falir, aquelas que não têm integridade e que nunca poderiam ser ajudadas com uma fiança. Nós lhes dizemos que a maior delas é um grande laboratório farmacêutico, e já lhes falamos disto antes. É inevitável. Se não agora, então em uma década.
É inevitável e eles lutarão para permanecerem vivos e não atravessarão a ponte. Pois do outro lado da ponte está uma nova maneira, não apenas para a medicina, mas para o atendimento à saúde. Os paradigmas que ainda não foram considerados, que não representam qualquer sistema que atualmente existe, serão criados e desenvolvidos por mentes jovens que têm conceitos que os idosos não conhecem.
Coisas que não têm integridade hoje serão desintegradas amanhã. Preparem-se.
Tudo é parte do que está do outro lado da ponte.
E a velha energia não gostará disto, e eles irão se opor.
Haverá novas maneiras de criar a energia elétrica, novas formas para limpar a água, novas formas de se alimentar. Está tudo lá, do outro lado da ponte, no futuro. Isto se encontra lá, apenas esperando que vocês atravessem. Não temam.
Trabalhadores da Luz, isto é o que vocês esperavam e este é o futuro que queriam.
É por isto que vocês nasceram e estão vivos agora.
Não importa qual seja a sua idade. Não contem os anos que acham que deixaram. Não vão até lá, apenas não o façam. Eu quero que vejam a sua vida como nós – todas as existências que já tiveram com a energia do que criaram no planeta agora, em suas mãos, pois é assim que o Espírito os vê.
Suas pegadas na Terra são enormes e o que estão fazendo agora, enquanto atravessam a ponte, é enorme. Somente as velhas almas, com a sabedoria de vidas acumuladas pode mover esta ponte e atravessá-la rapidamente.
O ÚLTIMO ATRIBUTO
A última coisa sobre as espadas é a celebração.
O que acontece quando Seres Humanos andam sob espadas cruzadas? Qual é a idéia geral disto? É a união, não é? Assim, vamos lhes dar, finalmente, o símbolo da união na ponte. Tem tantos significados! É a união do que costumava ser com o que pode ser. É a união da compaixão e do espírito Humano, é a união de sua entidade de alma no planeta com as suas sementes criativas (Os Pleiadianos), é a união de vocês e vocês! É a união do norte e do sul. É maravilhoso. É a Ponte das Espadas.
Talvez vocês estejam aqui neste dia ou ouvindo ou lendo e isto tudo seja novo a vocês.
Vocês dirão então: “Eu não sei se sou uma velha alma ou não. Sou parte desta travessia? Eu irei atravessar a ponte?”
Deixem-me lhes dizer isto: Não analisem isto! Eu lhes darei um fato. Se estiverem ouvindo ou lendo agora, então são parte disto! É a única coisa que lhes trouxe a esta página, à cadeira, para ler, ouvir ou saber. Se estiverem interessados, então são parte disto. Isto pode levar alguns de vocês a suspenderem a crença sobre como isto funciona, mas vocês são parte disto. Não analisem muito. Muitos despertarão e seguirão. A ponte lá estará enquanto viverem.
O que pretendem fazer? Apenas sejam, velhas almas. Vão ao trabalho e lá mostrem a luz. Mostrem que vocês têm compaixão por aqueles ao seu redor. Vão para casa, para a sua família que talvez não acredite nisto, e não os julguem. Em vez disto, mostrem a sua compaixão para eles, porque vocês têm um fragmento de Deus dentro de vocês.
Pensem no que os mestres fariam agora. Eles não estão aqui em julgamento, eles estão celebrando a sua vida! Não importa quem esteja a sua frente, celebrem as suas vidas! Sejam o exemplo de um Deus compassivo e das sementes divinas que estão em vocês, e isto irá moldar o seu futuro. Não temam!
O que a mídia lhes dará em seguida, o que irá acontecer no Oriente Médio, o que irá acontecer nestes próximos anos, será parte da reação da velha energia. As trevas não podem atravessar a ponte e eles morrerão por causa disto. E eu não quero dizer os Humanos. Quero dizer que a própria energia do ódio morrerá e eventualmente desaparecerá.
Esta é a promessa e eu falo àqueles agora que têm o completo livre arbítrio para mudar isto.
A bola já começou a rolar.
Durante 20 anos, vocês viram isto. Vocês têm o direito à paz na Terra. É um momento que vocês tinham planejado. Os Pleiadianos o fizeram, os de Órion o fizeram e também os Octurianos. Os pais dos pais dos pais dos sistemas planetários em que estão o fizeram. Agora vocês o estão fazendo.
Um longo processo está diante de vocês, até que o último vestígio da velha energia tenha desaparecido. Eu lhes direi novamente: Chegará um momento em que vocês recordarão estes dias e dirão: “Como a Humanidade era bárbara!” E é isto o que vemos, velhas almas, neste dia.
É isto o que vemos.
E assim é.
Kryon
Somewhere Over the Rainbow by Israel Kamakawiwo'Ole
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Tradução: Regina Drumond
reginamadrumond@yahoo.com.br
Grata Regina!
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