domingo, 5 de julho de 2026

O CORPO QUE RECORDA A LUZ


O CORPO QUE RECORDA A LUZ
Maya, das Plêiades
Canalizada por Octavia Vasile

Maya fala com você com uma clareza calorosa e lúdica, como se estivesse lembrando-o de algo que você sempre soube.

Seu corpo é um holograma vivo, uma projeção moldada por sua mente, sua consciência e seu campo energético. Ele escuta constantemente, responde instantaneamente e expressa tudo o que você considera verdadeiro.

Você não está dentro do seu corpo da maneira que lhe ensinaram. Seu corpo existe dentro do seu campo, dentro da sua consciência, como uma imagem contida em uma esfera de luz. Cada pensamento torna-se uma instrução. Cada crença torna-se arquitetura. Cada sentimento torna-se movimento dentro desse design vivo.

SERÁ QUE A HUMANIDADE ESTÁ TRILHANDO O MESMO CAMINHO DOS ARCTURIANOS?


SERÁ QUE A HUMANIDADE ESTÁ TRILHANDO 
O MESMO CAMINHO DOS ARCTURIANOS?
O Conselho Arcturiano da 9ª Dimensão
Através de Daniel Scranton
04 de julho de 2026

Saudações.

Nós Somos O Conselho Arcturiano.
É um prazer nos conectar com todos vocês.

Temos uma longa história de vida em nossos mundos e luas em nosso sistema estelar para contar a vocês. Já lhes dissemos que as almas encarnam em nosso sistema para explorar a espiritualidade e a evolução espiritual, e que possuíam corpos físicos e necessidades físicas durante os tempos em que existiam muitas civilizações diferentes em nossos vários mundos e luas.

Agora somos, em sua maioria, não físicos. No entanto, todos nós que compomos este conselho, este coletivo de almas, podemos nos lembrar de como era ser físico e ter necessidades físicas.

Vivenciamos diferentes formas dos mesmos desafios que vocês enfrentam aí na Terra. Houve momentos em que os seres adoeceram. Houve momentos em que os seres sentiram fome ou não tinham recursos suficientes para sobreviver.

LIBERDADE NA MENTE!


LIBERDADE NA MENTE!
Ann Albers
04 de julho de 2026

Olá a todos,

Os anjos trabalharam comigo durante anos para que eu encontrasse a liberdade na minha mente!

Eu costumava defender minhas limitações. Eu costumava culpar os outros pelo meu humor. Eu me sentia uma vítima e infeliz com muitas coisas no mundo. Eu não amava meu trabalho na engenharia. Sentia-me confinada e presa a ele depois que meus pais pagaram por toda a minha faculdade.

Sentia-me estagnada em um casamento que não era ruim, mas que não evoluía. E eu carregava um grande "V" de vítima — energeticamente falando —, muitas vezes defendendo com unhas e dentes o meu direito de estar insatisfeita!

Olhando para trás, isso me faz rir. Por que raios insistimos em defender nossa dor e em nos afundar ainda mais nela? Eu sei a resposta, é claro. Naquela época, simplesmente não sabíamos fazer diferente.

BOM DIA!