SENTE-SE, RESPIRE, RECEBA E
DEIXE O AMOR FAZER O RESTO
Ann Albers
07 de novembro de 2026
Olá a todos,
Há cerca de um mês, cometi uma daquelas "bobagens típicas de ser humano".
Mas, antes, um pouco de contexto...
No dia seguinte à minha aula, dirigi rumo ao norte para fazer uma caminhada em uma bela floresta de álamos. Aqueles gigantes dourados formavam uma catedral viva. O céu estava de um azul radiante, o ar, fresco; o perfume das folhas e dos pinheiros é um dos meus aromas naturais favoritos.
Famílias, rindo, ocupavam a floresta — tirando fotos para cartões de Natal, brincando de esconde-esconde e chutando as folhas pelo caminho. A alegria estava por toda parte.
Segui a caminhada para além dos bosques dourados, mais ao norte, sentindo um certo receio. Lá, existe uma árvore especial, que faz parte da minha vida há décadas. Eu a chamo de "Árvore-Avó": ela tem mais de um metro e meio de diâmetro, ergue-se imponente sobre a floresta e permanece como um legado vivo, testemunha dos ciclos eternos da vida.
Ann Albers
07 de novembro de 2026
Olá a todos,
Há cerca de um mês, cometi uma daquelas "bobagens típicas de ser humano".
Mas, antes, um pouco de contexto...
No dia seguinte à minha aula, dirigi rumo ao norte para fazer uma caminhada em uma bela floresta de álamos. Aqueles gigantes dourados formavam uma catedral viva. O céu estava de um azul radiante, o ar, fresco; o perfume das folhas e dos pinheiros é um dos meus aromas naturais favoritos.
Famílias, rindo, ocupavam a floresta — tirando fotos para cartões de Natal, brincando de esconde-esconde e chutando as folhas pelo caminho. A alegria estava por toda parte.
Segui a caminhada para além dos bosques dourados, mais ao norte, sentindo um certo receio. Lá, existe uma árvore especial, que faz parte da minha vida há décadas. Eu a chamo de "Árvore-Avó": ela tem mais de um metro e meio de diâmetro, ergue-se imponente sobre a floresta e permanece como um legado vivo, testemunha dos ciclos eternos da vida.
Ao seu redor, inúmeras "filhas" formam um anel; junto ao seu tronco, há uma enorme rocha onde os esquilos deixam restos de seus banquetes, e as macias agulhas de pinheiro servem como uma almofada acolhedora. Todos os anos, sento-me nessa rocha, encosto as costas em seu tronco robusto e converso com ela sobre a vida.
Eu falo em palavras; ela, em energia. De alguma forma, estabelecemos um diálogo de troca amorosa. Envio-lhe, telepaticamente, imagens das aventuras da minha vida, e ela me nutre com uma força, estabilidade e vitalidade que só uma árvore ancestral — uma verdadeira "árvore-mãe" — pode oferecer. É sempre uma troca profunda de amor.
Este ano, mais do que nunca, eu estava um tanto ansiosa sobre o que encontraria. No ano anterior, havia um grande círculo pintado com spray rosa ao redor do tronco dela. Embora, pelo que pesquisei online, isso indicasse que ela seria preservada, eu não tinha certeza absoluta. Rezei muito.
Ao passar pelo bosque de álamos, um cheiro levemente azedo — de pinheiros mortos ou em processo de decomposição — atingiu meus sentidos. Ao chegar à primeira clareira, perdi o fôlego: pilhas de árvores, devastadas e destruídas por tratores gigantes, estavam amontoadas ali.
Elas tinham pelo menos seis metros de altura e pareciam não ter fim. Algumas haviam sido cortadas e empilhadas em toras, mas muitas jaziam onde tinham caído. O trator estava vazio, com seu braço erguendo-se imponente sobre a pilha. Caminhei mais depressa, procurando freneticamente pela "Árvore-Avó", mas a paisagem havia mudado tanto que não consegui encontrá-la.
Mais tarde, li que aquela extração de madeira era chamada de "manejo florestal" e que árvores "mortas" estavam sendo removidas para ajudar a prevenir incêndios florestais. Eu até entendia o sentido de remover árvores mortas, mas o que vi com meus próprios olhos foram árvores vivas, escorrendo seiva enquanto sua força vital se esvaía de seus galhos ainda verdes.
Senti um mal-estar profundo. Sentei-me sobre a pilha de árvores mortas e chorei. Fosse ou não necessário para o manejo florestal — e apesar do fato de que árvores moribundas transferem sua força vital para o todo coletivo —, eu sentia falta da floresta que conhecera por tanto tempo.
Eu ainda não sabia se a Árvore-Avó estava viva. Então, enviei um sinal telepático: "Se você está aqui, ajude-me a encontrá-la. Se já se foi, guie-me até o que restou de você, para que eu possa levar um pedaço seu comigo".
Meu corpo levantou-se e moveu-se como se fosse guiado por uma vontade maior que a minha. Atravessei as toras e, de repente, cheguei a uma clareira que me pareceu totalmente estranha — embora, mais tarde, eu tenha percebido que passava por ali todos os anos, há mais de uma década.
Lá estava ela, junto a duas "árvores-filhas", na beira da área desmatada; ainda majestosa, ainda de pé — talvez mais solitária, mas não sozinha. Corri até ela, abracei-a sem qualquer inibição e chorei.
Ela me envolveu em um abraço energético que, de certa forma, me acalmou. Sentei-me e observei os grandes cortes, marcados por seiva, em suas "filhas" — que, de alguma maneira, haviam escapado da morte. Vi os locais que antes eram sombreados e abrigavam grandes pilhas de pinhas — coletadas pelos esquilos no passado — agora completamente vazios.
Pelo menos os esquilos ainda teriam pinhas para comer; tenho certeza de que eles apenas evitaram a confusão. "Sinto muito", eu lhe disse telepaticamente. Com uma sabedoria que a natureza reserva a todos nós, sua energia transmitia apenas aceitação.
A vida dando origem a mais vida. A vida deixando uma forma e assumindo outra. Mas, ainda assim, vida. Sempre vida. Apenas mudando de forma. Saí de lá muito mais calma do que cheguei, embora ainda não estivesse totalmente equilibrada...
Foi aí que entrou em cena aquela atitude impensada, típica de ser humano. Um pouco mais abaixo do meu querido bosque de pinheiros, existe um outro belo aglomerado de álamos onde, anos atrás, uma alma bondosa instalou um balanço gigante entre duas árvores imponentes. Já virou tradição subir no balanço, voltar à infância e curtir um voo divertido por entre as folhas douradas.
Só que, este ano — ainda um tanto abalada por ter presenciado a morte dos pinheiros —, eu não estava plenamente conectada ao meu corpo. Esqueci que não tinha mais dez anos; segurei as cordas, impulsionei o corpo como sempre fiz e, de imediato, escorreguei. Bati as costas com força na base de madeira do balanço e senti três costelas — *tec, tec, tec* — saírem do lugar. Uma dor lancinante percorreu minhas costas, e pensei comigo mesma: "Ih, deu ruim. Isso não é nada bom."
Como sou quem sou, decidi buscar a melhor alternativa possível. Terminei minha rodada no balanço, aproveitei ao máximo e, depois, pendurei minha rede entre dois álamos.
Com os pés elevados, passei duas horas maravilhosas trabalhando minha própria energia enquanto balançava entre as árvores. Por sorte, consegui caminhar até o carro e dirigir de volta para casa. No dia seguinte, acordei mal conseguindo me mexer sem sentir uma dor excruciante. Ops!
Eu não sabia exatamente o que tinha feito, mas sentia um inchaço enorme na região do fígado — um hematoma — e o que parecia ser uma hemorragia interna. Minhas costelas e vértebras estavam totalmente fora do lugar, e eu nem sabia se tinha sofrido fraturas por estresse.
Sentindo-me um tanto tola e sem saber bem o que fazer, sentei-me na companhia dos anjos, respirei fundo e me abri para receber seu amor e sua sabedoria. Uma energia reconfortante me inundou.
Recebi uma orientação clara: envolver as costelas com um cinto de levantamento de peso que eu tinha à mão, evitar carregar peso, ter muito cuidado ao levantar, deitar ou girar o tronco, tomar arnica e vitamina C, e fazer refeições mais leves que o habitual. Recebi também a mensagem de que eu me recuperaria totalmente, mas que levaria cerca de seis semanas.
(Só para deixar claro: meu trabalho consiste em ouvir anjos, e estou compartilhando aqui uma experiência pessoal — *não* estou recomendando que ninguém deixe de buscar atendimento médico. Se eu tivesse recebido a orientação de procurar um profissional de saúde, teria entrado no carro e ido imediatamente. Já vi a orientação divina, aliada a um bom acompanhamento médico, trazer resultados maravilhosos para amigos e familiares; por isso, peço que você sempre respeite a sua própria sabedoria interior. O que é certo para mim pode não ser o ideal para você.)
Enfim, nas últimas quatro semanas, tenho me comportado direitinho! E, surpreendentemente, graças à rotina constante de "sentar, respirar e receber", a dor tem sido mínima — desde que eu evitasse certos movimentos.
Tive que aprender a entrar e sair da cama, deitar-me e sentar-me sem precisar ofegar de dor; mas, com o passar das semanas, tudo está, de fato, voltando ao seu devido lugar e tamanho!
Depois de cerca de quatro semanas, já consigo fazer flexões leves com os joelhos apoiados no chão, e logo essa aventura ficará para trás. O melhor de tudo é que essa situação me obrigou a parar, sentar e receber doses diárias de amor — uma sensação incrível que me ajudou a manter o equilíbrio, mesmo em um momento em que grande parte do mundo vive em estado de ansiedade.
Posso afirmar que estar na companhia dos anjos é de grande ajuda quando você precisa de amor ou cura!
O corpo foi programado para sobreviver e prosperar; mesmo diante de todas as nossas vivências, ele pode responder de forma maravilhosa se, regularmente, permitirmos esse processo ao nos entregarmos ao amor divino.
Melhor ainda: a prática de "Sentar. Respirar. Receber" preenche você com um amor tão profundo que é possível superar qualquer desafio.
Aqui estão algumas orientações para ajudar você a obter os benefícios ao praticar o "Sentar. Respirar. Receber":
1. Compreenda as fases pelas quais você passará
Se a entrega for algo novo para você, a rotina de "Sentar. Respirar. Receber" pode parecer difícil no início.
Comece ajustando um cronômetro para dois minutos. Reserve esses dois minutos — talvez antes de dormir ou ao acordar; ou, quem sabe, dispense o hábito de checar o celular logo pela manhã.
Durante esse tempo, inspire o mais lenta e profundamente que puder e, depois, expire ainda mais devagar, como se fosse um balão esvaziando. A cada expiração, tente relaxar, um pouco mais, uma área do corpo onde haja tensão. Qualquer progresso, por menor que seja, já é válido.
No início, é possível que você sinta frustração. A respiração profunda pode ser um desafio se houver muita tensão acumulada. Se não conseguir respirar profundamente, faça-o até onde for confortável e imagine o restante.
Com o tempo — bastando apenas alguns minutos por dia —, você perceberá que respirar e relaxar se torna mais fácil. A prática pode começar a ser prazerosa, despertando o desejo de prolongá-la. Você notará que sua mente começa a relaxar, seus ombros se soltam e, mesmo após poucos minutos, você se sentirá um pouco melhor.
Continue assim e talvez você comece a sentir uma leveza, como se não estivesse totalmente "aqui". Não se preocupe; isso é apenas um relaxamento profundo aliado à entrega ao espírito.
Sua consciência começa a se expandir para além do corpo. Se precisar estar em algum compromisso, use um cronômetro! É muito comum, nessa fase, acabar adormecendo — e, às vezes, por um bom tempo!
Em algum momento, você sentirá, em todo o seu corpo, a sensação maravilhosa de ser amado(a). Sinto uma leveza, uma sensação de energia doce ao meu redor, algo que lembra a textura de algodão-doce sobre os meus braços, acompanhado por uma suave efervescência. Às vezes, sinto calor ou, simplesmente, um alívio.
Nesse ponto, você realmente aprendeu a se entregar e está permitindo que o amor entre.
2. Entenda a biologia
Alguns de vocês já sabem disso. Existe o nervo vago, frequentemente chamado de "nervo do repouso e da digestão".
Quando ele é ativado, envia um sinal ao corpo indicando que você está em segurança; isso ajuda o organismo a sair do modo de "luta ou fuga", permitindo que sistemas que estavam reprimidos — ou sob pressão devido a um estado biológico de sobrevivência — retornem ao seu funcionamento normal.
Eu o chamo de "nervo dos chakras", pois ele percorre as regiões onde, segundo a tradição, os chakras estão localizados. Ao respirar lentamente, a parte de trás da garganta vibra sutilmente, estimulando o nervo vago e sinalizando ao corpo que é hora de relaxar.
Os monges que entoavam o "om" e praticavam a respiração profunda certamente sabiam que esse nervo cria uma condição física propícia para a cura, permitindo que o coração e o cérebro passem a emitir sinais mais coerentes.
Portanto, o que antes parecia algo místico ou sem fundamento, revelou ter raízes sólidas na biologia real!
3. Aceite o seu merecimento
Para muitos, receber ajuda é um desafio. Isso pode estar ligado ao medo de ficar em dívida com os outros ou à falta de autovalorização. E, no entanto, não há nada mais incondicional do que receber o amor dos seus anjos! Eles não esperam nada em troca. Eles já sabem que você é merecedor dessa ajuda.
Somos condicionados a acreditar que, para algo valer a pena, precisa ser difícil — mas não é bem assim. Fomos levados a crer que precisamos nos esforçar exaustivamente para provar o nosso valor, mas, aos olhos do céu, isso não é necessário.
Por isso, parar para receber o auxílio dos seus anjos exige que você acredite no seu próprio valor — ou, ao menos, que confie na visão que o céu tem a seu respeito. E você é capaz de fazer isso, independentemente de quão convencido estivesse, anteriormente, de que não era merecedor.
Os anjos não são humanos. Eles não julgam. Eles amam porque amar é a sua natureza, e a nossa receptividade permite que eles cumpram o seu propósito.
Converso com muitas pessoas todas as semanas. Há muita ansiedade por toda parte, um grande desejo de mudança, e muitas pessoas relatam estar lidando com questões físicas. Os anjos estão ali, em sua realidade amorosa, prontos para ajudar. Esta semana, mais do que nunca, eles têm pedido insistentemente que as pessoas aceitem o seu amor.
Aprendi a amar isso e a esperar que o bem flua. E, mesmo com as minhas "tolices humanas", não há qualquer julgamento por parte do céu; apenas uma disposição amorosa para me ajudar a aprender e a seguir em frente na vida, seja qual for a aventura.
Eles também estão aí para você. Aceite a oferta deles. É algo gratuito, simples e, se você persistir, a sensação é maravilhosa.
Tenham uma semana abençoada,
Com amor,
~ Ann
Formatação e tradução - Blog De Coração a Coração
http://www.decoracaoacoracao.blog.br/
http://stelalecocq.blogspot.com
https://lecocq.wordpress.com
💖E-book "Mensagens dos Mestres - De Coração a Coração" - https://www.amazon.com.br/dp/B0HK8W6VGX
https://mensagensdosmestres.blogspot.com/
Instagram - @blogdecoracaoacoracao
Informações e Agendamentos para Mesa Quântica Estelar, Mesa Pet, Mesa Quântica 2.0, Mesa Câmaras Arcturianas, Sistema Arcturiano de Cura Multidimensional, Mini Mesas de Proteção e Prosperidade - lecocqmuller@gmail.com
©2016 Ann Albers https://www.visionsofheaven.com/
Respeite todos os créditos ao compartilhar
LUZ!
STELA

Nenhum comentário:
Postar um comentário