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domingo, 20 de outubro de 2013

VALE A PENA LER DE NOVO - SER FELIZ


SER FELIZ
O Conselho dos 12
através de Selacia Janeiro 2008

(Mensagem postada no Blog em 18 de setembro de 2008)


Neste ponto crucial na história, vocês estão diante de uma bifurcação na estrada.
Vocês não estão sozinhos.

Pessoas de diversas culturas por todo o mundo estão diante de suas próprias bifurcações na estrada. As escolhas devem ser feitas antes que possam dar o próximo salto. A bifurcação na estrada representa as escolhas que são necessárias enquanto a humanidade cria um tipo de mundo inteiramente novo. Algumas destas escolhas envolvem redefinições revolucionárias de como viver como um ser humano.

Definirem a si mesmos e ao seu mundo baseados nas perspectivas do velho paradigma os mantêm presos nos sistemas obsoletos que vocês querem abandonar. Agora é o momento de redefinir o que é verdadeiro para vocês, que tipo de vida vocês querem criar, como querem se expressar no mundo, e o que significa realmente ser feliz.

Como parte disto, gostarão de criar um novo padrão de medida para avaliar os seus sucessos. O tradicional padrão de competição, comparação e ganância baseado no medo, não tem espaço no novo mundo em que vocês querem viver. Não se esqueçam, os humanos tendem a ser motivados por um desejo de serem felizes e de evitar a dor.

Esta motivação é o fator chave subjacente que configura as vidas da maior parte das pessoas. É normal querer ser feliz, e vivenciar a felicidade em uma base contínua. Quem não gostaria disto?

O Dilema da Felicidade

Há um dilema, entretanto, quando vocês vivem a sua vida baseada nos marcadores mundiais antiquados da felicidade. As pessoas tendem a fazer isto sem um propósito deliberado, continuando nos padrões colocados no lugar há muito tempo por aqueles que não compreendiam a verdadeira base da felicidade.

Estes padrões incluem sistemas de crenças limitantes sobre a felicidade, que são mantidos a um nível do DNA dentro da humanidade hoje. Os padrões retornam em inumeráveis gerações, e eles incluem também crenças mantidas ao nível de consciência de massa. Por esta razão, ninguém é isento de carregar sistemas de crenças limitantes que se relacionam à felicidade.

É comum, por exemplo, para as pessoas acreditarem que elas devem ter uma determinada coisa ou alguém para serem felizes. Nos tempos modernos – especialmente nos países Ocidentais industrializados – a felicidade esteve ligada com condições externas. Estas circunstâncias externas incluem coisas como dinheiro e sucesso material, fama e ser reconhecido por boas obras, posses materiais, um casamento feliz e filhos bem sucedidos, juventude e atratividade, e boa saúde.

A ideia tem sido que se vocês tiverem a situação certa, poderão ser felizes.

Enquanto a felicidade depender em parte de suas condições externas, vocês vão prosseguir em um desapontamento contínuo se estas coisas externas forem a sua principal marca de referência. Associar a sua felicidade principalmente às condições externas, estabelece uma competição interminável para descobrir e manifestar as circunstâncias certas.

É uma competição interminável porque significa que a pessoa na competição dá o seu poder aos fatores externos e aos símbolos de status que estão sempre no processo de mudança. Toda a felicidade que se baseia nestes tipos de marcos miliários temporários está condenada.